Como lidar com a Decepção?
Psicologia Positiva 22/09/2016

Como lidar com a Decepção?

Miguel Lucas Publicado por Miguel Lucas

A decepção faz parte da vida. Afirmo perentoriamente que é necessário para o desenvolvimento humano. O desapontamento, na grande maioria das vezes é um impulso para a ação, fornece-nos motivação para crescer e ir ao encontro dos nossos objetivos. A decepção pode considerar-se sempre que identificamos um erro entre aquilo que desejamos alcançar ou que acontecesse e aquilo que realmente alcançámos ou que aconteceu. Sempre que identificamos esta discrepância, na grande maioria das vezes podemos ficar decepcionados, com os outros ou connosco mesmo.

Mas é exatamente essa discrepância que nos permite avançarmos, que nos permite questionarmo-nos, que nos permite olhar a realidade de frente e progredirmos. A decepção é uma forma de frustração, e aprender a lidar com a frustração é uma habilidade necessária para conseguirmos lidar com as nossas emoções de forma funcional.

A decepção como promotora do desenvolvimento

Para promover o crescimento, a decepção precisa ser experimentada, pelo menos num primeiro momento, em pequenas doses controláveis. Aprender a gerir de forma “ótima” as decepções e frustrações na infância ajuda-nos a desenvolver a capacidade de lidar com as decepções mais dolorosas que encontramos ao longo de toda a vida. Por outras palavras, experimentar decepções toleráveis quando somos jovens, enquanto os nossos pais estão lá para nos ajudar a lidar com elas, ajuda-nos a construir  “músculos” psicológicos, força emocional e habilidades para lidar com esses sentimentos.

Não pretendo passar a mensagem que os pais devem deliberadamente procurar formas de decepcionar os seus filhos. Nada disso. No entanto, é importante no desenvolvimento das crianças que não aja uma super proteção, devendo considerar-se normais pequenas frustrações e toleráveis algumas insatisfações.

Este processo de viver as experiências menos boas sem alarmismos, por exemplo, não ser capaz de encontrar um brinquedo favorito, não ser satisfeito um pedido de doces no supermercado, ter que ficar com uma babá por algumas horas, e até mesmo ter que dividir algo com um irmão, faz parte do importante processo de construção de habilidades de enfrentamento.

decepção

Se você é pai, educador ou professor pense nisso por breves momentos. Pense numa forma de desenvolver força emocional na sua criança ou jovem. Por outro lado, se você já é adulto e sente que tem problemas em lidar com a decepção, muito provavelmente não desenvolveu determinadas habilidades chave quando era mais novo. Por esse motivo não julgue que algo de errado está acontecendo com você.

O que necessita é entender os gatilhos que fazem disparar a sua decepção e as crenças que as suportam. Todos nós ao longo da nossa vida vamos construindo um conjunto de conceitos e ideias que nos servem de orientação e pela qual olhamos o mundo. Mas se essas crenças forem demasiado rígidas, podem causar-lhe problemas encaminhando-o para uma frustração recorrente, empurrando-o para uma decepção generalizada com a maioria da pessoas e/ou da visão que possa ter acerca do mundo.

Na vida adulta, muitas são as vezes que as coisas não acontecem de acordo com as nossas expetativas. Muitas são as vezes que as pessoas não agem de acordo com aquilo que esperamos. Por vezes infligem-nos sofrimento, falham connosco, são ingratas e injustas, levando-nos ao sentimento de decepção. Para lidar com este sentimento de forma a não sairmos denegridos, prejudicados e acima de tudo deprimidos, importa sermos flexíveis, importa acionarmos a aceitação da realidade.

Falei de forma mais aprofundada acerca do assunto, no artigo: Como abandonar o sofrimento, quando este é prejudicial?

Aceitar a realidade

Uma das chaves para lidar com a decepção dos outros, é perceber e tomar consciência que somos todos humanos, e os seres humanos são, por definição, seres imperfeitos. Todos nós, cada um de nós, decepciona alguém, em algum momento ou outro. Reconhecer este fato da experiência humana pode ajudar-nos a lidar com a dor da desilusão, quando se trata de aprofundar a nossa capacidade de amar e conetarmo-nos com a “imperfeição” dos outros.

Todos temos modelos pelos quais aprendemos a agir no mundo. Essas pessoas transmitem-nos algumas linhas de orientação que nos servem ao longo da vida. São pessoas que admiramos, que idolatramos e que acima de tudo respeitamos. No entanto, essas pessoas de referência também são humanas, cometem erros, deslizes e por vezes injustiças, direta ou indiretamente, acabando por decepcionar-nos.

No processo de enfrentar as frustrações (processo de ruptura com o modelo), grandes e pequenas, quer em tenra idade quer na idade adulta permite-nos colocar à prova as nossas habilidade de enfrentamento, e com isso desenvolvermos a capacidade de nos ajustarmos à realidade das situações.

Este processo pode ser complicado, mas aplicando alguns passos você pode conseguir ultrapassar o sofrimento da sua decepção:

A – Fale sobre a sua decepção. Abordar o assunto pode parecer fazer piorar a dor no início. Mas, acredito que ao falar sobre os motivos e acontecimentos que o conduziram até à sua decepção pode ser promotor de esclarecimento e da procura de um atenuante. Conversando com amigos, parentes, ou um profissional pode ajudá-lo a processar os sentimentos e a restabelecer o equilíbrio emocional.

B – Lembre-se que existem sempre várias versões para uma história. Tente obter mais informações antes de tomar qualquer ação ou tomar qualquer decisão sobre como responder a uma situação.

C – Coloque-se no lugar da outra pessoa. Mesmo se você tenha uma opinião diferente, não diga, “Eu nunca faria isso.” Quem sabe, você até poderia fazer se estivesse na mesma posição.

D – Seja gentil com você mesmo. A raiva, que pode ser o seu sentimento primário, muitas vezes é uma reação à dor. Tente reconhecer o quão você se sente magoado e tenta amenizar a sua dor com gentileza e bondade. Esforce-se por não ficar demasiado ressentido ou rancoroso.

E – Converse com a pessoa que foi alvo da sua decepção, se for possível, pode ser útil, mas às vezes pode piorar as coisas. Então, seja claro sobre o que você pretende alcançar com essa possível conversa. Insultar ou atacar  provavelmente não vai ajudar. Procure envolver-se numa discussão realista sobre o que a outra pessoa fez, e o quanto isso tem perturbado você, pode ser útil.

O que pode acontecer ao lidar de forma destrutiva com a decepção?

A decepção não é inerentemente algo mau. A decepção comporta em si um lado duplamente positivo. Uma das razões é porque ela representa a paixão a uma causa, a um valor ou a uma pessoa. A outra razão é que ela impulsiona-nos à resolução e à combatividade perante a frustração experienciada. Quanto maior a sua decepção, maior o significado da sua paixão e consequentemente maior poderá ser o impulso para a solução. No entanto, nem sempre assim é. Nem sempre a pessoa canaliza essa enorme energia da melhor forma e na melhor direção.

Com estes dois lados positivos da decepção, a emotividade pode tomar conta da pessoa e os disparates serem o porta estandarte da estratégia de enfrentamento. Certamente esta não será uma forma funcional de lidar com a decepção.

Para aprofundar o assunto, leia: O lado positivo do desapontamento e da tristeza

Por exemplo, sempre que você tenta afogar a sua desilusão, negar os seus objetivos e sonhos ou mesmo desistir deles, você está realmente apenas rejeitando quem você é verdadeiramente. Ao subjugar os seus desejos, as suas vontades, os seus objetivos, os seus sonhos, as suas visões, o seu verdadeiro eu, você anula-se. Quando você tenta negar os seus desejos reais, você está apenas consumindo-se.

Você pode tentar fingir que está tudo bem e continuar normalmente na sua vida quotidiana, mas você não pode enganar o seu subconsciente. Quando você se separa dos seus valores e daquilo que é significativo para si, a vida começa a ser vivida de forma vazia. Com o tempo, você corre o risco de ir-se afundado num estado de decepção e insatisfação que pode conduzi-lo para um estado de apatia geral. Você começa a viver todos os dias “sem vida”, sem paixão ou entusiasmo. Você passa a sentir-se estéril e vazio. Com alguma naturalidade você pode cair em depressão.

A boa notícia é que lidar com a decepção não tem de ser desta forma.  Você não está sozinho na sua desilusão. Todos nós somos susceptíveis à decepção e certamente em algum momento iremos ficar decepcionados. Seja com os amigos, familiares, professores, gestores, colegas de trabalho, enfrentar a decepção é uma realidade da vida. Não é um fenómeno exclusivamente seu. Ainda que na grande maioria das vezes a decepção possa ser disparada por um gatilho do qual você não tem plena consciência, você pode proativamente lidar com isso de uma maneira consciente. Desde que aprenda como lidar corretamente com as suas decepções, você pode levar a vida de forma funcional, em alinhamento com as suas paixões e desejos interiores.

lidar com a decepção

Lidar de forma construtiva com a decepção

Coloque-se num estado mental mais claro sempre que você experimentar a decepção. Num estado de abatimento você é puxado para baixo, para um estado inferior, onde os seus pensamentos são predominantemente enraizadas no medo, tristeza, dor, ou até mesmo apatia. E, usualmente tudo este processo ocorre de forma subconsciente. Pode haver momentos em que o sentimento de decepção é tão avassalador que parece o fim do mundo. A tristeza instala-se, com isso você aciona uma ponte para o seu passado, relembrando-se de mais acontecimentos de tristeza que comprovam a sua decepção. O ciclo de negatividade cresce de forma automática, dado que a tristeza alimenta a tristeza. Os seus níveis de energia diminuem podendo levar à resignação e à letargia.

Ficar preso num tal estado que o impede de pensar logicamente e com clareza, é desvantajoso. Ao lidar com a decepção, o seu primeiro foco deve ser tentar trazer a sua consciência para um nível mais neutro ou positivo, tentando colocar-se num estado de maior capacidade para reagir à sua situação.

Procure atividades positivas, onde possa energizar-se a si mesmo. Que atividades você mais gosta de fazer na sua vida? Identifique-as. Pode-se escrever isso numa folha de papel, jogar, andar no parque, assistir a um filme de comédia ou conversar com amigos divertidos. Se você acha que ler o seu livro favorito puxa por você, em seguida, pegue no livro e comece a lê-lo.

Se dar um passeio à beira-mar ou à volta da sua casa torna-o mais descontraído, em seguida, saia de casa e desfrute da brisa lá fora. Se jogar pode fazê-lo sentir-se melhor, vá em frente e jogue. Faça tudo o que possa fazê-lo sentir-se melhor. Às vezes, simplesmente passar algum tempo sozinho pode ser a melhor maneira para você arrumar as suas ideias e recuperar a energia perdida.

Talvez todas estas recomendações possam parecer-lhe banais, coisas normais, coisas que você até já sabe que são úteis. No entanto digo-lhe que são muitos eficazes. Na grande maioria das vezes as coisas mais simples são as que funcionam, mas são igualmente aquelas às quais somos mais resistentes. Isto acontece porque julgamos precisar de um “milagre” para nos sentirmos melhor. E, também porque se você não sente vontade nenhuma para fazer algumas das coisas sugeridas, porque razão se vai propor a isso?

Porque num estado de decepção, é benéfico que você seja proativo no restabelecimento do seu humor e do seu equilíbrio emocional. Certamente concorda? Acredito que sim. Então é lógico fazer coisas para voltar a sentir-se bem, certo? Volto a acreditar que concorda comigo. Perante este raciocínio, reforço a ideia de que uma das melhores formas para lidar com o seu estado de decepção é fazendo coisas para voltar a sentir-se bem.

Acredito que aliado às estratégias referidas anteriormente para resolver a situação prática com a pessoa que foi alvo da sua frustração, uma combinação de atividades, incluindo o tempo sozinho, conversar com bons amigos, assistir aos seus programas favoritos e jogar os os seus esportes favoritos ajudam a recuperar-se para um estado de capacidade.

ligue-se aos seus valores, desejos, interesses e não aos resultados

Quando você está desapontado, a sua fonte de decepção pode estar enraizada no seu apego excessivo a um determinado resultado. Quando um resultado não se manifesta do jeito que você imaginou, você fica decepcionado. Esta é uma resposta perfeitamente natural. No entanto, entenda que as suas expectativas no resultado, ou objetivos, são um reflexo ou projeção externa de um desejo subjacente que você tem. As expectativas podem ou não ser projeções precisas, porque são interpretações meramente subjetivas do que você pensa que é necessário para viver de acordo com o seu desejo subjacente.

Por exemplo, digamos que você foi a uma entrevista na empresa “A”. A Empresa “A” oferece um pacote de benefícios grande, você já ouviu elogios sobre o local. Você pretende fazer uma carreira na empresa “A”. No entanto, você é preterido por outro candidato a quem consideraram como tendo um melhor perfil para o cargo. A empresa passa a ter uma política de apenas aceitar um candidato uma vez a cada dois anos. Não há nenhuma maneira de você tentar de novo nos próximos dois anos. O que você deve fazer a partir daqui?

O segundo passo para lidar com a decepção exige que você olhe para os seus desejos e objetivos e não propriamente para o seu resultado obtido. Comece por reconhecer que um emprego na empresa “A” é apenas uma projeção dos seus desejos internos. O seu desejo interior pode ser o de obter uma carreira desafiante e ter um emprego num ambiente de trabalho dinâmico. Se tentou e não conseguiu um bom resultado, há muitas maneiras para alcançar o seu desejo, como trabalhar na Empresa G, Empresa X, ou mesmo a criação do seu próprio negócio. Trabalhar na empresa “A” era apenas uma das muitas maneiras de você poder conseguir isso.

Neste exemplo, era importante não personalizar a decepção. Ou seja, era importante não ficar decepcionado consigo mesmo, nem atribuir descrédito às suas capacidades ou habilidades. Nestas situações, tal como referido anteriormente é importante encarar a realidade dos fatos, e não entrar num ciclo de negatividade. É importante perceber a razão do abatimento e da frustração, mas depois, com clareza tentar perceber que na base da desilusão está algo bom: os seus desejos. E esses desejos podem continuar a alimentar as suas ações no sentido de chegar onde pretende. A decepção só é prejudicial quando você a usa para o travar, para o imobilizar na sua frustração e impedir que continue em frente.

angústia

Liberte-se da sua ilusão mental

É importante trabalhar a sua capacidade de adaptação às circunstâncias da vida e à mudança, desenvolvendo a sua flexibilidade de pensamento.  Muitas pessoas permanecem num estado desapontado porque ficam enraizadas nas suas expectativas acerca de como a realidade deve ser. Se você está decepcionado com alguma coisa, muito provavelmente pode estar a alimentar certas percepções sobre como as coisas deveriam ser.

Estas percepções não são a realidade, elas são invenções criadas por si na sua mente, não propriamente falsas, mas elaboradas nas suas crenças e formas de olhar o mundo. Nem verdadeiras, nem falsas. Mas se estão contribuindo para a sua decepção, merecem ser revistas, merecem um outro olhar.

Estas ilusões mentais são desencorajadoras porque mantêm-no preso num estado negativo. Algumas dessas ilusões são alimentadas por distorções do pensamento, impedindo-o  de progredir na direção para onde você pretende ir. Lidar de forma assertiva com o desapontamento requer que você fique ciente das suas ilusões mentais.

Quando você está desapontado, pergunte a si mesmo: “o que é que me está a fazer ficar preso neste sentimento? A que falsas percepções é que eu estou a agarrar-me ? Que ideias fixas da realidade eu estou a levar em consideração?

Procure essas ilusões, uma por uma. Pergunte-se como e quando você passou a ter essas ilusões. Consciencialize-se delas e liberte-se delas. Estas ilusões são o que lhe dá uma visão errada da realidade. Elas estão impedindo que você aja construtivamente sobre a sua situação ou viva a sua vida da maneira que pretende.

Leia: Distorções do pensamento, saiba porque causam problemas e como as mudar

Entenda que os resultados indesejados podem não ser retrocessos

No artigo, o lado positivo do desapontamento e tristeza, expliquei que uma das razões pelas quais as decepções podem ser positivas é porque representam uma oportunidade de crescimento. Muitas pessoas decepcionam-se com algumas situações ou resultados, porque vêem isso como uma derrota ou um fracasso comparativamente ao que querem atingir. Sentem-se como se tivessem dado um passo para trás relativamente às suas expetativas.

Por exemplo, digamos que você investiu muito do seu tempo na preparação para os exames. Você tinha a crença de que essas ações, juntamente com o que você sabia (a sua realidade), resultaria num resultado positivo. No entanto, em vez de atingir esse resultado, você ficou aquém das suas expectativas.

Provavelmente perante uma situação como a descrita anteriormente você ficaria desapontado, essa experiência é realmente exemplificativa que existia um equívoco no seu pensamento. A apreciação inicial levou-o a concluir que o que fez e sabia era suficiente para alcançar o resultado pretendido, que na verdade não foi. Em vez disso, você pode precisar de aumentar os seus recursos ou mudar a sua abordagem para alcançar os resultados desejados. A sua decepção tem realmente como finalidade  ajudá-lo a mover-se em direção aos seus objetivos, e não conduzi-lo para longe como se pensava inicialmente.

Neste exemplo, e sendo abordado de forma construtiva, iria servir para a obtenção de novas lições, seja sobre si mesmo, a situação ou mesmo do mundo. Você ganhou alguma coisa que ninguém mais poderia fornecer-lhe. Como pode um resultado negativo ser um revés se lhe deu algo novo para aprender? Você chega a um novo nível de consciência e crescimento que nunca teve antes. A decepção serviu-lhe, promoveu-lhe novos entendimentos e formas mais funcionais para obter o que desejava.

Avance: Foque-se em fazer o melhor que puder

Lidar com a decepção não é definitivamente uma tarefa fácil, mas se você trabalhar focado nas etapas mencionadas acima, acabará por ajudar a retirá-lo do estado vazio e confuso que provavelmente se encontra. Ainda que alguns dos seus objetivos do passado possam ter culminado em decepção, isso pertence ao passado. Você agora tem a possibilidade de lidar com as frustrações de uma forma mais funcional e vantajosa para si.

Mantenha-se focado nos seus desejos e nos seus sonhos de vida. Não olhe os resultados como fracassos usando a decepção como uma paralisia da ação. Com os seus desejos em mente, continue em frente. 

Assim como como transmiti no artigo: Flexibilize-se, adapte-se e tire vantagem da mudança. No entanto, tome nota para não prender-se ao fracasso ou falha de alguns dos seus objetivos. Quando você faz isso, começa a cair na armadilha de associar a sua própria pessoa aos objetivos menos conseguidos. Isso não é sustentável, porque esses objetivos são apenas resultados externos, que são impermanentes. Você é muito mais que os seus resultado ou decepções. Você é aquele que pode aprender e crescer com isso.

“A vida não é apenas sobre como alcançar as metas, é sobre vivê-las ao máximo.”

Em cada situação que sabe poder conduzi-lo ao seu objetivo, escolha as ações que lhe permite viver em alinhamento com os seus desejos mais íntimos, de acordo com as suas habilidades, dentro dos seus contextos situacionais. À medida que você for fazendo isso, não há razão pela qual  possa sentir-se para baixo, porque tem feito tudo aquilo que pode fazer. Eu escrevi sobre este assunto no artigo: O poder da ação, fazer o que é necessário ser feito.

Quando você começar a fazer isso, vai perceber que é capaz de viver conscientemente e livremente em vez de sujeitar-se aos resultados. Você é capaz de canalizar construtivamente a paixão dos seus desejos mais íntimos para viver o tipo de vida que você quer.

Abraço,

Miguel Lucas

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Comentários
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Wagner

Miguel, boa tarde.
Parabéns pelos artigos, seu site é muito didático e prático e tenho certeza, ajuda muitas pessoas.
Eu tive depressão e distimia aos 23 anos, fiz terapia, hoje não tomo mais remédios, fui liberado pela terapeuta, mas sinto que o meu poder de decisão, vontade e raciocínio está desgastado/lento, minha ansiedade ainda é forte e muitas vezes fico “travado” diante da vida. Não quero voltar a usar medicamentos.
O que fazer quando nos sentimos indecisos em demasia, incapazes de tomar decisões, sentindo-se inseguro na vida? Indicaria algum artigo?
Muito obrigado

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Priscila

Parabéns, você conseguiu descrever a minha atual situação.Sinto as mesmas coisas que você, mas não conseguia explicar, colocar em palavras.

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Miguel Lucas

Olá Wagner, obrigado pelo comentário.

O fato de pretender melhorar e perceber que está ao seu alcance propondo-se a fazer coisas para chegar ao seu objetivo, é um passo decisivo para a melhoria de vida.

Leia: http://www.escolapsicologia.com/3-passos-e-10-formas-para-construir-a-sua-auto-confianca/

Abraço

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Ricardo

Miguel, sou um apaixonado por artigos que mostram as pessoas como alcançarem os seus objetivos, parabéns pelo site, aliás parabéns à todo o grupo.
A dedicação de vocês é admirável.
Não sei se é depressão o que eu tenho de vez em quando, mas o que sei é que aprendi a me “auto-curar”, graças a leitura de artigos e livros que nos elevam para melhor e pode ter certeza que o seu site está entre os meus preferidos,
Um grande abraço e cada vez mais sucesso.

Ricardo

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Teresa Coutinho

Estes artigos têm a capacidade de sensibilizar qualquer um e penso que ao lê-los com atenção, sinto-me mais fortalecida emocionalmente e com a coragem de enfrentar cada desafio. Obrigada pela informação valiosa.

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Juliana Tolêdo de Faria

Tive um ótimo insight ao ler e pensar sobre suas palavras. Parabéns e obrigada!

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Rosa

Boa noite. Neste momento, em que, uma vez mais, estou desiludida com uma colega de trabalho que considerei amiga pergunto-me porque motivo ainda me iludo.

Ela convida-me para almoçar mas apenas se não tem outros convites ou alternativas, se tiver fico logo preterida.

Ela estava a combinar, com mais umas colegas, um jantar pelo aniversário de outra colega que foi para outra empresa e, quando cheguei, subtilmente mudaram de assunto e nunca me chegou a falar disso.

Convidei-a para almoçar comigo há umas semanas e respondeu que depois víamos como corriam as coisas. Não mais falou do assunto mas vi-a a almoçar com outras colegas várias vezes nessa semana.

Pergunto-me, na minha tristeza, o que me falta, o porquê, ou, mesmo, se estarei a dar demasiada importância a isto e não sei o que responder.
E pergunto-me também, porque me continuo a desiludir…

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Fernanda

Não fique colocando defeito em si por esta sua colega ser assim. Ela é uma pessoa "conveniente". Você mesma vê que ela te procura somente quando precisa. Deixe de apego à ela e busque outras amizades melhores. Ou até mesmo fique sozinha e evite falsos amigos. Leia um bom livro no almoço ou coloque uma música que goste e ouça pelo fone. Não compensa ter amizade com pessoas assim, deixe ela para lá. Pense sempre que você é muito legal e interessante e busque ser assim na prática que muitas pessoas boas se aproximarão. Se valorize!! Cuida dessa sua carência senão você dará abertura pra mais pessoas erradas entrarem e você se apegar novamente.

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MARINA

Gosto de seus artigos, sempre aprendo algo.Assusta-me, ainda, o comportamento agressivo de alguém que
cataloguei como amiga e ajudei financeiramente várias vezes. Preciso mudar a mim mesma, e deixar de ter
pena das pessoas, só assim, penso, evitarei a dor da decepção.Abraços e obrigada pela ajuda online.

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Fábio

Só tenho agradecer por existir na net este tipo de leitura.

Obrigado e parabéns

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carina

Vivi minha vida inteira pela minha familia , marido , 1 filho e 1 filha .sempre me dediquei a tudo a meus filhos , quando falo td eh td msm, hj vejo que vivi a vida deles e n a minha , se eu quiser saber deles tenho q ligar ( eles estudam em outra cidade,)apesar de atenderem toda vez de mau humor dando a entender que estou atrapalhando, eles tem 16 e 20 anos 1 menina e 1 rapaz respectivamente. O tempo passou e hj n sou ninguem me sinto decepcionada, fiz apenas o ensino medio para cuidar deles . Eles se foram e eu fiquei. Meu marido diz q vivemos a vida deles e esquecemos de nos ……..

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João

Busque entender que o amor tem que ser incondicional… qdo se espera algo em troca corre-se o risco de sofrer decepçoes.

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maria de lourdes santos silva

Você e seu marido deveriam viver a sua vida agora não precisa cuidar mais dos filhos ,volte aos estudos viagem façam cursos arranjam novos amigos isso vai ser bom para os dois !!!!aconteceu a mesma coisa aqui em casa estão todos formados cuidando da sua vida fico feliz agora chegou minha vez de viver com meu marido o que não vivemos quando nos casamos eramos muito jovens eu tinha 13 anos e ele 23 vivemos para nossos filhos !!!

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Rodrigo Antonio de oliveira

Olha doutor seu cite foi um achado pois a um me divorciei depois de 12 anos de casamento e foi uma separação doida pois tentei o q pude pra salvar o casamento foi 2 anos de tentativas,mas com seu artigo estou me ajudando muito, Obrigado!

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Paulo

Caro Dr miguel Lucas,

Vivo um momento bem complicado por ter feito uma cirurgia plastica que nao deu resultado esperado porem minha familia foi super complacente e nao tentou tirar a ideia da cirurgia da minha cabeca ou mesmo se envolver. Ao mesmo tempo dizem que me amam muito. Tenho 40 anos e um historico de depressao as coisas agora ficaram bem complicadas. Tenho o direito a nao culpa-los mas me sentir desapontado com eles?

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Ana Damas

Bom dia, Dr. Miguel Lucas.

Ultimamente, curiosamente (ou não!), sempre que tenho uma pequena dificuldade de equilíbrio e adequação de acção a um determinado problema que surge, acabo, invariavelmente por vir ter a um dos seus artigos/posts/opiniões.
Não propositadamente. Faço uma pesquisa no Google e o que me chama primeiro a atenção são os títulos…e acabo por descobrir – outra vez? – que o que se segue é da sua autoria 🙂

Apenas quero que fique com o registo de um bem-haja pelas palavras…assertivas, tranquilizadoras e SENSATAS.

Abuso na despedida, de uma seguidora conforme o "vento sopra" 🙂
com beijinhos de muitas felicidades,
Ana Damas

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cinthya

olha estou tão decepcionada com tantas coisas q estourealmente perdendo a vontade de viver
é familia , marido filhos , com td ……….
nem sei se o q sino é só decepção e frustração ……

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maria de fatima

Essa semana passei a maior decpçao em minha vida com meus colegas de trabalho
sempre dediquei , me esforcei para ajudar no desemvolvimento de minha empresa e ajudar na gestao de meus colegas diretor e vices diretores….hj me senti traido por todos quando tive a oportunidade de ser diretor e todos nao me apoiaram e sim apoiaram outra colega que nao esforçavam para ajuda-los

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A.C

Li atentamente o seu texto e tentarei seguir cada etapa, pois estou precisando superar uma grande decepção! Eu não esperava que viria de uma pessoa tão especial para mim. Por isso que não devemos criar muitas expectativas e ilusões.
Sou uma pessoa que lido com problemas familiares desde os meus 20 anos. Não fui obrigado a assumir tamanha encrenca, talvez poderia ter pulado fora enquanto tempo, mas fui engolido por esses problemas e esqueci a minha vida de lado. Há muito tempo culpava as pessoas pelo meu presente, hoje, percebo que foi uma opção errada que fiz.
Os problemas ainda existem nada mudou! Minha atitude mudou um pouco procurei ajuda, terapia e aos poucos estou sendo autor da minha vida de novo.
Consegui um emprego e com ele a amizade de uma pessoa no qual identifiquei me. Temos os mesmo problemas e conversamos muito a respeito e nos ajudamos, somos co-dependentes.
Como a maioria dos co-dependentes tenho uma espécie de fuga, a leitura, nunca li com prazer e sim apenas para fugir da realidade. A minha amiga tinha como fuga viajar e viajava para todos os lugares mas de maneira irresponsável em épocas erradas e sem qualquer compromisso com ninguém e com o trabalho. Me comovi, pois suas justificativas eram sempre suas crises familiares e de fato eram graves, então aos poucos a ajudava com suas funções e acabei tendo um certo acumulo de tarefas no trabalho. Fazia por carinho e não cobrava suas promessas eternas de gratidão.
Estava apenas querendo ajudá-la pois sua situação na empresa estava cada vez mais complicada. Percebi também que ela era uma pessoa instável e com uma enorme tendência a insatisfação, reclamava de tudo e de todos, mas não se enxergava, não cuidava de si e foi então que sugeri que procurasse ajuda profissional, outras atividades. Ela é de outra cidade reclamava demais da falta de acolhimento das pessoas daqui. mas na verdade percebia que ela não se adaptava porque não se esforçava para tanto e não se enraizava, apenas viajava. Quando não tirava férias, era licença depois inúmeros atestados médicos, não resolvia seus problemas, não relaxava, apenas fugia de sua realidade. Apesar disso, nossa amizade continuava a mesma.
Sua situação se complicou e ela vai ter que sair, ela é muito inteligente e já tem um outro lugar para ir e desde então virou as costas para mim e para outros colegas que sempre a ajudaram na empresa, não nos liga mais para nada! Uma pessoa bem diferente no qual conheci. Muito egocêntrica, nunca foi solícita com ninguém sempre pensou em si, fico com pena pois não há um ambiente de trabalho que suportará tamanha falta de compromisso com as pessoas.
Definitivamente, ela não está em um estado normal, tento relevar, mas não estou conseguindo mais! Estou muito desapontado e magoado! Sinto que fui usado! Estou muito decepcionado! Não fundo ela percebeu minha indignação e até tenta conversar comigo sobre outras coisas, mas estou muito rancoroso e mal a olho na cara.
Regredi bastante e estou desgostando da vida de novo! Quero sair do trabalho, pois estou constrangido e com cara de idiota e ainda custo acreditar que aquela pessoa tão legal e compreensiva que sempre me ouviu estava apenas me usando! Gostaria de livrar me desse péssimo hábito de querer ajudar demais as pessoas que gosto.
Eu preciso seguir suas sugestões, pois estou confuso! Apesar de toda raiva e rancor tenho saudades da amiga que um dia tive.

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Jacqueline Valle

Olá Miguel! Será que você poderia me indicar livros que aborda esse tema, tais como decepção, desilusão amorosa ou como ter percepção sobre os sinais para que saiba que a pessoa não está interessada.

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angela ramos

hola miguel minha história é o seguinte ,vivi na españa 7 anos trabalhei de cabelerera todo esse tempo por a crise,. e um casamento da minha irmã e não podia esperar o acerto que tinha com a empresa voltei á brasil definitivamente .a minha decepção foi com uma amiga de apartamento que eu confiava ,deixei minhas roupas de inverno algumas coisas pessoal ,e o numero da minha conta. para quando entrasse o dinheiro ela me mandasse , o dinheiro entrou na minha conta lá… ela me disse que me mandava numa segunda feira .ela não mandou minhas coisas nem meu dinheiro ,era como uma irmã nos conhecemos a 4 anos parecia boa pessoa jamais desconfiava dela . uma pessoa de 52 anos isso me dói muito ,meu dinheiro foi ganhado com muito trabalho muitas horas em pé muitas vezes fui enferma trabalhar ….me sinto tão otária ….pensei que em certa circonstãncia da vida podíamos confiar em alguém mas infelizmente acho que não é assim …

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ALINNE

Gostaria de agradecer a vc pela oportunidade de ter lido essa pagina.Todo mund diz q minha vida daria um otimo livro e graças ao q li.com certeza tera um final feliz pois acaba de salvar minha vida.OBRIGADUUUUU

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Saulo

Parabéns pelo trabalho! Isso só valoriza a profissão da psicologia! Abraço

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marcia

;ola ,miguel;preciso de ajuda tenho uma filha de 17 anos tem um nenem de 9 messes fiz tudo por ela e pelo bebe . mais a um mes tenho sentido q so me magoa .pois tenho uma irma no guintal q quer tomar o meu lugar de vo

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Jociara

Olá, muito bom ter encontrado esta matéria,foi num momento crítico,onde a decepção com a quebra de um contrato informal de trabalho,estava no auge,me fez sentir muito mal, desrespeitada,feita de boba por não feito valer por escrito os critérios que me resguardaria do prejuízo financeiro e emocional por confiar mais uma vez na palavra acreditando na consideração e amizade.
Mas,vou seguir todos os conselhos que indicam um caminho,para que eu consiga crescer e dar a volta por cima,a cada vez que me decepcionar e saber lidar melhor com essas situações.

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Francisco

Excelente artigo, já estava pensando em….e fui salvo pelo seu artigo.Muito bom mesmo.

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joao

Miguel: muito bom seu trabalho . hoje sofri uma das maiores decpesao de minha vida trabalho em uma empresa ja a quase 15 anos de açougueiro e hoje numa conversa com meu getor ele me disse que esta perdendo muito no açougue eu me dedique aquase a vida toda la e faço um bom trabalho nao me gabando mais sou pontual tenho um bom relacionamento com os clientes e colegas te juro nao esperava isso sabe bateu a quela tristezona muito para baixo mesmo tenho pensado que esta na hora de sair do emprego se puder me disser algo espero a empresa ja mudou de proprietario tres vezes ja eu continuo la como um museu

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Julia

Excelente artigo, profundamente esclarecedor e motivador!

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Bruno Oliveira

Gostei!
Me vi bem ali quando cita ¨estar preso no passado¨ e isso realmente prejudica.
Com certeza me foi útil.
Bom trabalho.

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Elisângela

Depois de acreditar que uma amizade colorida de 3 anos fosse dar certo, ele diz: ue nunca teve a intensão de ficar comigo. Maravilha, não é?! Primeiro eu falei um monte (isso tudo pelo facebook), depois pedi desculpas. isar na net como Chorei e depois fui pesquisar na net como lidar com isso. Gostei muito do seu artigo, ajudou-me muito. Obrigada!

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telma

Simplesmente brutal Dr. Lucas. Parabéns.

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Anna

Maravilhoso artigo, muito obrigada! Sofri uma pequena decepção ha alguns dias, mas não havia percebido que o impacto que ela gerou não foi pelo fato em si, mas sim por ter trazido à tona eventos bem mais dolorosos do passado que eu achava que tinha superado! Muitissimo obrigada!!! Consegui reorganizar meus sentimentos, minha auto-estima e meu pensamento!

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Thomas

Irmão, muito obrigado! Vi de uma outra forma o que estou passando embora eu ainda esteja decepcionado. Dissabores são inerentes, pelo menos na minha opinião, porém, da mesma forma que pessoas podem te prejudicar, frustrar ou te degradar ao máximo também podem ser luz, consolo e harmonia. Muito obrigado novamente! Luz!

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ALEXSANDRO CARNEIRO SOUZA

Ola Miguel parabens pelo tema desenvolvido,mais tambem gostaria que você indicase para mim um livro que eu possa ler. Que fale como superar a tantas corrupção no país , que automaticamente acaba acarretando para o consumidor.

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coxinel

Sinto, que estou atravessando um momento cheio de decepções. desde o marido e filha aos quais me dediquei e anulei sempre. Sinto que sou posta de parte de muita coisa, que não dão valor ao que faço por eles. Gostava de fazer algo por mim mas não sinto qualquer apoio. sinto-me cada vez mais só no meio da multidão. Sei que estou a ir ao fundo, mas não tenho forças para dar a volta a isso. Passo as noites a chorar, tento esconder meus sentimentos mas tenho dias que expludo. tenho medo de estar com depressão já passei por uma e foi difícil.

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SANDRA REGINA GOMES

É acredito ter procurado, certo na internet….estou passando pr um momento de decepção de vida, talvez decepcionada até comigo mesma…mas muito obrigada me ajudou muito, até estava pensando em briga descutir… de nada isso vai adiantar.
E aprendi tambem me colocar no lugar da pessoa, ma alto avaliar, sera qua eu tambem não estou sendo cansativa, muitas vezes querendo tratar só do meus assuntos….achando qua só eu sofro mais ninguem…isso afasta as pessoas.

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Silvio

Encontrei o site durante algumas buscas sobre como enfrentar a decepção, descobri a pouco mais de 3 anos o quanto não estou preparado emocionalmente para isto.
Obrigado.

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claudia rodrigues

Bom dia Miguel,

Tenho 41 anos e encontrei seu site por acaso e acabou por me dar uma luz. Hoje fiz a prova de direção e não consegui passar, pela 4ª vez!! Isso me deixou extremamente pra baixo, pois estava bem preparada e errei por conta de uma coisa boba. Me sinto tão incompetente, sendo que sempre fui dedicada com os meus estudos e o trabalho. Não sei mais o que fazer, pois fico com medo de não passar novamente. Já gastei tempo e dinheiro e a minha pauta vence em 30/09. Estou tão decepcionada comigo mesma e não estou com vontade de continuar mais, mas também não quero jogar tudo fora.

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Adriana

Li atenciosamente o seu texto e tentarei seguir cada etapa, pois estou precisando superar uma grande decepção! Minha amiga e considero como uma irmã, diante de tantas lutas da vida que ela passou estive sempre ao seu lado, nunca abandonei. Hoje, sou eu que passo por obstáculos… preciso de ajuda, mas infelizmente minha amiga que eu tanto amo virou as costas para mim.

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André Vieira

Quero lhe parabenizar pelos artigos disponíveis sobre o comportamento humano no geral e especificamente controle emocional/equilíbrio, hoje dia 22 de outubro de 2015, pela segunda vez não me contive o controle emocional na hora que fui prestar os primeiros socorros em uma colaboradora que desmaiou devido emoções vivida recentemente (perda de ente querido).

Após prestar o atendimento e retornar para a fabrica fui abordado pela minha chefe onde solidarizou o que a minha esposa já tinha me falado antes, controlar o meu emocional.

Mediante a essas pontuações, fiz pesquisa e encontrei o site e os artigos que vieram de acordo com a minha necessidades. Agora é fazer os meus registros e superar todas as dificuldades detectadas em mim particularmente.

Parabéns Miguel e a sua equipe. Sucesso e continue sempre transmitindo esses conhecimentos. Mais uma vez parabéns a todos. André Vieira

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Daniel

Olá, Miguel! Gostei muito do seu texto, mas preciso desesperadamente de ajuda. A alguns anos eu estava num colégio em que o ambiente era extremamente cativante. Eu ia para o colégio com muita vontade, pois tinha grandes amigos e bons professores e eu era super descontraído. Muitas dessas lembranças vão permanecer… O problema é que, talvez por imaturidade, eu escolhi mudar para um colégio que podia me dar uma educação melhor que o outro, além de ser mais perto de casa. Desde essa escolha, comecei a idealizar o colégio, como iria fazer novos amigos ali dentro, mas não foi bem assim. Confesso que esse ano foi o mais difícil da minha vida, tenho 16 anos e estou terminando o 3 ano do ensino médio. Foi um choque de realidade. Os professores são bons, mas até mesmo eles e os alunos e funcionários me renegam a todo momento ali dentro, me desprezam, me deixam de lado e muitas vezes percebo que não consigo eliminar essa ilusão de que tá tudo bem e que preciso me adaptar a esse sistema segregador. Tentei me adaptar – em outras palavras, mudar quem sou pra ser mais aceito e fazer com que minhas expectativas se concretizassem – mas só me desfigurei. Estou quebrado, aquele colégio me contaminou. Sinto que nem as minhas relações antigas entre meus amigos e familiares estão as mesmas, minha vida virou um inferno desde então. Estou no final do ano, mas sinto que ainda não aprendi o necessário, como se eu precisasse de um sofrimento supremo pra cair a minha ficha. Já tive pensamentos de suicídio ou de pegar um rifle e atirar naquela turma inteira ou de plantar uma bomba em cada cadeira e explodir quando eu estivesse do lado de fora do departamento. Me ajuda, eu sei que o ano tá acabando, mas nem sei por quanto tempo vou suportar isso no futuro, e meus pais sempre me forçam a ir ao colégio todos os dias, o que me é um tormento eu ter que pisar naquela prisão. Posso ser mais um que pede ajuda aqui no blog, mas agradeço se tiver lido até aqui e poder me dar uma luz…

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VALDECI

Muito bom me ajudou demais. obrigado
Deus o abençoe

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Anita

Ql é a dferença entre a depreçao e a decepçao?

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Ana

Hoje me decepcionei com uma pessoa que mora comigo ,meu primeiro sentimento foi de raiva ,depois veio a tristeza a dor ,me tranquei no quarto sentei ao lado da cama no chão, muitas coisas passam-se na minha cabeça, ja chorei e nada de passar essa sensação ruim que ta me deixando mais pior a cada minuto

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Vitor Bruno

Eu estou lendo um Livro muito bom sobre Decepção, o título é : "É Possível Prevenir a Decepção."

link do anúncio do Livro: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-771560815-livro-e-possivel-prevenir-a-decepco-autor-marcelo-lima-_JM

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manuela

sou uma senhora de 48 anos sofri muito com minha engenuinidade a muitos anos um dia acordei pa vida e acordei com raiva dwe todos afastei os falos os mentirosos os homens que queriam algo de mim ate um beijo so via o mal fiquei sozinha sozinha hoje estou muito doente pois sou muito frontal ataco com frieza ja estou armada qyuando se aproximam ,,,, nao consigo mudar qual resultado uma depressao major por favor me ajude sr doutor eu nao tenho emprego para poder comprar seus livros pois estou doente nem posso trabalhar estou so perdida sem rumo so tenho uma amiga que me ajuda pois recuso os outros pois ja me magoaram e sao mentirosos me ajude senao nao vou conseguir doutor por favor nao me abando ne neste momente crucuial da minha vida …cumprimentos d.manuela

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Williams

Muito bom o artigo!!!
Passei ressentimente por uma dolorosa decepção emocional, e sei q seguindo suas dicas concerteza conseguirei superá-la.

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Glaucio

Boa tarde Miguel !
Primeiro lugar, parabéns pelo artigo, mto esclarecedor.
Estou passando por um momento mto difícil, fui casado a 9 anos e estou a 1 ano separado. Nesse período de separado, percebi mta dúvida na cabeça dela, me mandava foto nossa e de nossa afilhada na qual eu sou louco por ela. Fiz por algum tempo terapia, onde me senti mto bem. Minha maior decepção nessa história é que ela conhece todos os meus sonhos. Que é ser pai e outros objetivos que combinamos durante a relação. Dediquei a minha vida ao meu casamento 100%. Estou pensando em voltar minha terapia, pois sozinho não estou conseguindo reagir, minha decepção é mto grande, por tudo que éramos. não consigo entender ou aceitar que ela esteja fazendo isso cmg. Minha terapeuta me indicou uma psiquiatra, que me receitou um remédio LEXAPRO. Tenho uma certa resistência pra remédio, mas to vendo que vou ter que tomar de novo, sozinho não estou conseguindo. pergunta pra vc é a seguinte: posso está em depressão ? Pq meu dia a dia é uma batalha, qdo amanhece eu já torço pra terminar, Não consigo fazer as coisas que gosto, não consigo reagir.
Desde já, mto obrigado !!

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Maravilha, precisava mesmo entender isso.

Obrigada pelo artigo, é maravilhoso e me ajudou muito. Grata.

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claudia

Nossa, vc descreveu neste artigo exatamente o que eu precisava ouvir. Sinto-me até aliviada ao ter lido seu artigo. Foi como uma sessão de terapia onde parece que você já sabia de tudo que ocorreu comigo e foi elencando todos os tópicos para poder me orientar. Muito obrigada pelo artigo. Muitas pessoas que já leram ou ainda o lerão ficarão muito gratas a você. Você acertou nas palavras. Infelizmente, eu apostei minha vida afetiva na fragilidade do outro. Este foi meu grande erro. Se o outro não acredita em si próprio pela fragilidade, vive com medo, como eu posso lidar com isso. O medo é algo de dentro; a fraqueza também é. Cada um precisa tentar viver e superar isso. Minha decepção é porque eu acreditei na capacidade do outro vencer o medo e a fraqueza e ele não foi capaz de superar e acabou prejudicando parte da minha história na afetividade. Sei que serei capaz de amar de novo mas como está tudo recente a ferida ainda não cicatrizou e ainda tenho sofrido os picos da dor da decepção….

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Rafaela

Tive um relacionamento muito bom de 4 anos eramos fieis, companheiros, amigos, apaixonados e felizes, só que por trás disso existe minha mãe que tem 80 anos e acha que ele quer me tirar dela sempre o maltratou com palavras e cara amarrada, já do lado dele o pai traiu a mãe e essa se separou dela e o meu namorado foi morar na casa do pai com a madrasta pivô da separação e os dois filhos que sempre foram tratados como príncipes e ele como a cinderela, hj ele é um homem de 34 anos independente, trabalhador mora ”SOZINHO” uma rua da casa do pai, que é doente teve câncer a dois anos, tem chagas, trombose, e cardiopata e ”SAFADEZA” mantem uma relação extra conjugal com a sobrinha da atual esposa que tem 32 anos. Nós eramos colegas de trabalho e primeiro nos tornamos amigos, ele era casado e por isso nunca deixei me envolver só tivemos algo 3 meses depois que ele se separou e assim vivemos 4 anos entre trancos e barrancos por intromissão das famílias eu tenho 44 anos e uma filha hoje com 6 anos que tem ele como pai de coração e afinidades mutuas ele é a referencia de pai pq o pai dela mora na Paraíba e é muito ausente. ele diz que sou muito autoritária e mandona pq na verdade ele é uma água morna não se impõe, porem moramos 40 minutos de distancia assim de 15 em 15 eu arrumava as malas e ia passar o fim de semana com ele só que era uma guerra minha mãe brigava ficava com a cara feia nossa um show, quando o fim de semana acabava eu eu já ficava triste e as vezes brigava pq queria que ele arrumasse novas vidas para não precisar passar por isso toda vez, só que ele não quer sair de perto do pai que é um manipulador faz chantagem trata todo mundo bem sem com um sorriso só que pra mim não passa de um sínico ele nunca me aceitou por não ser de acordo com o que ele faz,isso não faria diferença se meu namorado não vivesse querendo que eu fosse passear me divertir com o pai e amante. por ser mais velha e ele não conseguir me manipular, no dia 26/11 ele caiu da moto quebrou o pé ficou internado fez cirurgia fiquei com ele dei a maior assistência cuidei amei idolatrei, só que dia 17/12 discutimos por causa da escola da minha filha ele foi grosseiro comigo e eu soltei os cachorros passou natal com o pai na casa da amante e no ano novo viajou com pai sem me falar nada, coisa que nunca fez ai eu terminei tudo depois fui para buscar minhas coisas conversamos chorei pedi pra voltar e nada, propus que mudanças e ele falou que temos objetivos diferentes, enfim acabamos nos beijando e fizemos amor, nos falamos todos os dias ele vai na minha casa eu gosto de mais dele e ele sempre dizia que eu era a mulher da vida dela e hj estamos separados e as famílias numa boa, ele me deu presente de natal e no dia 13/01 foi meu niver também me presenteou a mãe dele é um amor não se mete porem ficou muito triste ela sabe a influencia que o pai tem sobre ele.

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Juliana

Eu fiquei gravida aos 28, era tudo q queria mas no terceiro perdi, fiquei internada dois dias apenas minha mãe, avó foi me visitar, meu marido ficou o tempo todo comigo, mas meu pai não me visitou, meses depois um membro da família teve bebê e ele e a esposa foram correndo visitá-la. Depois o entiado dele tb foi pai, e ele e a esposa foram visitar no hospital. Isso me deixa com muita raiva, porque o momento mais difícil da minha vida ele nao esteve lá. Ele prefiriu ir num chá de bebe do entiado e de lá ir a praia do que comemorar meu aniversário. Sem contar q a esposa dele já foi grossa comigo duas vezes e ele nem abriu a boca. Eu tenho uma mistura de raiva e decepção, sinto vontade de xingar todos. O que devo fazer? Preciso de um médico?

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