Deixe de dizer: Desculpe, Eu não sei, Eu não consigo – Parte II
Psicologia Positiva 22/09/2016

Deixe de dizer: Desculpe, Eu não sei, Eu não consigo – Parte II

Miguel Lucas Publicado por Miguel Lucas


Dando continuidade à importância que as verbalizações não-favoráveis que dizemos a nós mesmos no nosso dia-a-dia têm na nossa vida, e a forma negativa como isso nos pode afetar, apresento a continuação do artigo: Deixe de dizer: Desculpe, Eu não sei, Eu não consigo (Parte I). Abordarei cada uma destas verbalizações e tentarei explicar o seu efeito na nossa forma de raciocinar. Vamos também, considerar algumas frases alternativas que podemos usar no lugar das “negativas”, e que são mais favoráveis ao nosso crescimento pessoal. O novo ano está à porta, esta é uma ótima oportunidade para iniciar algumas mudanças positivas na sua vida, levando em consideração a possibilidade de reformular algumas frases que lhe provocam auto-sabotagem e lhe retiram capacidade e habilidade para solucionar os problemas ou atingir um objetivo. Tenho todo o gosto em colocar a psicologia positiva ao seu dispor. Use-a!

EU NÃO SEI

As outras formas de “Eu não sei”, tendem para uma capacidade de não conseguirmos fazer alguma coisa. Apresento exemplos de variações:

  • Eu não sei como fazer…
  • Eu não vejo…
  • Eu não me lembro…
  • Eu não consigo…
  • Eu não sou capaz…
  • Eu não tenho capacidade para…

Mais uma vez, nós dizemos repetidamente este tipo de frases porque são fáceis. Lavamos daí as nossas mãos, e simplesmente declaramos não saber. Na grande maioria das vezes desistimos sem sequer tentar. Não iniciamos qualquer tipo de esforço, e rendemo-nos às frases que estamos habituados a que nos martelem a cabeça. Vamos assim fazendo crescer as ervas daninhas da preguiça, vamos permitindo que se instale a inépcia.

Considere o seguinte cenário:

Pessoa A: “Onde está o sal?”

Pessoa B: “Na prateleira da cozinha.”

Pessoa A: “Eu não o vejo.”

A pessoa B dirige-se onde está a pessoa A, coloca-se onde ela está, olha para o sitio para onde ela estava a olhar e tira o frasco do sal. Estava mesmo à frente dos olhos da pessoa A.

Você identifica-se com o cenário? A mim, já me aconteceram situações idênticas. A pessoa A não terá visto realmente o sal? Ou a pessoa A, acreditou que não via o sal? Certamente terá sido isso mesmo, acreditamos por vezes não ver as coisas, não conseguir fazer ou não sermos capazes, não que não tenhamos capacidade ou habilidade para tal, mas simplesmente porque não nos damos ao trabalho de nos colocarmos num estado de recursos. Não nos colocamos num estado de capacidade e acção face ao que pretendemos realizar. Não procuramos em nós uma forma de arranjar ou encontrar uma solução para o problema. Torna-se mais fácil dizer: não sei, não consigo, não sou capaz!

Relembra-se, que a nossa mente inconsciente assume o comando baseando-se nas nossas palavras? Quando dizemos a nós mesmos que não conseguimos ver algo, estamos a passar a mensagem em forma de comando (ordem) para a nossa mente inconsciente. Desta forma, acontece um comando de auto-sabotagem à tarefa que queríamos realizar, e os estímulos que nos chegam associados ao objetivo (agarrar o sal) deixam de ser processados. É quase anedótico, não é?

Como é que é possível não vermos algo que está mesmo na nossa frente? Agora você já sabe. Isto acontece, porque verbalizamos mensagens de incapacidade, que irão assumir o comando das nossas acções, sabotando tudo o que se opuser a essa ordem, (por exemplo, ver o sal). Conseguir ver o sal era contraditório à ordem da incapacidade construída pela pessoa A. Da mesma forma, quando dizemos “Eu não me lembro”, estamos a dizer à nossa mente inconsciente para não nos deixar saber a resposta, mesmo que a mente consciente se lembra. Então, como temos as memórias armazenadas no nosso inconsciente, temos deliberadamente que enviar a ordem de não trazer as memórias para a nossa consciência, para que aconteça o ato de não nos lembrarmos.

A saber: Este é o ato da auto-sabotagem, deliberadamente impedimo-nos de conseguirmos fazer algo, que na realidade temos capacidade para fazer.

Sugestões para a acção:

  • Praticar a reformulação de  frases não-favoráveis às formulações que sugerem possibilidades. Vejamos alguns exemplos:
  • Quando se ouvir a dizer, ” Eu não vejo sal nenhum na prateleira”, Reformule e pergunte a si mesmo, “Onde é que poderá estar o sal? Tenho de o encontrar.”
  • Quando tiver o impulso para dizer, “Não me lembro onde coloquei as chaves?”, reformule a pergunta para, ” Onde é que elas poderão estar? Qual foi a última coisa que me lembro antes de guardar as chaves?”
  • Ao invés de dizer, “Eu não sei como fazer…”, reformule para, “Eu ainda não aprendi como fazer isto, mas eu posso aprender. E depois serei capaz.”
  • Ao invés de dizer, “Eu não consigo abrir isto…, reformule para, “Se eu pudesse abrir isto, como é que faria? Vou continuar a tentar, eu consigo abrir isto.”
  • Pratique, repetindo frases alternativas, e use-as sempre que for apropriado. Torne as frases alternativas (mas muito mais capacitadoras e construtivas), num hábito.

EU NÃO CONSIGO

Esta é uma frase comum, e confesso que mexe muito comigo quando a ouço de forma deliberada, principalmente aos atletas que treino ou que aplico nos programas de preparação mental. É na verdade uma frase que retira capacidade e acima de tudo, retira-nos a possibilidade de nos focarmos nas acções que nos poderiam levar a conseguir fazer. Apresento algumas variações:

  • Eu não consigo encontrar…
  • Eu não consigo fazer…
  • Eu não consigo colocar isto a funcionar…
  • Eu não consigo lembrar-me…
  • Eu não tenho tempo…
  • Eu não consigo fazer isso hoje…

Quando dizemos que não conseguimos fazer algo, de forma deliberada, estamos simplesmente a declarar a impossibilidade como uma resposta definitiva. Estamos a dizer a nós mesmos que nunca seremos capazes de o fazer, porque não temos as capacidades necessárias. Existem na verdade situações incapacitantes que provam não sermos capazes ou termos capacidade para algo. Existe no entanto, uma diferença entre não ser fisicamente capaz para fazer algo, e mentalmente acreditar que não temos o que é necessário para conseguir. É exatamente este assunto que importa refletir, e o qual tenho vindo a realçar.

Dizendo simplesmente que não conseguimos fazer algo, estamos a sugerir que não temos a capacidade para aprender, que estamos a desistir, que estamos a abrir mão dos dons que temos. Tal como dizer coisas como, “Eu não consigo fazer isto” ou “Eu não encontro isso” ou ” Eu não consigo ter isso pronto”, estamos a negar a nós próprios a possibilidade de encontrar uma solução. Estamos a cegar a nossa própria vista! Estamos a secar a nossa fonte do saber!


Dizendo que não temos tempo, estamos a dar a impressão nós próprios que estamos muito ocupados, o que por vezes nos faz sentir importantes. Mas isto é uma ilusão. Sim, por vezes nós temos a nossa agenda muito preenchida, mas dizer que não temos tempo, normalmente quer dizer que nós não queremos fazer determinada coisa. Não ter tempo suficiente é na grande  maioria das vezes uma desculpa. Se for suficientemente importante para nós, acabamos sempre por arranjar tempo. É, ou não é? Eu acredito que sim! Além do mais, se contabilizarmos o tempo que gastamos a fazer coisas que por vezes não são prioritárias, certamente arranjaremos tempo para todas as outras em que dizemos que não temos tempo.

Tal como no treino esportivo, em que os grupos musculares mais fracos são aqueles em que temos de dedicar mais tempo, acredito que assim também deverá ser na nossa vida:

Citação: “Se eu não consigo, então devo.” – Desconhecido

Experimente, verá que o que você usou para considerar ser impossível torna-se subitamente e, provavelmente, muito acessível.

Sugestões para a acção:

  • Construa e implemente frases alternativas às frases populares de incapacidade. Apresento alguns exemplos:
  • Ao invés de dizer, “Eu não consigo encontrar isso”, diga, “Eu ainda não vi isso, mas continuarei a procurar”, ou “Onde é que isso poderia estar?”
  • Ao invés de dizer, ” Eu não consigo colocar isto a funcionar…”, considere dizer, ” Ainda não está a funcionar, mas continuarei a tentar até que fique” ou ” Ainda estou a trabalhar nisso. Se tiveres um tempo ajudas-me.”
  • Ao invés de dizer, “Eu não consigo fazer isso hoje porque…”, considere deixar-se de desculpas e dar uma resposta firme e honesta, respondendo, “Eu não vou conseguir agora, talvez numa próxima oportunidade, obrigado pelo seu convite. Isso significa muito para mim.”
  • Pare de dizer ao outros que eles não conseguem fazer as coisas. Alternativas para, “Você não consegue fazer isso” são, “Eu prefiro que você não faça isso” ou “Eu não recomendo que você faça isso porque…” ou ” Eu tentei da última vez e não funcionou para mim, talvez funcione consigo.”

EU TENHO DE…

Este tipo de afirmação sugere que não temos alternativa, e que não temos controlo nas nossas vidas. Apresento algumas variações:

  • Eu tenho mesmo de terminar isto
  • Eu tenho mesmo de ir a este evento
  • Eu tenho mesmo de ganhar isto

Na verdade nenhum de nós tem de fazer coisa nenhuma. Este é um conceito que importa pensar. Não vimos ao mundo com esta ou aquela obrigação. Não temos forçosamente de ter de fazer isto ou aquilo. O mundo não acaba se nós não fizermos determinada coisa (na quase totalidade dos casos). Nós sentimos que temos mesmo de fazer algo, por poucas coisas. Por exemplo:

  • Dá-lhe prazer/beneficio. Isto é, algo que você gosta de fazer.
  • Reduz-lhe ou retira-lhe dor. Perder o emprego ou amizade, ou uma desculpa para não fazer mais alguma coisa.

Semelhante ao dizer “Desculpe” ou “Sinto muito”, sugerindo que não temos alternativa para fazer algo, introduzimos em nós o sentimento de culpa. Por exemplo, se não quisermos ir a uma festa, mas sentirmos pressão para ir, e isso gerar um sentimento de culpa, esta culpa é desnecessária. Esta culpa é criada por nós, pela noção errada de que temos de fazer qualquer coisa. Ainda que em algumas situações de vida nós possamos não ter o controlo das coisas, porque não dependem de nós, na grande maioria das vezes isto não acontece. Podemos ter controlo sobre a nossa vida e especialmente dos nossos pensamentos, verbalizações e decisões, substituindo, “Eu tenho de” para, “Eu quero” ou “Eu faço isto porque trás-me muitos benefícios”.  Talvez você não queira ir à festa de aniversário do filho do seu amigo, mas você vai, porque irá contribuir para a felicidade do seu amigo nessa ocasião tão especial. A sua presença irá trazer-lhe benefícios, porque irá fazê-lo sentir-se bem por ter contribuído para a felicidade de um amigo.

Se decidir fazer algo que preferiria não estar fazendo, ao invés de tratá-la como uma tarefa “pesada”ou encarando-a com pensamentos desagradáveis, porque não mudar a sua perspetiva para que possa apreciá-la? Qual o benefício que vai trazer-nos o prolongamento de pensamentos infelizes, usando, “eu tenho de fazer…” como desculpa?

Sugestões para a acção:

  • Ao invés de dizer “Eu tenho de fazer isto”, diga, “eu quero fazer isto” ou “Eu estou fazendo isto porque ____ (escreva aquilo que o beneficia)
  • Se você não que fazer determinada coisa, ao invés de dar desculpas às pessoas, altere isso para, “Eu tinha todo o gosto, mas eu tenho de…”, Graciosamente diga, “Obrigado pelo convite, mas esta noite irei ficar a descansar em casa.” ou “Obrigado, mas já tenho planos para esta noite, talvez par a próxima vez.” (nota: tirar um tempo para você descansar, conta como um evento). Você não tem necessariamente de se comprometer, seja honesto e transmita a informação de forma sincera e de cabeça levantada.

PALAVRAS PARA REFLETIR

A linguagem que usamos é incrivelmente poderosa. Exerce um comando direto à nossa mente inconsciente. Quer estejamos cientes disso ou não, verbalizemos casualmente ou não, a nossa mente inconsciente está à escuta. A nossa mente inconsciente tira sempre notas mesmo quando não estamos a prestar atenção a determinas coisas. Neste artigo foquei-me especificamente na linguagem que utilizamos, mas deixe-me dizer-lhe que o mesmo princípio é aplicado a outros estímulos/impulsos sensoriais. Estímulos como exemplo, os filmes que visionamos, as roupas que vestimos, os pensamentos que repetidamente ecoamos na nossa mente, o tipo de livros e blogs que lemos. Todos alimentam a nossa mente inconsciente, mesmo que muito subtilmente, uns mais que outros, funcionem por vezes como emissores de ordens e consequentemente tratados como uma “voz” de comando.

A reter: Aquilo em que acredita não reflete simplesmente a sua realidade, cria a sua realidade.

A nossa mente inconsciente é uma ferramenta magnífica, aprender a tirar proveito das suas funções pode ajudar-nos a alcançar os nossos objetivos e viver a vida que desejamos. Por muito “oco” que isto lhe possa parecer, não deixa de ser verdade. Os exemplos que apresentei, certamente lhe serão familiares. Fico esperançado que o possam ter alertado e lhe possa dar a oportunidade para olhar de frente algumas verbalizações (não-favoráveis) que tenha no seu reportório e reformulá-las. Adapte os exemplos dê-lhes o seu próprio toque e, se  possível transmita-os a outras pessoas.

PARTICIPE NO DESAFIO!

Quais são as frases alternativas que você pode reformular ou sugerir em substituição de: eu não sei, desculpe, eu não posso? Quaisquer outros pensamentos que você deseja compartilhar connosco? Participe nos comentários!

Abraço, e Boas Festas.

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Comentários
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Cristiano Silvestre

Simplesmente brilhante, tanto esta como a primeira parte. Parabéns, Miguel!

Você tem contribuindo e muito com algumas quebras de crenças e costumes que eu vinha nutrindo a tempos.

Muito obrigado.

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Miguel Lucas

Olá Cristiano Silvestre, obrigado pelo comentário.

Fico muito agradado com o fato de poder ter contribuído para a alteração de algumas das suas crenças. Este é mesmo o objetivo do blog, levar esclarecimento aos leitores, no sentido de poderem melhorar as suas condições de vida, de pensamento e relacionamento.

Obrigado pela força.

Abraço

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Dell sales

Olá!

Conheci seu sítio por meio do blog da Karenina. Ela tinha razão… Seu conteúdo é fantástico.

Sou estudante de psicologia, mas devo admitir que não tenho paciência para psicologia positiva. Apesar de ter consciencia dos diversos estudos comprobatórios, não consigo deixar de ver esta ramificação como algo absolutamente bobo e “auto-ajuda”… Por favor, não me interprete mal, mas esse é o tipo de conteúdo que não me deixa à vontade de forma alguma.

Continuarei visitando seu blog e aprendendo contigo, ok?

Abraço fraterno

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Miguel Lucas

Olá Dell sales, obrigado pelo comentário.
Fico lisonjeado por gostar da Escola Psicologia.

Abordando a questão de não “gostar” da psicologia positiva, (respeito a sua ideia), mas avanço com a possibilidade de não olhar a psicologia positiva com bons olhos devido a qualquer equívoco na sua definição e intenção. De forma alguma a psicologia positiva quer transmitir a ideia de auto-ajuda, principalmente a tão divulgada e que virou um “negócio” de milhões, por pessoas que escrevem coisas que na verdade nunca irão ajudar ninguém. À parte disto, a psicologia positiva veio trazer uma vertente muito mais funcional para todos nós, dado que olha o ser Humano, naquilo que melhor existe nele, olha-o como um individuo com capacidades para poder “responsabilizar-se” por grande parte das coisas que supostamente não seria capaz de fazer à imagem de um modelo psicológico ou biomédico mais virado para a problemática, para a desordem ou vitimização. A psicologia positiva encaminha-se para potenciar o que melhor cada um de nós tem, as suas virtude e forças e valores e que olhando para estes, cada um de nós se pode auto-ajudar, concentrando a sua atenção neles e valorizando-os. O que difere de “qualquer livro de auto-ajuda” escrito para gerar apenas dinheiro.

A nossa intenção aqui é essa mesmo: é sobre devolver às pessoas a sua autonomia, capacidade e funcionalidade para que possam restabelecer o controlo das suas próprias vidas. E isso só se consegue com trabalho, comprometimento, educação, aprendizagem e desenvolvimento pessoal.

Abraço

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Luciano

Olá Dr Miguel.

Muito boa sua resposta para nossa futura psicóloga,acredito que devido sua inexperiencia ou ela está focada em outra parte da psicologia,pois está ainda aprendendo.

Eu estou começando a escrever algumas coisas,e quero dar um foco nos comentários.

Bom é só isso,excelente post Dr Miguel,acredito que é através do amadurecimento que conseguimos ver o que as outras pessoas querem expressar.

Obrigado.

Abraço.

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Bruna

Nossa eu nao conhecia o seu site…Parabens…eu adorei,sou estudante de psicologia,entrei no curso meio q por impulso,mas eu adorei e estou adorando…so fico me imaginando se vou saber agir pelo certo..mas enfim..nao poderia de deixar de parabeniza-lo…

Bruna

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Miguel Lucas

Olá Bruna, Obrigado pelo comentário.

Fico contente por em breve vir a ser minha colega 🙂
Desejo-lhe o maior sucesso e acima de tudo motivação para aprender, aprender muito.

Agradeço o seu apreço pela Escola Psicologia. Sinta-se à vontade para comentar e interagir sempre que achar premente.

Abraço

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Luciano Junior

Muito bom o artigo, realmente, palavras positivas sempre nos motivam a fazer algo, ou a continuar a fazer algo.

Parabéns pelo artigo.

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Miguel Lucas

Olá Luciano, obrigado pelo comentário.
Sem dúvida que muito do nosso reportório verbal poderia ser reprogramado, no sentido de nos ser mais favorável e assim termos mais controlo sobre a nossa vida e facilitar também a dos outros.

Abraço

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Sérgio

Em primeiro lugar, obrigado, por este e todos os seus artigos. Costumo divulga-los aos meus contactos, pois pretendo conviver com pessoas felizes.
Quanto ao reportório verbal, estou a levar isso a sério. Costumo auto-corrigir-me e também aos outros, mas suavemente… porque conheço pessoas tão agarradas ao negativismo que tenho que ir com calma.
Estou a pensar criar uma lista de afirmações positivas para ler no meu smarphone e no computador. Sugere-me alguma dica?

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Francisca das Chagas

Mais uma vez os meus sinceros agradecimentos pelos artigos que você tem me enviado. Com certeza, eles tem influenciados positivamente no meu cotidiano muitas coisas em minha vida pessoal mudaram. Estou lendo todos, e são realmente fantásticos, parabéns,

abraços

Francisca.

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Miguel Lucas

Olá Francisca, obrigado pelo comentário.

Fico imensamente Lisonjeado com as suas palavras. E fico também muito contente com o facto dos artigos poderem estar a ser-lhe úteis.

Força, sorte e bom desenvolvimento pessoal.

Abraço

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Vera

Quero lhe parabenizar pelo seu blog, pois estou o lendo e adorando os seus artigos, eles são muito inspiradores,e este seu artigo me ajudou a perceber o quanto negativista eu estava sendo. Obrigada.

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Viviane

Olá Miguel! Li vários artigos aqui no blog e realmente são muito bons, com conteúdos ótimos. Estou passando por uma fase muito escura na minha vida, já fui em duas psicólogas, mas infelizmente não peguei a confiança que gostaria de ter, me sinto melhor lendo seus artigos do que indo nas psicólogas que visitei.
Não sei mais o que faço, estou triste demais. Com vários, vários pensamentos horríveis e incapacitantes. O pior que na teoria, eu sei o que devo fazer, mas mesmo assim, me pego com os mesmos pensamentos e mesmas atitudes. Enraizando em mim coisas horríveis.
Está de parabéns pela iniciativa e seu blog está fazendo diferença na vida de muitas pessoas!
Obrigada pelos artigos!
abraços!

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Sandra Francisca Momm

Eu estava com 76kg no início de janeiro, usando calça nº44. Então prometi para mim mesmo nunca mais dizer eu não consigo, e sim trocar por "Não sei se consigo, mas vou tentar". Assim comecei minha reeducação alimentar e meus treinos. Eu que nunca consegui emagrecer, eliminei 17kg em 8 meses. Eu que nunca conseguia correr (Não conseguia correr 100mts em fevereiro), hoje corro 12km. Já estou participando de corridas. Estou muito disposta, auto estima lá em cima, alegre, confiante. É isso ai, gostei da matéria e acredito que seja por ai mesmo. Não podemos dizer a nós mesmos que não somos capazes.

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