Um pequeno passo pode mudar a sua vida - The Kaizen Way
Livros 22/09/2016

Um pequeno passo pode mudar a sua vida – The Kaizen Way

Miguel Lucas Publicado por Miguel Lucas


Análise ao livro: The Kaizen Way. O livro The Kaizen Way: One Small Step Can Change Your Life escrito por Robert Maurer, Ph.D., é aplicável a muitos temas, incluindo começar algo de novo nas nossas vidas. O Caminho Kaizen é acerca de como atingirmos as nossas metas passo a passo. O termo japonês kaizen é uma abordagem do uso de pequenos passos através da melhoria contínua para conduzir à mudança. Em vez de procurar mudanças radicais, que são ambiciosos, de difícil implementação e muitas vezes de insucesso. Você deverá dar pequenos passos de forma a sentir-se confortável. Maurer aponta que, apesar da abordagem kaizen se ter desenvolvido num ambiente empresarial, também se aplica aos indivíduos. Kaizen é uma palavra japonesa, cuja essência é captada na frase, “Uma viagem de mil milhas deve começar com o primeiro passo.”— Lao Tzu. Significa simplesmente dar pequenos passos em direcção à gestão do seu objectivo.

Dr. Maurer fala sobre como a abordagem Kaizen facilita a implementação e o sucesso perante a mudança. Sempre que nos propomos a mudar algo, na grande maioria das vezes pensamos que isso exige uma reforma radical e chocante, a abordagem Kaizen preconiza que se inicie o processo de mudança em etapas pequenas e confortáveis para facilitarem o aperfeiçoamento e a implementação. Algumas pessoas são mais propensas pela sua natureza a agir, são mais impulsivas e com mais facilidade se propõem a mudar, mas na grande maioria, quando alguém quer terminar um comportamento ou hábito indesejável ou começar algo, fazem-no durante um curto tempo e depois, gradualmente voltam aos seus velhos hábitos.
Dr. Maurer sugere a abordagem kaizen quando esses hábitos que tentamos mudar são extremamente teimosos e / ou quando você tem medo de fazer a mudança necessária.

A EXPERIÊNCIA DESPORTIVA

Estou bastante familiarizado com a abordagem Kaizen, ela é parte integrante na programação dos treinos de atletismo. Empiricamente todos os treinadores sabem aplicar dois dos princípios do treino desportivo:
O princípio da continuidade – o treino baseia-se na aplicação de cargas crescentes, progressivamente assimiladas pelo organismo.
O princípio da progressão – rege que o aumento da carga de treino deverá ser de forma gradual, esperando para que ocorra uma adaptação geral do organismo.
Enquanto treinador especializado nos saltos (salto em comprimento e triplo-salto) no ensino da técnica a um jovem iniciante, deveremos começar com movimentos muito simples de fácil entendimento e com um grau de dificuldade reduzido, depois pouco a pouco vamos colocando exercícios mais complexos, com um grau de exigência maior e que apelam mais à especificidade e por esse motivo mais dificeis de realizar.
Pouco a pouco vamos preparando o atleta para exercícios e tarefas mais exigentes, mas ao mesmo tempo vai-se sentido com capacidade para as realizar, pois os incrementos são implementados dia-a-dia de forma ínfima. Por este motivo o atleta vai-se adaptando de uma maneira muito subtil, sentindo-se assim mais capacitado, mais confiante e mais eficaz.

Foi com esta estratégia que todos aprendemos a ler, escrever e contar. Num processo de repetição, trabalho diário e esforço continuado. Enquanto adultos facilmente nos esquecemos de aplicar esta estratégia de sucesso, seja por impaciência, por expectativas irrealistas, por impetusidade, por falta de leitura das dificuldades ou simplesmente por falta de vontade, o que é certo é que todos nós já provámos o sabor da auto-derrota, da auto-sabotagem e do consequente insucesso face à mudança ou à melhoria.

TREINAR SEGUNDO A LEI DO MENOR ESFORÇO

Treinar segundo a lei do menor esforço, é uma das regras que sigo à risca e que uso desde que tive sucesso com o atleta Carlos Calado (medalha de bronze nos campeonatos do Mundo de Edmonton no Canadá em 2001 na disciplina de salto e comprimento). Esta lei não se aplica de forma alguma a atletas perguicosos, é apenas uma simples maneira de tentar não queimar etapas de evolução aos atletas – não avançar para um método de treino mais evoluido, mais exigente ou aumentar as cargas sem que o método anterior tenha esgotado todas as hipótese de rendimento, e assim beneficiar a melhoria contínua.


A EXPLICAÇÃO PSICOLÓGICA

O nosso ambiente dita a grande maioria das nossas respostas. As nossas rotinas, que nos são familiares, automáticas, são a nossa segunda natureza, e esta é dominada pelas nossas reacções aos estímulos que nos surgem do meio ambiente. Com o tempo, os circuitos neuronais são reforçados até um determinado grau – primeiro através de associações e depois através da repetição. De uma certa forma podemos considerar que na realidade nós já não estamos verdadeiramente a “pensar” quando agimos com base naquilo que estas mesmas redes neuronais programadas iniciam.
Nós agimos inconscientemente a maior parte do tempo porque depois das redes neuronais ficarem interconectadas e reforçadas, tornamo-nos menos conscientes nas nossas actividades. Na grande maioria das vezes basta apenas um pensamento, ou um pequeno estímulo vindo do ambiente, para iniciar uma série de respostas e comportamentos programados. As nossas respostas tornam-se naturais e normais porque as ensaiámos bem e as repetimos durante muito tempo.

Muitos de nós somos preguiçosos, talvez esteja a exagerar, mas do ponto de vista da poupança de energia, isto é um facto. Os pensamentos e comportamentos habituais, não necessitam de grande esforço da nossa parte, o que é algo bastante importante para a nossa eficácia no dia-a-dia. Nós produzimos normalmente os mesmos pensamentos e comportamentos no dia-a-dia, porque activamos os mesmos padrões de redes neuronais, combinações e sequências. É por esta razão que é tão fácil sermos como somos. Mas é igualmente por esta razão que é tão difícil mudarmos aquilo que somos!

Se nos propusermos a um desafio que percepcionamos como sendo extremamente difícil, rapidamente nos iremos colocar numa zona de desconforto face ao objectivo a atingir, isto porque estamos a sair daquilo que nos é familiar, daquilo que accionada os cursos de acção com o mínimo de esforço. O nosso cérebro está altamente especializado para accionar padrões de pensamento e comportamento que surtiram efeito no passado, tudo o que se lhe apresenta como estranho, diferente ou com necessidade de mobilizar muita energia e esforço, irá colocá-lo num estado de alerta, accionando os mecanismos do medo. E neste estado é natural comportarmo-nos de forma a sabotar o nosso próprio desejo – o desejo de mudar.
Por tudo isto, para implementar uma mudança na nossa vida, deveremos de certa forma “enganar” o cérebro e propor-lhe algo simples, fácil e pouco diferente do habitual. A abordagem Kaizen preenche todas estas premissas.

Mude algo na sua vida, pensando sempre para si: “qual é a menor coisa que posso fazer e com o menor esforço possível que me posso propor a realizar para alcançar aquilo que desejo”?

Boa sorte e mude passo a passo.

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Comentários
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Laérth Santos

Um, muito interessante mesmo.

Eu já pratico algo similar ao kaizen, uma espécie de bushido.
Já li muitos livros zens e hoje ao finalizar esta leituro você me fez relembrar novamente dos princípios que eu já estava esquecendo até.

Muito obrigado por me fazer lembrar o meu código samurai!
De fato vou seguir você e descobrir outras coisas interessantes que tenha a compartilhar. Abraço!

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Miguel Lucas

Olá Laérth Santos, bem vindo à escolapsicolgia. Fico contente pelo facto de este artigo lhe ter sido útil e o relembrar de algo que já estava meio esquecido.
Esta aborgagem KAIZEN é de facto extraordinária porque segue uma das condições humanas básicas, que é a evolução, e esta tem-se feito passo a passo.

Abraço

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Vitor Valente

O mito de James Dean fez viver a máxima “vive depressa, morre jovem e conserva um belo cadáver”. Carlos Calado, velocista e saltador ribatejano que fez o país acordar para as disciplinas técnicas, esteve para o atletismo como o actor de Indiana para o cinema: chegou depressa ao cume, talvez depressa demais, e não aguentou o balanço.
Carlos Calado nasceu a 5 de Outubro de 1975 em Alcanena, onde de resto há um pavilhão com o nome dele. Ainda vestia a camisola do Clube de Natação de Rio Maior qaundo foi o primeiro português a saltar mais de oito metros em condições regulamentares. Fê-lo com 20 anos, a mesma idade com que superou os 17 metros no triplo salto. A fama permitiu-lhe integrar o lote de eleitos de Moniz Pereira, que começava a construir no Sporting uma equipa de atletismo que fosse além dos tradicionais crosse e meio-fundo. E Calado correspondeu, alargando a actividade aos 100 metros, onde esteve perto da barreira dos 10 segundos – ficou a 11 centésimos, em 1999 – e trazendo para Portugal medalhas em disciplinas técnicas: foi campeão europeu do comprimento em 1998 e terceiro nos Mundiais ao ar livre e em pista coberta em 2001. Ainda conserva o recorde nacional de salto em comprimento (8,36m) estabelecido em 1997.
Com os resultados, contudo, veio o outro lado de James Dean, o dado aos excessos. Os carros, a boa vida, os desfiles de moda, a vida nocturna… e as lesões, que foram de infecções urinárias a contracturas e fracturas de esforço, levaram-no a viajar de desilusão em desilusão a uma velocidade superior à que atingia em pista. Rompeu com o Sporting no final de 2003, quando o clube cortou no pagamento aos atletas, assinou pelo FC Porto e trocou Miguel Lucas, treinador de sempre, por Fausto Ribeiro. Os treinos passaram a ser controlados à distância e, como ganhava menos e não guardara nada, passou a ter de concentrar-se noutras actividades, como o bar Pharmácia, que reabriu em Alcanena. Talvez por isso, a ligação não resultou e, um ano depois, Calado assinou pelo Bairro dos Anjos, ao mesmo tempo que se inscrevia na equipa de saltos da Universidade de Oviedo, em Espanha, onde passava a contar com Juan José Azpeitia – treinador de Yago Lamela – como técnico.
Em 2005, depois de falhar os Jogos Olímpicos de Atenas, assinou pelo Benfica, mas já era uma sombra do atleta que encantara multidões. Felizmente para ele, Calado não levou o mito-Dean até ao fim [James Dean morreu aos 24 anos, numa colisão frontal, ao volante de um Porsche 550 Spyder] e, no último ano, arrastou-se pelas pistas, não passando dos 7,07m nos Nacionais. De qualquer modo, Dean pode ser um mito, mas actor a sério era o Marlon Brando, que morreu velho e gordo.

Neste pequeno excerto que tenho acima, e se você tiver coragem para o publicar diga-me para kê tanta psicologia se você não foi foi sequer um bom treinador nem psicologo, para orientar o atleta nem encaminhar para o bom caminho.
E como se pode ver afinal não foi você que fez o atleta mas sim o atleta é que fez o treinador.
Quando isso devia ter sido ao contrario…
E vêem para aqui dar lições de psicologia quando isso toda as pessoas sabem fazer que é comentar livros. Basta ler senhor Dr Miguel Lucas.

Já agora Eu não sou Dr. Porque a minha mãe não o pôs no nome. Apenas pôs valente.

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Miguel Lucas

Olá Vitor Valente,
Obrigado pelo comentário e bem vindo à Escola Psicologia.

Este é um espaço de livre expressão, é no entanto um espaço que impera pela transmissão do saber. Se a intenção foi dar a conhecer o exemplo de alguém que depois de atingir o sucesso, enveredou por um conjunto de decisões na sua vida (que eu na altura também não concordei) e não mais conseguiu atingir os resultados de outrora, agradeço. É sempre um relato enriquecedor, principalmente para os jovens, que pretendem afincadamente chegar ao sucesso, ainda que seja difícil lá chegar, mais difícil é manter-se lá, e com uma postura adequada. O Carlos Calado terá aprendido da pior maneira. Se era esta a ideia que queria transmitir, agradeço-lhe esse facto.

Se por outro lado era tentar por alguma forma denegrir o meu trabalho, quer como treinador, quer como psicólogo, este espaço não foi criado para isso, é no entanto livre de expressar a sua opinião.

Mas para expressar a sua opinião, deveria ler correctamente o que escreveu (perdão o que copiou de um jornal), é que eu treinei o Carlos Calado até Fevereiro de 2002, até ai ele vinha a ter resultados de topo, ainda nos dias de hoje considerados extraordinários (pelo que sim, considero que fui bom treinador, se levarmos em consideração que ele foi o 1ª homem em Portugal a ultrapassar a barreira mítica de 8 metros e a ganhar medalhas em competições internacionais nas disciplinas de salto em comprimento e 100m). Depois de 2002 (aquando no decréscimo de rendimento do atleta) eu deixei oficialmente de ser treinador dele. Acresce o facto de eu só ter terminado a minha licenciatura em psicologia em Julho de 2005. Como queria o Vitor Valente que eu pudesse intervir levando em consideração os conhecimentos psicológicos?? Não fui imprudente a esse ponto!

Relativamente à questão do “Dr.”, não faz de mim mais ou menos pessoa, no entanto é importante que as pessoas saibam que sou licenciado no sentido de ter legitimidade para validar o conhecimento transmitido. O Vitor é que parece ter problema com isso.

No que diz respeito a quem fez quem, isso Vitor valente, é discutir a problemática do ovo e da galinha. É do senso comum que tem de existir uma entrega e valor de ambos ( treinador e atleta) para que possam evoluir, crescer e valorizarem-se um ao outro. Só assim se conseguem resultados de excelência, e não tentar escrutinar a quem se deve dar mais percentagem de mérito pelos resultados obtidos numa dupla.

Já agora, e voltando à questão da psicologia….e não sendo psicólogo na altura que era treinador do Carlos Calado, saiba o Vitor Valente, que em psicologia, os feitos que o atleta e eu enquanto treinador, fizemos, chama-se “Quebrar Barreiras Psicológicas” para que os que venham a seguir sintam que saltar acima de 8 metros é algo acessível e possível de ser feito, já que outros anteriormente conseguiram.

Gostaria muito de na altura ter podido e ter capacidade para que a carreira do Carlos Calado pudesse ter sido mais frutífera. Nem sempre tudo corre como mais gostaríamos. Mas como todos sabemos, existem coisas que não estão sobre o nosso controlo.

A psicologia, não é magia, não soluciona tudo, nem se pretende que seja. Mas é, e tem sido eficaz com muitas pessoas.

Efectivamente comentar livros não é algo difícil, mas é certamente uma mais valia, para quem gosta de aprender, crescer, desenvolver-se e aprecia a opinião de outros.

Quem não gosta, não é forçado a ler!

Abraço

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Vitor Valente

Obrigado pelo seu comentário…

Em relação a “Dr” peço desculpa realmente se o ferir com as minhas palavras. No entanto para si o melhor era intitular-se como psicologo que na realidade é aquilo que é. Mais uma vez as minhas desculpas porque realmente poderá ser já um Doutorado e ai tiro-lhe o chapéu. Apenas volto a frisar a minha opiniao e a defender a minha posição a um nome que o atribui-o apenas a médicos, os quais são mesmos “Dr” doutores.

Você para mim é simplesmente um psicologo, com ideias tiradas dos livros e penso que estamos numa troca de ideias que poderão levar a algo construtivo. A questão apenas reside como é que um atleta sobe tão alto e desce tão depressa e o treinador nada faz para o ajudar nem que seja ir atrás dele.

Foi por orgulho que nao correu atrás dele ou simplesmente pensava que tinha outros que poderiam chegar ao mesmo nivel dele? “Desculpe lá mas estou curioso…”

Na minha opinião humilde todos podem ser atletas apenas existe um factor importante que é “mente”. E nisso estes seus atletas que agora vieram em sua “defesa” não devem conhecer o treino da “mente” senão eram tão bons ou melhores que o Carlos Calado.

Cumprimentos

Vitor Valente

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Miguel Lucas

Olá Vitor Valente,
Aceites as considerações ou os reparos que fez.
Mais uma vez lhe digo e repito este não é o espaço, para debates sem conteúdo e sem interesse para os leitores. Não estou interessado em debater a sua opinião relativamente a quem deve ou não usar o “Dr.”. Deverá então o Vitor insurgir-se contra as faculdades e propor que os licenciados em psicologia não possam ser intitulados de “Dr.”

Mais uma vez o Vitor não deverá falar daquilo que não sabe. E perdoe a minha sinceridade, perguntas “estúpidas” não merecem reposta. Passo a citar a sua frase :” A questão apenas reside como é que um atleta sobe tão alto e desce tão depressa e o treinador nada faz para o ajudar nem que seja ir atrás dele”

Mas aquilo que lhe posso dizer, é que cada um deverá ser livre e responsável pelas atitudes e caminhos que quer tomar. Ninguém está no direito de se sobrepor à vontade de ninguém (isto é bom senso).

Como já tinha referido anteriormente noutra resposta ao seus comentários. A psicologia não é magia, e muito menos me ouviu aqui no blog a dizer que quem usa-se os programas de preparação mental seria o melhor do mundo. A psicologia, e mais concretamente o treino mental, caro Vitor Valente, não é nem nunca foi para transformar atletas ditos “normais” em atletas de topo mundial. Mas sim para melhorar, ajudar e promover as capacidades de cada um, dentro dos limites do possível.

Vitor Valente o Sr. mostra uma total ignorância no que diz respeito à aplicação da psicologia.

Já agora o Sr. é o melhor do mundo em quê?

Abraço

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Vitor Valente

Bem…esperava uma resposta justa e clara relativamente às minhas questões. Neste momento apenas o fez à questão do “Dr.”, da qual estou plenamente de acordo.
Gostaria de lhe responder a algo mais instrutivo do que à sua última questão, Dr. Miguel Lucas, mas na falta de melhor…
Eu como muitas pessoas não sou o melhor do mundo, no entanto admito-o e não me julgo aquilo que não sou! Sou…e serei sempre melhor do que o Dr. Miguel Lucas ache, pois neste momento sei muito mais sobre o Dr. que algum dia o Dr. saberá sobre mim. Mas quem sou eu para dar opiniões…Talvez alguém melhor do que o Dr. ou não!!!!

Relativamente à questão da liberdade,

Todos somos livres… mas lembre-se que também somos livres de encaminhar, defender, ensinar, ajudar os que estão ao nosso cuidado.Temos bons exemplos no desporto sobre este assunto.

” A vida não é uma coisa estática. As únicas pessoas que não mudam de opinião são os incompetentes em asilos e aqueles que estão nos cemitérios.”
Autoria de Everett Dirksen

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Miguel Lucas

Olá Valente.
Personalizou demais as questões, volto a dizer, este blog é de todos, e inclusivamente também seu, pelo que permiti que aqui se expressa-se.

A pessoa responsável pelos artigo (eu) apresentei-me, sem “quês” nem Porquês. E a minha história desportiva fala por ela, é pública, tal qual este blog.
Pelo que continuar com esta troca de opiniões (Incisivas à minha pessoa), não trás mais valida para quem aqui vem aprender, esclarecer dúvidas ou enriquecer o blog.

Abraço.

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Diogo Espinha

Vitor Valente, pelas suas palavras, denota-se alguma (talvez total?) falta de conhecimento sobre o que é a Psicologia, o treino mental e físico, e sobre o que é a dupla Treinador-Atleta.
Aconselho-o a algumas aulas com o Dr. Miguel Lucas, que certamente terá todo o gosto em lhe ensinar aquilo que você tanto anseia.

Nada mais se regista pois limitou-se a fazer uma cópia dum artigo, e escrever meia dúzia de bitaites sobre algo lhe é desconhecido.

Já a minha avó me dizia, quem não sabe, inventa!

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Paulo Faustino

Olá Vítor,

Infelizmente o seu comentário tinha tudo para ser pertinente, mas o facto de estar completamente desfasado da realidade levou-o a cometer o erro da presunção e arrogância.

Pratiquei atletismo durante 7 anos, inclusive fui atleta do Miguel durante 2. O conceito de treino do Miguel, tanto a nível físico como psicológico, depreendem demasiada disciplina e capacidade mental, mas obviamente existem excepções à regra. O Carlos Calado era uma. Das dezenas de atletas de topo que o Miguel já treinou, incluindo João André, Paulo Neves, Carlos Calado, entre outros, só mesmo o Carlos é que não conseguiu gerir emocionalmente o seu sucesso, perdendo-se numa vida boémia que apenas que lhe trouxe infortúnio e tristeza. Sou amigo do Carlos, fui atleta de treino do mesmo, e acredite, ninguém mais do que ele se arrepende de ter deixado o percurso que até então tinha feito dele um verdadeiro campeão.

Para quem, como eu, conhece a história toda, acredite que aquilo que proferiu no seu comentário não é nada mais do que falta de conhecimento e muita arrogância, especialmente de alguém que ao que parece, pensa que sabe o que na verdade não sabe.

E digo-lhe mais, se tiver capacidade para analisar as coisas de um ponto de vista prático e matemático, pergunto-lhe: porque razão o Carlos Calado nunca mais saltou acima dos 8 metros depois de ter deixado de treinar com o Miguel? Será que foi o atleta que criou o treinador, ou foi o treinador que criou o atleta? E nunca se esqueça de uma coisa: um atleta é atleta apenas uma vez na vida. Um treinador é-o sempre até que assim o deseje.

Cumprimentos.

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Laérth Santos

@Vitor Valente
Sinceramente muito incoveniente seu comentário, isso só demonstra a arrogância e a estupidez de uma pessoa vir ao espaço de nosso mais novo colega da Blogosfera e atacar com essas besteiras impertinentes.

Se você tem dor de cutovê-lo ou inveja de alguém simplesmente ignore. Não haja como criança em território que certamente pelo tipo de comentário não é bem vindo. Procure simplesmente outro cara pra encher o saco.

Agora minhas desculpas por também ter de ser incoveniente logo que este tipo de comentário não é de meu perfil.

Há mais de 4 meses acompanho as matérias de Paulo Faustino visto que se não fosse por suas preciosa ajuda eu estaria perdido em meu blog, muitas das coisas que ja construi na net até hoje devo aos ensinamentos dele. E se Paulo Faustino diz que o nosso colega Psicólogo é capaz de nos ajudar com os assuntos coerentes ao nosso dia a dia eu acredito.

Sei que certamente se for um blog competente e espelhado como o do Faustino defenderei com unhas e dentes qualquer um que venha com esses tipos de comentários maldosos CAPICHE!

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Paulo Faustino

Olá Laérth, obrigado pelo comentário. Não poderia deixar de vir agradecer tamanho elogio, e reiterar a minha opinião quanto às qualidade e competências do amigo e excelente profissional Miguel Lucas. Durante os próximos meses existirão certamente excelentes conteúdos aqui no blog, e acredito piamente que o Miguel é o profissional perfeito para os abordar.

O tempo ditará até que ponto estou certo, mas uma coisa tenho para mim: este blog será um enorme sucesso no seu nicho de mercado 🙂

Abraços

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Mauro Damião

Não vim aqui para criticar nem ofender ninguém, as pessoas têm a sua opinião e eu respeito. Contudo não posso de deixar de ficar indiferente aos comentários do Sr.Vitor Valente ou será que não o devo intitular de “SR.” peço desculpa se assim o for.
Para si ou para ti que só consegue ou só esta a ver 1 lado da perspectiva, devo dizer que, antes de entra no campo da psicologia o Homem já estava em luta por uma coisa que hoje o deixou a si escrever e opinar sobre o que o Dtr. Miguel Lucas escreveu, que é nada mais do que a “LIBERDADE”. Penso que irá concordar que depois dessa conquista ninguém ou todos temos o poder de escolha ou de tomar opções em relação a nossa vida . Como tal o atleta Carlos Calado quando usufruí-o do poder de opção já era maior e vacinado e se as coisas tiveram as proporções que tiveram certamente que não foi por culpa do treinador Miguel Lucas. Porque no final de contas quem é o DTR. ou o treinador Miguel Lucas para tirar a liberdade de escolhas do atleta Carlos Calado ?

Cumprimentos e abraços :
Mauro

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DanyOctrome

Gostaria imenso de contribuir para o debate, porém eu nã reúno conhecimento para tal (esse é um dos motivos pelo qual eu sigo o blog).

Mas o que tenho a dizer é que o kaizen way é uma realidade bastante eficaz!

Eu, como praticante de karate, lido com isso todos os treinos e sei bem que é devido a isso que tenho progredido.

Espero que o blog continue assim…

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Miguel Lucas

Olá Dany, obrigado pelo comentário.
Sem dúvida que o passo a passo é uma realidade quer na nossa vida quer no desporto. Pouco a pouco, vamo-nos aproximando dos nossos objectivos sem receios.

Espero que continue focado na sua progressão, bons treinos de Karate.

Abraço

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Fábio Alves (Salvador-BRAZIL)

Eu já conhecia o metodo Kaizen por ser estudante de Administração de Empresas, mas nunca o imaginei como uma ferramenta de crescimento contínuo pessoal.

Vou estudá-lo mais e ver como posso aplicá-lo em minha vida e sugerir para as outras pessoas tambem.

Um abraço, Miguel!!

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Edna

Olá
Conheci o site recentemente e pelo pouco que li gostei bastante, vem de encontro com todas as minhas buscas e dificuldades, é como se falasse o que quero ouvir ou preciso.
Sou um pouco radical quando quero mudar algo penso em fazer de uma vez e por vezes fracasso, desencadeando assim a minha desmotivação e acabo abandonando o que quer que seja, vou tentar ser menos radical e tentar fazer as coisas gradativamente.

Parabéns pela iniciativa e muita luz em seu caminho.

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Terezinha Oliveira da Silva

Olá ,

Tem um ditado que diz é muito mais fácil criticar do que fazer.

Para criticar basta abri a boca e falar.

Já fazer é demasiadamente complicado: tem que planejar, agir, replanejar e agir novamente.

Quando vc se propõe a ajudar outrens, sempre terá alguém do contra.

è da vida.

Mas não nos deixemos abater pelas pedras que nos jogam.

Lembremos que elas nos fazem mais fortes.

Parabéns pelo trabalho.

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ALMIR RAMOS

ESTE SITE É MUITO INTERESSANTE,PARABÉNS,MIGUEL LUCAS.

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Nilton Venturini

Olá . Muito interessante este método. Tenho 18 anos e faço muitos planos graduais de exercícios físicos ou até de matérias do colégio. O engraçado (nem tanto) é que eu sempre acho que as etapas estão lentas ou fáceis de mais e acabo dificultando mais, então eu acabo desistindo depois de alguns dias porque fico sem motivação. Mas se eu fosse calmamente de pouco a pouco, já teria feito milhões de coisas que deixei para trás por querer apressar as coisas!

Abração aí Dr. Miguel! Tudo de bom para o senhor!

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Dkn

Muito bom ler e escutar de pessoas que estão constantemente estudando e nos ajudando de alguma forma com suas experiências…… Mesmo estando aqui no Japão dês dos meus 9 anos de idade nunca dei tanto valor ao kaizen como hoje. Vou continuar lendo e procurando atitudes que me ajudem a atingir minhas metas…. ( estou tendo muita dificuldade mesmo sabendo oq tem q ser feito) muito obrigado.

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