Como parar com o seu comportamento autodestrutivo
Psicologia Comportamental 22/09/2016

Como parar com o seu comportamento autodestrutivo

Miguel Lucas Publicado por Miguel Lucas


Por vezes podemos ser o nosso maior inimigo. Um inimigo silencioso que se vai infiltrando de forma dissimulada, um inimigo que veste a sua pele, que se confunde consigo mesmo, que faz parte de si, que se comporta como você. Sim, você mesmo. Nem sempre os comportamentos autodestrutivos se iniciam de forma consciente, como se você tivesse intenção de se prejudicar. Na grande maioria das vezes os maus hábitos vão-se instituindo na calada, na sombra, no refúgio, através de um mecanismo de defesa e de fuga ao mal-estar, à mágoa, à angústia, à ansiedade, à vergonha. Os comportamentos autodestrutivos podem até ser iniciados para recuperar a autoestima, ou para esquecer e aliviar a dor emocional.

Há muitas maneiras de abusarmos de nós próprios. Beber em  excesso, comer demais, fazer compras compulsivamente, ser viciado nos jogos de sorte/azar, entre outros. Qualquer atividade compulsiva que se possa ter por iniciativa própria e que prejudique de forma significativa a vida de uma pessoa, pode ser considerado de comportamento autodestrutivo.

mudança

INIMIGO DE SI MESMO

Algumas pessoas percebem que a sua vida está a desmoronar-se, que está a afundar-de de dia para dia, e com isso vêem a sua felicidade a ser afetatada negativamente. Muitas são as pessoas que constantemente prometem a si mesmo iniciar uma mudança de vida, mas rapidamente percebem que enfrentam um inimigo terrível, manipulador e sabotador. Esse inimigo é a própria pessoa. Essa autosabotagem manifesta-se na incapacidade de gerir e controlar os comportamentos.

Por sua vez, os comportamentos assertivos são difíceis de implementar devido à incapacidade de orientar os pensamentos para o objetivo traçado. Essa dificuldade de orientação dos pensamentos é aumentada pelo incómodo das sensações desagradáveis sentidas no corpo, usualmente conhecido como ansiedade. O ciclo vicioso de comportamentos autodestrutivos é alimentado por um processo que ganha vida própria e que se sobrepõe à vontade consciente da pessoa.

As pessoas que recorrentemente têm comportamentos autodestrutivos e que também recorrentemente se comprometem em fazer algo para melhorar mas não conseguem ser bem sucedidas, a grande maioria fica suscetível a cair em depressão. Esta espiral negativa alimenta-se da dor, do fracasso, da perda, da angústia, da deceção e de todo um conjunto de sentimentos negativos que vão sugando a capacidade da pessoa comprometer-se a parar com os seus comportamentos autodestrutivos.

Em seguida apresento alguns fatores chave para parar com o comportamento autodestrutivo e mudar a sua vida para melhor:

ATITUDE ASSERTIVA PARA A MUDANÇA

Quando os maus hábitos ficam enraizados e a pessoa toma consciência que os seus comportamentos a estão conduzindo ao abismo, fica propensa a desenvolver um sentimento de culpa, e a revoltar-se contra si mesmo, fortalecendo as razões para continuar a comportar-se de forma autodestrutiva. Esses sentimentos negativos acerca da própria pessoa geram gatilhos subconscientes que promovem o ciclo de negatividade.

É importante agir de forma realista e ao mesmo tempo assertiva. A pessoa deve fazer um ponto de viragem relativamente à sua atitude, assumindo o seu passado castrador. A pessoa deve esforçar-se para utilizar a autocompaixão. Olhar para si mesmo como ser humano que é, suscetível ao erro e ao desvio comportamental. No entanto, no exato momento que percebe que alguns dos seus hábitos a prejudicam, deve aceitar-se até esse momento.

Para que isso possa ser feito de forma responsável, deverá refletir nas circunstâncias que podem ter contribuído para chegar à situação que se encontra e igualmente nas carateristicas que possuí que possam ter promovido os maus hábitos. O passo seguinte é aceitar o prejuízo, ou seja, aceitar a si mesmo sem punições. Para isso deverá fazer as pazes consigo mesmo, enquadrando as razões que a levaram a seguir o caminho que conduziu aos comportamentos autodestrutivos.

Aceite-se a si mesmo tal como é. A vida é dura e nós não nascemos com um manual de instruções sobre como conduzir a vida. Em vez disso, temos de aprender a viver assertivamente como o passar do tempo. Não há maneira de evitar cometer alguns erros ao longo do caminho. Às vezes, esses erros entranham-se no nosso ser e tornam-se uma parte de nós. Acontece.

O antídoto para a autodestruição é o amor próprio e a autoaceitação. Parece não fazer muito sentido, não é? A maioria das pessoas não percebem isso, e tentam combater o autoabuso, direcionando o seu ímpeto para mais comportamentos  de autorejeição. Não. Você não pode construir uma vida melhor para si mesmo baseado na negatividade.


ASSUMA A RESPONSABILIDADE DAS SUAS AÇÕES

Reconheça que os seus hábitos autodestrutivos são o resultado das suas decisões e ações no passado. Saiba que você pode criar novos hábitos capacitadores da mesma maneira e tomar uma decisão consciente. Desta forma, você vai deixar de ser uma vítima indefesa e tornar-se um líder de si mesmo. Quando você parar de se sentir impotente, e começar a tomar conta da sua vida, você não precisa mais de recorrer a um comportamento destrutivo. Sim, você pode mudar a sua atitude com base no seu próprio poder para regular e orientar os seus próprios comportamentos. No final tudo depende da sua decisão. Obviamente que pode não ser uma tarefa fácil assumir a sua vida nas suas próprias mãos. Sobretudo porque esta ideia pode tomar duas vias:

  1. Você pode assumir que a responsabilidade de mudar é sua, e ao não conseguir ser tenaz o suficiente, pode fracassar, o que pode vir a piorar a situação
  2. Você pode assumir que a responsabilidade de mudar é sua, e sentir uma enorme esperança e confiança para levar a cabo ações que o encaminhem para os seus resultados desejados
A decisão está do seu lado. Decida de forma a que saia beneficiado.

PROCURE SUPORTE E INFORMAÇÃO

Mesmo que você decida impulsionar-se para a frente e tenha uma atitude positiva, apenas isso pode não ser suficiente para ser bem sucedido. Tentar mudar os maus hábitos apenas pela sua força de vontade é uma estratégia redutora. É importante que você aprenda sobre os seus problemas, as suas causas e as formas de resolvê-los. Felizmente, na atualidade obter conhecimento não é um problema. A Internet está cheia de conselhos detalhados escritos por pessoas que conseguiram o que você está se esforçando para alcançar.

LIDAR COM AS CAUSAS DOS SEUS MAUS HÁBITOS

Como afirmei anteriormente,  o comportamento autodestrutivo é geralmente uma forma de fuga. Observe a sua vida, do que você está fugindo? Quais são os problemas que você não consegue lidar? O que lhe provoca mal-estar? Do que você tem medo? Talvez você esteja numa relação doentia e não sabe o que fazer para mudar, ou você sabe, mas o seu parceiro não está cooperando com você. Talvez você não esteja a conseguir lidar com todas as exigências da sua vida. Talvez você tenha sido magoado tantas vezes que ficou “preso” no modo de sobrevivência.

Estes são apenas alguns exemplos. O que quer que as raízes do seu comportamento autodestrutivo possam ser, identificar e lidar com elas é a forma assertiva para recuperar dos seus maus hábitos e impulsionar a sua vida para a frente. Tente falar sobre isso com os seus amigos de confiança. No caso de você não ser capaz de estruturar uma estratégia ou um caminho para a sua recuperação, não hesite em consultar um profissional. Não é vergonhoso querer melhorar a sua situação. Certamente reconhece valor à sua vida e a si mesmo, não seja orgulhoso demais para procurar ajuda.

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NÃO SE SINTA INCAPAZ

Não diga a si mesmo que você não consegue diminuir nas coisas que você está tentando evitar (TV, cigarros, comer junk food). Isso só vai fazer com que você se sinta incapaz, que por sua vez vai promover os maus hábitos numa tentativa de compensação de uma baixa autoestima. Em vez disso, pense sobre o impacto negativo que essas coisas tinham na sua vida no passado e diga para si mesmo:

“Eu posso ter comportamentos autodestrutivos, mas eu escolho não ter”.

Esta é uma afirmação muito eficaz, que pode ajudá-lo a resistir à tentação em muitas ocasiões de fraqueza. Mesmo que você possa sentir algum incómodo físico (ansiedade) não interprete isso como catastrófico. Tente encontrar comportamentos alternativos mas saudáveis em que possa ter um retorno positivo.

SUBSTITUA OS MAUS HÁBITOS POR HÁBITOS SAUDÁVEIS

Algumas pessoas caiem na asneira de compensarem a paragem de um mau hábito implementado um outro que também é prejudicial. Algumas pessoas que deixaram de fumar, como forma de compensação passaram a comer em excesso. Certamente esta não é uma substituição benéfica. Algumas pessoas têm comportamentos autodestrutivos como uma maneira de “lidar” com as dificuldades na sua vida, o que piora os problemas que a pessoa já enfrentava. Se você se livrou de um mau hábito apenas para substituí-lo por outro, você não fez nada. Em vez disso, trabalhe afincadamente para substituir os seus hábitos destrutivos por hábitos construtivos. Mantenha-se firme  nos recuos e apoie-se a si mesmo nas dificuldades. Mudar um mau hábito com sucesso está fortemente relacionando com a sua intenção consciente de criar o hábito de ser persistente, combativo e assertivo nas suas escolhas.

COMPLEMENTO

Se você percebe que a sua vida tem vindo a ser afetada negativamente por um conjunto de comportamentos autodestrutivos que se foram instalando e pretende eliminá-los, pondere ler os seguinte artigos:

Abraço

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Comentários
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Gabriel

Miguel, parabéns pelo site, pelos artigos, muito legal mesmo. Conheci o site semana passada e ultimamente leio o máximo que puder com o objetivo de conhecer um pouco mais de mim mesmo. Na verdade tenho algo a questionar que não sabia bem em que artigo colocá-lo. Enfim, espero que esteja no contexto deste texto e acredito que está.
Miguel, como você colocou no texto, a importância de ter um profissional ao lado para nos ajudar nessas questões, há um ano que tenho este acompanhamento e melhorei muito, me sinto muito melhor como pessoa. Enfim, hoje tenho uma dúvida sobre os pensamentos que vem em minha mente, pensamentos relacionados a uma baixa auto estima, que em certos momentos dizem que sou incapaz de fazer determinada coisa (sobre isso li a sua analogia ao motorista de ônibus, em que os pensamentos e sentimentos são os passageiros, me ajudou muito!). No entanto, eu carrego um sentimento de culpa comigo, é como se eu me culpasse por me por pra baixo sabe? Tenho uma forte crença comigo que diz que o que tenho na minha mente eu poderia controlar, que a baixa auto estima é culpa minha.
Não sei se consegui elucidar a minha dificuldade pra você, Miguel. Mesmo tendo essa crença, sempre paro para olhar esse tipo de pensamento, sempre chego a conclusão de que a baixa auto estima que eu tenho, o fato de querer atingir a expectativa do outro e nunca a minha é fruto de coisas que eu passei quando criança. Por exemplo, ser "zuado" pelos colegas por algum defeito físico, como ser gordo. Engraçado que hoje eu reconheço essa baixa estima, melhorei muito nesse período de 1 ano, mas hoje tenho um pensamento que me atrapalha muito que diz que eu poderia evitar esses pensamentos auto depreciativos…
Enfim, Miguel espero que você possa me ajudar.

Obrigado,
Gabriel

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Miguel Lucas

Olá Gabriel, obrigado pelo comentário

na verdade nenhum de nós pode evitar ter alguns pensamentos, principalmente aqueles que pela força do hábitos ficaram persistentes. Aquilo que podemos fazer é: sempre que esse pensamento apareça na mente, podemos perceber que não nos serve, nem nos representa e que não está de acordo com aquilo que queremos. depois disso devemos focar a nossa atenção naquilo que queremos e criar outro pensamento de acordo com os nossos objetivos. Se temos consciência que somos castradores para nós mesmo, temos a capacidad de decidir não o ser e construir pensamentos que nos elevem.

Tudo de bom. Sorte e convicção

Abraço

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elieuda

Gabriel, li seu depoimento e peço licença para lhe indicar um site muito bom de auto conhecimento se chama todos somos um, talvez você já o conheça. Aproveito para lhe indicar uma página no face: EFT – Emotional Freedom Techniques, se você se interessar baixe o manual e leia completo. É uma técnica muito eficaz e muito simples de fazer, e você pode se auto aplicar, você vai se impressionar. Se você se interessar fique atento as aulas online gratuitas. Eu gosto muito! Espero não estar lhe incomodando, pois não costume me intrometer na vida das pessoas, e espero também que esta mensagem chegue até você, e que faça bom proveito! Boa sorte!

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Marlene

Olá!!!
Muitos parabéns pela sua página magnífica, tem ajudado imenso, sempre que posso leio 🙂
Tenho uma questão para colocar-lhe, ultimamente tenho passado por uma fase menos boa… vou tentar explicar o que realmente me afecta e se puder ajudar-me agradecia ou dar simplesmente sua opinião.
Há uma pessoa na minha família que irrita-me com a sua maneira de ser e suas atitudes, simplesmente o seu olhar parece-me que não gosta de mim e tenta mostrar-me de qualquer maneira, ou seja, fala com as pessoas que estão ao meu lado e ignora-me por completo simplesmente não fala comigo. Este tipo de situação provoca-me ansiedade, baixa auto estima e irritabilidade e acabo por magoar pessoas que estão ao meu lado por causa dessa pessoa e de suas atitudes.
O que devo fazer para não sentir-me assim? Será que são coisas da minha cabeça? Preciso de sua opinião para poder seguir em frente sem que estas coisas me afectam e afastar estes pensamentos negativos que tenho.

Aguardo pela sua opinião e que possa ajudar-me

Obrigada, Marlene

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Miguel Lucas

Olá Marlene, obrigado pelo comentário

As pessoas só têm a capacidade de nos afetar se nós realmente dermos significado aos seus comportamentos. Nós não podemos nem conseguimos controlar os comportamentos das outras pessoas. E o fato dessas pessoas não nos ligarem não faz de nós más pessoas ou com menos valor, dado que nesse exato momento existem outras pessoas que gostam de nós e que nos valorizam.

Se verifica que essa pessoa não merece a sua atenção e preocupação, direcione os seus pensamentos para outras pessoas, situações ou objetivos

Abraço

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Anilton

Olá Miguel parabéns pelo site e por esse maravilhoso trabalho, confesso que aprendi muito com seus artigos. Mais um a vez parabéns.

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Miguel Lucas

Olá Anilton, obrigado pelo comentário

Fico agradecido com as suas palavras. Força e convicção

Abraço

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Eva

Parabéns Miguel pelo trabalho tenho certeza que vai ajudar muitas
pessoas.Amei

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Miguel Lucas

Olá Eva, obrigado pelo comentário

Sim, ao longo do tempo os artigos que tenho escrito têm chegado a muitas pessoas e o feedback tem sido bastante positivo. Continuarei o trabalho de postar artigos no sentido de esclarecer as pessoas que procuram algo para melhorar as suas vidas.

Abraço

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scheila

boa noite Miguel!

encontrei o site por acaso,li sobre maus habitos que temos,gostei muito!!! PARABENS!!!!
estou com problema no casamento,ja faz algum tempo que desconfio do meu marido,procurei e achei né,ele mi trai,fuco direto nas coisas dele,celular,carro,email,ja descobri muita coisa.
a 6 meses atraz arrumei as coisas dele e disse que tinha acabado,mandei ele embora,ele mi pediu um tempo,que nao tinha pra onde ir,pediu perdao,chorou disse que mi amava e que mudaria.
resolvi dar uma ultima chance,mas nada mudou.
nao aguento mais viver assim, estamos sempre brigando e ele nega tudo.
pq nao consigo resolver isso?
eu sempre digo que aguento por causa do nosso filho,tenho medo da reacao dele,do que pode acontecer, tenho medo de ficar sozinha tambem.
mas nossa relacao esta horrivel, so por um milagre pra gente voltar aficar bem.

abracos

Scheila

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WTF

Miguel, cada texto corresponde a um caminhão de tijolos úteis na edificação de uma vida melhor!

Após muito estudos, perdas, vitórias… desbastando as imperfeições e esculpindo a pessoa na qual eu quero me transformar, consegui reprogramar minha mente consciente, fazendo ela trabalhar a meu favor. Comparo essa experiencia a uma viagem, existem vários caminhos para se chegar ao mesmo destino, uns mais rápidos, outros mais desgastantes, atalhos, obstáculos,… reconheço que bons guias, professores, amigos,… fazem muita diferença. Se é possível ser feito por um Ser Humano, qualquer outra Pessoa conseguirá fazer também.

Minha questão atual está sendo em alinhar minha mente subconsciente "inconsciente" com minha mente consciente. Busco ficar consciente a maior parte do tempo, mas o inconsciente ainda me prega algumas peças… Essas duas ainda vão me deixar louco, mas com certeza um louco feliz, satisfeito…eee

Obrigado!

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Paulo Fernndes

Miguel, ótimo post!
Realmente aceitar como nós somos e ter consciência da nossa responsabilidade sobra a situação que estamos são os primeiros passos para mudar o comportamento autodestrutivo.
Li também os posts recomendados, e gostaria que você criasse um post com o seu conhecimento de psicólogo sobre formas eficazes de realizar uma mudança de hábito.

Abraços
Paulo

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Florentino Lopes

Muito bom o site Dr. Miguel, nos passos que deixei marcados na areia da praia da minha vida confesso que passei por situações semelhantes aos comentários anteriores, tive ajuda de uma excelente profissional nesta área e hoje com certeza consigo ter uma visão positiva da vida, superei, dei a volta por cima.
Abraços !

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ana paula

Dr Miguel parabéns pelo seu trabalho, é maravilhoso, porém queria ajuda em uma questão, tenho grandes problemas com meu peso, ao mesmo tempo que quero me cuidar, não enxergo uma motivação para conduzir as mudanças. Como mudar esse pensamentos fracos e conseguir a transformação. Um abraço

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david oliveira

ola dr miguel tenho acompanhado seus textos,a bastante tempo,,,,neste momento sinto,,que e meu unico amigo
e onde vou buscar forças,, ao ir buscar suas palavras para me iflitrar na mente,,sinto me completamente bloguiado,,nada para mim tem sentido,,tento ter forças terriveis para recuperar o cheiro da natureza,,tive como muita gente problemas na vida,,esgotei,,,AI perdi tudo,,a um ano,,meus filhos vieram para inglaterra,sao jovens dois gemeos de 6,,e uma menina de 9,,,eu sem forças,como amava minha familia,,que estavamos ja separados,,eu com as poucas forças que tinha estava a lutar contra a maré,,,tentar reconguistar minha familia,,,ai com o dessespero,assinei um decomento,para minha ex ir para inglaterra,dps eu ia la ter,,eixperanças da miha ex,pk tinha assuntos pendentes a tratar ainda,,,,,na cual seus pais estao la,,foi enganado,meus filhos sao td para mim,,,para mim a vida onde vivo perdeu td sentido,,,neste momento vim ca visitalos,,,sei que vou para portugal,,posso dizer sinto uma tristesa,,uma angustia,um dessespero,,que nao ha palavras,,estou sem forças,,,mas sei que em portugal estando bem mentalmente façilmente recupero,principalmente a parte finaceira,que perdi,,,,dr nao sei o que fazer,,pode me dar sua opiniao,,por favor

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Marlucia

Dr Miguel, boa tarde.
Estou me sentido meio "perdida" pois estou separada de meu esposo – um relacionamento de 25 anos – e não tenho conseguido, ou pelo menos está muito lenta minha recuperação. Gosto muito dele e não foi uma decisão consensual , ou seja, eu não quero me separar, mas também a situação estava muito difícil para continuar. Optei por isso ao sentir que ele nunca ia se decidir, e eu estava muito magoada com tudo. Mas, confesso que sinto muito a falta dele, mesmo sabendo que a relação não estava tão bem. É como se era ruim, mas tinha um pouco ao menos… Não consegui ainda mudar minha rotina.
Leio vários artigos seus e tem me ajudado bastante. Obrigada.
Um abraço.

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João Neto Felix

Obrigado Miguel!
Esse texto me ajudou, pois eu tenho a tendência de criar mecanismos de defesa, de me defender de pessoas e situações que me envergonham ou me rejeitam, tenho medo do ridículo, de me expor abertamente e ser avacalhado, vou continuar lendo seus textos pra ver se o volume de informações me ajudem a mudar!
Prosseguindo…

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Francini

A-mei! Você escreve muuuito bem! Informações super pertinentes!
Parabéns mesmo!!!

Curiosidade: qual a sua abordagem psicológica? Sistêmica?

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Frana

Excelente materia.
Verdadeira e deve incomodar uns 90% ou mais da população.
Mas acredito, no meu caso que muitos tombos me fizeram ficar presa no modo de sobrevivência como vc disse e isso me deixou paralizada, medrosa e meio que sem sonhos na vida.
Preciso e vou mudar, ou pelo menos tentar substituir estes modos destrutivos por opção de ser mais correta comigo mesma.
Parabens !
Vc está no Instagram ? Gostaria de segui-lo…

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Joares

O que você quer dizer exatamente "ficou “preso” no modo de sobrevivência". Poderia dar uma explanação sobre esse caso específico.

Obrigado.

Excelente artigo, sempre venho refletir em cima dele!

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João Azevedo

Eu penso que esse artigo atingiu em cheio na minha dificuldade. Passei muitos anos sem saber viver realmente. mas preso no modo sobrevivência e isso acarretou uma ansiedade que muitas me incapacita para a vida. Muito boa essa informação.

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Viviam

Olá Miguel,
Desde que descobri este site, seus artigos tem me ajudado muito a interpretar os meus sentimentos!
Parabéns!
Sinto que estes artigos descrevem direitinho o que sinto e como ajo, e me mostram soluções.
Obrigada!

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claudete

Olá miguel, estou elaborando um Trabalho que fala sobre cura interior ,busquei este assunto porque sei que eu mesmo preciso de cura ou libertação ,na verdade o que eu estou buscando mesmo é me libertar de um vício, e veja só me deparei com este teu artigo que fala sobre comportamento autodestrutivo ,e compreendi que é isso mesmo que eu adquiri através deste vício que tem dominado minha mente e eu não consigo parar,isso tem me causado auto destruição ,baixa autoestima ,não tenho vontade de sair de casa ,pratico este vício compulsivamente ,e depois sinto muita revolta e angustia,falo pra mim mesmo que amanhã não farei,mas quando me dou conta estou eu de novo. Vou ver seu eu consigo identificar as causas que me levam a este comportamento ,eu até já havia pensado que eu teria que buscar algo que eu gostasse de fazer para que eu pudesse substituir por este vício mas me falta forças .Vou procurar por em prática o que vc ensinou .Muito obrigada por compartilhar .

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