Como Combater a Fobia Social?
Terapias Psicológicas 22/09/2016

Como Combater a Fobia Social?

Miguel Lucas Publicado por Miguel Lucas


De acordo com o DSM-IV (APA, 1994), a fobia social caracteriza-se por um medo irracional, persistente e intenso de uma ou várias situações sociais ou de desempenho, nas quais o sujeito está em contato com pessoas não familiares ou exposto à eventual observação atenta de outrem. A ideia de ser confrontado com tais situações provoca uma significativa ansiedade antecipatória pelo receio de agir de forma humilhante ou embaraçosa. O medo de situações sociais leva  a pessoa a evitá-las para não se deparar com uma situação ansiogénica ou até aversiva. As situações de desempenho mais temidas são: falar em público, comer e beber na frente dos outros, urinar num banheiro público e entrar numa sala onde já existam pessoas sentadas. As situações de interacção incluem: conversar ao telefone, falar com estranhos, participar de reuniões sociais, interagir com o sexo oposto, lidar com figuras de autoridade, devolver mercadoria numa loja e manter contacto visual com pessoas não familiares.

É necessário distinguir a fobia social da timidez, que é um comportamento não patológico, frequente: não usar da palavra num grupo ou não se inscrever numa atividade desportiva ou cultural, contudo, desejada, não justifica o diagnóstico de fobia social. Esta, diferentemente da timidez, é fonte de intenso mal-estar, é invasiva e altera as escolhas afetivas, escolares e/ou profissionais. São frequentemente considerados dois tipos de fobia social:

  • A ansiedade social generalizada, isto é, o medo de qualquer comunicação ou relação social
  • A Ansiedade social específica que surge apenas em determinadas situações (por exemplo, falar em público)

Os fóbicos sociais utilizam  muito comportamentos de evitamento. As interações sociais são no entanto, inevitáveis e provocam consequentemente uma ansiedade antecipatória para além da ansiedade situacional.  Embora você possa sentir-se como o único com este problema, o transtorno de ansiedade social é bastante comum. Muitas pessoas lutam para combater este medo. Mas as situações que desencadeiam os sintomas de fobia social podem ser diferentes.

Algumas pessoas sentem ansiedade na maioria das situações sociais e de desempenho, uma condição conhecida como transtorno de ansiedade social generalizada. Para outras pessoas com fobia social, a ansiedade está relacionada com situações sociais específicas, como falar com estranhos, comer em restaurantes, ou ir a festas. O mais comum da fobia social específica é o medo de falar em público ou falar na frente de uma audiência. Para um aprofundamento sobre as razões que originam a ansiedade patológica, leia: Sofre de ansiedade? Perceba porquê.

panico

GATILHOS PARA O TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL GENERALIZADA (FOBIA SOCIAL)

As situações que se seguem são na maioria das vezes bastante stressantes para as as pessoas com transtorno de ansiedade social:

Gatilhos para o transtorno de ansiedade social

De acordo com o modelo cognitivo de Clark e Wells (1995), os indivíduos com fobia social possuem uma crença negativa relacionada à auto-desvalorização (ex.: “Eu sou insignificante”; “Eu não tenho valor”; etc.). As suposições e as regras construídas para lidar com essa crença central incluem: “Se eu demonstrar segurança e falar de forma impecável, serei respeitado pelos outros”; “Se eu falhar ou me mostrar inseguro, os outros irão desprezar-me”; “É humilhante demonstrar ansiedade”.

A partir dessas suposições e regras, os fóbicos sociais criam estratégias para enfrentar as situações sociais (excessiva atenção ao próprio comportamento, padrões irrealistas de desempenho, comportamentos de auto-confiança forçados,  etc.) que acabam fortalecendo a ansiedade e a crença negativa. Assim, o aspeto central da fobia social parece ser um forte desejo de causar uma boa impressão nos outros e uma insegurança marcante quanto à própria habilidade em conseguir esse objectivo.

DECLARAÇÕES:

“Toda vez que tem uma chamada oral na classe fico apavorado. Tenho medo de ser ridículo, de me dar uma  “branca”. Sofro a semana inteira e na véspera desta aula não consigo dormir. Se puder, falto na aula.”

“Para ir ao clube ou a uma festa e reunir-me com o pessoal preciso tomar duas cervejas. As mãos suam frio e só depois de beber eu tenho coragem.”

“Saí do emprego em que eu estava porque tinha uma garota que gostava de mim e eu não conseguia me aproximar dela.”

“Cada vez que um garoto se aproxima eu tremo e passo mal. Meu coração dispara, eu suo sem parar e não vem nada à minha cabeça. Não consigo arrumar um namorado e não aguento mais a solidão.”

“Tirei meu chefe como amigo secreto. Ficava nervoso só de pensar na festa. Comprei um bom presente mas não tive coragem de me identificar. Ele me perguntou se era eu mas neguei. Morria de vergonha e até hoje ninguém sabe quem deu aquele presente.”

Numa situação social, o indivíduo com fobia social acredita que irá comportar-se de forma inapta ou inadequada e, como consequência, será rejeitado, rebaixado, desacreditado. Ele vê a situação social como perigosa e essa avaliação de perigo irá activar um “programa de ansiedade”, que envolve reacções cognitivas, fisiológicas e comportamentais. Essas reacções interagem umas com as outras de tal forma que mantêm o transtorno, ou seja, impedem que o fóbico social desconfirme as suas crenças negativas sobre os perigos sociais .

SINAIS E SINTOMAS DO TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL (FOBIA SOCIAL)

Só porque você às vezes fica nervoso em situações sociais, não significa que tem transtorno de ansiedade social ou fobia social. Muitas pessoas têm vergonha ou auto-consciência das suas dificuldades ou situações embaraçosas, pelo menos de vez em quando, ainda que não perturbem de forma incapacitante o seu funcionamento diário. O transtorno de ansiedade social, por outro lado, interfere com a sua rotina normal e causa imenso sofrimento e stress.

Por exemplo, é perfeitamente normal estar nervoso antes de fazer um discurso. Mas se você tem transtorno de ansiedade social, provavelmente fica preocupado durante várias semanas antes da data, fica doente para não ir discursar, ou começa a tremer tanto durante o discurso que mal pode falar.

Sintomas psicológicos do transtorno de ansiedade social (fobia social):

  • Preocupação intensa durante dias, semanas, ou até mesmo meses antes da aproximação de um evento social.
  • Medo extremo de ser visto ou julgado pelo outros, especialmente pessoas que não conhece.
  • Auto-consciência excessiva e ansiedade em todas as situações situacionais da vida.
  • Medo de que você vai agir de forma a que se envergonhe ou que se humilhe.
  • Medo de que os outros reparem que está nervoso.
  • Evita situações sociais de tal forma que limita as suas atividades ou perturba a sua vida

Sintomas físicos do transtorno de ansiedade social (fobia social):

Sintomas físicos do transtorno de ansiedade social

Os processos característicos da Perturbação de ansiedade social que mantém as crenças de perigos sociais são especificados a seguir:

  • A – Atenção auto focada e auto processamento negativo
    Numa determinada situação social, a pessoa com ansiedade social dirige a atenção para si mesmo, num processo chamado de atenção auto-focada. Aumenta a hipervigilância sobre si mesmo, sobre as sensações fisiológica sentidas no seu corpo (palpitações, tremores, rubor, sufoco…), estas sensações corporais intrusivas interferem com a capacidade da pessoa para processar as informações comuns que surgem nos encontros sociais, tendo como resultado o desencadear de pensamentos de auto-avaliação negativos, assim como  pensamentos de incapacidade. Este ciclo de feedback negativo, faz disparar os sinais de alerta, comprovando o raciocínio ansiogénico.
    Em vez de prestar atenção nos sinais emitidos pela outra pessoa, ele fica atento ao próprio desempenho e emoções. Esta auto-observação gera ansiedade e interfere na interacção com a outra pessoa.  Avalia-se negativamente e assume que as outras pessoas também fazem uma avaliação negativa do seu comportamento. Por exemplo, o indivíduo pode experimentar uma forte sensação de tremor e achar que os outros estão percebendo as suas mãos a tremerem vigorosamente, quando na verdade o interlocutor pode perceber um leve tremor ou até mesmo nada .
  • B – Comportamentos de segurança
    Para minimizar os efeitos negativos esperados nas situações sociais, o fóbico social procura encobrir as “falhas” ou manifestação de ansiedade perpetuando comportamentos de segurança, tais como: segurar um copo com força para não aparentar tremor; ensaiar um discurso várias vezes e falar rapidamente para evitar pausas longas e dar a impressão de segurança; ensaiar as frases mentalmente antes de falar; vestir uma camisa por baixo de outra camisa para encobrir o suor; cruzar braços e pernas para encobrir tremor; monitorar a fala para evitar lapsos verbais; olhar em volta para evitar contacto ocular etc.
    Os comportamentos de segurança impedem que o indivíduo desconfirme as crenças negativas sobre as reacções que ele teme manifestar e sobre as consequências dessas manifestações (por ex.: manifestar tremor significa ser rejeitado, desprezado, desvalorizado). Os comportamentos de segurança também podem favorecer o aumento de manifestações temidas segurar um copo com força pode favorecer o (tremor).
  • C – Efeitos dos comportamentos do ansioso social sobre o comportamento das outras pessoas
    As avaliações negativas aliadas aos comportamentos de segurança podem dar uma impressão pouco amigável ou entusiástica. Ao prestar pouca atenção no interlocutor, o fóbico social cria deficiências na interacção e faz com que a outra pessoa se distancie, contribuindo assim para a manutenção da fobia social.
  • D – Processamento antecipatório e pós-evento
    Antes de enfrentar uma situação social, o indivíduo com fobia social é dominado por lembranças de falhas passadas, por pensamentos negativos sobre si mesmo, por predições de desempenho pobre e rejeição. Esses pensamentos activam a ansiedade antecipatória e o indivíduo tende a evitar a situação. Se por qualquer motivo tiver de enfrentar a situação, tende a fazer avaliações negativas de si, ignorando ou desvalorizando qualquer sinal de aceitação por parte dos outros.
    Ao sair da situação, o indivíduo faz uma avaliação à posteriori do evento, revendo a interacção, processando os sentimentos de ansiedade e a auto-percepção negativa. A situação é avaliada como muito mais negativa do que foi realmente. O indivíduo experimenta vergonha e a experiência passa a ser adicionada à lista de falhas passadas, aumentando e contribuindo para a manutenção do problema

ESCLARECIMENTO

O que sente o fóbico social ?

A pessoa deseja sinceramente conseguir um bom desempenho, comparecer a um encontro. No entanto na hora “H” as palavras não saem, o coração dispara e tudo acontece diferente do desejado. O fóbico social sente ansiedade acentuada (palpitação, sudorese, diarreia, mãos suadas, rubor facial etc.) diante de situações sociais. Habitualmente evita tais situações. Raramente as enfrentam e quando o fazem é com grande esforço e ansiedade. Sofrem por antecipação muito tempo antes de um evento social.

Por exemplo: Semanas antes de uma festa ficam ansiosos e diariamente procuram formas de evitá-la. Sentem um medo e um desconforto tão grandes que fazem com que muitas dessas pessoas abandonem empregos, escola, abram mão de vida amorosa e vivam isolados.

O que irá despoletar a Fobia Social na vida da pessoa ?

O medo, a ansiedade , a fuga, podem interferir acentuadamente na vida profissional, académica , social da pessoa. O prejuízo acentuado da qualidade de vida diferencia da “timidez comum”. O grau de sofrimento é muito grande. Gostaria de relacionar-se com pessoas, mas não consegue. É como se antecipasse que irá ser rejeitado, humilhado. Habitualmente passa a imagem de ser arrogante ou convencido,o que , efetivamente, não acontece. Sua timidez acentuada faz com que tenha uma postura de reserva, hesitação e dúvida.

Por exemplo: Cumprimenta as pessoas tão timidamente que muitas vezes não é ouvido . Tem dificuldade para contato ocular, responde monossilabicamente, não sabe “que assunto falar”.

A Fobia Social pode vir acompanhada de outros problemas ?

É muito frequente a associação com depressão ( cerca de 50%). As tentativas de suicídio chegam a 14 %. Abuso e dependência de álcool e drogas ocorrem em 20-30 % dos casos, frequentemente utilizados para “dar coragem” para a pessoa enfrentar as situações, como no caso das pessoas que precisam beber ou tomar tranquilizantes para enfrentar uma situação social, como um encontro, por exemplo.

O que acontece se a Fobia Social não for tratada ?

A pessoa tem um agravamento progressivo da qualidade de vida. Os prejuízos pessoais, profissionais, sociais, afetivos são afetados de tal forma que a vida da pessoa torna-se incapacitante, muitas vezes tendendo a um isolamento e à solidão. Além disso, o risco de outras problemas associados  como a depressão e dependência de álcool são elevados.


Fobia Social

AJUDA PARA A DESORDEM DE ANSIEDADE SOCIAL (FOBIA SOCIAL)

Embora possa parecer que não há nada que você pode fazer sobre os sintomas do transtorno de ansiedade social (fobia social), na realidade, há muitas coisas que podem ajudar. O melhor tratamento para transtorno de ansiedade social varia de pessoa para pessoa. Eventualmente algumas estratégias de auto-ajuda poderão ser o suficiente para aliviar os seus sintomas de ansiedade, no entanto se estes persistirem você pode precisar de ajuda profissional. Mas seja qual for a sua abordagem, você pode superar a sua ansiedade social, se procurar a ajuda que precisa e fizer um compromisso de tratamento.

Mudanças de estilo de vida para o transtorno de ansiedade social (fobia social)

Ainda que as mudanças de estilo de vida por si só não serem suficientes para superar o transtorno de ansiedade social, elas podem apoiar o seu progresso global de tratamento. As dicas de estilos de vida que se seguem, ajudam a reduzir os seus níveis de ansiedade geral e preparam o terreno para o sucesso do tratamento:

  • Evite ou reduza a cafeína. Café, chá, refrigerantes com cafeína, bebidas energéticas, chocolate, atuam como estimulantes aumentando os sintomas ansiosos.
  • Beba com moderação. Você talvez se sinta tentado a beber antes de uma acontecimento social com o objetivo de acalmar os seus nervos, mas o álcool aumenta os riscos de ter um ataque de ansiedade.
  • Deixe de fumar. A nicotina é um estimulante poderoso. Fumar conduz a um aumento dos níveis de ansiedade.
  • Tenha um sono adequado. Quando você fica privado de sono, fica mais vulnerável à ansiedade. Estar bem recuperado, irá permitir estar mais calmo nas situações sociais. Para aprofundar este assunto pondere ler: 6 dicas para melhorar os seus problemas de insónia.

Terapia para o transtorno de ansiedade social (fobia social)

De todos os tratamentos disponíveis, a terapia cognitivo-comportamental (TCC) tem-se mostrado como  a mais adequada. A terapia cognitivo-comportamental é baseada na premissa de que aquilo que você pensa afeta a forma como se sente, e os seus sentimentos afetam os seus comportamentos. Desta forma se você mudar a forma como pensa acerca das situações sociais que lhe causam ansiedade, você irá sentir-se melhor e ser mais funcional no seu dia-a-dia. O que ocorre é que muitas pessoas não sabem disso e imaginam-se reféns de um inimigo que pode ser superado.

A terapia  cognitivo-comportamental para a fobia social envolve:

  • Aprender como controlar os sintomas físicos da ansiedade através de técnicas de relaxamento e exercícios respiratórios
  • Desafiar os pensamentos negativos e prejudiciais que accionam e alimentam a ansiedade social, substituindo-os por pensamentos capacitadores e adequados.
  • Enfrentar as situações sociais temidas de forma gradual e sistemática, ao invés de as evitar.

Outras técnicas cognitivo-comportamentais, incluem role-playing e treino em competências sociais, por vezes em forma de terapia de grupo.

TRATAMENTO PARA O TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL

1. Reduzir os sintomas físicos da ansiedade

Muitas mudanças acontecem no seu corpo quando você fica ansioso. Uma das primeiras alterações é que você começa a respirar mais rápido. A hiperventilação provoca um  desequilíbrio de oxigénio e dióxido de carbono no seu corpo, provocando  sintomas físicos de ansiedade adicionais, tais como tonturas, sensação de sufocamento, aumento da frequência cardíaca e tensão muscular. Aprendendo a respirar de forma mais lenta e pausada pode ajudar novamente a controlar os seus sintomas físicos da ansiedade.

Praticar o exercício respiratório que se segue ajudará você a diminuir os sintomas físicos da ansiedade e a manter a calma:

  • Deve sentar-se confortavelmente com as costas direitas e os ombros relaxados. coloque uma mão no seu peito e outra no seu estômago.
  • inspire devagar e profundamente através do seu nariz durante 4 segundos. A mão no seu estômago deverá subir, enquanto a mão que está no peito deverá mexer-se muito pouco.
  • Sustenha a respiração durante 2 segundos
  • Expire lentamente pela boca durante 6 segundos, deitando fora tanto ar quanto conseguir. A mão no seu estômago deverá mover-se enquanto deita fora o ar, mas a outra mão deverá mexer-se muito pouco.
  • Continue a respirar pelo nariz e pela boca. Foque-se na manutenção de um padrão de respiração lento e profundo de 4-inspirar, 2-suster, e 6 expirar.

2. Desafiar os pensamentos negativos

Os ansiosos sociais têm pensamentos negativos e crenças que contribuem para a sua ansiedade. Se você sofre de transtorno de ansiedade social, ou fobia social, você pode sentir-se oprimido por pensamentos do género:

Desafiar os pensamentos negativos

Desafiar este tipo de pensamentos, através de terapia ou por si próprio, é uma forma efetiva para reduzir os sintomas do transtorno. O primeiro passo para identificar os pensamentos negativos automáticos que sustentam os seus medos de situações sociais. Por exemplo, se você tiver preocupado sobre uma apresentação que tem de fazer no seu emprego, os pensamentos que sustentam essa preocupação podem ser: “Eu vou estragar tudo. Toda a gente irá pensar que sou totalmente incompetente.”

O próximo passo é analisar e desafiar este tipo de pensamentos. Irá ajudar fazer perguntas sobre os pensamentos negativos: “Eu tenho total certeza de que irei estragar tudo na apresentação?” ou “Mesmo que esteja nervoso, irão as outras pessoas com toda a certeza pensar que sou incompetente?” Através desta lógica avaliativa dos seus pensamentos negativos, irá gradualmente substitui-los por uma forma mais positiva e realista de olhar para as situações sociais que disparam a sua ansiedade.

Como pode verificar nos exemplos que se seguem, apesar do fóbico social se familiarizar com tais formas de raciocinar, se fizer o exercício de se afastar temporariamente do seu problema e avaliar de forma lógica, por certo os estilos de raciocínio que se seguem pareceram fora da realidade. Não acontecem simplesmente dessa forma.

Estilos de pensamento prejudicais e inadequados envolvidos na fobia social

Em privado, pergunte a si próprio se você comete alguns dos seguintes estilos de pensamentos prejudicais:

  • Leitura da mente. Assume que sabe o que as outras pessoas irão pensar, e que elas irão olhar para si da mesma forma que você se vê a si próprio.
  • Cartomancia. Prevê o futuro, usualmente assumindo que irá acontecer o pior. Você acredita “saber” que as coisas irão ser catastróficas, e dessa forma fica ansioso antes de se encontrar realmente na situação.
  • Catastrofização. Pensa sempre no pior dos cenários, aumentado a proporção dos mesmos. Se as pessoas verificarem que está nervoso, isso irá ser “terrível” ou “desastroso.”
  • Personalização. Assume que as pessoas estão focadas em si de uma forma negativa ou que aquilo que se passa com os outros ou o que eles dizem tem a ver consigo.

Como é que posso parar de pensar que todas as pessoas estão a olhar para mim?

Para que seja capaz de reduzir o auto-foco, preste atenção para o que se passa à sua volta, ao invés de se monitorizar ou focar-se nos sintomas de ansiedade do seu corpo:

  • Observe as outras pessoas e o meio ambiente à sua volta
  • Oiça o que está a ser dito à sua volta (não os seus próprios pensamentos)
  • Não assuma toda a responsabilidade da manutenção da conversa, o silêncio pontual é natural acontecer, deixe que os outros também contribuam.

3. Enfrente gradualmente os seu medos

Uma das coisas mais poderosas que pode fazer para combater a fobia social, é enfrentar as situações sociais que teme, ao invés de as evitar. Evitar permite que a fobia se mantenha, reforçando a incapacidade de lidar com as situações aversivas. O evitamento inibe a experiência de poder vir a sentir-se mais confortável nas situações sociais e aprender a melhor forma de lidar. Na verdade, quanto mais evitar as situações sociais temidas, mais assustadoras elas se tornarão. Ainda que lhe pareça impossível ultrapassar uma situação social temida, você pode fazer isso através de pequenos passos de cada vez.

A chave é iniciar com uma situação que ainda consiga lidar e gradualmente começar a trabalhar nas situação mais desafiadoras, construindo a confiança e aprimorando as estratégias de enfrentamento à medida que avança na sua escala de ansiedade de situações temidas.

Por exemplo, se socializar com estranhos faz disparar a sua ansiedade, você deverá começar a ir a festas acompanhado por um amigo de confiança. À medida que for ficando confortável com a situação, pode dar mais um passo, apresentado-se a uma pessoa, e assim sucessivamente.

Dica: É importante que nas situações temidas possa accionar as sensações de relaxamento previamente treinadas, assim como o tipo de respiração atrás referido. Estas são duas armas sempre ao seu dispor em qualquer situação. Deverá fazer uso delas.

Nota: Na exposição a situações temidas é importante que de forma antecipada possa organizar a estratégia a utilizar. Não deve expor-se às situações temidas sem um plano prévio daquilo que fará quando estiver a enfrentar o problema.

Trabalhe na forma de abordar a sua escala de ansiedade de situações temidas

  • Não tente enfrentar o seu medo mais temido na primeira vez. Nunca é boa ideia querer avançar rápido demais, querer demais, ou forçar as coisas. Isto irá voltar-se contra si e reforçar a ansiedade.
  • Seja paciente. Ultrapassar a ansiedade social demora tempo e é necessário prática. É um processo gradual e passo a passo.
  • Use as habilidade treinadas para ficar calmo. Tais como focar-se na sua respiração e desafiar os pensamentos depreciativos e negativos.
  • Utilize palavras de incentivo. “Agora que sei que os outros nem sempre estão atentos a mim, nem conhecem os meus medos, vou focar-me apenas na realização da minha tarefa. Vou ser capaz, mesmo que sinta no inicio algumas sensações desagradáveis. Estou certo que depois a sua intensidade diminuirá.”
  • Localize a sua limitação real. Às vezes, a timidez não é permanente, ela só aumenta em situações específicas e pode não interferir no seu desempenho
  • Analise as suas atitudes e depois escreva num papel. Caso não fique satisfeito com a forma como se comportou, escreve como gostaria de sentir-se nessas situações. Desta forma será mais fácil, reajustar o plano para a próxima vez e saber ao menos como gostarias de agir.
  • Aguentar os sintomas físicos e agir. Normalmente os sintomas da ansiedade aumentam até atingirem um pico, depois a tendência é para diminuírem. Lembre-se disso, depois accione as estratégias de combate à ansiedade descritas.

Você tem tido ataques de pânico?

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Abraço,

Miguel Lucas

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Comentários
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Ana Reis

Olá Miguel,
Muito obrigada por este artigo, está excelente!
Sofro de um tipo específico de fobia social. E embora tenha superado muitos dos meus medos nos últimos tempos sinto que ainda existem muitas barreiras que devo quebrar.
O mais problemático desta situação é mesmo a ignorância sobre este tema. A pessoa que sofre de ansiedade raramente encontra apoios e quando os amigos tentam ajudar acabam por piorar ainda mais a situação. No meu caso sinto que a minha timidez foi escalando gradualmente pelos dolorosos momentos de humilhação que enfrentei na minha adolescência. Ao ponto de eu não me lembrar do que é que começou primeiro: se foi a minha fobia social, ou a minha tendência natural para corar (infelizmente coro por causa da minha pele ser mais fina que o normal).
Vou tentar pôr em prática os seus conselhos 🙂

Um abraço

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Miguel Lucas

Olá Ana Reis, obrigado pelo comentário.
Sem dúvida que uma das formas de entrar num processo de fobia social, em grande parte tem origem na timidez e insegurança. A pessoa com ansiedade extrema, sente-se encurralada, e claro por vezes a ajuda bem intecionada dos amigos, agravam ainda mais o problema. Este é um problema sério que deve ter o máximo de atenção da pessoa que sofre. A pessoa deve procurar ajuda profissional, de preferência nos primeiros sintomas de incapacidade. Na actualidade as terapias são muito efecazes, quando aplicadas convenientemente.
Descreve ainda, que a pessoa pode chegar ao ponto de nãos aber onde o problema começou. O que pode contribuir para gerar alguma confusão, e confundir-se com o porblema, personalizando-o (o que retira capacidade de enfrentamento). Isso é comum acontecer, a pessoa reage de forma condicionada, vai generalizando esrtímulos (é isto que faz aumentar o problema) e a situação tem tendência para ir agravando cada vez mais.

Obrigado pelo seu testemunho, será certamente muito útil para outros leitores. Espero que o artigo possa ter ajudado e que vá minimizando o rubor facial, nas situações sociais (ainda que isso seja um “problema” menor)
Boa sorte

Abraço

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S. Rui

Eu também sou um caso sério de timidez. E, de certo modo, já deixei que ela me vencesse.

Nos anos da adolescência, uma pessoa alimenta a ilusão de que vai conseguir resolver todos os problemas que lhe causam infelicidade. Um dia, vai conseguir… Mas os anos passam, entramos na idade adulta e aprendemos uma lição de humildade: O nosso poder de nos refazermos e de criarmos uma pessoa mais livre é limitado.

Eu sei que a intenção do Miguel Lucas de ajudar é sincera. No entanto, há um limite humano em todos nós: A nossa capacidade racional não consegue curar as feridas emocionais que guardamos do passado. Muitas vezes, a decisão mais inteligente é aceitar a derrota e viver com ela, em vez de continuar a batalhar ingloriamente.

Foi isso que eu fiz: Eu aceitei as minhas fraquezas. Eu compreendo os meus limites. E, estranhamente, eu sinto-me mais livre. Deixar ir as ilusões liberta-nos um pouco.
Se calhar, é a esta humildade de ser humano e frágil que deveriam chamar “maturidade”.

Acredito que a Ana Reis já chegou a esse entendimento de si mesmo.
Dou o meu encorajamento para que continue a lutar contra a timidez. Mas não se culpe se não conseguir vencê-la. Isso poupa-lhe sofrimento.

E dou os meus parabéns ao Miguel Lucas. O blogue tem um conteúdo extenso e profundo.
Só é pena que a linguagem seja algo técnica e distante das pessoas comuns. Provavelmente, seria mais fácil chegar ao coração de cada um de nós se tentasse “falar” connosco com palavras mais simples, como se todos nós fôssemos crianças.
(E até somos, se formos verdadeiramente humanos.)

Obrigado.

S. Rui (Sitefesta)

[]

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Guilherme Sammam

SE FERRA RAPAZ AQUI NINGUEM VAI SE ENTREGAR NÃO PARCEIRO VAMOS COMBATER ATÉ A ULTIMA CHANCE DE VITORIA SE EU VER QUE NÃO VOU CONSEGUIR ME MATO, VIVER NA SARGENTA PELOS CANTOS, SEM PESPECTIVA NÃO É VIDA DE UM HOMEM RAPAZ ACORDA SE NÃO VOU AI COM TODOS OS MEUS PROBLEMAS E TE SACUDO ATÉ VOCE FICAR BOM SE QUER FICAR NA MERDA FIQUE MAIS NÃO LEVE NINGUEM COM VOCE !

UM ABRAÇO CARA QUE DEUS LHE GUARDE

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Guilherme nazareth

To me tratando em um centro espirita, isso é uma loucura sempre fui normal, sempre fui o mais bagunceiro, sempre o primeiro a ser chamado pra festas e agr to preso nesse problema, já fui em psicologos tomei muitos remedios e nada, continua parecer que as pessoas ficam me olhando e falando de mim e sem contar que olhar nos olhos é quase impossivel.
Esse problema só pode ser espiritual, recomendo a todos procurar um bom pai de santo
abraços .

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susana

O seu problema é porra loca

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matheus

Quando eu era mas novo eu falava com as pessoas normalmente, eu mudei extremamente de falar com as pessoas, eu sinto muita vergonha começo a suar, eu consigo falar mas com meu amigos e pouco, e com minha familia, mas eu vou mudar muitas coisas e volta a ser como era antes, mas nao procura espiritos sai pra la !

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JOSUE MAMEDIO

OLÁ MIGUEL,TODAS AS PESSOAS COM FOBIA TEM O HÁBITO OU A MANIA DE AUTO-DESTRUIR,MAS O QUE EU VEJO NESSAS PESSOAS QUE ESTÃO DEPONDO NESTA PÁGINA É QUE TODAS ELAS SÃO PESSOAS INTELIGENTES,SUPER CAPAZES,E TUDO ISSO GRAÇAS A BOA ESCRITA E A FORMA BEM DETALHADA DE SE EXPRESSAREM…
QUEM QUISER ME ADICIONAR NO MSN:jmamedius@hotmail.com

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patriciasenadecarvalho

sofro com esse poblema de fobia social.coraçao palpita ate quando o cel toca.a campainha toca uma ameaça p mim lalguem esta por vir eai?mudo de humor quando estou em crise cabeça fcar rum me privo de todos, entro no quarto e começo a chorar.quando tenho de sair pra resolver alguma coisa me olho no espelho umas 500 vezes sento e fico pensando vou n vou,meu coraçao acelera, vou mais pensando em voltar rapido.tem vezez q estou bem ,mais ultimamente n estou bem ,sem motivaçao.tomo clonasepam no inicio o efeito era melhor ha 11anos que faço uso ,hoje o efeito n e o mesmo ele causa dependencia.n posso ficar sem ele tenho um filho as vezes me culpo e penso;sera que meu filho merece como mae?volto atraz deus manda tudo com proposito em nossas vds nada acontece sem que ele permite. sou evangelica confio muito em deus,sem ele oque seria de mim.quando estou bem as veses falo um pouco a mais me sinto uma idio ta depois.essa crise q da mexe ate c meu corpo sinto que estou andando dura n sinto avontade pra andar fico com vergonha de andar ,perco o sentido o rebolado ate tropeço.

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Katherine

Ola praticia tudo que vc falou aconteceu comigo tbm e ate agora …vou te dar algumas dicas para vc fazer antense de sair de casa comigo funciona! primeiramente escutar uma musica que vc gosta,de 3 respiro profundo e leve todos os pèensamentos negativos! ah…o esport ajuda muito em casa mesmo eu faço box sozinha..mim ajuda muito com a respiraçao e essa falta de ar que nos sente no peito! Boa sorte 🙂

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eli

Tudo isso tbm acontece cmg, não aguento mais sofre tanto as vezes queria morrer acho q nunca vai passa.
Olhar no olho pra conversar, ou quando vem visita na minha casa é uma tortura nunca sei o que conversar o que fazer, fico muito sozinha e só tenho pensamentos ruins.
Tenho medo de sair de conversar de comer em publico.
Queria muito ser normal, ser feliz!!!

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Paula Marques

Eu sofro de fobia social, quando falo em público fico tremula.Fiquei com um menino do trabalho em uma festa, era tipo uma boate, mas não consigo chegar nele e conversar pois se eu abrir a boca só sai besteira, sou uma inútil,não apresento trabalhos na faculdade e pago segunda chamada. Aconteceu uma coisa comigo hoje, quando larguei do trabalho o menino que eu fiquei e mais duas pessoas estavam na salinha, e tive que passar por lá. Quando percebi que essas três pessoas me olhavam inclusive o cara que eu fiquei, comecei a tremer a boca. Para disfarçar fui falar e fiz tudo pior. Falei assim: Amiga nem fui na tua casa ontem você é muito fulera: Nada a ver falar isso. Comecei a tremer a voz e fui embora. Sou inutil e nasci pra sofrer. O menino que eu fiquei olhou pra mim de uma forma como se tivesse pensando: Ela é estranha. Putz! Quando eu vou á uma festa que chego fico nervosa porque todos me olham, por isso gosto de chegar antes de todos. Minha cumadre veio a minha casa de carro com meu afilhado e eu fiquei tremendo quando a galera parou o carro e falou comigo. Eu quero melhorar!. É COISA DE LOUCO, eu fico muito nervosa, tenho medo de gente.

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Paula Marques

Na véspera de natal teve um amigo secreto e eu fui durmir para não ser chamado na hora de entregar o presente pois sabia que na hora que me chamassem no microfone eu iria ficar desfigurada e minha boca ia tremer, meus olhos iria tremer e eu não conseguiria sorrir. Fui durmir porque eu sou incapaz até de participar de um amigo secreto. Eu sou um cocô.

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vitoria

nossa se vc soubesse q vc não é a única me sinto igual vc, extamente igual sofro demais me sinto uma inutil q não sirvo nem pra ser alguem nada vida, todo mundo da minha idade sonha em ser formado faz faculdade luta pra isso e minha fobia não me deixa viver correr atras me sinto imprestavel

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Oliveira

Deixa eu te falar passa em um psq… pede para ele para vc tomar rivotril que vc vai ver uma diferença de 90%. pesquise antes mas é certeza experiencia própria, o problema é o sono e vicia vc sabe como é né tudo que que é bom vicia, mas pesquiza.boa sorte.

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Marta Nicolau Da Nicolau

Eu também não fico atrás, sou uma merda. O pior que em vez das pessoas ajudarem fica só criticando, falando que é frescura, que é coisa da minha cabeça. Isso só me faz piorar e perceber que eu estou sozinha nessa luta. Não tenho ninguém, não tenho amigos, minha família não é lá grandes coisas, sinto que ninguém pode me ajudar. Eu fico só dentro de casa não saio pra nada, a maioria do tempo fico com sono. Penso que a melhor maneira de esquecer a dor e dormindo… Não me lembro se quer de algum dia que estive feliz. Desde que me entendo por gente eu sou assim. Pra piorar minha situação, aos dez anos fui molestada. Eu sentia nojo de mim mesma, não consigo esquecer esse episódio cruel de minha vida. Hoje estou com 31 anos, sou uma pessoa frustrada, tenho medo de me relacionar com pessoas que não conheço, mesmo com familiares, perdi as contas de quantas vezes perdi uma reunião em família por causa da fobia. Tenho pavor de estar no meio de várias pessoas, me sinto observada e julgada o tempo todo. As poucas vezes que preciso sair de ônibus e uma tortura, penso que as pessoas estão todas me observando, com isso me sinto desconfortável e começo a suar que chega a pingar nas axilas, fico pior ainda, completamente desnorteada. Eu namorei uma pessoa durante 8 anos, ele é mais velho que eu 20 anos . O que essa pessoa fez comigo não está nos filmes… ele ainda era casado no papel, estava se separando, a mulher tinha acabado de sair de casa. Bem, fui ficando com ele pra ver no que dava, nunca tinha namorado sério com alguém. O tempo foi passando e as pessoas me avisando que ele não me levaria à sério e que a qualquer momento ele voltaria com a mulher. Eu não dava ouvidos, estava gostando pra valer dele. Se passou um ano e eu descobri que ele estava comigo e com ela. Ela tinha se arrependido e queria voltar pra casa. E agora? A essa altura já estava encantada. Eu tinha planos, queria casar queria ter filhos… certo dia comentei com ele que queria filhos, ele me disse que filhos era só pra encher o saco e gastar dinheiro. Aquilo foi um tapa na minha cara. Afinal o que ele queria comigo? Me senti um lixo. Por ironia do destino mesmo tomando remédios fiquei grávida. Nossa! Me senti cheia de vida.pela primeira vez me senti mãe. E o que ele fez? Não queria esse filho… três dias depois apareceu com dois comprimidos e disse que seria melhor pra nois dois. Eu chorando perguntei. Melhor pra quem? Mas estava muito apaixonada pra questionar mais, e deixei que ele fissesse. E me deu os comprimidos pra matar nosso filho. Naquele dia eu quase morri, e ele não estava nem aí. Ele não estava pensando no melhor pra mim. Ele estava pensando nela. A mulher dele, meu mundo desabou, meu sonho escorreu pelo ralo junto com aquele sangue todo que saiu de mim. Como eu disse ele se encontra com ela. Em um desses encontros pra acabar comigo, ela também ficou grávida. Eu questionei à ele. Tira o filho dela também, porque vc não faz com ela o mesmo que fez comigo? Levei um choque quando ele me disse que era diferente… diferente porque? Vc matou meu filho, agora em que o dela é melhor que o meu? Deu vontade de morrer. Mesmo assim fui levando a vida, cega, iludida, apaixonada… Ele comigo e com ela ao mesmo tempo, até que um dia ela caiu fora de vez… Hoje são separados no papel também. O filho deles tem 9 anos, se ele não tivesse matado o meu ele faria 11 anos. Me chamem do que quiserem, retardada, noiada, doida… Eu mereço os piores rótulos possíveis… pois eu ainda estou com ele, não consigo me livrar disso, sou uma pessoa fraca, não consigo me virar sozinha. Sou infeliz. Jogo na cara dele quase todos os dia o que me fez, e ele continua nem aí, sou obrigada a conviver com o filho da outra. Que pra desgraçar tudo é a cara dela. Eu não consigo ter nenhuma afeição por ele, tenho ódio. O meu filho morreu pra ele nascer. Não tem um dia se quer que eu não pense em morrer. Eu penso que se eu deixar ele eu não encontre ninguém melhor. Por isso passei por tudo isso. Essa doença maldita não me deu escolhas………..

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Rafael

Marta, que barra que voce ta passando. Procura a musica " quando o mundo cai ao meu redor".

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Nilton Rego

Oi Marta! Estive fazendo uma leitura o texto do sr. Lucas quando me deparei com o teu comentário. Nossa! Você enfrentou uma barra e tanto, e imagino o quanto realmente deve ter sido difícil até aqui. É claro que, não se tem como chegar a uma conclusão exata até aqui, mas é possível imaginar a extensão de teu sofrimento e da tua angústia, de forma a ficar deprimida. Essa forma negativa de olhar o mundo, as pessoas, a si mesma e inclusive o futuro. É complicado realmente ter uma posição positiva em relação a vida, quando se v? em situações em que no momento mais preciso, quando o barco parece afundar, você procura um porto seguro e ele parece não estar lá. As vezes, está até a um alcance das mãos, mas a pessoa diante de tal afogamento as vezes perde a consciência, desfalece, e não consegue se dar conta por si mesma. Porque já se envolveu demais em sua dor. Você acrescentou aqui, fui molestada aos dez anos, eu não sei quem foi o autor, mas imagino que deva ter sido alguém bem mais velho, e se em bom estado de saúde física e mental, provavelmente , esse alguém poderia ter plena consciência de que tu aos dez anos, não teria condições de oferecer o consentimento estrito, muito embora, a consciência cultural da época, provavelmente em desvalorização ao sexo feminino, servisse de mola incentivadora, para que tu sofresse o que sofrestes, e aquela velha história, sobre o que "o que eu faço com você, é culpa tua, e não minha, porque tu assim permitistes" e aí os sentimentos e pensamentos auto depreciativos de que eu sou um lixo, eu não presto, sou vagabunda, mereço todos os rótulos ruins, e para piorar a situação, sou indigna ou indigno de amor, de que alguém melhor me ame. Reação, me fecho para o mundo, me tranco para as pessoas, me fecho para os relacionamentos possivelmente saudáveis, e aí, me sinto solitária, ou solitário, a solidão é insuportável, e como não sou digno ou digna de arranjar a uma pessoa melhor, me entrego a primeira pessoa, que diga-se de passagem, tem mais experiências nas questões de relacionamentos a dois, e muito provavelmente, naquele instante em que se conheceram tenha dito, alguma coisa, que voc? tenha gostado de ouvir, em uma situação de fragilidade, afetiva, emocional, ou porque não dizer, social. O que que podemos dizer em relação a isso, tu não tens culpa. Tu apenas tentara investir na busca pela felicidade, o que está bem explícita em uma de tuas frases, não me recordo do dia em que fui feliz. É possível, acredito nisso perfeitamente, embora entre não recordar a felicidade, e não ser feliz de fato em algum momento da vida, há uma distância enorme. Por cont do que aconteceu na tua vida, pelo simples fato de em algum momento voc? não ter dito, "não" para outra pessoa possa estar gerando pensamentos de que és fraca, idiota, imbecil, e muito provavelmente alguém não tenha te mostrado que não somos culpados quando o contexto em que as coisas ocorreram, indicam que estávamos fora de nossas faculdades reais para agir diferente. Assim, como essa criança a quem você diz sentir ódio, não é culpada por ter nascido. Os pais o poderiam ter abortado se assim o quisessem, mas não foi. Disseste bem uma coisa, a criança é a cara da mãe, mas a criança, não é mãe, assim como bem certo, ela não implorou para estar no meio de toda essa confusão em que vocês adultos se meteram. O teu filho, estaria vivo, bem como essa criança, se você estivesse plena de suas faculdades emocionais para dizer não. Vamos a possibilidade dos fatos: Há um momento que você mesma pontuou, aquele momento em que o teu atual companheiro chega para ti oferecendo algo de teor abortivo e diz: " Será melhor para nós dois." Vês a diferença que seria se ele dissesse: Olha, a minha mulher já está esperando um filho, eu preciso escolher, entre o teu e o dela, então, para o bem de meu filho, fruto de um casamento legitimado em papel, obrigo-te que tome este medicamento. Para o bem de meu outro filho. Ele disse isso? Acredito que não, aliás a escrita provavelmente se refira ao fato de que você tenha acreditado que abortar seria a forma mais segura de manter uma relação promotora de adoecimento, e de que o aborto talvez pudesse melhorar, o fato é que não melhorou, assim, como o nascimento da outra criança também, não foi garantia alguma, de que o divórcio entre o teu companheiro e a mãe da criança não ocorresse. Aqui, no Brasil temos o seguinte dizer: Mãe, não é quem coloca criança no mundo, ma aquela que cria, educa, e doa afeto para que em um futura ela se torne um pessoa mais humana e consciente de seus deveres, como sujeito, cidadão, pai, filho, dentre outras coisas. O que se faz preciso neste momento, é olhar-se um pouco mais nessa relação, conhecer-se mais, colocar o que se pensa em evidência, sobre o quanto te impulsiona para a frente ou te empurra ainda mais para o fundo, o que se precisa aprender é que tu, não és o teu pensamento, mas todo um contexto no qual está inserido, e de como você pode no momento presente agir para ter uma vida melhor, mesmo diante das tormentas que surgem. Aprender a diferenciar o verbo ser do verbo estar: Exemplo, sou um fracasso, ou estou fracassando em um determinado momento? Se sou um fracasso porque sou um fracasso? Por estar fracassando? Será!? Será que o teu fracasso em um determinado momento, não se dá por que de repente lha faltou uma orientação eficaz para lidar com aquele momento em que nos sentimos vulneráveis? Bem, desculpe, acho que já escrevi demais, mas sugiro, caso possível de que penses melhor nisso. E se possível, tente olhar para esta criança com outros olhos, que apesar de ele ter a cara da genitora, essa criança não é sua genitora, e que aa escolha de teu filho ter sido abortada, não foi dessa criança, foi tua, em um momento vulnerável de tua vida, pela falta de compromisso do teu atual companheiro, o que acontece entre tu, teu companheiro, e a ex, mulher é decorrente das escolhas de vocês adultos, não das escolhas dessa criança. Evidencie isso na vida de vocês. Outro fator, é a relação amorosa: O que eu posso dizer nesse momento é: Quando se consegue viver bem consigo mesmo, pode-se viver bem com qualquer pessoa. Faça as pazes contigo, dissocie a criança dos problemas que vocês adultos criaram, de repente dar uma chance a ela pode ser um caminho para um vida melhor, de repente de ter o afeto mais honesto, do que esse que tanto procuras no pai dela. Mas depende, do quanto estás disposta a estabelecer um vínculo com ela, fora dos interesses que você nutre em relação ao genitor, ou seja, de maneira franca, honesta, pois afinal, esse menino, nasceu em meio a um fogo cruzado, em que ele pode ser alvejado apenas pelo fato de ele estar ali, e pior, em um momento preciso da vida dela, e quem sabe até, de vocês mesmos. Pense nisso. No mais, procure orientação, profissional, se isolar certamente não te fará se sentir melhor, pelo menos, não a longo prazo. Passar bem.

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JOSUE MAMEDIO

Pensei que fobia social fosse mais coisa de homem,mas creio que o sexo masculino sofra mais,pois nós somos mais exigidos que as mulheres pois temos que mais atitudes,poder de decisão tranquilidade,equilíbrio etc e tal.
Demorei beijar uma garota,só as 16 que consegui realizar o feito.Minha primeira vez foi aos 18 anos de idade,sempre fui um cara bonito(muitas dizem rs)atualmente tenho 28 anos e nesses 10 anos já beijei inúmeras mulheres e transei com mais de 60,mas o problemas vem na sequência quando vem o reencontro já não sou a mesma pessoa do dia anterior sou inquieto,nervoso,esquisito,começo a conversar demais etc e tal,eu creio que muitas “pés na b….”foi em razão a isto,e por falta de autoridade de atitude entre outros deixa uma impressão de “parado”…
Penso em um dia em casar mas não faço idéia como e quando,no momento estou tomando o ZOLOFT 50mg,para fobia social e a RITALINA 20 E 40 mg para TDAH(hiperatividade)…Mas não vou parar,pois sou brasileiro e não desisto nunca!!!

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Yuri Loureiro Soares

Passo pela mesma situação meu caro, mas ainda acredito que tudo passa, e a forma como to tentando enfrentar isso é conhecendo outras garotas e não me preocupando muito com o que elas vão pensar, acho que é uma saída, lógico que me preocupo na forma como vou me apresentar, mas elas vão pensar qualquer coisa do mesmo jeito, então tenho que relaxar e ser eu mesmo. Tudo tem solução.

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pedro

Cara, na boa, você não sofre tanto assim… Tem gente aqui que nem consegue se aproximar pela primeira vez! 20, 25… Sem beijar ninguém.
Você é tímido, não fóbico social.

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João

Eu também sofro de fobia social, apesar de tentar lutar contra ela.
Por isso decidi ir ao psicológico para ver se consigo melhorar… Alguem aqui já foi lá antes? Deu certo?

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M

Eu fiz terapia com abordagem centrada na pessoa e não adiantou nada. Só foi útil para desabafar, eu não me sinto melhor do que antes pois ainda tenho baixo autoestima ou pelo menos eu acredito que tem algo errado comigo pois nem consigo ter relacionamentos amorosos. Vou fazer uma tcc ano que vem, se não resolver só me resta o suicídio.

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albert eisten

MAIS OU MENOS ISSO COMIGO MAIS NÃO DESISTE MINHA LINDA

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Samuel

Você não esta sozinha. Eu já senti ate coisa pior. Estamos aqui para se ajudar. Falar dos nossos problemas alivia e cada vez mais vamos nos Libertando. Se quiser falar mais . A gente troca experiencias de vida tem meu mail samuelsilvas.net@gmail.com

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Jesse Martins

Paula Marques me identifiquem com os sintomas que Vc enfrenta,antes de ler aqui sobre esses problemas,achava que eu era louco,já que não se encontra apoio no seio da família,só pré-julgamento de que somos loucos.Precisava entrar em contato com VC se possível.Passo pelos mesmos problemas que VC todos os dias e as vezes acho que é o fim pra mim.Acho que interagimos a respeito ajudaria não acha?Meu zap é:98543-6195

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Paula Marques

Eu sofro de fobia social, quando falo em público fico tremula.Fiquei com um menino do trabalho em uma festa, era tipo uma boate, mas não consigo chegar nele e conversar pois se eu abrir a boca só sai besteira, sou uma inútil,não apresento trabalhos na faculdade e pago segunda chamada. Aconteceu uma coisa comigo hoje, quando larguei do trabalho o menino que eu fiquei e mais duas pessoas estavam na salinha, e tive que passar por lá. Quando percebi que essas três pessoas me olhavam inclusive o cara que eu fiquei, comecei a tremer a boca. Para disfarçar fui falar e fiz tudo pior. Falei assim: Amiga nem fui na tua casa ontem você é muito fulera: Nada a ver falar isso. Comecei a tremer a voz e fui embora. Sou inutil e nasci pra sofrer. O menino que eu fiquei olhou pra mim de uma forma como se tivesse pensando: Ela é estranha. Putz! Quando eu vou á uma festa que chego fico nervosa porque todos me olham, por isso gosto de chegar antes de todos. Minha cumadre veio a minha casa de carro com meu afilhado e eu fiquei tremendo quando a galera parou o carro e falou comigo. Eu quero melhorar!. É COISA DE LOUCO, eu fico muito nervosa, tenho medo de gente……………………………………AAAAAAAAAAAAAAH!!!pRECISO DE AJUDA MAS NAUM ENCONTRO NADAA..PARABÉNS PELO DOCUMENTÁRIO ME IDENTIFIQUEI POR COMPLETO, TUDO FALA SOBRE MIM.

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JOSUE MAMEDIO

PAULINHA NÃO FICA ASSIM,ACORDE DE MANHÃ E VA PROCURAR UM TRATAMENTO EFICAZ DE PREFERENCIA UM PSIQUIATRA QUE COM CERTEZA SUA AUTO ESTIMA VAI MELHORAR!!!

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jacqueline

Gente mim atrapalha abessa pra eu entra na sala de aula e uma novela deprimente mesmo,,, tem toda preparacao psicologica quando entro meus olhos falam logo estou timida e desconfortavel e um sofrimento constante e quando estou triste percebo que piora deixo de ir ate certo lugares terrivel

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denilson

Tbm sofro desse problema de fobia social gostaria de me comunicar com pessoas que passam pelos mesmos problemas e ver se consigo ajuda

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Wyll

Oi tbm passo por esse problema atualmente faço terapia com piscicologa e psiquiatra porém sinto que n estou pronto muitas situações ainda me assusta te se quiserem bater um papo para trocar experiências axo que seria bom meu zap 35 987231602

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Andre

Me add no face, sei la, talvez se eu conhecesse uma pessoa ou mais, com o mesmo problema que o meu, seria confortante, sabe, saber que nao se esta sozinho no mundo. seria bom!! espero que você me adicione leiliane. escrevi isso tamben para outras pessoas, pode ser uma boa forma de terapia.

andrerimador@hotmail.com

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Gabee Brandão

eu gostaria de trocar experiências também.. Eu preciso de ajuda, mas todos dizem que tenho preguiça, não tenho força de vontade, que não quero fazer nada da vida.. e isso não é verdade. Sofro muito por não viver a vida que gostaria, sempre encontro desculpas pra terminar relacionamentos.. larguei a faculdade por causa do trabalho de conclusão.. eu sei que preciso de tratamento.. mas agora, como ir até um psiquiatra? como, se ninguem da ouvidos ao que digo? pensei em loucuras, já.. mas me sinto inútil até para isso.. não sei o que fazer..

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jrevez

Olá boa. Gostaria de partilhar o fórum que estou a criar para pessoas que sofrem de ansiedade social… Gostaria que pudesse divulga-lo junto de pessoas com o mesmo problema se conhecer e que se pudesse juntar a mim.

http://mundosecreto.maisforum.com

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Oliveira

Deixa eu te falar, passa em um psq… pede para ele para vc tomar rivotril que vc vai ver uma diferença de 90% nas primeiras 2 ou trez semanas. pesquise antes mas é certeza experiencia própria, o problema é o sono e vicia vc sabe como é né tudo que que é bom vicia, mas pesquiza.boa sorte.

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Isabela

Meu nome é Isabela e tenho 16 anos fazem 3 anos que tenho essa timidez fora de sério a pouco descobri que se tratava de fobia social pesquisando na internet os sintomas que eu sempre estava sentindo ao estar perto de pessoas estranhas , ou até msm familiares , quando percebi que nunca fui a uma festa de amigos , ou bailes , coisas do tipo … Sempre que minhas amigas me chamam para ir para uma festa eu sempre invento algo e nunca fui . Penso que ao chegar lá serei a mais mal arrumada da festa ou que me acharão esquisita , sei lá eu só penso coisas ruins sobre mim , e eu não fico feliz de ver que tem tantas pessoas com esse msm problema que o meu pq eu sei como é ruim ,ver seus amigos ,irmãs e etc … sairem se divertirem voltarem para casa e te contar como foi a festa o menino bonitin que ficaram enquanto eu estou em casa chorando e me lamentando por n ter conseguido ir ,n falo isso para nig ,só invento desculpas e tbm n tenho coragem para ir ao um psicologo ou psiquiatra e fico assim tentando vencer essa fobia , mais n consigo eu n guento mais , ja pensei em várias vezes me matar e pensar q o inferno é melhor q isso q sofro mais fazer oque eu acho q o melhor é tentarmos todos nós vencermos isso , temos q ter força de vontade e pensamentos positivos sobre nós msm , pq se as pessoas que n tem essa fobia conseguem , se nós conseguimos seremos mais q vencedores por termos esse problema e conseguir vencelo , gente eu pesso a vcs q tentem n se entreguem eu ainda estou jovem , mais n importa a idade ,eu torso por vcs e que se eu pudesse ficaria com o problema de vcs pra mim , que assim pelo menos eu sentiria q eu valia alguma coisa tirando o sofrimento de tds vcs mais infelizmente n tem como eu fazer isso entao eu digo novamente lutem pq VENCERÃO serao todos bem sucedidos , pq Deus disse faça por onde que eu te ajudarei , entao com fé conseguiremos e crendo em Deus , n se entreguem por favor ,desculpa pelo enorme texto … mais eu n sei se vai valer a pena pra vcs lê isso , mais pra mim valeu apena escrever pelo menos contei pra algumas pessoas e me sinto mto mais leve com isso ! que Deus abençoe a todos e vcs serão alguem na vida sim , são todos bonitos e com saude pra conseguir oq querem podem ter certeza!

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Kamilla Paula

Oi Isabela meu nome é Kamilla tenho a mesma idade que você e mim sinto do mesmo jeito, nunca fui a uma festa com meus amigos por causa disso.

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Lucas

Achei seu depoimento muito bacana,é bom saber que ainda existem pessoas que se preocupam com vida do proximo,a ponto de querer transferir a dor do mais necessitado.Parabéns pela sua conduta.
Sofro com fobia social desde de adolescência,mas tenho piorado nos últimos meses.
Me sinto extremamente fracassado,tenho 24 anos e não sei o que ter uma vida social,não consigo namorar,não consigo entrar numa faculdade,até pra trabalhar esta difícil,me sinto um lixo,um ser humano desprezível.
Nas minhas orações sempre falo pra deus que era melhor que eu fosse fruto de um aborto,era melhor eu nem ter nascido,se o suicídio não fosse um pecado fatal eu ja o teria feito a muito tempo.
Com muito custo fui a um psicologo,mas não adiantou muita coisa,pois na parte teórica e fácil vencer a fobia,mas na prática é muito difícil.
Já lutei,já desisti,estou tentando pela última vez,se não conseguir então vou desistir de uma vez por todas e me entregar de corpo e alma.
Mais eu quero vencer e ajudar as outras pessoas também.
Quem quiser entre em contato comigo pelo email lucasnsoza@gmail.com
É importante para todos nós trocarmos experiências.

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jrevez

Olá boa. Gostaria de partilhar o fórum que estou a criar para pessoas que sofrem de ansiedade social… Gostaria que pudesse divulga-lo junto de pessoas com o mesmo problema se conhecer e que se pudesse juntar a mim.

http://mundosecreto.maisforum.com

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Paulo

Isabella , sou 1 ano mais velho e tenho passado por situaçoes parecidas, adorei a mensagem de apoio que deixou a todos, e apoio o pessoal deixar contato, email .. para conversarmos uns com os outros sobre o assunto e nos ajudarmos a superar! Daremos força ao outro e todos sairemos dessa

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Osmundo

È muito bom compartilhar com todos vcs, sei perfeitamente como é. Às vezes até me divirto pois agora sei que não é só comigo que acontece essas situações. Tinha a impressão de que só eu era assim como vcs todos descreveram; situações de exposição principalmente em transporte público, parece que todo mundo sabe o que eu penso! e parece que todo mundo fica reparando em mim, e eu fico constrangido, começo a suar, encontros sociais lanchinho da tarde com o pessoal do trabalho, tensão total fico suando frio pelas mãos, tremedeira, fico sem saber oq falar….fica parecendo rídiculo que vergonha! terrivel! Gasto muita energia com isso, fico emocional mente esgotado, vejo que emagreci por conta deste desgaste até por que estou enfrentando um novo emprego,então tenho que enfrentar situações novas situações sociais ah…. (só de falar minhas mão começam a suar) mas entendo que é uma reação física e procuro eliminar o excesso de emoção e ficar num nível mais racional eliminando perspectivas negativas de tudo, exatamente como descreveram anteriormente acima, Fico feliz por encontrar pessoas que também enfrentam essas situações, desejo força e coragem a todos e gostaria de continuar compartilhando a experiências afim de me sentir melhor e realmente compreendido pelos iguais em comum. Paz e Luz!

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Rafael

o que vc falou pendura em mim também só que com algo a mais não estou conseguindo emprego e morro de medo de ir pra faculdade ou escola tecnica,não tenho experiencia nenhuma.E outras coisas que eu passei que nem vale apena citar!abração quando vc conseguir sair da situação manda a receita!por qeu já tentei de tudo,mas curado ou livre! 🙁

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Elizete

Oi….
Agora pelo menos sei o q tenho e q ñ é só eu.Queria mudar isso mas é incontrolável,só d pensar na situação q vou ter d enfrentar já fico em panico.É um medo sem logica!
Já tentei muitas vezes vencer isso,já enfrentei muitas situações confiando em,apesar do desconforto…Mas ultimamente minha fobia aumentou e minha rotina esta diminuindo.Eu sei q só vou conseguir fazer o q quero se enfrentar e persistir,é um desafio novo cada vez q tento e uma frustração cada vez q minha anciedade vence antes mesmo d eu concluir.

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Julia

Olá! 🙂

Vou ser bem direta e clara. Trabalho no Mc Donald’s a 3 anos e ainda sou atendente, uma amiga minha que eu coloquei na empresa tem 1 ano de Mc Donald’s e hoje vestiu a farda de gerente. Fico feliz por ela e triste por mim, pois me sinto incapaz de ser promovida devido a minha fobia social, meu medo de pessoas, sou uma pessoa muito enrolada com dificuldades de aprender as coisas e se comunicar com as pessoas, já me apelidaram de morta no trabalho e isso me frustrou muito. Me sinto fracassada. Vou começar a fazer faculdade de administração e já estou pensando nos seminários, pois sou incapaz de falar em público. Sou burra. Vou ser atendente pra sempre. Preciso de ajuda, quero ser boa no que fasso. Uma vez uma pessoa olhou pra minha cara e falou: Isso aí vai sofrer muito, não sabe fazer nada, toda enrolada. Não consigo participar de um amigo secreto pois minha boca treme e meu rosto fica desfigurado no momento que percebo que me observam. Eu não sou feliz!.

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leiliane

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leiliane

tenho medo quando vou ne humm churrasco ou aniversario nao consigo comer so d e falar passo mal e começo a engascar sufocar parece q ue vol morrer fico com vontade de ir embora logo se eu colocar qualquer coisa na boca eu passo mal e tiro da boca eu emgasco com minha saliva
tenho vontade de sair ir ne hum testalrante com minhas filhas e meu marido mais nao posso sera q isso eque eu tenho e fobia

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Julia

Oi Leiliane, eu sofro o mesmo problema que você, eu não consigo comer na frente de ninguém. Não sei quantas desculpas eu já usei para sair disso, toda vez que vou em algum lugar que tem que comer eu entro em pânico, parece que eu vou morrer, eu não consigo, me trava. Sei exatamente o que você passa. Hoje tenho 16 anos e sofro disso desde os 5. A palavra "comer" junto de "público" realmente me assusta. Se quiser conversar, me mande um email: julia.tp_fs@hotmail.com

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Andre

Me add no face, sei la, talvez se eu conhecesse uma pessoa ou mais, com o mesmo problema que o meu, seria confortante, sabe, saber que nao se esta sozinho no mundo. seria bom!! espero que você me adicione leiliane. escrevi isso tamben para outras pessoas, pode ser uma boa forma de terapia.

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aline

Ii os comentarios e me identifico demais, eu trabalho, sou casada, tento ter uma vida normal, eu descobrir q tinha fobia a pouco tempo, quando começei a recusar convites para festas, sair para determinados lugares, e ja chegueib ate fugir d entrevistas d empregos, eu trabalho nesta firma a quase dois anos e sinceramente acho q foi um milagre eu ter conseguido, ñ sou uma pessoa timida , tenho muitas amizades, mais odeio chamar atençao, o q me incomoda na fobia, é q quando estou com crise fico muito vermelha e pareçe q vou infartar, mais ñ é um vermelho tipo corado, pareçe uma alergia no corpo td, tenho sort quando ninguem percebe, eu tenho, muita vontad d estudar ja deixei d fazer varias coisas e acho as vzs q ñ vou aguentar e vou desistir d td, acho q isso é a pior coisa do mundo,to tentando superar, com ajuda d remedios e deus principalment, nas crises eu penso ate em me matar e choro bastant, se quiserem alguem pra conversar é sempre bom, as-andrade1985@live.com

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Camilla

Aline, preciso conversar com você. Me adiciona no face. https://www.facebook.com/camilla.freitas.180

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aline

li o seu comentário e me identifiquei muito com ele tenho muito medo nao sei dizer se é medo ou vergonha nao sei !!!hoje que descobri lendo este artigo que posso ter é fobia social evito tudo que acho que nao posso conseguir fico nervosa sempre fico vermelha nas situações ,coração dispara e quando percebo que as pessoas virao que estou vermelha ai que fico com mais vergonha .tenho muita vontade de ter filhos mais quando penso em tudo que vou passar desisto ate mesmo em tirar a carteira de motorista nao consigo tudo o que vc falou eu passo preciso de ajuda

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amanda

te entendo, passo pela mesma coisa, me sinto completamente inutil ,imprestavel vai um dia agente vence

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amanda

Sofrer de fobia social e muito triste, falo isso por experiencia propria , sofro muito com isso, antes pensava que só eu tinha isso, bom saber que tem mais gente no mesmo barco que eu, ate mesmo pra me sentir melhor sab? minha vida esta totalmente paralisada por causa da fobia , não saio pra lugar nenhum, não tenho amigos, soou totalmente solitaria, isso e muito ruim, sofrimento sem fim, não sei como eu ainda consigo trabalhar.. ja sabia q oque tenho é fobia porem , um dos grandes problemas de quem passa por isso e que , ja que sofremos de fobia social, como vamos procurar um piscologo já que conversa com pessoas estranhas ja nos deixa totalmente sem rumo, e muito dificil mais estou com fé, vou mudar, vou vencer.

Se alguem que passa por isso quizer cvs cmg me add no face amanda magalhaes

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Camilla

Amanda, você poderia copiar e colar seu endereço do face para eu te adicionar? É que existem várias Amandas Magalhães no face. Obrigada!

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Oscar

Me add tb!! Aliás, me passa o seu endereço no facebook!

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Rafael

Olá pessoal !! Tenho 20 anos e sofro de fobia social desde minha infancia.Sofro muito com ansiedade generalizada,mas comecei a fazer o tratamento com psiquiatra aos 16 anos,pq minha mãe percebeu que estava lavando muito as mãos.E tenho vergonha de sair sozinho.
Quem tiver a mesma situação que eu,me adicione no face,é Rafael Lucas Silva.

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Rafael

Olá Amanda me adiciona no face o meu endereço é rafa_lucas_sil@hotmail.com.Me adiciona lá.
Para a gente conversar,espero seu contato.

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Oliveira

pesquisa esse medicamento rivotril e passa em um psq… vc vai ver adiferença,e outra coisa vc tem muita força de vontade, porque tem gente que só pensar em em faculdade já tem fobia por causa do tcc,toma esse medicamento depois de passar em um especialista que vc vai ver a diferença. pesquise,e tenta uma vaga de teleatendimento em uma grande empresa de seguros no centro de são paulo que além de vc ganhar melhor do que no mec, vai ter oportunidade de crecimento,não precisa de experiência e valoriza quem trabalha como vc muito e ganha pouco, tente é facil é só se inscrever pelo site,+ 50% por cento da faculdade po responsabilidade da p… bolsa de 50% matou a charada e outra só meio periodo com treinamento. SÓ ESTOU QUERENDO AJUDAR seria uma ótima profissão p/ vc crescer e com treinamento vale a pena tentar quem trabalha no mec é bastante valorizado por outras empresas,Abraços

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albert eisten

JULIA EU SEI QUE A OPINIÃO DAS PESSOAS PRA NOS COM ESSA MALDITA DOENÇA É MT SIGNIFICATIVA MAIS PARE UM POUCO PRA PENSAR CARA É ISSO QUE VC QUER, E QND ALGUEM TE JULGAR LIGA O FODA-SE ESTOU PASSANDO A FAZER ISSO, EU MALHAVA ANTES DE ENTAR NESSA CRISE COM ISSO ONDE PASSO AS PESSOAS ME OLHAM E SEI QUE ELAS ME JULGAM METIDO E TUDO MAIS . MAIS AGR PASSEI A LIGAR O FODA-SE NINGUEM SABE O QUE EU PASSO E COMECE A FAZER O QUE TE FAZ BEM, EU PAREI O CURSO DE SEGURANÇA DO TRABALHO REMUNERADO PORQUE NAO ME SENTIA BEM ME SINTO MU POR NÃO FAZER O QUE GOSTO MAIS ME SINTO BEM POR NÃO FICAR COMBATENDO PENSAMENTOS O TEMPO TODO NA SALA DE AULA

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samuel

Um dos melhores tratamentos é falar tirar tudo que esta te incomodando. Eu me sinto mal em qualquer lugar ondas de calor e tonturas parece que estou doente. Mas é só a cabeça

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Leticia

Eu também sofro com este terrível problema desde minha infancia, na adolescencia eu melhorei gradativamente mas depois dela nunca mais progredi. Nunca fiz nenhum tratamento ou passei por psicólogos.. Minha ansiedade ataca principalmente meu físico e temo que daqui pra frente ela prejudica minha vida profissional..
Gostaria muito de ajuda como todos que comentaram nesse blog, graças a essa "doença" digamos a sim, me tornei uma pessoa tímida já não tenho mais auto estima, pensamentos negativos já viraram rotina. Gostaria muito de um dia acordar e não se lembrar de nada disso, e que posso ser uma pessoa normal como as outras. Voces tbm já pensaram nisso?

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Vanessa

Querida Letícia, sou prova viva de que este grave problema de saúde pode atingir qualquer tipo de pessoa.

Por experiência própria, a melhor atitude que tem a tomar neste momento é procurar ajuda profissional e se cercar de pessoas que a compreendam.

Este problema não passa sozinho. É é algo que prejudica, e muito a vida profissional.

Se você ou outra pessoa que estiver lendo quiser conversar comigo, meu email é falecomvn@gmail.com.

Vanessa.

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cleomagno

Meu irmao qdo eu estou falando em publico sinto muito suor, o que fazer para dimuir essa situaçao a pesar que eu nao fico muito servoso, mais o suor é constante o que fazer para diminuir essa situaçao do suor, ou isso é porquer fico nervoso apesar deu nao perceber o nervosismo obrigado.

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Capitu

Olá! Eu tb sofro de fobia social nao me sinto bem a beira de ninguem, é horrivel,.. Mas descobri p uma amiga q ha plantas enteogenicas q reestruturam as ligacoes nervosas cerebrais, criando novas conexoes neurais, esta planta chama se iboga, estou a pensar fazer o tratamento, e decidi partilhar para ajudar pessoas c o mesmo problema q eu.. Pesquisem mais informacoes falem comigo 🙂 beijo
Criei um grupo no facebook para falar mesmo sobre isto : "Depressao e fobia social portugal" por favor adere e falemos todos por lá 🙂 obrigada até logo*

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ZE DA SILVA

EU SINTO FOBIA TAMBÉM É PÉSSIMO TEM REMÉDIO PARA ESTE PROBLEMA REMÉDIO CONTROLADO É UMA DERROTA, NÃO SERVE EU SOFRO MUITO PASSANDO MAL QUANDO VOU UMA FEIRA A UMA FESTA E COISA E TAL

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Cristiano

Olá gnt boa! Uma coisa que precisa ser dita e creio que todos aqui conhecem é… O PENSAMENTO É FORÇA CRIADORA! Portanto: "Se vc pensa que pode, ou pensa que não pode, vc está certo!" (Henry Ford).

Pensamentos antecipatórios; Fazer o velório antes da hora; Pensamentos sufocantes e obsessivos; Gravitação constante em torno de uma pensamento (gerando angústia); Preocupação exagerada com o que dizem e falam de vc… Não existe finitude para a CRIATIVIDADE DA MENTE HUMANA. Nossa emoção é burra! E se não guiada pelas rédeas da razão corremos grande risco em ficar à merce nesse mar violento que as emoções podem nos proporcionar.

MAS CREIA! Seu problema TEM SOLUÇÃO!

1) Mudar o FOCO e a PERSPECTIVA pela qual se olha o problema é fundamental. Procure se distanciar de si msm nesses momentos de angústia, levar o pensamento para longe, para AREJAR sua mente. Pois pensar racionalmente nesses momentos sufocantes é muito difícil, e tentar resolvê-lo olhando-o de tão perto ficará bem mais complicado!

2) Há técnicas que podem ser utilizadas e te levar a grande êxito! E que são até simples! Mas precisam ser treinadas diariamente. Se faz necessário RECONFIGURAR sua mente, não APAGAR os dados! Ninguém passa pelo vale do sofrimento e sai a msm pessoa! O sofrimento muda as pessoas! As tornam mais humanas, melhores! Pq as fazem tocar na crueza da vida.

3) Vamos a algumas técnicas:

"MÉTODO DO DCD (Duvidar, Criticar, Determinar) – Augusto Cury (psiquiatra)". Em seu livro INTELIGÊNCIA MULTIFOCAL aborda o assunto. Esse método de "Duvidar" do pensamento intrusivo, "Criticá-lo" ativa e vigorosamente; e "Determinar" o que se quer pensar, são de forma resumida, alguns passos, que associado à respiração pode lhe trazer conforto e até msm a cura.

"INTENÇÃO PARADOXAL – Viktor Frankl (psiquiatra)". Pude ler em muitos comentários problemas relacionados com sudorese, rubor facial, problemas de relacionamento, dificuldade e medos diversos. Esse técnica foi criada por Viktor Frankl fundador da Logoterapia, e foi abordada em: "Em busca de sentido". Se trata basicamente "no fato duplo de que o medo produz aquilo de que temos medo e de que a intenção excessiva impossibilita o que desejamos." Portanto, "nesse método o paciente que sofre de fobia é convidado a intencionar precisamente aquilo que teme, mesmo que apenas por um momento." E o bom desse método é que INDEPENDE de base ETIOLÓGICA. Há inúmeros exemplos de pessoas que foram curadas de fobias e pensamentos obcessivos que as atormentavam a anos através desse método…

4) Atividades físicas são EXTREMAMENTE revelantes! Pois auxilia na melhor oxigenação do cérebro, a colocar pra fora o Stress, além de inúmeros benefícios tangíveis a saúde física e melhor qualidade de vida!

5) Atuar ATIVAMENTE naquilo que te faz sofrer! Não seja passivo! Não se auto-sabote! Creia: Enquanto vc sofre, há uma ENORME força sendo gerada dentro de vc! Não queira que sintam pena de vc! VC É CAPAZ!

6) Aprenda com aquilo que te faz sofrer! O sofrimento é inevitável, portanto, o que nos resta quando ele nos bate à porta é APRENDER com ele! Mude o FOCO! Não pense nos prejuízos que anda adquirindo! Mas sim no que vc pode aprender com aquilo que te faz sofrer! Mudar a forma que se olha para o problema, e como vc se enxerga é fundamental!

7) A grande questão não é o problema que vc tem! Mas sim qual tem sido a sua postura em relação a ele! Qual tem sido seu posicionamento? Como altivo atuador dando choques de lucidez na sua psique? Ou apenas como um mero personagem passivo a suas vãs emoções e ao sabor das ocasiões angustiantes?

8) APRENDA A RIR de vc msm e do que lhe acontece! Quem aprendeu a arte de achar graça das "doidices" e loucuras que lhe acontecem já deu um grande passo! =D

9) Seja otimista em relação à vida! E saiba que tudo passa! Nada é para sempre! Esse sofrimento irá sumir e se tornará algo distante em sua mente! Pq vc conseguiu "domar a fera" e enxergá-la da forma como realmente é! Portanto, JAMAIS CEDA ao APARENTE grande poder do inimigo!

10) FÉ! Pode se tornar o PRINCIPAL no seu processo de recuperação! Agora falo aos que creem em Deus…! Vc NUNCA será o que os outros pensam de vc! Mas SIM o que Jesus pensa a seu respeito! A passagem que é mais repetida na bíblia é: "NÃO TENHAS MEDO!" Creia, ore, peça auxílio d’Ele que nunca te negará amparo!

Bem, poderia eu discorrer aqui pelo menos mais umas mil linhas… Mas aqui me atenho e espero ter ajudado!
Disponho através do e-mail: cristianoajuda@gmail.com

Até mais! =)

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Pek

Esse transtorno é horrível. Tudo começou com uma humilhação que uma pessoa totalmente transtornada me fez passar. Acho q apartir daí, tudo desencadeou tudo. Tenho medo de encontrar pessoas que possam me humilhar, incluindo pessoas do sexo oposto. E pra piorar, já me disseram isso várias vezes, algumas mulheres têm medo de mim pq sou muito bonita e passo a impressão que quero roubar os namorados.. Que horror! Isso eh ainda mais péssimo p quem sofre desse mal. De 2 anos pra cá todas as situações são extremamente incapacitantes p mim. Acho q reconhecer que sou falha e incapaz de me relacionar eh melhor.

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Cristiano

Bem, faça isso e estará se colocando como agente passivo da própria história! E então quando ficar velhinha e olhar pra trás verá que assassinou sua própria identidade, os seus sonhos, teus projetos, tua vida… Nunca recue, nem mesmo pelo aparente grande poder de um inimigo existente ou criado… Porque os limites com medo, geralmente são apenas uma ilusão!

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Ana Karenina

Olá Miguel

Eu quando criança sofri bullyng e sentia muito isso, tinha medo de sair e de falar com as pessoas por medo do que elas poderiam fazer, pensar ou dizer. Sentia todos estes sintomas, principalmente insônia e dor de cabeça, eu me preocupava demais e fica pensando no que fazer, que atitude tomar, acaba o dia e eu nada fazia de diferente.

A coisa só melhorou quando eu comecei a enfrentar o problema, comecei a apresentar os trabalhos mesmo com muita vergonha, começava a conversar mesmo timida, saia de casa mesmo com vergonha e medo dos olhares, fui fazendo cada coisa e foi ficando tudo muito natural, ou sinto menos dificuldades nessas situações.

Lógico que há situações onde a timidez aparece, mas ela não chega a atrapalhar a vida.

Muito bom seu post, bastante esclarecedor e reconheço mesmo que o melhor caminho é enfrentar e não aceitar o isolamento social como algo normal porque não é, visto que não vivemos sozinhos e estamos sempre precisando de alguém na vida.

Um Abraço

@anakint

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Miguel Lucas

Olá Ana, obrigado pelo comentário.
O seu testemunho é demonstrativo de uma situação tipo, a partir da qual a pessoa pode começar um processo ansioso e emergir o transtorno de ansiedade social.
O que descreveu como estratégia de enfrentamento do problema, é também muito significativo, dado que aplicou exatamente aquilo que mais contribui para a redução dos sintomas e consequente aprendizagem de competências sociais, desenvolvendo igualmente a confiança.

Obrigado pelo seu contributo, relatando o que vivieu e como ultrapassou. É sem dúvida uma mais valia para quem possa estar a passar por esta fobia.

Abraço

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SamantaSammy

Olá Miguel !!

Excelente artigo, muito bem elaborado e esclarecedor.
É muito importante informar e alertar as pessoas para este tipo de transtorno, que é muito mais comum do que imaginamos e causa diversos males na vida de uma pessoa.
Se não for diagnosticado e tratado corretamente, os resultados podem ser mesmo desastrosos.
Iniciativas como a sua de divulgar estas informações ajudam muito aqueles que sofrem com isso mas não sabem o que está ocorrendo, e por falta de conhecimento levam uma vida sem qualidade e de sofrimento.
Ótimo post !
Grande abraço !

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Miguel Lucas

Olá Samanta, obrigado pelo comentário e bem-vinda à Escola Psicologia.

Sem dúvida que divulgar conhecimento que possa ajudar as pessoas a perceber que existem formas de conseguirem minimizar os seus problemas é uma mais valia, e é esse exatamente um dos objetivos da Escola Psicologia.

Fico agradecido pelo seu reconhecimento.

Abraço

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Beatriz

Oi…
Eu estava navegando por aí na net, e encontrei o seu blog.
Começei a ler e gostei de algumas coisas que li, porque eu sou completamente tudo que tá escrito aqui.
Eu nunca busquei ajuda porque não consigo, tenho 18 anos,e gostaria de poder mudar.
Enfim, suas matérias são muito boas

😉

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Miguel Lucas

Olá Beatriz, obrigado pelo comentário e bem-vinda à Escola Psicologia.
Espero que o artigo possa ter contribuido para o seu esclarecimento. É no entanto importante perceber, que caso se identifique com alguns dos sintomas descritos, e estes lhe causam mal-estar e lhe afetam a sua vida, deve procurar ajuda ou formas de ultrapassar esse problema.

Viver, evitando as situações, vai-se tornando incapacitante e retira-nos qualidade de vida. Pondere, tentar empenhar-se na resolução do seu problema. Pode ainda estar numa fase inicial, o que facilita a sua melhoria.

Abraço

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Eliane

Bom, sofro de fobia social e ano passado concluí minha faculdade, mesmo que a experiência lá não tenha sido das melhores. Hoje, estou com dificuldade de encontrar emprego, especialmente porque em muitas vagas oferecidas e em alguns processos em que participei, pois não me encaixo em algumas competências exigidas tais como: comunicativa, dinâmica, bom relacionamento interpessoal, etc. Minha área de trabalho é a química e embora eu queira e precise muito trabalhar, me sinto extremamente ansiosa antes da entrevista e também temo que mesmo ao conseguir, tenha dificuldades por começar a tremer na hora de fazer análises ou operar equipamentos de laboratório que são caríssimos e delicados (tive estas dificuldades em fazer isso no estágio porque ficava nervosa). Não sei muito bem como superar essa ansiedade anterior a entrevista,realizar minhas tarefas com calma num possível trabalho, ou mesmo me participar de processos seletivos(a maioria) em que as habilidades comportamentais citadas são tão valorizadas.

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Miguel Lucas

Olá Eliane, a fobia social é realmente incapacitante e como descreveu, prejudicial nas atividades em que temos de ser competentes e mostrar, disponibilidade e confiança. Apesar so seu problema de ansiedade poder ser resolvido (depreferência com ajuda profissional)com estratégias psicológicas,penso poder beneficiar igualmente de um programa de desenvolvimento de competências sociais, tais como: Diálogo assertivo, comunicação empática, avaliação de situações exigentes, auto-confiança e auto-estima.

Como diz e muito bem, a aprendizagem de habilidades comportamentais são essenciais para tomarmos boas decisões na vida e sobretudo em controlo.
A ansieadade é antecipatória (refernte a algo que vai acontecer no futuro), exponha-se às situações, inicialmente algumas de fácil resolução e sobretudo com uma estratégia do que fazer caso comece a sentir alguns sintomas da ansiedade. Sentir os sintomas não é por si problemático, o que é problemático e perder o controlo. Tem de tomar consciência que mesmo como algum mal-estar é possível ser eficiente e bem sucedida (lembre-se que a outra pessoa pode não se aperceber daquilo que está a sentir e passar-lhe pela cabeça). Foque-se na tarefa, e do que tem de fazer para que a tarefa seja bem realizada (mesmo sentido algum mal-estar). O mal-estar é sempre temporário.

Abraço

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Eliane

Obrigado, Miguel! Seus conselhos são muito úteis. Vou colocá-los em prática.

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Franklin

Obrigado !!
Agora realmente descobri que tenho fobia social pois tudo que você diz, é o que acontece comigo.
Eu mesmo vou tentar pedir ajuda !!

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Miguel Lucas

Olá Franklin, obrigado pelo comentário e bem-vindo à Escola Psicologia.

Fico contente pelo artigo o ter ajudado a esclarecer acerca do seu problema. Se os sintomas descritos, assim como a incapacidade de gerir algumas situações sociais lhe afetam o bem-estar e funcionalidade da sua vida, deverá mesmo procurar ajuda o quanto antes.

Boa sorte, e vá dando notícias.

Abraço

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jefferson

Escreva aqui o seu comentário nossa muito bom eu sofro ha sete ano e fis tudo que ta ai e nao comsigo sair mais vou procurar ajuda e pensar bem mais positivo ta de parabens

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Maurílio

Já faz algum tempo que pesquisei algumas coisas sobre fobia social e acredito que me enquadrei no quadro de fóbico. Parabenizo pelo blog pois o assunto foi muito bem abordado.
Nossa, isso tem me prejudicado muito, já tenho 18 anos e me privei de muita coisa devido a essa fobia.
Vou tentar colocar em prática o que relatou no artigo.
Existe algum livro que trate do assunto?
Obrigado desde já.

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Miguel Lucas

Olá Maurílio obrigado pelo comentário e bem-vindo à Escola Psicologia.

Fico contente pelo fato do artigo o ter ajudado e alertado para a sua situação. Tente dentro do possível investir na melhoria do seu problema e pouco a pouco tentar enfrentar as situações problemáticas. Tente dentro do possível arranjar sempre uma estratégia no momento de enfrentar a situação ansiosa.

Relativamente ao livro, infelizmente os livros que tenho são todos muito específicos e clínicos, não sendo adequados ás pessoas que sofrem do problema. No entanto vou pesquisar no sentido de encontrar algum que seja de auto-ajuda e depois indico.

Abraço

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Maurílio Júnior

Caro amigo Miguel, passei para esclarescer algumas dúvidas com você. Conforme já lhe disse, me identifiquei com muita coisa que você expôs no seu site e até encontrei um livro chamado Como perder a timidez, já estou praticando as técnicas e acho que terei uma melhora considerável.
Em 2.011 me mudarei para capital, moro atualmente numa cidade pequena, e devo morar sozinho (sem meus pais) em uma república. Essa nova situação é favorável para os tímidos e fóbicos sociais? O ato de morar sozinho e assumir as responsabilidades por mim mesmo e o choque cultural de se mudar para uma cidade dez vezes maior do que minha terra natal contribui para aumento ou diminuição da timidez/fobia?
Existem técnicas que posso utilizar para diminuir a ansiosidade ao falar com as pessoas? E técnicas para que elas não percebam que sou tímido? (isso é muito importante principalmente na hora de entrevistas para emprego)

Obrigado desde já. Um abraço!!
Boas Festas de Fim de Ano.

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António

Olá Miguel Lucas. Este artigo é muito bom.
Eu sofro de fobia social grave ha algum tempo. Comecei por me sentir tonto e com nauseas em espaços comerciais, com a sensação que ia desmaiar ali na hora até ter que sair a correr para a rua onde nao houve-se ninguem . Sentindo isso, comecei a isolar-me cada vez mais ao ponto de hoje nao conseguir ir a uma festa com medo de toda a gente se focar em mim e com receio de voltar a acontecer pior. A minha auto-estima baixa a cada dia que passa, nao consigo ir a entrevistas para arranjar trabalho, e sinto que se torna pior a cada dia que passa. Gostava de saber se há alguem da zona de sines com o mesmo problema, Poderiamos iniciar uma sessão de auto-ajuda em conjunto. Gostava de receber uma resposta o mais rapido possivel, Pois mesmo a escrever este email sinto que vai ser catastrófico… Cumprimentos

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Miguel Lucas

Olá António, obrigado pelo comentário e bem-vindo à Escola Psicologia.
Pelo que relata situação é bastante preocupante dado que lhe afecta a sua vida e bem-estar. A auto-ajuda é sempre uma possibilidade, mas no seu caso provavelmente beneficiaria da ajuda de um profissional.

Em breve, aqui na Escola Psicologia iremos disponibilizar seminários terapêuticos online. Fique atento, esta pode ser sempre uma hipótese. Ainda assim, aconselho-o a procurar ajuda o mais breve possível.

Estou sempre disponível para lhe esclarecer dúvidas, caso necessite.

Abraço

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flavio

Olá Miguel Lucas, muito bom seu artigo! Infelizmente sofro desta terrível fobia!. Eu sinto ansiedade muito forte, quando vou conversar e me expressar para pessoas estranhas eu fico muito gago e a voz não sai. Dói o peito ao tentar forçar a voz sair. Eu tenho 26 anos, não consigo me tratar ,pois não encontro apoio familiar e de uns meses para cá, eu sinto fortes sintomas depressivos e dores no corpo, tipo vontade de só ficar deitado, dores musculares, tristeza profunda por tentar encontrar uma solução e não conseguir. A ansiedade pode gerar esta dificuldade na fala quando vou conversar com alguém estranho?

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Miguel Lucas

Olá Flávio, obrigado pelo comentário.
Sem dúvida que a ansiedade pode provocar todos os sintomas que descreveu.
Para que possa ficar esclarecido, os sintomas são uma condição e não uma doença em si mesmo, quero com isto dizer que os sintomas são a forma que o corpo tem de reagir às circunstâncias.

Aconselho-o a procurar ajuda, dado que a tendência é piorar.Como é óbvio pode sempre recolher informação (nomeadamente aqui na Escola Psicologia) e tentar implementar algumas estratégias e técnicas de enfrentamento.

Estarei sempre disponível para qualquer esclarecimento.

Abraço

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Jon Miler

Miguel, seu artigo é muito bom.
Me ajude! minha namorada parece ter esses sintomas da fobia social, toda vez que sairmos que ela percebe que uma pessoa olha para ela , se desconcentra toda,começa ficar nervosa e ate parece que está olhando admirando outro homem, mas percebi que se trata desse distúrbio, o que fazer para ajuda-la!isso está atrapalhando meu relacionamento.

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Miguel Lucas

Olá jon Miler, obrigado pelo comentário.
Tal como expliquei, o transtorno de ansiedade social é muito incapacitante e é accionado por condicionamento geralmente relacionado com alguma forma de “medo” que por sua vez se pode relacionar com preocupação excessiva acerca de algo, sentimento de vulnerabilidade e/ou perigo. O problema maior normalmente está relacionado, não só com todos esses problemas disfuncionais de pensamento, mas principalmente pelas sensações de mal-estar sentidas no corpo e que atrapalham muito.

Este é no fundo aquilo sobre o qual se tem de trabalhar, alívio das sensações físicas.
Aconselho-o a ler o nosso artigo: http://www.escolapsicologia.com/compreender-o-incomodo-da-ansiedade-social/

Abraço

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Maurílio Júnior

Caro amigo Miguel, passei para esclarescer algumas dúvidas com você. Conforme já lhe disse, me identifiquei com muita coisa que você expôs no seu site e até encontrei um livro chamado Como perder a timidez, já estou praticando as técnicas e acho que terei uma melhora considerável.
Em 2.011 me mudarei para capital, moro atualmente numa cidade pequena, e devo morar sozinho (sem meus pais) em uma república. Essa nova situação é favorável para os tímidos e fóbicos sociais? O ato de morar sozinho e assumir as responsabilidades por mim mesmo e o choque cultural de se mudar para uma cidade dez vezes maior do que minha terra natal contribui para aumento ou diminuição da timidez/fobia?
Existem técnicas que posso utilizar para diminuir a ansiosidade ao falar com as pessoas? E técnicas para que elas não percebam que sou tímido? (isso é muito importante principalmente na hora de entrevistas para emprego)

Obrigado desde já. Um abraço!!

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Miguel Lucas

Olá Maurílio Obrigado pelo seu comentário.
Espero que a aplicação das técnicas para diminuição da timidez possam ser úteis.

Morar num sitio desconhecido com outras pessoas, certamente não será favorável, no caso de sofrer de ansiedade social. Pelos menos em termos de sentimentos e sintomas, funcionará como um gatilho. Deve estar preparado para essa situação. No entanto do ponto de vista de uma possível melhoria, essa será uma excelente situação de exposição aos seus medos. Acresce ainda ao fato de ir estar à sua inteira responsabilidade, podendo isto contribuir para o desenvolvimento de algumas competência sociais. Pode ainda desconfirmar alguma da sua timidez ou ansiedade, verificando que afinal não existi motivo para tanta ansiedade.

Maurílo, aquilo em que se deve focar, não é no fato das pessoas não perceberem que é tímido. Ser-se tímido não é o problema. O problema é perder o controlo das situações e normalmente de forma antecipada pensar de forma catastrófica. Deverá assumir que tem algumas dificuldades, mas que ainda assim é possível fazer as coisas, se accionar a estratégia correta. Normalmente com verbalizações de capacidade, de orientação da tarefa e de controlo dos sintomas ansiosos (sintomas físicos de mal-estar).

Uma das técnicas a desenvolver é a capacidade de se focar no que é importante na hora de realizar algo (por exemplo, entrevista de emprego)….deve focar-se naquilo que acha que deve dizer, no que não pode dizer, o que fazer para estar descontraído, o que fazer para ter a voz segura. O combate à ansiedade faz-se com a melhoria de determinadas técnicas, e não em preocupar-se em esconder o seu problema ou recear que alguém descubra que tem esse problema.

Abraço

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Luciano Junior

Olá Miguel.

Primeiramente obrigado pelo artigo, ele aborda cada pequeno detalhe. Eu sofro de ansiedade social em vários tipo, que nem sei se a minha é especifícia ou generalizada.

É muito dificil pra mim conseguir fazer certas coisas, mesmo que eu queira muito faze-las, e quando finalmente consigo sinto um grande alivio, e ao mesmo tempo fico me perguntando, Como eu consegui fazer isso?

Pra mim o mais dificil é conseguir chegar numa mulher, mesmo que eu não esteja interessado em namorar com ela, nesse momento eu sinto como se estivessem me furando com várias agulhas, e o único jeito de parar é se eu me coçar, sem contar no calor imenso que faz, é por isso que as vezes evito falar com mulheres.

Agradeço pelo o texto e vou tentar praticar algumas dessas técnicas pra ver se consigo diminuir a minha Fobia Social.

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Miguel Lucas

Olá Luciano, obrigado pelo comentário.

O problemas da ansiedade é perturbador, principalmente por não se saber como lidar com determimadas situações sociais e igualmente com os sintomas que se sentem no corpo. Isto tudo pode levar ainda a pensamentos negativos acerca de si.

Saiba que este tipo de problemas tem tratamento. Existem algumas técnicas eficazes para diminuição dos sintomas corporais, assim como algumas estratégias sociais que pode aprender.

Fique atento, ao longo do tempo irei escrever sobre este assunto.

Aconselho-o a ponderar procurar ajuda de um profissional.

Abraço

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Ana

Olá! Obrigada pelo artigo, deu para esclarecer alguns pontos acerca deste transtorno.
Eu sofro de ansiedade social à cerca de 1 ano, nem sei bem como começou. Comecei por rejeitar a ideia e pensar que era algo passageiro, mas não. Só piorou, embora alguns dias me sinta menos ansiosa que noutros. Eu sou, ou pelo menos era, uma pessoa bastante social, adoro ir a festas e a jantares e divertir as pessoas, mas agora sinto que isto me está a consumir. Sinto-me tensa e cheia de tremores no corpo. E o que mais me custa é que ainda não tive coragem de contar a ninguém porque tenho vergonha. Sinto-me revoltada, quero voltar a ser como era à 1 ano atrás. Estou a tentar combater isto sozinha e ver se melhoro, eu sei que também é uma questão psicológica e dveo pensar positivo. Uma das coisas que nunca deixei acontecer foi privar-me de algo, sempre fiz e sempre continuarei a fazer a minha vida normal e a enfrentar as situações embora às vezes sinta que vou explodir de tanto tremer e estar inconfortável.

Ter escrito isto aliviou-me, pois nunca tinha falado de isto a ninguém.

Obrigada

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Miguel Lucas

Olá Ana, obrigado pelo comentário.
Tentar combater o seu problema sozinha é de louvar, no entanto alerto para o fato de estar a sofrer sem real necessidade, ou seja como coloquei no artigo, o tratamento é possível e as taxas de sucesso com terapia cognitivo-comportamental são elevadas. Caso não consiga por meios próprios, aconselho a procurar ajuda profissional. Não só para resolver o seu problema específico, mas para evitar equívocos acerca de si, dado que este tipo de problemas retira muita capacidade e leva a que a confiança e auto-estima sejam afetadas. Existem técnicas que pode aprender para regular a intensidade dos sintomas, mas elas têm de ser aprendias devidamente.

Boa sorte,

Abraço

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Priscilla

oi Miguel, me identifiquei com esse caso e procurar um profissional seria qual? Um psicologo?

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Marta

Olá Miguel!
Antes de mais os meus parabéns por contribuir na ajuda de muitas pessoas inclusive a minha….apesar de passar muito tempo a ler este genero de artigos gostei muito deste, mas a pratica é tão dificil, que hoje foi um dia particularmente difil para mim. Á dias assim, ás vezes acho que nunca vou ser capaz de ser uma pessoa normal. Apesar de ter conseguido tirar um curso superior não consigo trabalho, ter conseguido amigos não os consegui manter, casei tenho uma filha mas uma vida social muito pobre, porque sofro de uma grande ansiedade e coro por tudo e por nada e isso tira me a vontade de continuar, pois fico exposta a situações constrangedoras.

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Miguel Lucas

Olá Marta, obrigado pelo comentário.

Todos nós temos dias menos bons. Mas sim, quem sofre com os problemas da ansiedade por vezes a incapacidade é grande, e a angustia quase intolerável. Saiba que provavelmente sofre sem necessariamente ter de ser assim, afortunadamente a fobia social e outras desordens de ansiedade já podem ser tratadas com elevada eficácia. Pondere procurar ajuda, o seu problema pode ser debelado. Pode aprender um conjunto de estratégias que lhe permitem levar a sua vida para a frente com menos condicionalismos. Acredite, é possível melhorar, mas tem de fazer por isso. E não basta querer é necessário fazer as coisas correctas (ajuda profissional) de preferência com terapia psicológica.

Vá ficando atenta à EScola Psicologia de tempos em tempos irei abordar as questões da ansiedade.

Boas melhoras.

Abraço

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mariana

Excelente. Muito esclarecedor.Pensa-va que era uma anormal pois as coisas que sinto não fazem sentido, tenho consciência disso o que é ainda pior.
impressionate tudo o que lia ou a maioria, é exatamente o que se passa comigo. Mas estou melhor por enfrentar uma das situaçoes piores para mim.De inicio tive dores de estomago muito más e tomei um protector gastrico para nao trazer problemas. A fobia social é horrivel.
as minhas maos ficam suadas e tremo. Tenho medo que a pessoa repare pois é constrangedor, pensa que estou nervosa por causa dela. Depois dessas situações dou por mim a rever tudo o que disse, o que disse mal , etc e fico muito ansiosa com vontade de tentar corrigir da proxima vez. Fico muito nervosa em situaçoes de observação como exames médicos, e foco-me em mim mesma , de como estou a suar e pior, a tremer. Formulo cuidadosamente um dialogo antes de falar.Quero causar boa impressão, conversar normalmente sem me preocupar com o que digo. O pior mesmo é estar sempre a rever o que fiz. Não tem sentido! vou seguir as dicas que deu. este post é fantástico. estou mais esclarecida e acho que a pouco e pouco estou a conseguir.Pensava que era a única pessoa a preocupar-me com coisas tão estranhas e o meu sistema simpático ser activado , e causar tanto sofrimento.felizmente estou melhor e sinto-me orgulhosa de mim mesma quando ultrapasso a situação. só tenho 15 anos… irei reler tudo de novo. Isto é o mais esclarecedor e COMPLETO que já li sobre fobia social. Muitos parabéns, e tudo de bom ! ajudaste-me imenso.

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Miguel Lucas

Olá Mariana, obrigado pelo comentário.

De acordo com o seu testemunho, expressou grande parte dos sintomas relacionados com a fobia social. É importante perceber que esses sintomas são comuns a muitas pessoas que sofrem deste transtorno.

Se existem muitas pessoas a sofrerem deste transtorno relatando sintomas muito idênticos, podemos levantar uma questão muito capacitadora. Porque razão somos susceptíveis a este problema?

Somos susceptíveis, devido à possibilidade que temos para processar determinada informação de forma incisiva e auto-focada. É como que um modelo de processamento de informação desajustado e com alguns erros de raciocínio, que nos coloca numa situação vulnerável a gerarmos desequilíbrios emocionais. E isto é comum a muitas pessoas.

Desta forma, não personalize o seu problema, olhe para ele como algo que pode ser resolvido alterando a forma como percepciona algumas coisas e também como estrutura os seus pensamentos. Se acrescentarmos algumas estratégias (como descrevi no artigo) ficamos numa situação de nos ajudarmos a nós mesmos.

Desejo-lhe boa continuação da sua recuperação

Abraço

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Luiz

Miguel, boa tarde. Agradeço pelas informações passadas. Como já disseram, é de certa forma reconfortante, por saber que não sou o único a enfrentar tais problemas no dia-a-dia.
Escrevi um post grande relatando algumas coisas que já me ocorreram, mas infelizmente por não ter colocado o e-mail, deu erro no momento da postagem.
Gostaria de saber se existe, além da terapia já citada, tratamento MEDICAMENTOSO para a ansiedade social. Já cogitei tomar ansiolíticos. Vc saberia me dizer se são eficaz ?
Obrigado pelas dicas!

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Miguel Lucas

Olá Luiz, obrigado pelo comentário.

Sim, normalmente pensar que se é o único a sofrer de alguns sintomas da fobia social é muito incapacitante. Mas muitas são as pessoas que sofrem deste transtorno.

A toma de medicamentos ansiolíticos pode ser feita numa fase inicial, para diminuição dos sintomas fisiológicos e para que a pessoa possa andar um pouco mais calma. No entanto a medicação não lhe ensina a saber lidar com um conjunto de situações e crenças que lhe provocam o mau estar. Isto porque o seu problema anda sempre consigo (algumas crenças irracionais, e distorções cognitivas). Isto são sintomas psicológicos do TRanstorno ansioso que a medicação não combate.

Abraço

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Pamy

Caro Miguel,
Descobri há mais de um ano que sofro desse mal. Isso foi quando se tornou insuportável pra mim e resolvi abrir o jogo com as pessoas a minha volta, pois decidi abrir mão de uma bolsa integral adquirida através do PROUNI e me senti na obrigação de justificar tal atitude. Como tenho dificuldade para me expressar verbalmente resolvi escrever um e-mail e mandar para todos que achei que deveriam saber o porquê da minha decisão. O E-mail tinha mais ou menos a seguinte história: Comecei o e-mail com o tal discurso, “Antes de qualquer coisa quero explicar porque sempre evitei até ano passado cursar uma faculdade”. Sempre tive problema com qualquer tipo de apresentação de trabalho, até mesmo para fazer uma simples leitura na sala de aula ou em qualquer lugar. Se alguém me pedisse para lê algo eu já imaginava que todos que estiverem a minha volta iriam presta atenção e para mim, todos iram está me analisando, me julgando, como se a leitura ou conteúdo em si não importassem, pois eles estariam prestando atenção em mim, em minha voz, prestando atenção se eu iria falar ou lê qualquer errado, ou até mesmo gaguejar. E isso sempre me apavorou. E eu sabia que para cursar uma faculdade eu teria que superar isso. Desde que sai do colegial, tive varias oportunidades e por não me sentir capaz de enfrentar tal problema. Eu sempre prestei os vestibulares, obtendo êxito nos resultados de alguns, porém quando era pra efetivar a matricula inventava qualquer desculpa para não fazer. E eu prestava os vestibulares para que não falassem que eu não estava pelo menos tentando entrar na faculdade. Mas no final do ano de 2008 resolvi da uma chance a mim mesma, para tentar superar tudo isso, pois achava que quando eu ficasse mais velha o meu medo se dissiparia e eu iria conseguir enfrentar e superar essa minha insegurança, esse meu medo ou sei lá o que pode ser isso. Eu achava que esse era um medo bobo de criança, que quando eu me tornasse uma mulher madura iria passar naturalmente. Ai com 24 anos de idade, achei que estivesse na hora de enfrentar isso e resolvi me matricular e frequentar as aulas. Frequentei um ano inteiro,participava dos trabalhos em grupo, mas sempre que possível fugia da parte de apresentação, essa parte ficava sempre para os meus colegas que viam em meu rosto a nítida dificuldade pra tal, e quando não conseguia fugir, simplesmente li, por mais que estudasse dias antes para me preparar, por mais que eu soubesse do assunto eu simplesmente lia e lia tão rápido, que ninguém entendia nada. Era como se doesse e eu precisava fazer o mais rápido possível, para me livrar da dor. E isso sempre foi humilhante e torturador pra mim. Todo dia na faculdade era a mesma coisa, sempre que um professor entrava na sala eu ficava com o coração na mão, imaginando que ele em qualquer momento poderia pedir minha opinião sobre algo ou simplesmente me pedir para ler qualquer coisa e teria toda a atenção voltada pra mim inclusive a dele e isso me aterrorizava, ou melhor, aterroriza até hoje. Eu achava que a cada apresentação iria diminuir todo esse meu “sofrimento”, mas isso não aconteceu. Cada apresentação que passava eu me sentia mais humilhada, mais fracassada, que eu só esperava o dia em meus colegas de grupo, que eram sempre os mesmos, iriam me excluir do grupo, pois eu me sentia como um peso pra eles. O pior que isso se tornou uma bola de neve, que fez com que eu conseguisse mais me concentrar para estudar nada, nem pra prova, nem para desenvolver os trabalhos que eram simplismente digitados. Mas entrei em pânico mesmo quando descobri o que era uma monografia e que para a conclusão do curso eu teria que desenvolver e apresentar uma. Que é uma coisa que não me vejo capa. Pois se tendo meus amigos do lado em uma apresentação eu fiquei como fiquei. Imagina eu apresentado algo sozinha? Rum! Para mim não ai dar, me sinto incapaz, achei que eu iria superar isso, mas foi o contrário, só piorou.
Finalizei comunicando-os que eu estava abrindo mão da bolsa e que iria procurar ajuda profissional. Fiz alguns meses de terapia nesse ano de 2010, que não me ajudou muito, mas acho que a culpa foi minha, pois desviei o foco da terapia, lembro da minha terapeuta dizer que fui muito escorregadia e muito superficial e que ela permitiu isso acontecer para me deixar mais a vontade com ela e começar a confiar e me abrir de verdade para ela. Pretendo continuar esse ano com a terapia e espero que eu comece a obter bons resultados, pois sei que é um processo lento.
Creio que essa minha história se encaixa perfeitamente com seu artigo.
Artigo este que ficou muito bom mesmo! Está de parabéns…
Um grande abraço.

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Miguel Lucas

Olá Pamy, obrigado pelo comentário.
Por lapso só agora estou respondendo.

Vejo que a sua vida tem sido muito dura devido à possibilidade de sofrer de fobia social. Mas tal como referi no artigo, este é um problema que tem solução, deve procurar ajuda profissional e dedicar-se à melhoria, aplicando aquilo que lhe é sugerido. Na actualidade a terapia cognitivo-comportamental apresenta elevados índices de eficácia quando devidamente aplicada.

Agradeço muito o seu testemunho, pois tem descrições precisas do mal estar típico da fobia social, o que pode ser uma mais-valia para outras pessoas que sofram do mesmo e possam identificar-se com algumas das situações que escreveu.

Não desista da terapia, e espero que consiga pouco a pouco ir melhorando.

Força e dedicação.

Abraço

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JO

Olá Miguel, grande artigo. Sigo os blogs “Escola” há algum tempo, mas desta vez não dou o meu nome em o email que costumo utilizar.
Antes de mais, parabéns pelos seus artigos que são excelentes.

Este aqui cativou a minha atenção, porque já ando à uns tempos para ir a um psicólogo.
Já tinha ouvido falar deste tipo de fobia, mas não sabia o seu nome, as situações onde ocorre nem quais os sintomas.

Agora que já li este artigo, tenho quase a certeza que também sofro disto, e afecta-me bastante no dia-a-dia como profissional e como estudante. Também não cumpro os meus deveres de ter umas boas horas de sono, mas a ansiedade por vezes não me deixa dormir mais de 4h por dia.

Vou seguir as suas dicas, da fobia social e da ansiedade para ver se melhoro o meu dia-a-dia.

Continuação de bom trabalho.
J.O.

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Miguel Lucas

Olá Jo, obrigado pelo comentário.

Fico agradado pelo facto do artigo o ter ajudado a entender melhor aquilo que lhe pode estar a provocar mal-estar na sua vida.

É importante tentar resolver esse problema pois ele é muito incapacitante e pode ser resolvido de forma eficaz.
Espero que algumas das estratégias explicadas no artigo possam ser úteis. Caso o problema persista, deverá procurar ajuda profissional. Não arrste um problema que tem tendência para ir aumentando.

Força, sorte e empenho.

Abraço

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Cristiane

Olá Miguel.
Adorei o seu artigo, ele é de muita ajuda.Tenho fobia social desde os meus 10 anos de idade, hoje tenho 25 anos, e trago a dor da fobia social à 15 anos sempre acompanhada de crises de depressões, somente a menos de 2 meses é que íniciei o meu tratamento, pois já estava em uma fase de não conseguir me relacionar com quase ninguém, larguei empregos, e estava a ponto de largar também a faculdade.
Sofri 15 anos com esse transtorno por não ter informações adequadas e a minha própria aceitação como fóbico social que precisa de ajuda.
Muito obrigado por trazer estas informaçães, ajudará à muitas pessoas com certeza.

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Miguel Lucas

Olá Cristiane, obrigado pelo comentário.

Fico agradecido com o seu testemunho. Infelizmente ainda existem muitas pessoas que por desconhecimento sofrem muito com o problema da Fobia Social.
Espero que o artigo possa contribuir para um melhor esclarecimento da possibilidade de tratamento e consequentemente da diminuição do sofrimento.

Espero que continue a progredir na sua melhoria.

Abraço

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JOSIAS BENEDITO DA SILVA

OLA MIGUEL: EU TENHO ESTA TRISTE DOENÇA HA MUITO TEMPO, EM 2001 ABONDONEI O TRATAMENTO, POIS NAO SABIA QUE ERA UMA DOENÇA MUINTO INCAPACITANTE.HOJE AOS 56 ANOS ESTOU COM A VIDA FINANCEIRA PRA BAIXO DEVIDO AS OPORTUNIDADE QUE PERDI,POIS PEDI DEMISSAO DE UMA GRANDE EMPRESA PETROQUIMICA.NO MOMENTO ESTOU EM TRATAMENTO PARA DEPRESSAO E ANSIEDADE E VOU PEDIR AO MEU MEDICO PARA TRATAR ESTA FOBIA SOCIAL QUE MIM FAZ SOFRER ACHO QUE AMAIS DE 30 ANOS.NAO VOU A PRAIA,CINEMA,SHOPING, ESTADIOS,FESTAS.SO MIM SINTO BEM DENTRO DE CASA. MUINTO OBRIGADO POR ESTAS PRECIOSAS INFORMACOES.

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Miguel Lucas

Olá Josias, obrigado pelo comentário.

Fico contente que tenha percebido que é possível resolver o seu problema. É importante que receba tratamento adequado para a fobia social, pois ainda que possa cruzar-se com a depressão e ansiedade comum, é muito diferente e as abordagens de tratamento são distintas.

Espero que consiga debelar o seu problema e que recomponha a sua vida como deseja.

Caso tenha alguma dúvida, não hesite em perguntar.

Abraço

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Mary

Olá! Já vi varias mateiras e blogs sobre esse tema,mas nunca achei um tao abrangente!Parabéns! Tive que seguara o choro pois estou passando por um periodo em que minha fobia está me sufocando,vivo desde criança com isso mas aprendi sozinha com o tempo a driblar os sintomas.Me forçava a permanecer a ficar com as pessoas,estava funcionando,mas passei por um periodo grande de estresse no trabalho que me deixou doente fisicamente,agora estou em casa pelo inss,e acho que tudo isso colaborou,estou com panico do meu trabalho e a fobia social piorou minha vontade é nao sair do quarto,mas nao tenho um quarto só meu.O pior é que ninguem entendi esse problema e acham que é frescura! Mostrarei seu site para quem me conhece e nao entendi pelo que passo. Muito obrigada,e desculpe precisava desabafar!! Obrigada mesmo !

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andre

Ola. Gostei muito do post pois é o mais completo sobre fobia social que achei. Eu tenho todos os sintomas e só quem sofre desta fobia sabe quanto é ruim. Quando era mais novo era gordinho e, para ser aceito pelos outros resolvi emagrecer. Isso seria saudavel a nao ser o fato de eu correr em casa até lesionar minha perna de medo de engordar novamente. Isso soma-se ao fato de eu só sair de casa quando é realmente necessário. Parece que todas as pessoas estao me julgando e olhando pra mim. Eu até estou com problema na coluna pois ando retraido e com a postura totalmente errado. No trabalho é pessimo pois todo dia que saio de casa é uma luta. Vc acaba desperdiçando seu potencial no trabalho por vergonha. Deus abençoe a todos. Até

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Miguel Lucas

Olá André, obrigado pelo comentário.

Se acha que tem grande parte dos sintomas da fobia social, é importante que pondere procurar ajuda profissional. Está a sofrer e a prejudicar a sua vida desnecessariamente, o tratamento é possível.

Tente aplicar algumas das dicas que sugeri e pondere ler outros artigos complementares que o podem ajudar muito:
http://www.escolapsicologia.com/compreender-o-incomodo-da-ansiedade-social/
http://www.escolapsicologia.com/sofre-de-ansiedade-perceba-porque/
http://www.escolapsicologia.com/estrategias-para-aliviar-a-ansiedade/

Qualquer dúvida não hesite em perguntar.

Abraço

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Fabia Fernandes

Miguel, eu preciso com urgencia de tratamento psicologico porq eu não consigo assinar ou escrever perto de pessoas eu fico desesperada me da uma tremedeira e não consigo controlar eu deixo de fazer as coisas por medo de assinar eu o que devo fazer para ter uma vida social melhor ?

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Vanessa Ferreira

Bem, nem sei por onde começar.

Eu julgo que sofro de uma forma específica deste disturbio , pois apresento todos os sintomas em vesperas de exames orais , ou apresentações em que a oralidade seja necessária.

Apesar de nestas situações eu ser incapaz de ser bem sucedida , apresento até algum a-vontade no que se prende com a socialização no quotidiano.

Não sei se realmente me enquadro no quadro clínico e se sim quem devo consultar ( psiquiatra, psicologo, …)?

Peço desculpa pelo incomodo Miguel Lucas,
Cumprimentos,
Vanessa Ferreira

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Miguel Lucas

Olá Vanessa, obrigado pelo comentário.

Provavelmente, pode não se enquadrar no transtorno de fobia social, ainda que possa ter alguns sintomas idênticos.
Pode também não ter também nenhuma fobia específica. Seria necessário mais dados e historial. De qualquer forma, aquilo que certamente tem, e como diz, é dificuldade em falar em público perante um objectivo importante.

Aquilo que pode ser necessário será o desenvolvimento de algumas habilidades de combate à ansiedade e consequentemente exercitar a concentração e inibição de pensamentos parasitas. Pelo que necessita de desenvolver a capacidade de orientar a sua atenção para o que é importante e igualmente conseguir mesmo perante algumas interferências cognitivas (de incapacidade e desempenho) conseguir reorientar a atenção para onde ela deve ser dirigida (conteúdos estudados e aprendidos)

Sem dúvida que perante aquilo que descreveu necessita de um profissional que consiga ensinar-lhe um conjunto de estratégias (que descrevi), e certamente tem de ser um psicólogo. Ainda assim, deve tentar perceber se esse profissional preconiza este tipo de abordagem capacitadora e não apenas patológica.

Abraço

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Lane

Primeiro gostaria de parabenizá-lo por este e outros artigos seus que tenho lido.
Não sei se sofro dessa patologia, se de fato tenho o que se chama de fobia social, porém vários desses sintomas são apresentados quando me deparo com situações descritas no seu texto como se expor oralmente a um determinado público.
Gostaria de saber se existe alguma técnica específica para evitar o rubor facial antes de enfrentar, por exemplo, um discurso em público. Tenho sérios problemas em relação a isso, desde sudorese, gagueira, tremedeiras ao rubor na face, que pra mim é o pior porque se torna mais evidente, aumentando ainda mais quando as pessoas comentam: “Nossa como você ficou vermelha!”. Se tiver uma técnica em especial para esse meu problema ficarei muito feliz em testar.
Por enquanto vou fazendo as técnicas de relaxamento e exercícios respiratórios propostos.

Fico grata pela atenção e pelas informações dadas
Boa semana!

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Miguel Lucas

Olá Lane, obrigado pelo comentário.

Relativamente à sua dificuldade de se expor em público existem técnicas e/ou estratégias que podem resolver esse problema. Seria sempre melhor tentar perceber o que pode estar a despoletar esse “medo/fobia” pois é sempre importante para um melhor enquadramento para o possível tratamento.

Fica difícil para mim, aqui nos comentários apresentar essas técnicas e procedimentos. De qualquer forma fica prometido que abordarei esse tema num artigo específico sobre dificuldade de exposição em público.

Espero que alguns dos artigos já escritos possam contribuir para algum alívio.

Abraço

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Maya

Oi Miguel parabens pelo blog ,acho q a gente q sofre de fobia social precisa muito de informação sobre eu tento viver com isso ,comcerteza acabo perdendo grandes oportunidades na vida por isso ,não tem como enfrentando a situação sem fugir dela eu tento enfrentar ,meu problemas maior era de ficar vermelha com, da colega Lane isso tava acabando com minha vida ,eu então comecei a passar base na cara ,pó de rosto tipo usava uma mascara isso enganou minha mente ,deu certo graça a deus ,ufa!!
espero q ajude ,mas eu sempre me escondo das pessoas ,mas é muito importante mesmo q enfrente mesmo por varia eu sei doi machuca é uma sensação é horrivel ,mas vai ajudar . Obrigada

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Sofia

Boa noite.
Chamo-me Mónica, tenho 32 anos, estou desempregada desde que terminei a Licenciatura.
Gostei muito do que li, revejo-me em algumas situações.
Não sei se me encaixo em fóbica social, mas talvez o Miguel possa dizer-mo.
Em relação a falar em público, isso já não é de agora. Já quando andava no liceu sentia-me incomodada quando tinha que ler ou apresentar algum trabalho. Já nos tempos da Universidade se passava o mesmo quando fazia apresentações. Lembro-me duma apresentação em particular em que o meu companheiro de grupo ficou a olhar muito admirado para mim, pois quando comecei a falar a minha voz saía completamente a tremer.
Terminei o curso em 2006.
Em 2005 comecei a fazer estágio curricular numa empresa duns amigos dos meus pais. O patrão ofereceu-me emprego (mesmo antes de terminar o curso) e eu aceitei, pensando que era uma sortuda pois ainda não havia terminado a licenciatura e não teria que passar pelo que passou a minha irmã (ficar em casa sem emprego).
Trabalhei de Agosto de 2005 a Abril de 2006. Desleixei-me um pouco relativamente ao estágio e paguei mais um ano de propinas por isso.
O certo é que fui vítima de assédio, da última pessoa que eu esperava, ainda por cima amiga dos meus pais.
Lá fui aguentando pois tinha as propinas para pagar (por desleixo meu) e porque o meu pai tem mais amor ao dinheiro que aos filhos!!!
Foi nesta altura que comecei a sentir umas sensações esquisitas, umas tonturas, parecia que caía mesmo estando sentada.
Quando cheguei ao limite, pois ir trabalhar para mim era um suplício, contei o que se estava a passar ao meu pai.
Não fez rigorosamente nada. Na Segunda-feira seguinte fui trabalhar como se não tivesse feito revelação nenhuma.
Passados 15 dias o meu pai perguntou-me como estavam as coisas. Continuavam na mesma.
Caí na asneira de contar ao meu namorado, contando com o apoio dele e esperando que alguém me desse força para eu deixar aquele inferno.
Também ele só viu as coisas pelo lado dele, sentiu-se traído, etc. Até compreendo, tem a sua razão. Mas nunca se colocou no meu lugar.
Estávamos no mês de Abril e com o ordenado desse mês conseguia acabar de pagar as propinas. Decidi que quando recebesse deixava aquilo.
Informei o meu pai da minha decisão e ele teve a lata de me dizer para pensar bem no que estava a fazer pois estávamos numa época em que era difícil encontrar um emprego.
Não o ouvi e quando recebi, saí de lá.
Terminei o curso em Dezembro.
Estive de 2007 a 2009 sem encontrar nenhum emprego. Confesso que só procurei na área que me interessava.
Durante este tempo fui permanecendo mais tempo por casa, isolei-me. A única pessoa com quem eu saía desta rotina era com o meu namorado pois ia dar uma volta, às compras e coisas do género.
Durante estes tempo em clausura (foi a pior coisa que fiz) comecei a ter vários medos. Ir fazer umas simples análises era um bicho de 7 cabeças, ir ao dentista nem se fala. Mas estes medos eram fundamentados em experiências anteriores. Tipo, uma vez fui fazer análise e fiquei com o braço inchado e todo pisado. A partir daí análises era se fosse mesmo necessário. O mesmo se passava em ir ao dentista, ao médico, etc.
Em Fevereiro de 2010 comecei a fazer um estágio num gabinete de contabilidade, mas desisti em Abril pois o fulano ao invés de me ensinar como as coisas se faziam passava a vida aos gritos comigo.
A 31 de Maio de 2010 (dia do meu aniversário) comecei a trabalhar numa empresa de prestação de serviços. Pensei que foi o melhor presente de aniversário que recebi e que finalmente muitos dos meus problemas iam acabar.
Que enganada que estava.
O patrão era Pastor (Padre dessas igrejas não católicas que andam por aí) e tarado.
Mais uma vez fui vítima de assédio.
Mas como não queria voltar para casa deixei-me andar. Não sabia que atitude tomar, se dar-lhe com os pés ou calar-me pois tinha receio que me despedi-se.
Estive de Maio a Novembro. O estágio profissional só foi aprovado em Setembro. Supostamente iria receber cerca de 970€ mas tinha que devolver 230€.
Em Novembro já não aguentava mais a situação, porque para além das investidas estava a fazer o serviço que ninguém gostava ao invés de aprender, fui ao IEFP.
Dirigi-e ao funcionário que trata dos estágios profissionais e abri o jogo, pensando que o funcionário estava lá para nos aconselhar. Conclusão, o IEFP cancelou o estágio.
Voltei a ficar sem emprego novamente.
Voltar para casa e ter que “aturar” o meu pai a chamar-me constantemente de inútil e de burra era o que eu menos queria.
Recentemente estive a trabalhar nos Censos 2011 e até andava melhor, pois tinha uma ocupação.
Entretanto os Censos terminaram e estou novamente em casa sem nenhuma perspectiva de trabalho futuro.
Voltei a cair, mas desta vez estou num desânimo total. Não me apetece fazer nada, não durmo bem (de 2 em 2 horas estou acordada), passo os dias na cama, uma apatia que só.
E cada vez mais isolada pois agora só namoro ao fim de semana, pois ele troca-me para ir para o café jogar cartas.
Já namoro há 6 anos. Mas não é namoro, é um hábito, um vício. Não existe nada entre nós, não há diálogo, cumplicidade nem intimidade. Tenho vontade de chegar ao pé dele e pôr um ponto final nesta palhaçada. Mas não me consigo ver a envolver-me com outra pessoa, pois tenho medo a pessoas do sexo oposto (principalmente homens mais velhos, com idade que podiam ser meus pais).
Além disto, quando tinha 19 anos fiquei grávida.
Nunca me perguntaram o que eu queria, simplesmente decidiram por mim (o aborto foi a solução).
As coisas passaram-se. Nesse ano entrei para a Universidade e conhecer novas pessoas ajudou-me.
Durante estes anos pensava nisso algumas vezes. Nunca ninguém falou comigo, se eu tinha ultrapassado isso, se me sentia afectada pelo acontecimento.
Em 2009 o meu irmão casou. Foi o pior dia da minha vida: ia perder o meu irmão.
Em Dezembro passado nasceu o meu sobrinho.
Quando a minha cunhada estava grávida, muita coisa que julgava resolvida começou a vir ao de cima.
Sempre desejei que fosse um rapaz e de olhos claros, pois assim o meu pai iria olhar para ele e lembrar-se do que me fez.
Nasceu tal como desejei, mas isso não fez o meu pai lembrar-se do que me obrigou a fazer.
Um grande receio que tinha era que quando ele nasce-se eu olha-se para ele e pensa-se que era meu. Tal não aconteceu.
No entanto esse assunto, o que passei naquele dia está constantemente a martelar na minha cabeça e revolta-me imenso a alegria do meu pai com o neto quando já podia ter um e não quis.
Se me perguntar se queria ser mãe, sinceramente não lhe sei responder. O que sei é que se as coisas tivessem tido outro desfecho hoje podia ter alguma coisa MINHA, pois não tenho nada.
Relativamente ao meu irmão, penso que depois do que aconteceu comecei a ver nele aquilo que perdi, daí a minha relação muito forte com ele.
Em Janeiro fui ao médico de família e desabafei com ele, dos medos e desta situação. Receitou-me paroxetina (o que não me deixou nada satisfeita pois também tenho medo de tomar comprimidos, e fazer misturas de comprimidos nem se fala. Tenho medo de fazer alergia.)
Comecei a tomar os comprimidos a 31 de Janeiro. Inicialmente sentia-me bem, os assuntos que me consumiam passaram a ter uma importância menor. Mas também andei ocupada a fazer os censos.
Agora que estou novamente em casa, o estar a pensar sempre no mesmo voltou.
Não sei o que hei-de fazer.
Estou em fase de desespero. Quero trabalhar, sentir-me útil e ter uma vida própria sem depender de ninguém, mas não vejo um futuro risonho. É que mesmo para fazer qualquer coisa, como trabalhar numa loja ou outra coisa do género está muito complicado.
Enfim … não sei que fazer.
Peço desculpa pelo testamento.
Acha que me enquadro na fobia social?
Muito obrigada por ler isto.
Até breve,
Sofia

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Miguel Lucas

Olá Sofia, obrigado pelo comentário.

Pelo que descreve a sua vida tem tido muito contratempos, imponderáveis e situações muito desagradáveis. Está sem dúvida numa situação bastante complicada e sensível, necessita de ajuda. De ajuda de pessoas de confiança, de profissionais de elementos da família mais chegado e de confiança. Tem mesmo de procurar suporte junto de alguma instituição ou grupo social de apoio. Sozinha muito provavelmente poderá ter muita dificuldade para lidar com tudo o que lhe aconteceu no passado e consequentemente estruturar o futuro.

Não arrisco a dizer se sofre de fobia social. Aquilo que se passa serão certamente um conjunto de reações a situação de vida muito difíceis. O que importa mais, não é perceber que tipo de patologia têm, mas sim que tipo de decisões deve tomar na sua vida, e quais estás disposta a lutar e implementar na sua vida no sentido de ter a noção que está a caminhar para aquilo que pretende. Necessita de uma orientação alargada para lidar com um conjunto de situação que ocorrem em simultâneo na sua vida, as de carácter funcional, como arranjar emprego, ou as de carácter emocional, como a tristeza, desânimo, frustração, auto-confiança diminuída, etc.

Estou disponível para qualquer tipo de esclarecimento.

Desejo-lhe muita sorte, força e coragem.

Abraço

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João

Olá Miguel!

Em primeiro lugar dou-lhe os parabéns pela enorme disponibilidade em responder a todos os comentários deste post.
Encontrei esta página a tentar procurar alguma coisa que me ajudasse e fiquei surpreendido com a grande qualidade de informação aqui escrita.

O meu caso é o seguinte, tenho 20 anos, 2º ano de faculdade e penso sofrer de fobia social.
Penso que tudo começou no 5º ano, tinha eu 10/11 anos, quando os meus pais me colocaram numa escola afastada da minha zona de residência. Ainda novo fui para uma escola sem conhecer ninguém, perdi os meus amigos da escola primária, ganhei “amigos” na nova escola mas nunca me relacionava com eles fora da escola e em actividades sem ser escolares pois morava noutra zona diferente. Desde aí comecei a isolar-me aos poucos, começou a rotina casa-escola-casa, e pouco mais fazia. Nunca pertenci a nenhum grupo cultural ou social, nem mesmo na minha freguesia. Os anos foram-se passando e no 10º ano criei um forte gosto e dependência pela informática, era capaz de passar dias e noites inteiras sem sair do computador. A partir daqui desleixei-me no estudo e em tudo. No 11º ano mudei de escola, a tentar mudar de vida, deixar aquela escola que tanto me fez sofrer e tentar mudar a minha vida. Fui estudar para a uma escola secundária no centro da cidade e criei novas amizades, estava numa escola semi privada e mudei me para uma escola pública, foi uma mudança tal que penso que se não fosse essa mudança hoje estava muito pior que o que estou. Entretanto acabou o secundário, entrei na faculdade e estou no 2º ano de um curso de engenharia de 5 anos. Passei o ano de caloiro e neste momento tenho uma namorada espectacular há mais de um ano, grupo de amigos e convivo regularmente. No entanto continuo com sérios problemas de relacionamentos principalmente com pessoas que não pertencem ao meu grupo de pessoas mais próximas. Quando estou num grupo em que maioritariamente são pessoas que não conheço e entro em ambientes de estudantes universitários sou capaz de passar uma hora sem intervir na conversa, simplesmente não sei o que dizer ou que fazer, não consigo agir como os outros e sinto que as pessoas pensam o que realmente sou, tímido e anormal. Tento sempre que possível evitar festas e saídas para discotecas e bares em que tenha de dançar. Não consigo agira normalmente como os outros, fico parado, sem saber se estou a mexer-me bem, a pensar no que os outros pensam de mim e nas figuras que estou a fazer. Sinto tantas dificuldades em agir como os outros, se calhar aqueles anos que estive isolado fizeram com que não aprendesse a viver normalmente e hoje não consigo acompanhar o ritmo dos outros. O meu grupo de amigos também não é como os outros, não tenho uma relação muito próxima, nem sei se posso chamar de amigos ou pessoas com quem estou regularmente, não tenho ninguém próximo com quem possa falar dos meus problemas. A minha namorada também está na faculdade e ao contrário de mim, leva uma vida normal e isso faz-se ficar mal comigo mesmo pois vejo nela o que devia ser e não consigo ser. Sinto-me ainda culpado por ela ter um namorado anormal que não lhe pode proporcionar o que um namorado normal proporcionaria.

Peço desculpa pelo enorme texto mas escrevi aqui quase nada do que se passa comigo, tentei resumir mas tinha tanto mais para escrever que até me perdi no que disse. Ao fim disto, só gostava de ter uma opinião acerca do que devo fazer, como procurar ajuda, onde procurar e o que fazer, gostava e preciso mesmo de mudar esta minha forma de ser, mas não tenho quem me ajude e preciso de procurar ajuda sozinho.

Muito obrigado.
Abraço

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Miguel Lucas

Olá João, obrigado pelo comentário.

A sua história de vida aponta para algumas situações em que optou por retirar-se para dentro de si mesmo e arranjar refúgio (nomeadamente a informática), podemos apelidar isso de estratégias de lidar com a situação; não sendo em si boas ou más, no entanto essas estratégias impediram de desenvolver algumas competências sociais (interacção social). Os problemas que tem, só são problema porque valoriza a interacção social, desta forma não deve interpretar-se como alguém que não é normal, isso não ajuda em nada, e afasta-o da verdadeira análise da situação.

Provavelmente aquilo que tem não se encaixa numa fobia social, aponto para uma baixa auto-confiança para falar em público (mesmo junto de colegas), mas por ausência de habilidades de comunicação e eventualmente uma baixa auto-estima e também esta circunstancial (ou seja, manifesta-se apenas em circunstâncias sociais).

Proponho que leia as artigos:
http://www.escolapsicologia.com/como-melhorar-a-auto-estima/
http://www.escolapsicologia.com/3-passos-e-10-formas-para-construir-a-sua-auto-confianca/
http://www.escolapsicologia.com/como-superar-a-timidez/

ABraço

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Jacks Andrade

Olá! Gostei muito do artigo!
Se alguém quiser saber mais sobre a timidez, indico o artigo em nosso site: “Você é uma pessoa tímida? Faça o teste!”
O link do artigo é http://www.preparandocampeoes.com.br/2011/05/11/voce-e-uma-pessoa-timida/
Espero que ajude.
Grande abraço e parabéns pelo site!

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Fabiano

Gostei do artigo, leio sempre seu blog e me identifiquei com alguns dos sintomas de fobia social, no meu caso eu tenho muita dificuldade com o sexo oposto, alguns até me perguntam se sou gay, pois converso normalmente com mulheres, mas nunca namorei devido a minha falta é auto-confiança. Já fui tímido demais no passado, fiquei anos sem estudar e sem vida social alguma. Hoje estou melhor, mas ainda tenho receio de intimidade, não consigo falar sobre mim mesmo para outras pessoas pois sinto uma vergonha imensa do meu passado e das coisas que deixei de vivenciar. Já fiz terapia cognitiva, mas tive que parar por motivos financeiros, melhorei até certo ponto, mas ainda sofro muito pois gostaria muito de ser igual a outras pessoas da minha idade. Preciso retomar meu tratamento, mas o artigo já me ajudou muito, obrigado.

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Miguel Lucas

Olá Fabiano, obrigado pelo comentário.

Sem dúvida que beneficiaria muito de investir num programa de desenvolvimento pessoal. Provavelmente não se encaixa totalmente num problema de fobia social, tendo outras coisas que necessitam de ser trabalhadas. Tal como disse, auto-confiança, auto-estima, competências sociais, falar em público, expor as suas ideias, gostos e interesses, gerir a ansiedade.

Fico contente que o artigo tenha ajudado e espero que outros artigos possam continuar a ajudar.

Força e convicção

Abraço

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CLAUDIA MATOS

OLÁ MIGUEL,
LI SEU ARTIGO E FOI MESMO QUE ESTÁ VENDO O MEU IRMÃO!, SÓ QUE O PROBLEMA MAIOR DELE, É QUE ELE NÃO ASSUME QUE PRECISA SE TRATAR, Ñ ESTUDA, Ñ TRABALHA E DORME ATÉ TARDE, MINHA MÃE SOFRE MUITO, POIS ELE TEM 18 ANOS MAS SEM PERSPECTIVA DE VIDA, O QUE DEVEMOS FAZER PARA QUE ELE SE CONVENÇA QUE É DOENTE?

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amanda frança

oi miguel…so em saber que eu nao sou a unica fico feliz…issso é certo?
sofro com isso concerteza,é preciso usar medicamentos?
e quero saber se tem cura?
me respondeee querido..rsrs
abraço!

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Miguel Lucas

Olá Amanda, obrigado pelo comentário.

Tal como referi no artigo, este é um problema comum a muitas pessoas por todo o mundo. Felismente, existe conhecimento para ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com este transtorno. Sim, é possível tratar a fobia social!

Abraço

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Sérgio Blasquez

Olá.

Apreciei o artigo.
É bastante abrangente e esclarecedor.

Parabéns.

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Beth

Olá Miguel Procurei tanto e só agora através de você, tive o raio x claro da fobia social.No meu caso de infância de muitos irmãos e de muita pobreza,apareceu aos 10 anos porque não tinha roupas e me sentia humilhada,e evitava sair,não pelo sair, mas de ser humilhada,já que na escola apesar da timidez estava sempre a frente das tarefas.A vida segue,buscando na fé,sem medicamento ,hoje tenho 36, estudo,trabalho vou levando mas tem horas que a vontade de me isolar parece um traço da personalidade,vejo que ter sensibilidade em excesso me faz uma presa fácil de ser magoada,daí a fuga é preciso trabalhar isso,é preciso amadurecer ,analizar e seguir, buscar fazer o que se gosta,”fazer pra mim”. Obrigada MIguel

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Miguel Lucas

Olá Beth, obrigado pelo comentário.

Ainda bem que oa rtigo ajudou a perceber o seu problema.

Ainda que durante muitos anos possa ter tido alguns comportamentos que impediram ou inibiram de fazer algumas das coisas que gostava, não quer dizer que agora não consiga. Apesar de por vezes aquilo que se repete durante muito tempo tornar-se num hábito, é possível implementar outros hábitos mais assertivos e de acordo com aquilo que pretende e à luz dos assuntos.

Boa sorte e dedicação

Abraço

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Pelanza

Miguel,
Muito bom artigo. Tenho 15 anos e quero mudar, sofro disso… Acho que foi por causa da minha infância na escola que me deixou muito mau.
Eu aprendí a falar normalmente, mas aos 3 anos eu comecei a ter problemas na fala e fiquei gago, e para piorar as coisas além de não consegui falar direito fazia caretas (tentando falar) e era sempre motivo de avacalhação, então por isso evitava ao máximo (extremo fica bem melhor) falar. Eu comecei a ignorar as pessoas e a ter medo.

Eu estudei em duas escolas e atualmente estou na terceira. Na segunda escola tentei mudar, mas o meu problema (gago) fez eu me encolher mais ainda. Ví os meus “amigos” rindo de mim muitas vezes e… tudo piorou.

Ano passado entrei na terceira escola com um problema já resolvido, falo normalmente, não sou mais gago, não faço esforço para falar graças a DEUS, mas tenho essa parada de fobia social.

“Habitualmente passo a imagem de ser arrogante ou convencido,o que , efetivamente, não acontece”

E sou muito sério. Sempre acho que as pessoas estão falando mau de mim e acredito já ter ouvido palavras, esse último pode até ser verdade. Não consigo olhar nos olhos das pessoas e acho que não vou conseguir completar algo que estou fazendo mesmo que seja apenas escrever um comentário no sistema do wordpress.

Não queria falar com meus pais, mas quero ajuda.
Valeu!!!!

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Miguel Lucas

Olá Pelanza, obrigado pelo comentário.

Pelo que relatou, existiram situações que favoreceram o aparecimento de alguns dos seus problemas, daí resultaram alguns condicionamentos que lhe provocam mal-estar e auto-estima diminuída. Pelo que entendi, você conseguiu perceber isso. Eventualmente você pode necessitar de ajuda profissional, ainda está a tempo de melhorar!

De qualquer forma, você tem o seu próprio exemplo que em muito o pode ajudar, dado que conseguiu ultrapassar o problema da gaguez, e seconsegiu, quer dizer que pode conseguir nos outros aspetos, desde que faça algo para isso. Tem de olhar para si como alguém que quer melhorar e que vai conseguir.

Pense se não será melhor conversar com os seus pais, eles podem dar-lhe uma força!

Abraço

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miguel malato

Olá Miguel

Obrigado por este artigo. Deu-me a possibilidade de reconhecer muitas atitudes inconscientes que se manifestam sempre que me encontro em qualquer situação social.

tenho 18 anos, e começei-me primeiro a aperceber-me de que havia qualquer coisa que nao estava bem no final do meu 9 ano. Tinha comportamentos totalmente diferentes dos que tinha no meu colégio (onde era gozado e humilhado por alguns) em certos espaços onde me sentia mais confiante. Nas aulas de Inglês por exemplo, sentia-me vivo e comunicativo e menos “palhaço”

Sempre fui palhaço. Um mecanismo de defesa creio. Por nao ter a coragem (e nao me aperceber que nao tinha coragem) para falar sem receios, reparei que agradava de uma certa maneira os outros através do riso, e palhaçadas.

Isso desenvolveu uma estirpe muito infantilizada de mim, que entrava em acção em quase qualquer evento social, e que nao desapareceu quando me começei a aperceber do quao ridiculo elas eram, apos ter ganho mais maturidade. Até coisas simples, como falar com um melhor amigo ou um familiar, ou o meu primo que eu considero irmão de sangue mas que me vê como um tótó, devido à certas partes gagas vindas de mim…

Infantil do genero de dizer coisas sem sentido, ou copiar a personalidade de outros e tentar imita los (literalmente)

Fui bastante ingénuo, quando me apercebi de que sofria de ansiedade, ao pensar que conseguia combater isto sozinho, sem ajuda.

Se bem que, quando fui fazer testes psicotécnicos no meu 12ºano, fui avaliado como socialmente imaturo e infantil pela psicologa.

O que piorou bastante as minhas crises de ansiedade…

No fundo eu sempre soube que nao era assim, e que no fundo, grande parte da minha verdadeira personalidade até é sociável e comunicativo. nao sou egoísta, sou compreensivo, solidario e engraçado.

No entanto os outros só vêm uma personagem. Um bobo.

Nao existe tortura pior que querer ter uma relação, ou testemunhar uma boa amizade a desmonorar-se graças a acções inconscientes que nao me pertencem.

Ando neste momento a tomar anti depressivos (Cipralex) e beta bloqueadores (Inderal) receitadas pela psiquiatra. sinto me muito melhor, mas a ansiedade ainda persiste, e bastante. Sinto medo que volte a ser palhaço para o ano, quando entrar na universidade.

As vezes fico com pensamentos suicidas, de acabar com o sofrimento de uma vez por todas.

existe muito pouca coisa que me ajuda a continuar neste momento…

obrigado pelo anuncio

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Miguel Lucas

Olá Miguel, obrigado pelo comentário.

Pelos seus relatos o historial de situações é vasto e sem dúvida que tem toda a legitimidade para sentir um conjunto de incómodos e mal-estar em determinadas situações de vida.

O medo, o receio e a incerteza emergem das situações que relatou. É no entanto importante perceber que deve tentar orientar-se por aquilo que pretende ser, como pretende agir na sua vida e o que quer melhorar, e não agarrar-se às suas incertezas. Trace um plano daquilo que julga querer mudar no seu comportamento, oriente-se por aquilo que pretende atingir e não por aquilo que lhe dizem que é.

A ansiedade que sente não é necessariamente algo de ruim, o que sente está a transmitir-lhe que algo na sua vida necessita da sua atenção, que precisa de mudança e aprender a lidar com um conjunto de situações. Todos nós na nossa vida temos medos, mas conseguimos ultrapassá-lo com uma boa dose de coragem e não necessariamente eliminar o medo. O medo é uma sensação arrebatadora (mas protetora) tal como a ansiedade.

Sorte e convicção

Abraço

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elisangela novais amaral

esse artigo eu achei muito bom !e tudo oque foi escrito é tudo o que sinto pelomenos uma boa parte e achei as dicas muito boas .

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Miguel Lucas

Olá Elisangela, obrigado pelo comentário.

Espero que as dicas sugeridas no artigo possam ser úteis e que as consida aplicar no seu dia-a-dia.

Abraço

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Ellem Elizabeth

Olá Miguel,

Bom, não sei se o que tenho é Fobia Social, mas, se eu não tratar dessas crises de ansiedade que sinto, acredito que futuramente possa vir a ser.
Hoje sou uma adolescente de 15 anos, mas tudo começou a mais ou menos 2 anos atrás. Estou com autoestima baixa devido a todas as situações constrangedoras por quais já passei(e olha que foram muitas!).
Sair de casa para mim é um grande sacrifício; Minha rotina é casa-colégio-casa-colégio…isso porque receio me deparar mais vezes com pessoas que possam me expor ao ridículo(já me basta as que encontro todos os dias no mesmo percurso).Quando se aproxima a hora de ir ao colégio, tenho sensações estranhas(náusea, palpitações, respiração ofegante)só de pensar no que posso encontrar no caminho.
Meu rendimento escolar vem caindo aos poucos, isso tudo porque já passei a desacreditar em minhas forças e não me acho mais digna de respeito ,amor e felicidade. Ultimamente esses episódios tem se agravado e a única solução que encontro é não ir ao colégio; dando sempre a todos , a desculpa de que estava com ” mal-estar “ – se bem que tem um pouco de verdade nisso.
Sou perfeccionista, pessimista, não respeito minhas limitações e ainda por cima ,não tenho motivação para alcançar meus sonhos. Acho que fujo da guerra, por me sentir derrotada, antes mesmo da batalha.
Sempre fui uma aluna responsável, mas, de uns tempos pra cá, tenho toda a atenção voltada as minhas aflições. No meu caso as notas altas compensavam o fato de eu não ser admirada pela aparência -o que nem isso (as boas notas)estou mais tendo.
Possuo meia dúzia de “amigos”, que na verdade, são apenas colegas. Não consigo desabafar com ninguém por temer a críticas, más interpretações e também por vergonha .Costumo dizer que minha válvula de escape são minhas lágrimas e meu diário(é nele que está meus sentimentos mais íntimos)
As vezes tenho vontade de largar tudo de mão: Abandonar os estudos, a família, a casa ,os colegas – tudo isso por questões de segundos -e ir pra algum lugar bem distante. Queria muito esquecer quem sou, o que vivi, o que ouvi, o que fizeram… Sabe aqueles momentos que bate um vazio existencial? Já tentei conversar com minha mãe, contar a ela tudo o que sinto , o que penso, o que me deixa abatida… mas foi tempo perdido.
Tenho todos os sintomas psicológicos e físicos que você citou neste artigo – que por sinal foi bastante esclarecedor.

O que devo fazer,Miguel?

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Miguel Lucas

Olá Ellem, obrigado pelo comentário

Antes de mais, devo informar que aquilo que descreveu acontece a muitas pessoas por todo o mundo, com as devidas diferenças e particularidades. Infelizmente não está sozinha no sofrimento que descreveu. Quero no entanto transmitir-lhe uma palavra de esperança, com o conhecimento que existe na actualidade sobre os transtornos de ansiedade, o sofrimento prolongado é desnecessário, dado que a aplicação da terapia cognitivo-comportamental é bastante eficaz.

Acredito que o primeiro passo a dar deverá ser conversar com os seus pais, e informá-los do que se passa, do quanto está a sofrer e que necessita de ajuda. Procurar ajuda não é vergonha, é um acto de inteligência. Todos nós em alguns momentos das nossas vida passamos por dificuldades, e não somos piores pessoas por esse motivo. Converse com os seus familiares e em conjunto procurem uma solução. A solução é possível.

Sorte e esperança.

Abraço

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Will

Gostei muito deste artigo, sei que sofro de fobia social. Porém ninguém me entende e tenho tido problemas na minha vida em geral. Desisti de uma Universidade Pública(curso de Letras)só fui os 3 primeiros dias e porque tinha bebido, isto foi em 2009, também desisti de uma bolsa do Prouni, curso de Pedagogia (à distância, uma aula presencial por semana) mesmo assim desisti, também desisti de um concurso público municipal para o qual fui convocado (cargo de professor de 1º ao 5º ano que precisava somente do nível médio). Desisti também de um curso de inglês porque precisava falar na frente dos outros. Atualmente sou concursado, cargo de vigilante escolar, pois assim fico mais tempo sozinho. Já fui aprovado em outro concurso mas não houve convocação ainda. Com a nota do Enem do ano passado consegui aprovação no Sisu no 1º e 2º semestre, poderia ter feito matrícula no 1º que era mais próximo de casa, curso de Sistemas Elétricos mas não quis. Consegui outra bolsa do Prouni, Já fiz matrícula curso de Serviço Social(à distância) por isso mesmo que vou tentar, começa agora em outubro “na verdade que precisa da assistência sou eu”. Sempre tive problemas na vida sentimental mas atualmente estou namorando faz 8 meses. Nem minha namorada, nem minha mãe e os parentes e amigos acreditam no meu problema, acham que é besteira. Tenho problemas para assinar na frente dos outros. Perdi e estou perdendo muitas oportunidades que a vida me tem oferecido. Faz um mês que comecei a morar sozinho acho que é consequência do meu problema. Estou começando a procurar um profissional porém sei que é muito difícil pois já li algo não me lembro onde, que alguns especialistas não acreditam que seja um problema e sim que faz parte da personalidade. Que bom que neste site vejo este problema detalhado. E outras pessoas compartilhando suas experiências. Isto ajuda bastante…

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Miguel Lucas

Olá Will, obrigado pelo comentário.

Vou começar pelo fim das suas declarações. Não, não faz parte da personalidade de ninguém ser-se ansioso. Podem existir alguns traços, mas normalmente têm a ver com aprendizagens que se fizeram, e provaram não ser adaptativas.

No seu caso, a ansiedade em algumas situações de vida fez-se sentir com grande intensidade o que levo a afastar-se consecutivamente das coisas significativas. Desde já informo-o que é possível melhorar os seus problemas através de terapia psicológica (de preferência com terapia cognitivo-comportamental).

Também é comum alguns familiares não entenderem o problema. O seu problema é complexo e tem de ser abordado com seriedade e por quem esteja habilitado para o efeito.

Relembro que na Escola Psicologia estão disponíveis consultas online.

Estarei sempre disponível para mais esclarecimentos.

Abraço

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Henrique Evandro

E no meu caso o que eu faço??? se o meu problema e fobia social e tenho que enfrentar esse problema de frente, sendo que não consigo quando fico sabendo que terei que me espor em reuniões e uma simples consulta ao médico a minha vontade de fujir e tanta que acabo sempre fugindo com todos os sintomas com coração disparado mãos suando formigamento nas pernas e bolo na garganta que da até ância de vômito penso que no meu caso não tem solução!!!
fiquei impedido de concluir um curso técnico por conta desse problema!!!

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Miguel Lucas

Olá Henrique, obrigado pelo comentário.

Quando se chega ao ponto em que os sintomas que descreve afectam a sua vida, prejudicando os seus objetivos é porque as estratégias que utiliza não estão a surtir efeito. Nesta situação deve procurar ajuda profissional, dado que necessita implementar um programa de recuperação orientado e estruturado no tempo e particular para o seu caso especifico.

Abraço

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angela

meu caso de fobia social e associado a medo de falar em publico e tambem medo de olhar nos olhos das pessoas.
me afastei das minhas amigas pois ate perto delas nao me sentia bem minha impressao era q quando olhasse nos olhos delas e converçasse elas iam perceber os sintomas fobicos no meu rosto.
e terrrivel ter que se afastar dos amigos por nao conseguir mais conversar e olhar nos olhos sem medo.
atraves do uso medicamentos consegi ter uma melhora significativa, porem ainda me sinto bastante anciaosa ao ter que conviver com as pessoas

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Miguel Lucas

Olá Angela, obrigado pelo comentário.

Sem dúvida que qualquer problema relacionado com a redução de qualquer atividade é muito angustiante.

Sem dúvida que beneficiaria com a aprendizagem de algumas estratégias para poder reduzir e gerir a ansiedade quando fala em público.

Esteja atenta ao blog, em breve irei postar um artigo acerca do problema de falar em público, espero que lhe possa trazer mais esclarecimento.

Abraço

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Sofia

Frequento terapia há muito pouco tempo, para tentar combater a ansiedade social. Ao ler todos estes testemunhos, sinto-me um pouquinho melhor, por constatar que existem muitas pessoas como eu.
Temos que ser fortes! Obrigada Miguel Lucas por ter este espaço tão esclarecedor e que permite lermos também sobre outras vivências.

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Miguel Lucas

Olá Sofia, obrigado pelo comentário.

Sim, claro existem infelizmente muitas pessoas que sofrem deste problema. Mas também é hoje possível diminuir esse sofrimento através de terapias adequadas e eficazes.

Força para você e esperança que consiga debelar o seu problema.

Abraço

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Patrícia

Olá! Antes demais gostava de dar-lhe os parabéns pelo seu artigo. Devo dizer que descobri o mesmo, na procura de uma solução para o meu problema. Sempre fui uma pessoa muito sociável e comunicativa e ainda me considero como tal, no entanto, de há uns anos para cá, vivo com uma pedra no meu sapato. Sempre que estou em algum lugar, onde me sinta privada de uma casa de banho (exemplo: num autocarro, num comboio, numa sala de aula onde o professor não permita sair sem ser no intervalo, numa entrevista de emprego, etc), começo a ter uma imensa vontade de ir à casa de banho e não descanso enquanto não saio daquela situação. Já não foi a primeira vez que tive que sair a meio de uma viagem de comboio para ir à casa de banho e depois voltar a apanhar outro comboio para chegar ao meu destino final. Tenho consciência que muitas vezes é uma vontade psicológica, mas com o estado de ansiedade e nervosismo em que fico depressa passa a uma vontade real. Já tive também que abandonar a sala de aula antes da aula acabar, pois fico com medo de não aguentar e ficar envergonhada no meio daquelas pessoas todas. Uma vez abandonei-a cerca de 15min depois da aula ter começado, pois tinha tantos colegas à minha volta que estava a sentir-me sufocada. Actualmente, mesmo quando vou a um cinema, teatro ou tenho aulas em auditórios, quero sempre ficar nas pontas das filas, para que possa sair com facilidade sem incomodar ninguém, caso tenha vontade de ir à casa de banho. Bem sei o quanto isto parece ridículo a todos quantos o leiam, mas a verdade é que isto passa-se comigo e até a mim me custa a crer que vivo em função das idas à casa de banho. Devo referir, no entanto, que não sofro de qualquer problema de incontinência ou algo do género, isto é apenas fruto da minha cabeça e eu não estou a conseguir controlar. Controlo as minhas necessidades fisiológicas, mas não controlo a ansiedade que me causa pensar que em determinada situação poderei ter vontade de ir ao WC e não ter lá nenhum próximo onde ir. Isto começa a limitar-me imenso e sufoca-me. Às vezes nas aulas tento controlar-me bastante e não pensar nisso, mas acabo por estar tão focada nisso, que não retenho nada do que deveria aprender na aula. Gostava de perguntar se alguém conhece um caso idêntico e se isto se poderá enquadrar num caso de fobia social?

Cumprimentos

Patrícia

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Patrícia

Olá! Antes demais gostava de dar-lhe os parabéns pelo seu artigo. Devo dizer que descobri o mesmo, na procura de uma solução para o meu problema. Sempre fui uma pessoa muito sociável e comunicativa e ainda me considero como tal, no entanto, de há uns anos para cá, vivo com uma pedra no meu sapato. Sempre que estou em algum lugar, onde me sinta privada de uma casa de banho (exemplo: num autocarro, num comboio, numa sala de aula onde o professor não permita sair sem ser no intervalo, numa entrevista de emprego, etc), começo a ter uma imensa vontade de ir à casa de banho e não descanso enquanto não saio daquela situação. Já não foi a primeira vez que tive que sair a meio de uma viagem de comboio para ir à casa de banho e depois voltar a apanhar outro comboio para chegar ao meu destino final. Tenho consciência que muitas vezes é uma vontade psicológica, mas com o estado de ansiedade e nervosismo em que fico depressa passa a uma vontade real. Já tive também que abandonar a sala de aula antes da aula acabar, pois fico com medo de não aguentar e ficar envergonhada no meio daquelas pessoas todas. Uma vez abandonei-a cerca de 15min depois da aula ter começado, pois tinha tantos colegas à minha volta que estava a sentir-me sufocada. Actualmente, mesmo quando vou a um cinema, teatro ou tenho aulas em auditórios, quero sempre ficar nas pontas das filas, para que possa sair com facilidade sem incomodar ninguém, caso tenha vontade de ir à casa de banho. Bem sei o quanto isto parece ridículo a todos quantos o leiam, mas a verdade é que isto passa-se comigo e até a mim me custa a crer que vivo em função das idas à casa de banho. Devo referir, no entanto, que não sofro de qualquer problema de incontinência ou algo do género, isto é apenas fruto da minha cabeça e eu não estou a conseguir controlar. Controlo as minhas necessidades fisiológicas, mas não controlo a ansiedade que me causa pensar que em determinada situação poderei ter vontade de ir ao WC e não ter lá nenhum próximo onde ir. Isto começa a limitar-me imenso e sufoca-me. Às vezes nas aulas tento controlar-me bastante e não pensar nisso, mas acabo por estar tão focada nisso, que não retenho nada do que deveria aprender na aula. Gostava de perguntar se alguém conhece um caso idêntico e se isto se poderá enquadrar num caso de fobia social?

Cumprimentos

Patrícia

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Miguel Lucas

Olá Patrícia, obrigado pelo comentário.

O seu problema não tem nada de ridículo. É um problema como outro qualquer, na medida que lhe condiciona a vida. Acredito que terá de procurar ajuda profissional, tem de aprender um conjunto de estratégias de controlo fisiológico e mental. Provavelmente beneficiaria de algo aproximado à dessensibilização sistemática.

Não tem propriamente a ver com fobia social, mas também não posso avançar com uma possível diagnóstico, dado que a informação é reduzida. E isso também não é o mais importante. O que é importante é procurar ajuda no sentido de implementar um plano de tratamento para redução da ansiedade antecipatória e consequente redução do medo de não se conseguir controlar fisiologicamente.

Sorte.

Abraço

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Lili

Olá! Achei essa matéria muito interessante. Eu sofro de fobia social específica e estou lutando com todas as minhas forças contra isso. Sou estudante de enfermagem e estou na reta final, sofri muito nas aulas práticas pois eu tenho pavor de público. E, assim como a Ana Reis, concordo q o fóbico social tem muito pouco apoio, pois as pessoas ñ entendem o que sentimos. Não estou fazendo terapia, quero dar um basta nisso tudo e estou determinada, tanto q estou melhor. Ainda sofro alguns dos sintomas mas respiro fundo e sei q para concluir minha meta preciso enfrentar meus medos. Só que, me falta apoio… Estou decepcionada, pois ao invés de minhas colegas de curso reconhecerem minha superação, elas preferem relembrar meus primeiros fracassos contando isso a minha professora e colegas de estágio. Mas elas só contaram isso pq eu fui parabenizada pela supervisão pela minha competência. Pensando por esse lado, acho q ñ posso dar ouvidoso a elas pq estou determinada a concluir meu curso e ser bem sucedida na vida e pra isso aconteça não posso prestar atenção nos deboches q ouço pq aí sim, vou voltar a temer a avaliação dos outros e sofrer, calada, mas ao mesmo tempo pra todo mundo ver. Temos q ter pensamentos positivos, evitar toda negatividade, é difícil mas necessário. Vou por esse caminho, se não der certo farei terapia mas acredito eu q não vá precisar disso.
Obrigada por esclarecer algumas dúvidas! Bjs!

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weverto

Nossa lili, Parabens! Também sofro com essa fobia social especifica, e também luto contra ela com todas as minhas forças, hoje estou muito melhor do que antes, gostaria de dizer-lhe que essas pessoas que não conseguem respeitar essas suas fraquezas não são suas amigas, cuidado, pois você tem o poder de decidir com quem anda-rás, em uma época da minha vida eu também tinha “amigos” que me inferiorizavam, sofri muito, mas finalmente um dia decidi tirar eles da minha vida, hoje tenho amigos(a) que entendem muitas das vezes as minhas situações, conseguimos conversar, e eu explico as minhas exigências em uma verdadeira amizade, tenta conversar com suas amigas também, depois veja qual será a atitude delas, e só depois tome sua própria atitude… Meu nome é weverton, tenho 18 anos… tchau, boa sorte, muita força e muita perseverança moça…
caso precisa ou queira dar conselhos estou disponível nesse msn: weverton.tommsn@hotmail.com
Bjs, fuie!!!

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Miguel Lucas

Olá Lili, obrigado pelo comentário.

Vejo que está decidida e muito motivada para a resolução do seu problema, isso é meio caminho para ser bem sucedida. Concentre-se em si e nos seus objetivos, é natural que a grande maioria das pessoas não percebam a sua situação. Tente não levar isso em consideração. Siga o seu rumo e as estratégias que tem em mente, execute-as, coloque-as em prática, nem todas funcionaram, provavelmente poderá em alguns momentos sentir alguns recuos, mas mantenha-se firme, seja persistente e acredite que pode conseguir ultrapassar o incómodo da ansiedade.

Força.

Abraço

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Rui

Só há dois anos é que comecei a sofrer desta doença a meu ver foi devido a uma mudança de grupo de amigos era um rapaz desinibido falava com toda a gente. Assim que mudei de escola que era incapaz de aproximar de outras pessoas ou de fazer amizades tenho diversos medos que não fazem sentido como por exemplo entrar numa sala e estarem todos sentados, a interacção amigos família para mim não é possível, tenho um pavor imenso que as pessoas me contactem por telemóvel,alem de só conseguir sentar me nas partes junto ás paredes da sala e se isso não acontece fico a suar. isto tudo e outras coisas afastou-me de várias coisas levando-me a chumbar de ano uma das razões é que não conseguia estar na sala com tantas pessoas e com a sensação permanente de alguém está a observa-me.
Desde já obrigado ao artigo e ao autor Miguel Lucas.

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Miguel Lucas

Olá Rui, obrigado pelo comentário.

Espero que consiga aplicar algumas das estratégias explicadas no artigo.

Se os sintomas não diminuírem, ou começar a afastar-se dos seus objetivos, pondere procurar ajuda profissional. Este é um problema como tantos outros, evite personalizar e atribuir isso a supostos defeitos seus. Por certo nada terá a ver com isso, mas sim com um conjunto de comportamentos de resposta que estão fora do seu controlo e entendimento.

Abraço

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Weverton

Ola, gostaria muito de agradecer pelas maravilhosas orientações sobre essa grande tristeza que é a fobia Social, utilizando as informações que aprendi ao longo do seu texto, identifico que tenho fobia social (especifica), tenho 18 anos, e até a alguns anos atrás minha fobia era mais complexa, no entanto por espontânea vontade decidi modificar isso na minha vida, e consegui, bom…Mudei muito, no entanto ainda tenho uma grande caminhada para percorrer, sofro muito com essa fobia, preferiria ter tido qualquer outra fobia, digamos que eu consigo até me relacionar bem com as pessoas, dependendo da quantidade, pois 2 pessoas para mim ja é um auditório, eu gaguejo também, sempre quando me sinto inseguro, ansioso, tento vencer alguns obstáculos que a vida me proporciona, mas sofro, pois sei que ainda tenho um grande percurso a percorrer… Mais uma vez muito obrigado pelas orientações, hoje mesmo às colocarei em prática, um grande abraço e desejo a todos os que sofrem com esse ou outros tipos de fobias, muita força e perseverança… Caso alguém esteja disposto a conversar com um amigo, pedir conselhos e até mesmo dar conselhos, podem me adicionar no meu msn: weverton.tommsn@hotmail.com

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Miguel Lucas

Olá Weverton, obrigado pelo comentário.

Fico contente pela sua vontade em superar o seu problema. Acredito que se for persistente e seguir algumas das dicas de forma sistematizada que poderá melhorar o seu estado.

Força e convicção

Abraço

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Joaquim

Boa Noite Miguel!

Este seu artigo é excelente! Parabéns!

No entanto, o meu caso é diferente de todos os casos expostos nos comentários.

A minha familia colocou um processo em tribunal, contra mim, para ser obrigado a fazer tratamento para a fobia social.
O tratamento consiste no seguinte:
– tomo Risperdal injectável 50 mg, de 15 em 15 dias
– vá para onde vá, tenho policias à paisana, que me provocam situações que me irritam.

Não tenho qualquer apoio psicológico.

Porque é que ao irritarem-me, me faz bem à fobia social?

A minha fobia social é especifica e há uma situação um tanto estranha.
Como qualquer pessoa que sofra de fobia social, eu não me sinto bem ao ser observado e avaliado – embora, neste momento, já esteja muito melhor! – e, no entanto, sinto-me muito bem a dar aulas ( onde sou o centro das atenções e estou a ser constantemente avaliado ). Como é que se explica isto?

Desde já, o meu Muito Obrigado!

Cumprimentos.

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Miguel Lucas

Olá Joaquim, obrigado pelo comentário.

O seu caso é realmente muito distinto. Pelo que não consigo com a informação disponibilizada formular uma possível explicação para a sua dúvida.

Sinta-se livre para ir dando informação!

Abraço

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Dane

Parabéns pelo artigo.

Não aguento mais ser assim: sou muito tímida…
Tenho 16 anos,não tenho amigos, quando vou falar com os outros sempre acho que eles estão rindo de mim, q me acham um tremenda idiota, fico nervosa quando o assunto é esta no meio dos outros, na maioria das vezes nunca consigo me expressar bem gaguejo, fico muito nervosa ate quando o cel toca.. meu namorado virtual pediu meu num. mas to nervosa ate desliguei o cel.. tenho medo de parece uma idiota pra ele, queria superar tudo isso, mas o pior q ninguém pode me ajudar!

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Miguel Lucas

Olá Dane, obrigado pelo comentário.

Existem na verdade muitas formas que a podem ajudar, por exemplo indo lendo alguns dos nossos artigos, aprender com eles e aplicar algumas das estratégias propostas.

Pode também falar com os seus pais e explicar que tem um problema e gostava de ter a ajuda deles. Pode também pedir aos seus pais para consultar um psicólogo que a possa ajudar.

Abraço

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Miguel malato

Olá

Ao ler muitos dos comentários aqui consigo identificar-me com muita gente que também está na mesma situação que eu..

Infelizmente, e não quero de maneira alguma diminuar a vossa dor porque sei que todos aqui sofrem, mas ainda não li nada que se compare com a minha vida.

Eu aparentemente reuni as condições mais horríveis de problemas que podem afectar uma pessoa..

Uma ansiedade social tão forte, que sempre que estou na presença de alguém (às vezes até me afecta quando estou sozinho, ou quando estou com o meu primo que considero irmão de sangue), transformo-me numa pessoa diferente.

Para alem de ficar nervoso sinto-me um vegetal, estupidificado e infantil.

Transforma a minha personalidade em de alguém completamente diferente, com ideais, pensamentos e comportamentos diferentes. (quase opostos).

O simples facto de saber que vou estar a falar com alguém, pode subir a minha pulsação a um nivel … como se tivesse acabo de correr uma maratona.

Começo a falar num tom apático, como se alguém tivesse a apontar uma arma a cabeça.
Nem consigo pensar!!!!

Nesses momentos eu nao consigo literalmente usar a cabeça para pensar em nada.

Estou numa situação de “fight or flight”. E honestamente so me apetece fugir.. (flight)

Mas isso leva a um isolamento, e ter de recorrer a ilusões e fantasias para matar um pouco a dor (no meu caso, um forte vício em videojogos) que por sua vez leva a mais depressão e mais ansiedade.

Eu ja fui responsavel por ter arruinado umas 6 boas amizades por ter atitudes e comportamentos estranhos. Mas eu nao censuro os outros.. Eu tambem nao queria ser amigo de mim proprio.

Sei que nao sou ma pessoa, alias nem sei que raio e que sou.
Ja vivo neste ambiente deste que nasci..

Ando neste momento a tomar 3 comprimidos por dia. Um anti-depressivo, um beta-bloqueador e um anti-psicotico.

O antidepressivo deu me vontade de suicidar, o beta bloqueador impede me de fazer desporto pois baixa me demasiado a pressao sanguinea e o anti psicotico fez me sentir como um vegetal morto cerebral sem emoções.

Nao sei se vou conseguir aguentar a universidade para o ano (tenho 18 anos), só sei que nao consigo mais viver com isto.

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Miguel Lucas

Olá Miguel Malato, obrigado pelo comentário.

O seu problema está já atingiu uma fase muito aguda, tal como expliquei no artigo, quando as estratégias pessoais não surtem efeito é necessário procurar ajuda profissional. Pondere falar com os seus pais acerca do assunto.

Tal como pode verificar pelos imensos comentários este é um problema que condiciona a vida das pessoas, conduzindo a um imenso sofrimento.

Não valerá a pena investir num programa de tratamento? Por certo que sim.

Não valerá a pena aprender e implementar um conjunto de estratégias que o ajudarão a lidar com toda a sua insegurança, mal-estar e frustração? Claro que sim.

Pondere sobre o assunto. Pode verificar que aqui no Blog disponibilizamos essa oportunidade!

Boa sorte e boa decisão

Abraço

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Esther

Muito bom o artigo! Eu tenho 19 anos e sofro de FS.
me sinto muito mal quando estou na rua, sempre acho ou percebo que estão olhando pra mim de maneira estranha, tenho problema na postura quanto a isto, pois qndo estou muito nervosa não consigo manter a postura. Nao consigo olhar nos olhos das pessoas, percebo que elas irão repapar em como meu rosto é gordo e feio, e que sempre todos são melhores ou podem ser melhores do que eu. Eu me mudei de uma cidade por causa desse meu problema, e na cidade em que estou agora.. está pior, porque nem amigos eu tenho, só estou trabalhando e no trabalho é horrível pois tenho que atender as pessoas sorrindo ou olhando pra elas, mais na maioria das vezes não olho. Fiz tratamento com fluoxetina, ate que deu uma melhorada, mais parei com o tratamento. Sai de casa no inicio de ano e de lá pra ca engordei 10 kg por conta da ansiedade, e com isso tenho mais vergonha de mim.

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Miguel Lucas

Olá Esther, obrigado pelo comentário.

Por aquilo que descreve, posso dizer-lhe que provavelmente a grande parte dos seus pensamentos depreciativos acerca de si própria ou que julga que outras pessoas possam pensar, é uma construção sua. Essa construção depreciativa, é originada por um conjunto de distorções cognitivas e medos, que podem ser sintomáticos do problema psicológico que hipoteticamente está a sofrer.

Com isto em mente, pode ajudar-se a si mesmo. Aqui no Blog da Escola Psicologia, existem muitos artigos que orientam a pessoa para indentificar as distorções de pensamentos e como fazer a reestruturação de novos pensamentos que irão ajudar a dimunir os medos e partir para ação, melhorando assim a sua condição de vida.

A melhoria é possível, faça por isso, seja o seu maior aliado na resolução do seu problema. Tente não personalizar as suas dificuldades, olhe-as de frente e faça coisas para as melhorar.

Boa melhoria, força e convicção

Abraço

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Esther

Eu não consigo concluir curso nennhum, quando estou em uma sala de aula, tenho que me escorar na parede, sentar no fundo, chegar antes de todos, senão eu não entro,e se a sala estiver muito clara eu fico nervosa, começo a bater as pernas etc etc..
Não sei o que faço para melhorar, minha auto-estima sempre está muito baixa, Tenho vontade de sumir.. não tenho animo para alcançar meus objetivos, o pessimismo é muito grande, tenho sempre a certeza que eu não vou conseguir nada. Gostaria de fazer um curso de design gráfico, mais logo penso, não sei desenhar muito bem e há muitas pessoas melhores do que eu. Eu sei que está errado pensar assim,enfim
desabafei um pouco.

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Izabella Rego

Oi,todos os comentários parecem ter saído da minha boca,gostaria de melhorar, não tenho vida!não pego onibus só,preciso sempre de pessoas ao meu lado, mas eles não sabem que tenho esse problema,sei lá só queria desabafar.valeu

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Miguel Lucas

Olá Izabella; obrigado pelo comentário.

Não deixe que o seu problema crecer ainda mais, a melhoria é possível. Procure ajuda ou informe-se o melhor que conseguir acerca das suas dificuldades e como as pode ultrapassar.

Olhe por si!

Abraço

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Trustvainer

Ainda não li o tópico, mas em breve vou fazer.. estou postando este comentário para dizer sem querer depreciar os colegas acima que é muito bom saber que não sou o único a passar por estes problemas e que o meu estágio ainda não é tão agudo assim, é bom ter conhecimento disso, obrigado pelo excelente tópico Miguel.

Se possível eu gostaria de postar outro comentário com os sucessos que obtive praticando o que aqui foi exposto. Abraços e até mais.

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Miguel Lucas

Olá Trustevainer, obrigado pelo comentário

A partilha de experiências é uma mais-valia para ao próprio artigo. O que alguns leitores escrevem pode ser muito útil a outros que enfrentam os mesmo problemas. Por isso, sempre que possível comentem, descrevam as saus dificuldades.

Sim, claro que pode escrever mais comentários. A comunidade agradece a partilha de experiências.

Juntos, mais facilmente conseguiremos enfrentar os problemas que são comuns a todos nós, direta ou indiretamente.

Volte sempre!

Abraço

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anônimo

Olá, sinto-me desconfortável em diversas situações. Quebrei meu celular para ficar incomunicável e minha autoestima é tão baixa que eu não tenho uma fotografia minha sequer.

Tentei me relacionar com uma garota há pouco tempo e o fracasso foi grande devido a essa imagem negativa.

Mas a pior situação ocorreu comigo ano passado. Fizeram-me uma festa surpresa e eu fiquei sem reação. Cantaram, segurando bolo e eu continuei trabalhando, como se nada estivesse acontecendo. Sinto-me mal até hoje.

Depois disso eu marquei sessão com um psicólogo, fui até o local, mas não consegui entrar.

Não sei se conseguirei me tratar. Eu nunca falei sobre a minha vida com ninguém.

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Miguel Lucas

Olá Anónimo, obrigado pelo comentário.

É importante perceber que as suas reacções ou inatividade não acontece por acaso. No fundo é você que de forma mais ou menos conscientes faz ou não faz as coisas. Aquilo que pode ser útil para você é tentar perceber o que quer da vida, que ações, atitudes e comportamentos pretende ter, e responsabilizar-se por isso. Perceber que pode estar no controlo das suas decisões e escolhas que faz.

Certamente quando foi tentar ir ao psicólogo, conseguia entrar. Claro que conseguia pois tem capacidade funcional para executar essa acção. Aquilo que aconteceu é que decidiu em consciência não ir.

Parta saber se consegue ou não melhorar os aspectos que pretende, tem de fazer coisas, tem de fazer por isso e só depois avaliar se aquilo que fez surtiu efeito ou não. Se não sortir efeito, volte a tentar com uma nova estratégia.

Sorte e ações.

Abraço

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jorge

miguel lucas achei seu blog muito interessante,eu sofro de fobia social,quando eu tenho que ir em algum lugar que tem muita gente isso me enomoda muito,quando tenho que conversa com alguem que eu não conheço eu sinto que aminha voz começa acelerar,minha mão sempre sua,e eu quero sair da situação rapidamente,depois que li seu blog eu comecei colocar umas tecnicas em pratica e eu ja estou vendo melhora.queria saber quais tecnicas eu poso utilizar para amenizar esse problema. pararabens pela ajuda que vc da as pessoas.

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Fernando Freire

Olá Miguel, primeiramente quero agradecer pelo artigo e por responder as questões aqui colocadas. Li sobre o assunto e acho que sofro de algum tipo de fobia e gostaria de compartilhar com todos, pois meu problema é falar diante de várias pessoas ou de uma pessoa só, desde que me encare ou me observe de forma muito atenciosa, pois acabo perdendo a linha de raciocínio para me ver da forma que a pessoa esta me vendo, focando em pensamento como “oque ela esta pensando de mim, oque ela vai achar de mim”, “se eu gaguejar ou esquecer as coisas vou perder a credibilidade e vou me passar vergonha”. Trabalho em uma empresa e sempre que vai ter reunião fico com as mãos geladas o coração acelerado, e acabo transpirando bastante, as vezes minha boca chega a tremer um pouco, não conseguindo dizer tudo como quero e da forma organizada que planejei, mas nunca evito situações e as pessoas não percebem, pois falam que sou uma pessoa bem calma e tranquila. Ja apresentei vários trabalhos e sempre tenho que conversar com pessoas “olho no olho”, apesar de fazer um esforço imenso para encará-las também as vezes não consigo prestar a atenção no que elas estão dizendo, pois meus pensamentos se voltam para os dela (como ela esta me vendo). Essas situações ocorrem somente em reuniões ou quando vou a um médico por exemplo, que tenho que me expressar com a pessoa olhando diretamente para mim. Para outros eventos não tenho problema algum, sou muito extrovertido, me casei perante 300 pessoas e levo uma vida normal, mas gostaria de não ter mais esse desconforto, pois incomoda muito. O que acha dessas situações ?
Agradeço imensamente desde já e espero alguma linha de raciocínio que eu possa seguir para minimizar esse desconforto.

Meu muito obrigado, Fernando Freire.

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Mara

Olá Miguel,
Parabéns pelo excelente artigo! Me surpreendeu saber da quantidade de pessoas, que assim como eu, sofrem de fobia social! É um pouco consolador saber que mais gente também tem que lidar com isso, pois na maioria das vezes sinto que todos ao meu redor são bem resolvidos e eu sou um E.T!

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Giba

Olá, Miguel

Parabéns pelo trabalho!

Gostaria de saber se o tratamento de fobia social com medicamentos é temporário ou a pessoa tem que passar o resto da vida tomando, com o risco de parar e voltar tudo ao que era antes?

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Miguel Lucas

Olá Giba, obrigado pelo comentário.

Exitem várias formas de terapia ou ratamento que funcionam e são eficazes. O tratamento com medicação é uma das possibilidades, no entanto é importante estar ciente das suas limitações e efeitos secundários adeversos que possa surgir durante o respectivo tratamento. Tal como a grande maioria dos medicamentos, alguma da medicação para os transtornos de ansiedade provoca dependência, o que para fazer os desmane é necessário algumas precauções e um bom programa de retirada da medicação.

Como pode ter lido, eu sou apologista do tratamento psicológico com abordagem cognitivo-comportamental que tem provado ser muito eficaz.

Abraço

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Natália

Olá Miguel,

Antes de qualquer outra coisa, parabéns pelo artigo abrangente, rico e tão esclarecedor. Parabéns também pela atenção e delicadeza dispensadas a cada pessoa que vem deixar aqui um pouco de sua dor e um pedido de ajuda. Reconheço em todas essas pessoas muito de mim mesma, e desejo sinceramente, com muito carinho, que todas elas encontrem toda a ajuda e toda a força de que precisam para vencerem esta doença.

Meu caso é bem complicado, mas acredito que existe uma solução. Meus sintomas de fobia social começaram a aparecer quando eu era criança. Sempre muito introvertida e vítima de piadas dos colegas, não conseguia me aproximar de ninguém e tinha sérios problemas quando precisava apresentar trabalhos na frente da classe. Eu não ficava simplesmente nervosa: eu ficava completamente aterrorizada, quase entrava em pânico. E quando digo pânico, sei muito bem do que estou falando. Já naquela época, tão pequena, eu sabia que aquilo não podia ser normal, que tinha alguma coisa muito errada comigo. Então eu fui crescendo, ficando cada vez mais ansiosa, e as coisas foram piorando. Aos onze anos de idade apareceu a tricotilomania, primeiro sinal de que eu deveria tratar seriamente minha ansiedade. Pouco depois meus pais decidiram que eu deveria ver uma psicóloga, mas não adiantou muito: eu não me abria com ela, por muitas vezes ficava toda a sessão em silêncio. Os problemas na escola continuavam. Aos quinze anos tive algum alívio: me envolvi com o teatro e a dança e fiquei um pouco mais sociável. Mas foi a partir dos dezenove anos que tudo começou a piorar, e muito. A tricotilomania continuava, na verdade nunca acabou. Mas então, sem qualquer aviso, enquanto me preparava para dormir, foi como um estalo na minha cabeça: tudo em volta pareceu doentiamente silencioso, absurdo, apavorante, e eu sabia que ia morrer naquele exato minuto. Pânico. Eu não conseguia pensar em mais nada, não conseguia me controlar, e tinha a absoluta certeza de que morreria por causa de um ataque cardíaco ou de um aneurisma. Não sei quanto tempo durou meu primeiro ataque de pânico, mas a mim pareceu uma vida. Outros ataques de pânico e crises fortes de ansiedade aconteceram, mas nenhum foi tão forte quanto o primeiro. Nas crises de ansiedade, que foram muitas, sentia um aperto forte no peito, as mãos tremiam e suavam frio, sentia falta de ar, tontura, o coração acelerava como se eu tivesse corrido quilômetros, e lembro-me de ficar controlando o tempo inteiro a minha respiração e as batidas do coração, como se fosse morrer se deixasse de monitorar a mim mesma. O peito chegava a doer pelo esforço de controlar a respiração. E se estava em um lugar com mais pessoas, tudo piorava, o nervosismo era quase insuportável. De noite, quase não dormia porque ficava involuntariamente monitorando a respiração e as batidas do coração. Ficava me balançando na cama pra ver se me acalmava, mas nada. Foi com dezenove anos também que os piores sintomas da fobia social começaram a aparecer: comecei a ficar muito nervosa em lugares cheios, lojas, shoppings, ônibus, ruas cheias de pessoas e até em locais abertos. Comecei a ter mais dificuldade para lidar com as pessoas: ia fazer compras, pedia água e as mãos tremiam na hora de beber. Minutos antes de assinar o cheque eu já começava a sofrer porque sabia que as mãos iriam tremer. Comecei a ter problema também para olhar as pessoas nos olhos, o que me deixava muito desconfortável, quase como se eu sentisse dor. Quando almoçava fora, com outras pessoas ou mesmo sozinha, as mãos tremiam na hora de levar a comida à boca, e por muitas vezes deixei o prato quase intocado, dizendo que estava indisposta. A sensação de que estavam todos me observando era aterrorizante. Na verdade quem me analisava e julgava minuciosamente era eu mesma, e é terrível essa vigilância constante e involuntária de mim mesma, essa percepção fora do normal de cada movimento e de cada função do corpo, desde respirar até mexer no cabelo, é desesperador. Utilizar um banheiro fora da minha casa era horrível também: por mais apertada que eu estivesse, não conseguia urinar e precisava forçar, mas só quando tinha certeza de que o banheiro público estava vazio. Pelo menos esse problema eu consegui superar. Durante um longo período eu fiquei refém das crises de pânico, de ansiedade e da fobia social, termo que eu nem sabia que existia na época. Me fechei em casa e só o que me confortava um pouco eram os jogos de computador: até certo ponto, porque sempre chegava uma hora em que os próprios jogos me deixavam ansiosa demais e me levavam a uma outra crise. Comecei também a ter horríveis crises de depressão. Durante um tempo eu me tratei com um psiquiatra e tomei fluoxetina e bromazepam. Senti uma pequena melhora, mas infelizmente não levei o tratamento a sério. Tive períodos em que eu me sentia melhor e outros em que eu mergulhava outra vez na ansiedade, na fobia e na depressão. O curioso é que sou professora de dança desde os dezessete anos, e nem sempre a fobia me atrapalhou. Tive períodos de ficar muito ansiosa nas aulas e apresentações, a ponto de não querer ir para a frente da turma ao fim de um show, aterrorizada pela possibilidade de ter que falar algo e de ter muita gente me olhando e avaliando. Mas também tive períodos de sentir prazer com o meu trabalho, de me sentir mais criativa, de dar entrevistas para a televisão local e de discursar no palco ao final de um show. O que explica isso? Eu nunca entendi até o ano passado, quando procurei novamente a ajuda de uma psicóloga e de um psiquiatra para tratar outra forte crise de ansiedade e acabei descobrindo que sou bipolar. Agora entendo os períodos de bem estar e de ausência da depressão e da fobia, que aliás foram muito poucos. Mas a ansiedade não: esta sempre me acompanhou. Vivo hoje o que chamo de “o pior momento da minha vida”, porque passei pela mais forte crise de mania no ano passado, consequentemente seguida da minha pior crise de depressão. Considerei seriamente várias maneiras de me matar, mas fui forte o suficiente para escolher a vida e me agarrar a uma possibilidade de melhora, a menor que seja. Acredito numa vida promissora, significativa e saudável. Ainda não saí completamente da depressão e a fobia voltou outra vez. Até com minha própria família a fobia aparece, mas forço-me a ficar calma e concentrada e entender que ali ninguém vai me fazer mal. Tem sido muito difícil dar aulas. Fico ansiosa horas antes de receber as alunas, sinto dificuldade em me concentrar e as mãos tremem nos movimentos. Olhar nos olhos tem sido difícil outra vez, mas tenho me forçado a enfrentar todos esses sintomas, afinal não vou poder fugir dessas situações a vida toda. O pior é que estão me convidando o tempo inteiro para fazer apresentações, mas tenho fugido dos convites. Sinto-me incapaz de segurar um microfone, apresentar a mim mesma e à turma, ficar à frente durante a apresentação inteira. Já falei sobre tudo isso com minha psicóloga e meu psiquiatra, mas eles não deram grande importância. Só quem passa por isso sabe o quanto é horrível, o quanto dói, o quanto é incapacitante e castrante, o quanto a fobia limita sua vida e o obriga a fazer escolhas que você não quer fazer. É como se você vivesse pela metade, e acorrentado.

Perdão pelo imenso texto, mas senti necessidade de desabafar. Vou insistir no assunto com meus médicos e, enquanto a cura não vem, vou procurar me acalmar, ler e aplicar as técnicas de relaxamento, dar um passo de cada vez.

Abraço

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Miguel Lucas

Ola Natália, obrigado pelo comentário.

Tenho que agradecer-lhe o seu testemunho, muito completo e bem elaborado. É sempre muito enriquecedor ter o feedback dos leitores, e é igualmente importante para outros leitores dos artigos poderem ler experiências parecidas com as deles, e eventualmente aprenderem algo que possa estar expresso nos comentários.

Pela descrição percebi que estava ou já tinha sido acompanhada por profissionais. Informo que para a grande maioria, quer dos sintomas descritos, das situações incómodas e até mesmo para alguns transtornos que eventualmente possa estar a sofrer, já existe tratamento eficaz. Referiu: “enquanto a cura não vem” … não podemos falar em cura, mas sim em tratamento ou aprendizagem em viver com alguns problemas que possam ser debelados e aumentar a sua qualidade de vida.

Se até à data as melhorias, pelo que li, ainda não foram satisfatórias, é porque algo não está funcionando no acompanhamento que tem tido, ou eventualmente estará a fazer algum tipo de sabotagem ao programa de de recuperação que possa estar a seguir.

A mensagem que lhe quero deixar, é que existem estratégias que devidamente implementadas e treinadas, podem reduzir muito os sintomas da ansiedade, medos e incapacidades. Na atualidade sofrer dessa forma, é desnecessário. Procure, inista até conseguir encontrar alguém com o conhecimento adequado, para que possa usufruir devidamente de um protocolo de tratamento sério e eficaz.

Deixo-lhe a sugestão para mais alguns artigos:

http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/
http://www.escolapsicologia.com/como-superar-a-timidez/
http://www.escolapsicologia.com/sera-depressao-uma-doenca-talvez-nao-saiba-porque/

Força e esclarecimento

Abraço

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Natália

Obrigada Miguel,
foi também importante para mim ler os comentários acima e identificar-me com muitos deles.

Sim, fui acompanhada antes por um profissional para tratar crises de pânico, ansiedade e depressão, mas parei um ano depois. Achei que poderia me medicar sozinha. O resultado foi um enorme descontrole e um forte vício em bromazepam. Dez anos depois, procurei uma psicóloga e, através dela, um psiquiatra para tratar o que eu achava ser a minha pior crise de ansiedade. Mas só no ano seguinte descobri a bipolaridade, e só poucos dias atrás eu percebi que muitos dos meus sintomas se encaixam em um quadro de fobia social. Estou ainda conversando com meus médicos para decidir qual será o tratamento mais adequado. Espero muito que o tratamento escolhido seja eficaz, já não suporto mais todos os problemas que tenho tido em relação a esses transtornos. Hoje, por exemplo, tive outra crise de pânico provocada por uma situação social banal. Cheguei em casa e caí em uma crise de choro convulsivo. Precisei ligar para as alunas e cancelar as aulas de dança. Quero muito acreditar que uma melhora significativa é possível. Enquanto isso, vou ler com carinho e dedicação as matérias que você me indicou.

Muito obrigada por tudo.

Um abraço

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Andre

Tenho um grau de fobia social com certeza, não sei o quão avançado mas tenho. Tarefas simples pra maioria das pessoas como cumprimentar um grupo e ir fazer alguma compra são muito difíceis pra mim. Acho que vou ir em um psiquiatra e ir tomar remédios.

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Rafael

Tenho 16anos, e sofro com esse problema que a pouco tempo nem sabia que existia.Acho que um dos grandes motivos que me levou a ter isso foi o de sempre ser motivo de piada não só por pessoas estranhas mas pela minha familia que vivia apontando meus defeitos,isso me fez perder confiança nos outro principalmente da minha familia, que eu mais deveria confiar. Dai fui passando de uma criança normal que brinca, explora vive a vida, pra uma mais fechada que vivia dentro de casa viciada em tv e video-game. Agora na idade que estou sinto dificuldade de falar com outras pessoas, principalmente se for mulher, sinto calor e começo a suar isso me deixa mais constrangido ainda,não consigo olhar nos olhos, muitas vezes tem pessoas que eu até gosto vem falar comigo puxando assunto eu não consigo conversar pois na hora me da uma branco e as palavas não saem e se sai numca sai o que eu realmente sentia em dizer e isso faz parecer não queria falar talvez isso me faz parecer arrogante,muitas vezes estou conversando normalmente com um amigo ai chega alguem diferente na conversa, parece que as palavras some da minha boca e não consigo falar mais nada isso faz com que não consiga novos amigos,e ter relacionamentos passando uma imagem que não sou eu e não queria que fosse passada.
Parece que minha vida tá no altomatico, só passando conforme as horas, sem ter controle sobre ela só vivendo e fazendo o que tem que fazer e não o que quero fazer.
Ultimamente venho buscando maneiras de resolver esse problema na internet mas parece que só saber não é suficiente e por em pratica é mais dificil do que parece.Até penso em pedir ajuda na minha familia, mas até isso é dificil.

Bom gostei muito do artigo, me ajudou a entender melhor que eu tenho e pelos comentários vi que não sou o único com Fobia Social.

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Miguel malato

Rafael, és a primeira pessoa cuja situação eu consigo identificar-me com.

As tais “brancas” no momento de mexer os lábios aconteceu-me durante anos e anos.. e até mesmo hoje tenho paragens dessas.

Tens de acreditar numa coisa: Não estás sozinho. Por muito ridículo que aches que a tua pessoa é para os outros tens sempre pessoas que te amam e se preocupam contigo.

E por muito que acredites que és o único que sofre desta horrível maneira, não és, porque eu e muitos outros passamos por isso também.

E disto se segue o meu conselho: Não penses que vais ser assim para sempre, porque não é verdade.
Mas não te deixes levar pelo tempo pensando que eventualmente tudo irá passar e ficarás bom, porque não é o que acontece.

Porque se fizeres isso só irás ficar com a ilusão de que estás melhor, mas na realidade não modificaste nenhum comportamento, poderás até estár pior!!

Aconselho-te a fazeres o que eu devia ter feito há 3 anos atrás, quando primeiro me apercebi disto: Procura ajuda. fala com alguém que tu confies sobre isto e começa a ter sessões de psiquiatria (a psicologia não te irá ajudar, porque é demasiado superficial).

Comprimidos para a ansiedade ajudam, mas não se compara nem de longe aos benefícios da psicoterapia.

Digo-te, quando eu sai da minha primeira consulta, senti alterações imediatas – como se me tivesse liberdado de um peso enorme sobre os meus ombros..

Desejo-te a melhor sorte do mundo 😉
Cumprimentos
Miguel

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Rafael

Obrigado pela dica seus conselhos não serão em vão.

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Paola

Olá Miguel .
Primeiro gostaria de agradecer pelo artigo que esta realmente bom.
Concerteza sofro de fobia social , quando tinha 15 anos começei a sentir que realmente tinha problemas era incrivel a minha capacidade de ficar doente nos dias em que precisava fazer alguma apresentação na escola, na chamada eu nunca falava so levantava a mão e sentava na primeira cadeira pra ter certeza que ninguem iria conversa cmg ^.^
Hoje aos 19 anos, eu não tenho pessoas que posso chamar de amigos jáq a minha vida social sempre foi muito limitada.Não saio de casa e não consego arrumar emprego sempre que chego em algum lugar fico com vergonha e não entro , meus pais não percebem que tenho problemas ,logo não me apoaim .Já não sei oque fazer não aguento tanto sofrimento , eu até tento mais como ja disse minha vida social é muito limitada , não tenho como pagar tratamento e tenho certeza que meus pais não irão pagar … Estou tentando me curar sozinha mais cada dia que passa fica pior. Minha vida é atormentada por mais fobias:Agorafobia ,nictofobia então esta ficando bem dificil porque por mais que eu tento me ajudar é praticamente impossivel !

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Miguel Lucas

Olá Paola, obrigado pelo comentário

Quando os problemas crescem até ao ponto que fogem à nossa capacidade de os gerenciar, precisamos de ajuda. Inevitavelmente, caso não faça algo para melhorar a sua condição, tornar-se-á dificil o seu dia a dia. Hoje em dia a terapia é eficaz para grande parte dos problemas que descreve. Pondere conversar de forma clama e séria com os seus pais, ele podem ser a primeira linha de ajuda para os seus problemas.

Coragem e convicção

Abraço

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Be

Olá Miguel descobri que sofro desse mal, não consigo as vezes sair de casa, fico incomodado quando as pessoas me olham, me perguntam algo, até com a minha família as vezes é difícil, não consigo arrumar um emprego, parei de estudar, não consigo namorar, tenho medo de tudo, as vezes até em conversar com uma pessoa, principalmente quando ela começa a me olhar demais.
Sofri Bullying quando criança e na adolescência, sempre fui criticado pela minha maneira de agir e por isso resolvi me calar agora. Mais percebo de uns tempos para cá que isso não é normal. Estou em tratamento atualmente com uma psicóloga e ela ainda não me falou sobre isso, descobri pesquisando, através de minhas próprias desconfianças.

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tony

oi eu sou o Tony muitos dos sintomas da fobia social se encaixam no autismo procurem saber mais para buscar ajuda. obrigado que deus te ajude

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Robson

Olá gostei muito desse artigo , sofro de fobia social , alias ela se manifesta dentro do consultório do psicologo que frequentava e de vários outros que já frequentei. O que me faz ficar confuso ,ansioso e ter dificuldades em entender o que esta sendo dito, dificuldade em me expressar, dizer o que sinto. Devido a isso abandonei o tratamento. Lendo os artigos desse site ,aqui na segurança do meu quarto, fico trânquilo, e entendo melhor o conteúdo que li. Quem sabe posso por em prática no futuro. Obrigado!

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Miguel Lucas

Olá Robson, obrigado pelo comentário

Espero que os que leu possa mesmo ajudá-lo a superar o seu problema, é na verdade necessário acreditar que pode melhorar e acima de tudo que pratique algumas das sugestões e ir aferindo o que funciona.

Coragem e persistência.

Abraço

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Joel Diego

Agradeço primeiramente a Deus por ter abençoado que eu encontrasse esse site. Eu estava vivendo tudo isto. Vou seguir todos esses passos, e nunca mais esse medo maligno irá me dominar. Agradeço a quem escreveu esse maravilhoso texto!

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Miguel Lucas

Olá Joel, obrigado pelo comentário

Fico esperançado que com a aplicação de algumas estratégias sugeridas no artigo, possam melhorar o seu problema.

Força convicção e persistência

Abraço

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Thais

Olá, o artigo ficou muito bom. E agora sei que tenho esse problema. Eu gostaria de saber quem seria melhor para me ajudar, um psicologo, psicoterapeuta ou psiquiatra.

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Miguel Lucas

Olá Thais, obrigado pelo comentário.

Eu aconselho um psicólogo que pratique a abordagem cognitiva-comportamental.

Abraço

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Silvia

Boa noite Dr. Miguel!

Encontrei esse site recentemente e nunca li um artigo tão completo como esse sobre fobia social. Tudo encaixa exatamente com o que sinto e esse artigo me ajudou muito!
Tenho fobia social desde a minha infância. Fugia das salas de aula na escola por toda a minha vida, sentia medo das pessoas ao meu redor e não entendia o por que dessa sensação de mal estar.
Há um ano descobri o que tenho pesquisando na internet.
Hoje com 35 anos faço terapia para minimizar os sintomas, e conversando com um Psiquiatra descobri que adquiri esses sintomas de Fobia Social porque eu apanhei muito na minha infância.Eu era muito pequena e não entendia o por que de tanto apanhar. Ele me disse que eu me bloqueei e fiquei com medo dos adultos por sempre ser maltratada. Mas hoje não culpo meus pais pelo ocorrido.

Muito obrigada por compartilhar seus conhecimentos com os que precisam.;)

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Miguel Lucas

Olá Silvia, obrigado pelo comentário.

É sempre recompensador receber feedback positivo sobre a utilidade dos artigos da Escola Psicologia. Fico contente com o fato de estar a ter acompanhamento, espero que consiga ultrapassar o seu problema e seguir a sua vida com o minimo de condicionamento possível.

Força e convicção

Abraço

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roberto

ola tenho 22 anos nao tenho fobia social mas sou bastante timido e a 6 meses tou me tratando com um psicologo eu nao percebi so uma coisa como e que eu elimino os tais pensamentos negativos qual a estrategia ……………..
e ja agora o exercicio de respiracao ajuda a afastar esses pensamentos ?

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Marcelo

Ola Silvia, tbm tenho fobia social gostaria de saber se o tratamento com o psiquiatra esta te ajudando e tbm como foi sua primeira conversa sobre esse assunto pois se eu for ainda ñ sei como vou começar a conversa com ele …….. desde ja agradeço e aguardo sua resposta

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fernanda silva

olá gostei muito do artigo li e vi que tinha algo a ver comigo pois quando eu fiz meus 16 anos de idade comecei a ficar com vergonha de sair na rua , sai do colégio ,não consegui fazer amizades com mais ninguém às vezes quando eu ando pela rua parece até que vou levar um tombo cair ,parece que se eu falar com alguém ninguém irá me responder eu sofro muito, tem vezes que até esqueço o que fui fazer e volto para casa correndo ando de cabeça baixa para não falar com ninguém até com meus vizinhos eu tenho medo de falar pior que eles são super legais mais eu travo e não consigo falar com ninguém ,na internet eu já consigo falar com as pessoas eu tenho amigos no meu orkut que falam comigo que eu falo com eles na internet mais passo pela rua e não falo com ninguém ,vou por em pratica e vou tentar reverter este quadro em minha vida pois já estou com 28 anos de idade para poder ficar agindo desta maneira.muito obrigada seu artigo me ajudou muito.

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Miguel Lucas

Olá Fernanda, obrigado pelo comentário.

Ter receios e medo, só por si não é um problema. O problema está nas coisas que evita por pensar que algo de errado está acontecendo consigo. Proponha-se a enfrentar alguns dos seus medos, comece por falar com algumas pessoas que conhece, interaja mais.

Experimente, mesmo que nas primeiras vezes ainda sinta um pouco de vergonha, isso é normal. À medida que for fazendo algumas coisa irá perceber que afinal até consegue.

Abraço

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evanir

olá,meu nome é evanir e sou casada.tenho 23 anos casada com um homem de 43.de uns dias pra cá comecei a achar que todo mundo estava me olhando.me julgando.
dou aula de reforço para meninos de 11,12 anos e fico nervosa com medo da criança achar q se eu olhar nos olhos estou dando bola.
isso acontece com qualquer um do sexo oposto.pode ser novo,velho,solteiro ou casado.
não consigo me relacionar com o sexo oposto.
estou pensando em deixar de dar aula.Se alguem me fala o nome de algum menino é como se tivesse me testando para ver minha reação.
preciso muito de ajuda!!!!!!!!!

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Miguel Lucas

Olá Evanir, obrigado pelo comentário

O seu problema pode inserir-se nos erros de raciocínio, associada a uma crença disfuncional em que acredita que ao pensar em algo, aumenta a probabilidade de isso acontecer. A outra crença disfuncional é a de pensar em algo e acreditar que é moralmente condenável tal como se na realidade tivesse acontecido. Estes pensamentos aproximam-de pensamentos obsessivos. É importante consultar um psicólogo para que a possa ensinar a reestruturar o seu pensamento e o significado do seu conteúdo.

Abraço

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Tania Haus

Dr. Miguel,

Me identifiquei muito com o seu artigo, porém ainda não consigo ter certeza se tenho fobia social. Meu comportamento é um pouco estranho, porque apesar de ser relativamente extrovertida, tenho muita dificuldade de me relacionar com as pessoas nas questoes do dia-a-dia, como por exemplo: almoçar diariamente com minha equipe de trabalho, sempre tento arrumar alguma desculpa… mostrar que estou muito ocupada na hora do almoço para não precisar ir junto com as pessoas; Quando tenho que ir a uma festa… fico pensando dias que nao vou ter assunto para conversar com as pessoas, que nao vou conseguir me arrumar bem… até que acabo inventando uma outra desculpa e nao vou; E o que me deixa mais triste é que nao consigo arrumar nenhum namorado…se arrumo dura pouquissimo tempo (1 a 3 meses) porque sempre que vou me encontrar tenho pensamentos muito negativos, penso que nao estou bonita, porque que ele gosta de mim se nao tenho nada a oferecer, penso o que vou conversar com ele durante o encontro, ja que nao tenho muito o que conversar…. etc.
Estes meus comportamentos caracterizam como fobia social? Se sim gostaria de saber se existe alem do tratamento com a terapia cognitiva comportamente, alguns alimentos que possam ajudar na fobia social e tambem gostaria de saber se a fobia social é uma predisposição genetica ou eu adquiri por ter passado por algum momento turbulento da minha vida, que possa ter desencadeado.

Um grande abraço e muito obrigada pelo artigo!!!

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Miguel Lucas

Olá Tania, obrigado pelo comentário.

O problema que apresenta pode não ser necessariamente fobia social. De certo tem a ver com uma auto imagem negativa acerca de si mesmo e uma baixa auto confiança. Invista na reestruturação dos seus pensamentos, tentando pensar mais positivo acerca de si mesmo e do que os outros possam pensar de si. Se os outros não lhe apresentam razões, porque irá a Tania fazer isso a si mesmo. Deixe de depreciar-se e aposte naquilo que deseja fazer e como gostaria de comportar-se, depois faça coisas de acordo com isso.

No que respeita à predisposição genética, nem tudo se explica dessa forma. E o que mais importa é aprender estratégias que lhe permitam ajudar a fazer aquilo que deseja, e isso é possível.

Abraço

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Jonathan Ricardo

Miguel, há mais ou menos 6 meses estou em tratamento psicológico em prol de que eu não aguentava mais viver fechado para o mundo por conta de um medo terrível de enfrentá-lo. Após algumas seções a psicóloga diagnosticou que eu tinha fobia social e pânico, mas até então ela não havia me dito nada do que você escreveu no seu blog, de fato todos sintomas que você escreve é o que eu venho sentindo há mais de 7 anos. Há algumas semanas a psicóloga vem me falando pra enfrentar algumas situações que me causam ansiedade. E decidi enfrentar a situação que mais me incomoda só de me pensar em viver, que é a questão de andar de ônibus coletivo, assim foi eu até a rodoviária tentar andar de ônibus, até então tava tudo muito bem, mas assim que entrei dentro do ônibus comecei a me sentir mal, minhas mãos não paravam de suar, meu coração parecia que iria sair pela minha boca. Assim que o ônibus começou a andar me veio um desespero terrível, nossa! foi piorando quando comecei a perceber q as pessoas não paravam de me olhar naquela situação, foi aí q em pânico pedi para ao motorista parar o ônibus e desci sem destino.
O que senti peço a Deus para ninguém sentir coisa parecida, parecia que ia morrer e desde então tenho evitado muita coisa por medo de sentir aquilo novamente na frente das pessoas pelo constrangimento que passei dentro do ônibus, já pensei em parar o tratamento por achar que não está me adiantando muita coisa, pois dentro de um tratamento senti o que senti, já pensei em me fechar dentro de casa e esperar o fim, mas o que me fortalece a não fazer isso é os sonhos que tenho para meu futuro. Já perdi grande parte da minha juventude estou com 24 anos e tenho muito medo de não conseguir realizar meus ideais por conta desse mal. Olha que já perdi várias oportunidades de emprego, abandonei meus estudos e outras coisas mais. Será que algum dia estarei liberto desse mal???
Mas mesmo com meus problemas amei seu post, muito obrigado por tentar ajudar as pessoas que sofrem desse mal…

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Miguel Lucas

Olá Jonathan, obrigado pelo seu comentário.

Relativamente ao fato de andar a ser acompanhado com tratamento psicológico, e o profissional lhe ter dado indicação para enfrentar o seu receio, e caso lhe tenha sido diagnosticado fobia social e pânico, tenho a dizer-lhe que a técnica de exposição não se faz dessa forma, que deve ser hierarquizada por grau de medo e nunca iniciar pelo medo máximo (ou seja o problema em questão, andar de ónibus).

A terapia psicológica é eficaz, quando bem aplicada, monitorizada e continuada.

não fique desacreditado, o tratamento é possível

Abraço

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Everton Maschke

Boa Noite,

Preciso de ajuda , toda vez que estou com meus colegas ou até mesmo com meu chefe , eu começo a tremer , principalmente a boca , esse alguma maneira de eu combater isso ??

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Miguel Lucas

Olá Everton, obrigado pelo comentário

Pelo que descreve os seus sintomas muito provavelmente relacionam-se com a ansiedade e esta pode estar relacionada com as circunstâncias que enfrenta no seu local de trabalho. Infelizmente a informação de disponibilizou não me permite avançar com nenhuma opinião específica.

Mas certamente existem muitas coisas que podem ser aprendidas para lidar melhor com a situação
Abraço

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Jane

Olá Miguel,tudo bem?

Estive fazendo uma pesquisa na internet e achei seu blog,tenho 32 anos de idade,sou casada e tudo que vc descreve no artigo tem haver comigo,meu marido não entende e muitas vezes briga comigo,mais eu tenho dificuldade de me relacionar,tenho uma vergonha imensa não sei como lhe dar com isso,sofro muito sinto uma depressão muito grande dentro de mim,tenho vontade de superar mais as vezes é mais forte que eu.Hás 10 anos não me relaciono com minhas amigas e vivo para a casa,pois meu esposo não quer que eu tenha amigos.Acredito que isso esteja me prejudicando,pois não converso,só quando vou na minha casa ou pela internet com minhas irmãs,me sinto muito triste,eu não quero ser desse jeito.Me sinto burra e incapaz,pois tenho medo da reação dos outros ou seja me sinto em uma prisão.

Miguel como devo lhe dar com essa situação?

Desde já agradeço.

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Miguel Lucas

Olá jane, obrigado pelo comentário

Relatou o seu problema e nas suas palavras, estão presentes algumas das possíveis melhorias. Falar com o seu marido que não é saudável restringir a sua vida social, que isso não é benéfico e deve ponderar voltar a relacionar-se com os seus amigos ou fazer novas amizades. Relativamente à possível de pressão e ansiedade, para resolver esse problema é importante tentar perceber até que ponto se sente afetada na sua vida, e procurar ajuda profissional. Na atualidade as terapias são muito eficazes, não sofra desnecessariamente.

Saia mais, faça programas de entretenimento, convide alguém para jantar em sua casa, vá ao cinema, leia um livro, faça uma caminhada, invista em si. Faça algo por is, o seu sentimento e situação em nada tem a ver com burrice.

Convicção
Abraço

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santhiago

Bem ola tudo bom meu nome é santhiago tenho 17 anos e percebo que eu tenho fobia social a quase 2 anos em certos momentos sou muito timido, fico nervoso quando chega um pessoa em minha casa e se tocar a campainha eu corro pro meu quarto e chego não atender, repeti 1 ano na escola que eu estudava por chegar a passar mau quando eu chegava perto da escola ou mesmo la dentro gaguejava ao falar ja sofri bullyng foi terrivel pra mim fiquei com trauma e até hoje eu tenho medo de ir para escola não cheguei a frequentar mais desde o fim das ferias do julho por tensão suor preoculpação e o medo de chegar e começar a passar mau e eu estava estudando no periodo da noite quando chegava 18:00 eu ja ficava tenso com dores de barriga tontura queda de pressão as vezes demorando pra se arrumar até dar a hora de eu ir e não dar mais tempo de ir a escola e no final de tudo isso eu mão acabava indo para escola, fico muito tenso em ambientes com muitas pessoas gaguejo ao falar fico tremulo com vontade de ir embora logo do lugar, quando eu saio na rua fico mais tenso ainda achando que todos ao meu redor esta comentando sobre mim me observando e me criticando e sabe doutor isso me preoculpa muito principalmente com meu futuro profissional relacionamentos amigos sabe tem alguma solução para combater ou mesmo amenizar a fobia social? agradeço as respostas um grande abraço fique com Deus!!!!!!!!!!

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Miguel Lucas

Olá Santhiago, obrigado pelo comentário

Provavelmente todo o seu receio de sair à rua, relacionar-se com os outros e alguma falta de confiança em si relaciona-se com experiências desagradáveis que terá experimentado, tal como descreveu.
Ainda que possa não ser concretamente fobia social, está relacionado com a ansiedade gerada relativamente aos receios que tem e ausência de estratégias que lhe permitam sentir-se mais seguro e o que fazer para manter o controlo da situação.

Invista na sua auto-estima:
http://www.escolapsicologia.com/como-melhorar-a-auto-estima/
No seu medo de falar em público:
http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/
E aprenda algumas estratégias para lidar com a ansiedade:
http://www.escolapsicologia.com/estrategias-para-aliviar-a-ansiedade/

A melhoria é possível com dedicação da sua parte

Abraço

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Flávia

Olá!!
Foi otimo encontrar esse artigo e descobrir que possuo todos os sintomas de fobia social, tenho dificuldade em falar com as pessoas e sempre acho que elas estao me vendo de forma negativa, sempre me calo enão sei estar em ambientes com amigos. As advesidades são sempre um grande desafio para mim e bem dolorido.

Att

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Miguel Lucas

Olá Flávia, obrigado pelo comentário

Fico esperançado que o artigo possa trazer-lhe algum esclarecimento e ajuda no seu problema.

Votos para uma rápida melhoria.

Abraço

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Janderson Coutinho Corrêa

Me desculpe pelo comentário sem sentido acima! hehe… Em fim.

Prazer meu nome é Janderson Corrêa, e a anos eu procuro algo q informe com clareza e competência a respeito da fobia Social, e em fim eu encontrei, agradeço muitoo.
A anos q venho sofrendo desde transtorno, na minha infancia dos 7 anos até os 14, estava quase q normal pq eu conseguia conviver com meus amigos tanto aqui do meu bairro quanto da escolaa… mas depois dos 15 anos tudo mudou.. passei a ser mas reservado e muito caseiro. com medo de Sair para ver meus amigoss, pq eu sempre coloco na minha cabeça q o diálogo com eles naum será muito bom, e quando eu saio de casa as pessoas me olham com outros olhoss.. como se tivessem me achando convecido e muito orgulhoso.. e eu sei q naum sou nada disso ” Sou uma pessoa do Bem.. q gosta de ver as pessoas bem.. e sou bastante humilde..” e essas pessoas saum meus próprios amigos nos quais na minha infancia, eu naum saía de perto deles, sempre queria estar do lado deles.. entaum é ruim conviver com esse tipo de transtorno.. RUIM MSM. Jah procurei uma psicóloga, mas abandonei o tratamento. e continuei me sufocando com meus pensamentos frustativoss. Mas foi nesse ano de 2011 q eu Prometir a mim msm q iria Mudar, e ia fazer de tudoo para me sentir bem comigo msm, e poder resgatar meus amigos nos quais os deixei sem dar satisfação, e Graças a Deus eu achei esse seu tópico no qual é muito Bom.. e todos os dias rezuu pedindo a Deus e meu senhor jesus Cristo para q me apoiem na minha jornada.. pois sei q irei conseguir, entaum muito obrigado MSM. Aguardo sua resposta para incentivo… Um GRANDE ABRAÇO. (y)

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Miguel Lucas

Olá Janderson, obrigado pelo comentário

Vejo que apesar de todas as dificuldades sentidas, você está muito motivado para melhorar e sentir-se bem na sua vida, isso é o primeiro passo a ser dado.

Aprenda algumas estratégias de lidar com a ansiedade:
http://www.escolapsicologia.com/estrategias-para-aliviar-a-ansiedade/

e melhore a forma como fala com os seus amigos para ganhar mais confiança:
http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/

melhore a sua auto confiança:
http://www.escolapsicologia.com/estrategias-extraordinarias-para-melhorar-a-auto-confianca/

Abraço

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Mag

Olá Miguel,
tenho lido seus artigos frequentemente e simplesmente estou adorando, me vejo em muito deles e procuro corrigir alguns ” erros”. Quanto a fobia social, não sei se é bem isso o que tenho, acontece que fujo de algumas situações onde vou estar com muitas pessoas, isso vai desde um churrasco até festas de casamento, não consigo interagir com as pessoas, me sinto isolada. Antes eu acreditava que as pessoas me isolavam, hj sei que sou eu que me isolo. Quando tenho um evento começo bem antes da data a procurar desculpas para não comparecer. Quanto estou com poucas pessoas ( até umas 5) eu me sinto bem, converso numa boa, porém qdo há mais pessoas não consigo. Se puder me ajudar de alguma maneira eu lhe agradeço.Abraços.

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Miguel Lucas

Olá Mag, obrigado pelo comentário

Mais importante do que saber exatamente o que tem, é ter a noção que quer melhorar as suas dificuldades. Por vezes ter dificuldades não é o maior problema, o problema faz-se sentir quando isso nos inibe a nossa vida e restringe o nosso campo de ação. Desta forma, tem de tentar ter em mete que apesar de algum mal-estar que possa sentir é importante enfrentar, e para enfrentar com sucesso é necessário aprender algumas estratégias que permitam conseguir estar nos locais e com as pessoas que deseja.

Aqui no blog exitem alguns artigos que podem ajuda:

http://www.escolapsicologia.com/como-superar-a-timidez/

http://www.escolapsicologia.com/razoes-para-expandir-a-sua-zona-de-conforto/

Força e convicção

Abraço

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Marcelo

Olá Miguel, tbm sofro desse mal , sinto todos esses sintomas, mas o q mais me incomoda é o rubor só de pensar q vou ter rubor em certas situações eu perco a coragem, gostaria que vc me falasse qual a ajuda profissional q devo procurar ………….. desde ja agradeço e aguardo sua resposta

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Miguel Lucas

Olá Marcelo, obrigado pelo comentário

Se esse problema afeta-lhe a vida de forma incapacitante pondere procurar um psicólogo que pratique a terapia cognitivo-comportamental.Informo-o que aqui na Escola Psicologia disponibilizamos serviços de consulta de psicologia online:

http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/

Abraço

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Magda

Olá Miguel, gosto muito dos seus artigos. Já fiz terapia por 10 meses e não obtive nenhuma melhora. Sofro de fobia social, com o seguinte sintoma, vontade de ir ao banheiro urinar sempre que me encontro entre outras pessoas, e mesmo que eu vá ao banheiro, sigo com a vontade e uma ansiedade intensa. Isto esta atrapalhando demais a minha vida, já não tenho mais vontade de sair de casa. Tenho muitos sonhos que gostaria de realizar e me vejo impedida pelo problema. O que fazer?

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Miguel Lucas

Olá Magda, obrigado pelo comentário.

Pergunto-lhe se já foi ao seu médico pessoal para fazer os devidos exames médicos que possam despistar outra possibilidade que não a ansiedade extrema.

Caso não tenha nenhuma condição médica associado, podemos partir do principio que pode estar relacionado com algum problema relacionado com a ansiedade. Dessa forma a ajuda profissional através da psicologia é uma opção viável.

Percebo que a experiência que teve não lhe resolveu o problema. Pondere procurar outro profissional.

Informo-a que aqui na Escola Psicologia disponibilizamos serviços de consulta de psicologia online:

http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/

Abraço

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Silvia

Eu só queria dizer que quando estava prestes a me suicidar encontrei esse blog.Passe a ler todos os dias e isso foi me fazendo ficar cada dia melhor.

Não tenho palavras para expressar a gratidão que sinto pelo autor destes artigos.

Obrigada!!

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Miguel Lucas

Olá Silvia, obrigado pelo comentário

O seu testemunho deixa a Escola psicologia, imensamente contente. Através dos artigos levarmos a possibilidade da pessoa que sofre perceber que pode encontrar uma forma mais significativa de olhar para si mesma e para a vida é o nosso objetivo principal.

Fico esperançado que possamos continuar a contribuir 🙂

Abraço

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João

Olá!
Gostaria de dizer que eu gostei muito desse site e principalmente deste post.

Tenho 15 anos e até algum certo tempo atrás eu sofria bullying na escola. Por que? Porque eu não era (não sou) como os garotos da minha escola. Eles gostam de futebol, eu não. Eles ouvem funk, eu não. Eles tem fama de pegadores, eu não. Enfim, por causa disso eu chamado de “bicha”, “viado”, essas coisas. Eu raramente tinha amigos meninos, a maioria era menina e isso era mais um motivo para eu ser chamado daquilo tudo. Quando você sofre bullying, você pode até demonstrar que não está ligando ou algo assim (eu sempre fazia isso) mas por dentro você se sente a pior pessoa do mundo. Eu ainda me sinto o ridículo, o estranho, o feio, o gordo, o “viadinho”. As pessoas me críticam pelo simples fato de eu odiar festas e odiar tudo que tenha pessoas que eu não conheça. Sabe, sozinho eu me sinto (muito) melhor. Eu adoro rir, adoro fazer as pessoas (meus amigos, sim tenho amigos… não muito, mas tenho). Sou palhaço, brincalhão, etc e quem me ver não pensa que eu tenho isso e que eu sou muito depressivo. É horrível pra mim ter que passar em frente a outras adolescentes, passar perto daquele tal grupinho da escola. Eu consigo ficar 1 ano (ou até mais) sem ir em festa alguma (exceto essas de família na qual me obrigam a ir, rs). Eu olho para as pessoas e vejo elas rindo de mim, cochicando com alguém no ouvido e apontando pra mim. Me sinto uma aberração, ou algo do tipo. Eu quero ser publicitário e publicitário trabalha com a comunicação social e eu tenho muito medo de não ser um bom publicitário pelo simples fato que a palavra “social” não combina NADA comigo. Eu sei que eu tenho que tratar isso logo, eu já até comentei com a minha mãe e logo logo eu vou num psicólogo. Muitas vezes já pensei em me matar por não aguentar mais essa vida, mas eu sempre pensava nas pessoas que eu amo, na minha família e que nem tudo é tão ruim assim. Sei que o que eu tenho pode ser tratado e se Deus quiser um dia eu vou conseguir ir numa festa sem ter a sensação que todos estão olhando pra mim, rs.

Desculpa por esse texto um pouco grande, rs.

Obrigado.

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Miguel Lucas

Olá João, obrigado pelo comentário

Por certo tem razões justificáveis para sentir-se dessa forma ou ter construído essa imagem de si mesmo. No entanto, o que mais importa agora é perceber o que pode fazer e o que está disposto a fazer para melhorar alguns dos aspetos que descreveu no comentário.

Por vezes na sua idade os amigos são cruéis. É preciso perceber que tudo na vida muda, e você pode mudar também. Pode tornar-se mais confiante, mais animado, mais social, se quiser. Mesmo com algumas dificuldade invista naquilo que quer e na forma como se quer ver a si mesmo. Se necessário peça ajuda aos seus familiares.

Abraço

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Diana

ola. eu tenho 22 anos, sou professora de artes e vejo a minha vida piorar a cada da que passa. O facto de ter de falar para publico em espetaculos, lidar com pais e estar sujeita a avaliaçoes constantes, faz me sentir ansiosa, de tal forma que ja nao consigo demonstrar o meu potencial, gaguejo muito e não me sai nadas de jeito da boca. Por isso, antes de cada reunião ou aula assistida, sinto me deprimida, com dores do corpo e paraliso completamente. O mesmo acontece quando saio com o meu namorado e amigos que nao conheço. Sinto me insegura, com medo que pensem mal de mim e não consigo falar, e deste jeito as pessoas pensam que sou anti social quando nao consigo sequer falar e suo muito, a voz falha, tremo… já nao sei o que fazer, esta ansiedade deixame cada vez mais triste e ja não sei o que fazer. diana

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Miguel Lucas

Olá Diana, obrigado pelo comentário

O que relata são apensa sintomas físicos, sendo que pode aprender a diminuí-los através de algumas técnicas de relaxamento e controlo do pensamento.

Não confunda os seus sintomas consigo mesma. Você não é os seus sintomas, nem pelo fato de sentir isso faz necessariamente de si alguém insegura. Claro que pode expressar-se com insegurança, mas assim que perceba que pode fazer alguma coisa para reverter a situação, tudo muda.

Leia: http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/

Abraço

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Lorena

Olá Miguel, muito obrigada pelo artigo, ele realmente é esclarecedor!
Infelizmente, sofro de FS, há algum tempo, as vezes com maior, outras em menor inntensidade de sintomas. No momento, estou passando por essa “crise”, que é tão terrível, limitante, sufocante… Tenho 26 anos, sou enfermeira, tenho q lidar com o público (PACIENTES, EQUIPE, FAMILIARES…)todo o tempo e isso pra mim é muito complicado. Ao contrario do que muitos relataram, sim tinha muita timidez para apresentação oral de trabalho na faculdade, porém de repente aprendi a apresentar maravilhosamente bem, sempre fazia questão de estar a frente dos trabalhos, falando e sempre fui muito elogiada pela eloquência, pela esplanação. Depois de formada, passei em um concurso e comecei a trabalhar em um hospital, os primeiros meses eram ótimos, me sentia super competente, confiante, amando o que fazia. Mas, me mudaram de setor, me remanejaram para uma UTI ( acredito até por verem a qualidade do meu trabalho, o meu desempenho, enfim…)desde então, tudo mudou, por ser setor fechado, o convívio com os médicos, e a equipe em geral é muito intenso, a observação diante de tudo o que se faz é muito grande. E então, fico muito nervosa, trêmula, ansiosa,não consigo delegar as funções a minha equipe, e acabo me humilhando ao médico de forma ridícula, como se só ele fosse o conhecedor dos cuidados e eu estou alí apenas para obedecê-lo.O que é triste, pois tanto que a minha classe lutou pra que tivessemos autonomia, e eu não consigo desempenhar a minha função fazendo uso desse direito. Minha auto-estima está baixa, fico muito deprimida, com pensamentos negativos sobre mim, e penso que todos não gostam de mim nem do meu trabalho, tenho me sentido INCOMPETENTE. Talvez, tb tenha se agravado pelo fato de eu estar morando só,longe da minha família, nunca tive um namorado, não saio com amigos. Tenho o apoio da minha família, que me ouve me ajuda na medida do possível, mas mesmo assim ainda me sinto só…, já pensei em largar o emprego, em pedi demissão, mas não posso, tenho contas a pagar, preciso do empreggo!E é sempre assim, sempre essa tentativa de fuga, na esperança de que o próximo vai ser melhor, q não vou ter os sintomas… enfim, precisava desabafar, pois isso estava me prejudicando…
Agradeço o espaço e gostaria de contar com sua ajuda…

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Alice

Olá Miguel,

Sofro de fobia social há 3 anos, desde que me mudei de escola. Ano que vem irei para o terceiro ano do ensino médio, logo terei que começar a estudar muito para passar no vestibular. Eu quero ser alguém na vida, mas sinto que essa fobia social, se não for tratada logo, vai me dar problemas no mercado de trabalho. Eu fico praticamente o dia inteiro enterrada dentro de casa, com medo de sair na rua, imaginando o que as pessoas iriam pensar sobre minha aparência. As vezes também fico pensando o que as pessoas da minha idade estariam fazendo nesse momento (indo a praia com os amigos, saindo com os namorados, indo a festas, etc),que é uma realidade distante da minha, apesar de eu ansiar poder realizá-las. Muito obrigada pelas dicas, vou tentar colocá-las em prática, e lutar contra esta barreira que me priva de tantas coisas.

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Alex Manso

oi miguel, comecei ter sintomas de fobia social aos 12 anos, naquela época nem todos tinham acesso a internet, vim saber o que era depois em consultas, não me adaptei a psicólogos, acho que por isso fiquei dependente de medicamentos, é importante discutir assuntos como esse em blogs e redes sociais, pessoalmente acho que a fobia social não tem cura mas você aprende a controlar com o tempo, hoje tenho 27 anos e levo uma vida quase normal, não passo mais de um ano em um emprego, mas não posso me dar o luxo de ficar desempregado tenho um filho de 3 anos, parabéns pelo teu blog acho que compartilhar informações, experiências de vida também é uma terapia, sucesso pra ti um abraço.

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Miguel Lucas

Olá Alex, obrigado pelo comentário

Fico muito agradecido pelas suas palavras.

Não posso deixar de discordar de si, na medida em que a fobia social pode ser resolvida por completo. Com terapia adequada é possível a pessoa resolver na totalidade o seu problema. Acredito igualmente que terá razões pessoais para pensar que o tratamento total não é possível, mas isso será certamente baseado na sua experiência pessoal.

Continue a esforçar-se por resolver o seu problema. Espero ter contribuido para algum esclarecimento que possa ajudar.

Abraço

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CRISTIANE

BOA TARDE, TENHO 35 ANOS E SÓ HÁ UNS 2 ANOS COMEÇEI A ME IDENTIFICAR COMO UMA FÓBICA SOCIAL, PENSAVA QUE SOFRIA APENAS DE TIMIDEZ QUE JÁ UMA CARACTERÍSTICA FAMILIAR.
ESTOU SOFRENDO HORRORES COM MINHAS LIMITAÇÕES,NÃO CONSIGO ME EXPRESSAR,NEM MESMO RACIOCINAR, TENHO CRISES DIÁRIAS DE CHORO E JÁ PENSEI QUE SE EU MORRESSE IRIA SER O MELHOR.
VOU PROCURAR AJUDA OU NÃO SEI SE SUPORTAREI.

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Miguel Lucas

Olá Cristiane, obrigado pelo comentário

Saiba que o transtorno de fobia social tem tratamento eficaz quando se segue um programa estruturado. Procure ajuda profissional, o seu sofrimento pode ser drasticamente aliviado.

A melhoria é possível com ajuda.

Abraço

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Alexandre

Queria saber quais os problemas que a fobia pode trazer que fazem as outras pessoas se afastarem

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Raquel

Olá.
Quase tudo o que deve ser feito para combater a fobia social eu faço. Mesmo antes de ler qualquer coisa sobre o assunto.Só que eu não consigo obter muitos avanços. Sei o que devo fazer e pensar, mas, parece que ela é maior do que eu… Me sinto frustrada por não conseguir fazer amizades e principalmente me sentir uma estranha na minha própia família. Falto muito a escola porque as vezes me sinto muito mal antes de ir, fico nervosa, o coração acelera enfim… Sofri um pouco de Buylling na escola mas não sei se ele foi o culpado. E o pior é que eu já tenho casos na família. Minha própia mãe já teve depressão profunda e um pouco dessa fobia, a irmã dela também… E sabe… Não quero ficar como elas vivendo a base de remédios controlados… Tenho muitos sonhos e não quero vê-los sendo jogados fora. Na minha escola já pediram para que eu procurasse tratamento médico, mas, eu quero mesmo é me livrar disso por mim mesma… Enfim, seu post é muito bom concerteza me ajudou e como a muitos outros também,ótimo trabalho!:)

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Miguel Malato

Raquel, “tentar” resolver o assunto por tu própria só vai adiar o problema por anos e anos..

É uma falsa sensação de orgulho. Eu andei 2 anos a tentar enfrentar os meus problemas quando senti melhorias consideráveis após uma única consulta de psiquiatria.

É quanto aos medicamentos… não precisas de viver sobre dependência permanente deles.
Habitualmente pessoas que dependem de medicamentos, são pessoas que ainda não resolveram por completo os seus problemas.

Mas eles são uma grande ajuda… se te falta a paz física de poder conseguir falar sem gaguejo então comprimidos para a ansiedade darão efeito. Anti-depressivos também são uma ajuda mas, tal como disse, medicamentos não são a principal solução.

A principal solução é procurares ajuda. Falares com uma psiquiatra e saberes o porquê de te sentires assim.

Esta última parte é crucial de modo a que possas ultrapassar de vez os teus medos e problemas, porque o teu cérebro ao se aperceber da razão, da origem, a causa dos teus problemas, parece que inconscientemente resolve-los através de racionalizações.

Eu quando me apercebi que sofria de despersonalização por ter passado 2/3 da minha vida a jogar computador e sofrer de ansiedade social por a minha mãe também ter sofrido e por ter sido vítima de abusos verbais e emocionais na infância. Este desenterro da raiz é importantíssimo, e é algo que só tu poderás desvendar.

Mas não esperes pelo tempo, porque precisas de fazer os dois ao mesmo tempo, receber ajuda e reflectires, auto-analisares o teu passado, o teu presente, e onde irás estar no futuro se seguires este mesmo caminho.

És humana. Sofres. Não és nenhum robõ super avançado que resolve uma anomalia por si próprio… e ainda bem que não és.

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Miguel Lucas

Olá Miguel Malato, obrigado pelo comentário

Agradeço a sua opinião e descrição da sua experiência.

Acrescento apenas que a ajuda profissional não se resume simplesmente à toma de medicamentos, pois apesar de estes poderem reduzir alguns dos sintomas físicos incómodos que a pessoa sente, por certo, não ensinam a lidar com situações angustiantes. A pessoa que sofre de fobia social (ainda que a Raquel possa não sofrer) necessita de aprender um conjunto de técnicas e estratégias de lidar com crenças, sentimentos e pensamentos que vive no dia a dia.

Concordo que se a Raquel nas suas tentativas pessoais de melhoria não conseguir dentro de um tempo razoável, deverá procurar ajuda profissional para obter um diagnóstico credível e consequente tratamento.

Obrigado pela sua participação!

Abraço

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Miguel Lucas

Olá Raquel, obrigado pelo comentário.

Faço uma chamada de atenção: Apesar de eu ter escrito este artigo, para se traçar um diagnóstico de ansiedade social é necessário a avaliação de um profissional (psicólogo ou psiquiatra). Desta forma ainda que possa apresentar alguns sintomas de fobia social, usualmente os transtornos de ansiedade podem estabelecer relações de comorbidade (sintomas idênticos a outros transtornos) ou até mesmo ter outros problemas associados que necessitem igualmente da sua atenção.

Claro que por si só pode conseguir resolver o problema, no entanto se passado 2 ou 3 meses de esforços e nada tiver melhorado, por certo necessita de ajuda profissional.

Raquel, não posso deixar de lhe fornecer alguma informação adicional relativamente ao comentário do Leitor Miguel Malato. Leve em consideração que cada pessoa é uma pessoa, e age e reage de forma diferente a situações semelhantes. E só a si mesma lhe cabe a decisão do melhor caminho a tomar. Claro que concordo que a ajuda de medicamentos, desde que programado antecipadamente o respetivo desmame, podem ser utilizados (ainda assim existe terapia psicológica sem medicamentos que tem taxas de eficácia na ordem dos 85%)… pondere.

Abraço

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Fabiana

Olá Miguel!!

Muito bom seu artigo, sofro de fobia social, mas nunca peocurei ajuda. Sempre fico toda vermelha quando apresento trabalho na escola, ou simplismente quando fico nervosa. Fico com manchas vermelhas no pescoço, no colo e nas costas, o que me deixa muito constrangida. Não sei o que falar para as pessoas, por isso muitas vezes me privo de fazer certas coisas e usar certas roupas. Procuro usar blusas mais fechadas, que não me expõem muito, mas isso me deixa extremamente triste, deprimida, porque as vezes queo usar certas blusas e com medo de ficar toda vermelha, eu não uso.
o que devo fazer? Já não aguento mais ficar escondendo e me privando de tudo e das minhas próprias blusas.
Obrigada.

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Miguel Lucas

Olá Fabiana, obrigado pelo comentário

As manchas vermelhas que têm no corpo numa situação de exposição social, é uma reação fisiológica do organismo. Tem a ver com o fluxo de sangue para algumas partes do seu corpo, não tem problema nenhum a não ser o incómodo do aparecimento da cor.

Essa é a forma como a sua ansiedade se manifesta, noutras pessoa pode ser dor de barriga, gaguez, sudação, entre outras. Para resolver o seu problema é necessário trabalhar a sua confiança, e igualmente a descontração. É importante aprender a relaxar e a respirar de forma adequada antes e durante a apresentação de trabalhos. Isso acontece provavelmente devido a ser timida ou a ter receio de fazer má figura ou esquecer-se do que tem de dizer.

Não existe uma causa concreta, por isso era necessário uma avaliação pormenorizada para poder dar indicações mais concretas.

Trabalhar a auto confiança e superar a timidez pode ser importante na ajuda do seu problema.

Leia os artigos:
http://www.escolapsicologia.com/como-superar-a-timidez/
http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/
http://www.escolapsicologia.com/3-passos-e-10-formas-para-construir-a-sua-auto-confianca/

Abraço

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Nome

Muito Obrigada!!
Preciso sim trabalhar minha auto confiança e superar a timidez.
Obrigada!!

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Eliziana

Olá Dr.Miguel ! Admiro muito a area da psicologia e o seu artigo foi realmente esclarecedor , pesquisei sobre fobia social pois tenho notado que embora eu seja uma pessoa extrovertida, fico muito nervosa quando vou almoçar na casa de outras pessoas mesmo que essas sejam minhas amigas ou parentes , meu coração acelera e as vezes que não consigo comer.

Gostaria de saber se isso seja é um principio de fobia social especifica e como eu poderia me livrar disso.

Obrigada

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Miguel Lucas

Olá Eliziana, obrigado pelo comentário

Aquilo que descreve não tem necessariamente que ser fobia social, nem fobia específica. Seria necessário mais informação para ter uma noção mais concreta acerca do contexto em que o problema se manifesta.

Pode por exemplo estar relacionado com alguma situação anterior em que possa ter acontecido algo em ambiente parecido que a tenha incomodado e a partir daí tenha despoletado tal reação, quem sabe!

O que é importante focar-se é na questão que nada de mal lhe pode acontecer, e que não tem problema nenhum concreto consigo, apenas em tal situação sente determinados sintomas no seu corpo.Encare isso com naturalidade, tente descontrair-se e focar-se naquilo que está a acontecer no momento. Se for sentido algum desconforto físico, mantenha-se firme, provavelmente se não ficar alarmada, a intensidade do desconforto começará a diminuir, podendo acabar por desaparecer.

experimente!

Abraço

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Eliziana

Olá Dr.Miguel ! Admiro muito a area da psicologia e o seu artigo foi realmente esclarecedor , pesquisei sobre fobia social pois tenho notado que embora eu seja uma pessoa extrovertida, fico muito nervosa quando vou almoçar na casa de outras pessoas mesmo que essas sejam minhas amigas ou parentes , meu coração acelera e as vezes que não consigo comer.

Gostaria de saber se isso seja é um principio de fobia social especifica e como eu poderia me livrar disso.

Obrigada

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Thamara

Olá, Dr. Miguel,
Lendo este artigo descobri que sofro por fobia social,
estou em um momento bem delicado da minha vida, acabei de passar no vestibular de Direito, e estou a proucura de emprego, no entanto, não consigo ter a coragem de me apresentar, de ter uma entrevista de emprego, logo penso, que sou ruim, que não sirvo para nada, volto para casa desanimada, bebo, bebo, bebo, só fico deitada, pensando no pior, me sinto muito mal com isso, tenho vontade de me matar, só não tenho coragem :/
Muito obrigada pelos esclarecimentos!

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Miguel Lucas

Olá Thamara, obrigado pelo comentário

Por vezes aquilo que sentimos, não passam de informação subtil acerca de que algo na nossa vida precisa da nossa atenção e não está indo como queremos. Mas, se você conseguir desapegar-se desses sentimentos negativos e tentar ajudar-se a si mesma, tentando perceber o que necessiat ser feito para se fortalecer, aprender a lidar com algumas coisas e a fazer tantas outras que possam fazer com que consiga aquilo que quer, o seu problema começa a encolher.

Força e coragem para encaminhar a sua vida. Querer melhorar é o primeiro passo para a melhoria.

Abraço

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Gabriela

Nooossaa eu adoreei esse artigo sobre a fobia social!!! Muito obrigada =)
Eu pensava que era timidez mas realmente essa minha timidez estava muito acentuada pra ser apenas uma timidez comum !! Noossa na verdade ter fobia social é horrivel !!!!
Eu tenho todos os sintomas , tenho tremores na hora de falr em publico (pior de todos), tenho voz tremula quando faalo pra mais de 4 pessoas e sinto que todas pararam pra ouvir o que vou dizer (teeenso) tem vez que eu vejo que minha voz esta começando atremular ai eu paro de falar e finjo que esqueci só pra nao encarar aquilo, ah e meus trabalhos de escolaa, que desastre meu Deus. Sempre decorava toda minha parte do trabalho que tinha que apresentar em classe, sempre estive com as palavras na pnta da lingua super bem decoradas passadas e repassadas milhoes de vezes pra sair perfeito e na hora ‘H’ quem disse que sai mais do que a primeira frase antes da tremedeira, do olho encher de lagrima e de vocÇe ficar totalmente perdido ai os amigos ajudam e a professora da um desconto porque viu que vc estava nervosa =,( trauma de infancia e adolescencia afffs
e quando v6 esta com as amigas tranquila ai vem um carinha te conhecer ate ai tudo bem ai elas dão de sair pra deixar o cara conversar comigoo, socorro meu deus dai em diante eu nao falo mais nadaa uma vez um menino ate falow ‘nossa vc nao esta gostando de cv comigo pq com suas amigas vc estava rindo e cv numa boa’
tipo assim é mega ruim….eu queria aprender a me controlar para nao passar mais por esses micos terríveis!!!!
Obrigada denovo
bjooos

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Miguel Lucas

Olá Gabriela, obrigado pelo comentário.

Pelo que descreve tem um conjunto de inseguranças que estão relacionas com alguns receios seus e ansiedade (sintomas fisiológicos)… sem ajuda profissional pode ser extremamente difícil de superar.

Aqui na escola psicologia existem alguns artigos que podem ajudá-la. Na barra lateral existe um motor de busca do google, escreva a palavra ansiedade e irão aparecer todos os artigos relacionados. Tente perceber se beneficia com a leitura de alguns.

Abraço

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Leonardo

Excelente este artigo!

Olha, as vezes acho que NINGUEM tem tanta fobial social como eu.

E minha situação é bastante dificil

Escolhi o curso de Educação Física (sim, eu sei que talvez seja a pior carreira possivel pra seguir para quem tem esse meu problema), pq é o que eu sempre quis fazer. Mas há 3 anos quando entrei, a minha fobia social era bem menos intensa, e achava que era coisa da idade, fim da adolescencia, etc. Por isso segui em frente com a esperança de no final do curso eu ja estivesse bem melhor etc. Mas com o passar do tempo foi piorando. E enquanto eu continuar com esse nível de Fobia, vai ser impossivel eu entrar no mercado de trabalho nessa área.

Um exemplo, é que hoje estou tendo uma oportunidade de conseguir um estagio em um clube aqui da minha cidade. Mas só do coordenador lá de esportes desse clube dizer que eu posso começar ja daqui a 2 dias, me faz ficar muito nervoso. Pois minha função seria falar com as pessoas, supervisionar, coordenar atividas com grupos de alunos, etc, etc.

Eu simplesmente tenho pavor disso. Falar em publico, com um grupo de pessoas me olhando, ainda mais mais com a obrigação de fazer certo, se não: rua…nossa, to evitando até pensar nisso pra não ficar mais nervoso.

Minha fobia social é tão grande que nem pro meus pais eu tenho coragem de falar que tenho esse problema. Até pq eles me cobram mto em relação ao emprego e acho que pra eles isso seria uma desculpa esfarrapada pra eu não trabalhar.
Se não, ja teria ido ao um psicologo, ou psiquiatra

Enfim, são inumeras situações, que acontecem sempre. Eu só tenho facilidade em falar com amigos mais proximos, e com pais e irmãos. Pq de resto, eu posso gaguejar, travar, ficar nervoso, se atrapalhar, em qualquer momento

Dr. Miguel, você me recomenda ir ao um psicologo ou psiquiatra? ou os dois?

Não tem jeito, sozinho vai ficar impossivel eu melhorar

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Miguel Lucas

Olá Leonardo, obrigado pelo comentário

Eu aconselho a procurar ajuda de um psicólogo. De qualquer forma existem sempre algumas técnicas que podem ajudá-lo a reduzir a ansiedade.

http://www.escolapsicologia.com/10-tecnicas-poderosas-de-relaxamento/
http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/

Abraço

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Roberta

Olá, me identifiquei muito com o artigo.

Comecei a consultar um psiquiatra recentemente e ele diz que meu diagnóstico ainda não é definitivo, mas no início ele suspeitou de Distimia e recentemente alterou para Transtorno Bipolar tipo 2.
Não posso tomar certos antidepressivos, pois para ajudar tenho Tremor Essencial, e os medicamentos aumentam ainda mais o tremor.

Hoje tomo um medicamento chamada Kitapen, mas não tenho visto melhora…
Tenho 30 anos e estou cansada de viver assim !

Sou pós graduada com muito sacrifício, pois não foi fácil passar pelas trabalhos em equipe, apresentações, dinâmicas… Isso para mim é a maior tortura…

Estou concorrendo a uma vaga de Supervisora em uma multinacional (um das melhores empresas em que se tem para trabalhar, um sonho !!!)… Já passei por duas etapas da seleção, e na última segunda-feira tive a terceira e última etapa … Estou chorando até agora, pois apesar de saber que tenho capacidade para a função, o fato de me expor na frente de uma sala com mas 11 candidatos e 6 entrevistadores, me fez sentir a pior pessoa desse mundo; fui simplesmente péssima na minha apresentação, tremi toda e mal consegui falar … Passei a tarde toda nessa pressão e quando sai minha vontade foi de sumir do mundo…. Perdia oportunidade da minha carreira profissional…

Eu ainda não recebi o retorno da empresa, mas sinto que será negativo. Mesmo que seja positivo, penso em desistir da vaga, pois para essa função é necessário uma competência relacional, e acredito que se eu aceitar, chegará uma hora que não aguentarei mais e pedirei a conta.

Falo isso porque já vi esse filme antes. Trabalhei numa excelente empresa durante 6 anos, onde durante todo esse tempo fui promovida 5 vezes… Minha última função foi de Supervisora Comercial, mas fracassei , fiquei mais doente, não dormia a noite, chorava quase todos os dias, até que … Pedi pra sair … e joguei fora uma enorme conquista, pois a batalha foi grande pra chegar onde cheguei.

Percebe ? Sou muito esforçada, dedicada e determinada…Mas chega agora e penso …”pq tanto esforço para uma coisa que não consigo fazer”…

E ai me pergunto, … “o que eu deveria ser então?” se para tudo na vida profissional o relacionamento é o muito importante, tanto quanto o conhecimento técnico.

Há anos tento uma solução, mas sinto que minhas forças estão acabando. Não sinto mais vontade da vida !!!!

Obrigada por poder compartilhar algo que está aqui fechado em mim…

Abraços !
Roberta

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Dayane

O meu grande problema é conseguir iniciar uma conversa com alguém q não conheco e qdo tenho q falar em publico comeco a ficar nervosa e tenho tremedeiras e acho q todos me acham uma estranha.Sera q timidez é algo de nascenca ou algum trauma de um momento da vida?
Pq é tao dificil ser menos timida parece q n tem solução

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Miguel Lucas

Olá Dayane, obrigado pelo comentário.

Não julgo que o seu problema tenha a ver com um problema de nascença, e provavelmente também não estará relacionado com nenhum trauma. Mas ainda que estivesse o mais importante a saber, é que é possível resolver o seu problema.

Deixo um link para um artigo que lhe pode ser útil: http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/

Abraço

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Dayane

Obrigada pela atenção e pela dica q me deu, acredito q o problema n seja só comigo. Vou ler o seu artigo.

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Fabiana

POxa,
gostaria que respondesse o meu comentário!!
è de grande importância para mim!
Obrigada

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Felipe

eu tenho dificuldades de falar com meus amigos da escola , sou gordinho e por isso eles me chingam de diversas maneiras , eu fico queto na minha e dou risadas , sempre que eu tento rebater algo que eles falam eu gagejo ou falo algo sem sentido , isso é normal ?0

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Cabeça

Sofro de paruresis, estou sofrendo muito com isso, alguém pode me ajudar?

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Ann Natally

Acabei de seguir seu blog, e achei muito interessante, amo psicologia mas desejo muito um dia ter que cursar a graduação de psicologia. Ao ler essa matéria sobre (Fobia Social) me identifiquei com uma das causas. Tenho muito medo de falar ao público, cada vez que apresento um trabalho na faculdade, estudo muito, leio muito, pesquiso muito, mas chegando na hora de falar tudo desaparece da minha mente, fico nervosa, mãos trêmulas e suadas, voz trêmula também, só que um dos motivos do meu nervosismo é que sou meio gaga, por isso mesmo me atrapalha durante minhas apresentações, estou chegando ao final do curso de Secretariado Executivo Bilíngue e vou defender o meu TCC em Junho deste ano de 2012, estou aflita porque já estou prevendo como vai ser uma negação no dia da minha defesa. Este meu problema deu início na época do colégio, quando eu era mais tímida, mais gaga e mais insegura. Hoje na faculdade não sou tão insegura assim, tenho ótima relação com os meus colegas, professores e colegas de trabalho, mas o fantasma de se expressar ao público ainda permanece, preciso de uma orientação sua!

Ps: Adorei suas matérias!!!

Obrigada!!!

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Karine

Ola, tenho 14 anos. Antigamente eu era uma menina que adorava sair. Nunca gostei de ir pra aula, quando eu era pequena eu sempre fazia um escândalo p ir para o colégio. Desde junho de 2011, até hoje estou vivendo os piores dias da minha vida. Não consigo mais sair, não consigo mais ir para aula que no entanto eu rodei. Não consigo comer em locais públicos, não tenho amigas e não consigo atender telefonemas. Se eu fazer uma dessas coisas que citei acima, me gera uma crise. Começo a tremer, ficar zonza, fico com tremor de frio e me dá muita, muita ânsia. Essa ânsia de vomito é tão forte que não consigo segurar e logo vomito. Já emagreci 4 quilos com isso. Uma vez fiquei 1 semana vomitando, sempre antes de ir p aula ou antes de sair p algum lugar. Não sei mais o que é VIVER. Pois só fico dentro de casa e no computador. Não tenho mais vontade de viver, por mim se eu morresse seria melhor. Faz 1 mês que to me tratando na psicologa, mas não estou vendo resultado. Meus pais não tem dinheiro suficiente para me tratar em um bom psicologo. Então pegamos a que estava mais em conta. Um dia desses tentei encarar esse medo de comer em locais públicos e fui numa pizzaria com minha família. Entrei la muito nervosa, já com o meu coração quase saindo pela boca e com aquelas borboletas no estomago. Comi meio pedaço de pizza e fui correndo no banheiro vomitar. Nossa fiquei a noite inteira chorando, foi um fracasso. Só pergunto ao meu bom Deus, porque isso esta acontecendo comigo ? Estou na adolescência, melhor parte da vida e queria aproveitar, mas não dá. Porque tenho essa fobia social me incomodando. Estou muito triste com isso, pois não é só que que estou sofrendo. A minha família também está. Só queria ser uma adolescente normal. Ah, gosto muito de um menino. Mas esse meu medo sempre atrapalha. Quando ele me liga, eu não atendo o celular, pois morro de medo de receber ligações. Tinha vezes que eu atendia, e sempre eu falava espera um pouquinho ai amor. E ia pro banheiro vomitar. Aí quando eu vomitava, saía todo aquele nervosismo. Não consigo nem mais ir ver ele, pois fico extremamente nervosa. Só marco de ver ele as vezes, e vou de barriga vazia. Pois quando estou de barriga vazia eu não vomito, só me da tremor e palpitações no peito. Eu sempre me pergunto, que vida é essa? Estou vegetando. E com tudo isso que esta acontecendo, minha auto estima esta la em baixo. Só penso em dormir o dia todo. Todos dizem que isso que eu tenho é frescura, porque eu sempre fui mimada, sempre tive tudo nas mãos. Ninguém me entende,eles só falam: vai e enfrenta teu medo ! Como se fosse tão fácil assim. Pra mim é impossível. Preciso de ajuda. Em nome de Jesus, EU VOU ME CURAR DISSO. E pra quem tem o mesmo problema que o meu, desejo boa sorte, não é fácil. Que Deus abençoe vocês ! Nós vamos vencer essa FS.

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juliana

Ola karine, entendo perfeitamente o que se passa com vc, e meu conselho seria procurar um psiquiatra para que lhe receite medicamentos, pois ajuda bastante e arrumar uma outra psicologa, nao tenha medo do preconceito achando que psiquiatra é para loucos, porque nao é, eu estava em um estado muito grave com pensamentos suicidas ate, mas graças a Deus procurei ajuda a tempo, fale com seus pais e peça a psicologa encaminhamento pra um psiquiatra lhe receitar medicamentos pra ir ajudando no inicio do tratamento com um psicologo, te desejo muita sorte pois sei o tormento que esta passando, um abraço!!!!

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Fabiana

Oi Miguel… artigo bastante ajudador,parabéns por ajudar as pessoas!!!
o meu problema é medo de rejeição,ás vzs me falta rapidez na compreensão lógica de certos assuntos,medo de responder algo q irá talvez me expor e classificar como burra,tonta ou doente mental…Quando digo algo sem noção e percebo depois q falei,fico me setindo tão pra baixo,é como se eu dissesse a mim mesma:meu Deus até agora tava indo tudo bem,mas,por causa dessa resposta ele/ela descobriu quem eu sou de verdade…não gosto de ser pêga de surpresa por esse motivo;odeio perguntas sobre coisas praticas da vida;exemplo:qual o nome da rua q vc passou?coisas bem simples,mas q eu fico com vergonha de não saber e a pessoa dizer,mas vc não sabe isso,passa sempre por la e nao sabe?é porq eu aprendo o caminho,mas não dou muita atenção a nomes…se alguém me encara de maneira grosseira ou fecha a cara pra mim,isso não é problema pra mim,nessa situação é aí q consigo ser imensamente segura,confiante e dependendo do reconhecimento de erro da pessoa eu sou incrivelmente simpatica e abro largo sorriso…agora,se alguém brinca comigo,ri de maneira feliz relativament à minha pessoa,eu fico tão sem graça q meu rosto fica ate vermelho,fico com medo de não retribuir de maneira satisfatória ao sentimento de simpatia q tal pessoa demonstra sentir por mim e acaba q a pessoa tbm fica sem graça e aí piora tudo…estou querendo ate fazer um exame eletromagnético pra saber se eu tenho algum problema q possa ser resolvido à base de remédios…me dê uma ajuda em relação a isso querido psicologo,em como tentar vencer essa situação..

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Aline

Affz to sofrendo mt com a Afobiaa’ hoje mesmo tive vontade de sumir da sala de aula qd estaav apresentandoo um seminario, esqeçi td e falei td erradoo. quaze chorei eu qr mudar pq isso esta me afetando e muito

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Catarina

Olá Miguel! Adorei o artigo, muito esclarecedor! Me interesso por psicologia, mas dessa vez pesquisei não por curiosidade, mas necessidade.
Tenho dezoito anos, muitos amigos e acabei de me formar no ensino médio. Não tenho sérios problemas para falar em público e também não acho que eu tenha Fobia Social. Porém, encontro MUITA dificuldade na área de relacionamentos amorosos, nunca beijei(não sou do tipo baladeira) e nunca tive um namorado. Das poucas vezes que me surgiu a oportunidade de ficar com alguém, eu “surtava” e pulava fora, e sempre tento demonstrar que não estou interessada (por mais que esteja).
Parece que eu me protejo de situações constrangedoras, tenho medo de fazer algo errado ou parecer uma sem noção. Arrependimento com certeza é o meu maior inimigo. Não acho que eu tenha medo de sofrer ou algo assim, nem mesmo medo sbre o que os outros vão pensar. O problema está no que EU vou pensar, entende?

Tenho um “encontro” marcado e pretendo usar suas tecnicas para me acalmar.

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Miguel Lucas

Olá Catarina, obrigado pelo comentário.

Pelo que descreveu, e descreveu muito bem. Aquilo que disse, é a natureza do seu problema e tem mais a ver com decisões suas, deliberadas e conscientes do que propriamente um problema. Deixo a dica, que o medo, e esse medo que descreve de fazer algo errado, é do seu controle? provavelmente não. se quer ter um relacionamento tem de fazer algo para que isso aconteça, depois como ele se desenrola, ou se vai dar certo, isso de forma antecipada nem você nem ninguém pode saber. Decida em consciência o que pretende fazer e encontre estratégias que possam facilitar a obtenção do que pretende.

Boa sorte

Abraço

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Cris

Boa Noite Miguel,

Estava pesquisando na internet sobre timidez, e pesquisando achei seu blog, muito interessante, pois me encaixo em várias situações, meu pior problema é a tremedeira qndo vou há algum lugar, como festas, e qndo tenho que escrever em público, só um exemplo: uma vez fui em um prédio comercial e na portaria tive que me cadastrar, só para colocar o dedo no leitor magnético eu não consegui, tremia e suava tanto que o leitor não funcionava, aquilo para mim foi o fim. Não consigo controlar, até para ir num barzinho, na hora de fazer um brinde, não consigo mesmo, a única pessoa que sabe de verdade desse meu problema e acaba sofrendo comigo é meu marido, ele fica muito triste com essa situação, pois está acabando com agente. Já fui em uma entrevista com a uma Psicóloga, e qndo estava na sala falando sobre meus problemas, simplismente a Dra olhou para meu marido e disse:” Nossa, como vc aguenta essa mala”, depois ela falou que estava brincando, mas o que é isso, não gostei, se estou lá para me tratar, sair dessa situação, não é brincadeira que se faça. Agora não sei o que faço, se tento enfrentar as situações com os exercícios ou já procuro direto um especialista?

Muito Obrigada e Parabéns pelo Blog.

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Letícia

Olá Miguel!
Eu estou no ensino médio, tenho 15 anos e sofro de fobia social. Não consigo apresentar seminários pois começo a ter ondas de calor, náuseas, ficar com o coração acelerado, ficar muito corada, trêmula e com as mãos transpirando. Esses sintomas se repetem frequentemente em situações diárias e muitas delas simples.
Estou me isolando de tudo, estou começando a ficar com depressão e perdendo a vontade de viver. Já não vou à escola faz mais de 1 semana pois quando vou tudo fica pior e a depressão aumenta. Minha mãe sugeriu que eu mudasse de colégio para ver se melhora meu desempenho, eu concordei e vou mudar.
Já procurei um profissional (psicopedagoga) e ela me receitou Floral de Bach. Estou tomando conforme receitado mas por enquanto não houve resultados, semana que vem começo a terapia.
Gostaria de saber se somente com o remédio e com a terapia, irei melhorar.

Muito obrigada!

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JJ

Oi Miguel, Fiquei muito decepcionada assim que li o artigo pois me encaixo perfeitamente em todas as situaçoes e acho que tenho fobia social, tem sido muito dificil pra mim conviver com isso, pois tenho 15 anos estou no segundo ano, não consigo apresentar seminários, não consigo fazer amizades, sou uma pessoa muito solitária, agradedeço por me ajudar a compreender, e espero um dia poder mudar isso, logo vou procurar um médico especializado, Parabéns pelo blog.

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José Bispo

Olá Miguel, lendo o seu artigo acho que sofro de fobia social, pois desde criança nunca gostei de sair, pois tinha medo que as pessoas ficassem me observando, me criticando, rindo de mim. Na escola eu ficava preocupado na hora da chamada e ficava nervoso. na hora de apresentar trabalho eu ficava também nervoso. Pra mim é um tormento sair, antes de sair para algum lugar eu já fico imaginando como será, fico com medo em alguma situação de passar vergonha. Eu estou com um problema de que sempre que eu vou falar com alguma pessoa eu fico me tremendo, treme a minha cabeça e o corpo.E eu sinto também uma dor de cabeça que não passa.Quando eu vejo que vem várias pessoas na minha direção eu já fico apavorado e eu não consigo olhar para a cara de ninguém. Quando eu vou no shopping por exemplo não tem quem me faça ir no banheiro. Para eu ir no cinema, festas, praia, etc. é um tormento. Eu só saio mais quando tem alguém me acompanhando. Já cheguei a desistir várias vezes de me encontrar com amigos por medo. Quando eu vou fazer um exame por exemplo eu procuro chegar primeiro para que as pessoas não me vejam chegando. Eu passei em um concurso para trabalhar em uma secretaria de uma escola, só que ainda não fui chamado, só que eu já estou imaginando trabalhar lá, vou ficar apavorado quando chegar um monte de aluno para eu atender, estou pensando até em desistir. Aqui onde moro mesmo tem horas que fica um monte de gente na porta, eu só saio quando não tem ninguém na porta, antes de chegar em casa eu já fico pensando tomara que não tenha ninguém na porta. Aqui em casa quando chega alguém eu vou logo para o quarto.Todo ano eu digo que vou entrar em uma academia, mas só de pensar que vai ter um monte de gente lá eu desisto. Eu converso pouco, quando eu estou com algumas pessoas eu passo a maior parte do tempo sem falar nada.

Abraço, parabéns pelo blog!!!

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Gabriel BG

Nossa cheguei a chorar em saber que tinha isso, pensava que eu só era tímido mas agora. Desde pequeno fui tímido, nunca falava com meus avós de tanta vergonha, quando viam me visitar saia correndo para a cama debaixo da coberta, quando fui para ensino fundamental até tive amigos por que fiquei 8 anos estudando com eles mas sentia vergonha nas conversas, sempre eu fazia uns barulhos confirmando o que eles falavam, os trabalhos era terrível de fazer,simplesmente ficava olhando as paredes e pensando no que eles estão pensando em me vendo.
Agora no primeiro ano do ensino médio, escola nova, gente nova, estou deprimido, no recreio eu fico nas escadas onde não tem ninguém para me ver, fico pensando o que eles tanto conversam, uns seguindo os outros e eu não consigo conversar com ninguém, quando alguém olha para mim eu começo a rir e desvio o olhar e fico paralisado e tremendo, depois me julgo que fiz a coisa errada e é sempre assim, sempre mesmo. Esses dias o professor me perguntou que aula tivemos antes da dele fiquei paralisado olhando para ele tentando lembrar mas ao mesmo tempo minha mente quebrando, ele me olhando esperando e eu disse depois de uns 10 segundos eu acho, não me lembro bem de coisas que me traumatizam, falar com os coordenadores, professores é muito traumatizante. Também não consigo cumprimentar as pessoas, até mesmo esse amigos que tinha a oito anos quando elas e eles falam um bom dia fico olhando e rindo e sem sair nada da minha boca, não gosto a ir no cabeleireiro sozinho, minha mãe já brigou comigo dizendo que não iria mais comigo e tento não ir mais, ele fala para cortar baixo eu balanço a cabeça, concordo com tudo para sair logo daquela situação, não saio de casa, por isso minha família reclama de mim de não ir comprar nada. Também nesses dias estava no ônibus indo embora e ele curvou bruscamente, uma menina estava do meu lado em pé e caiu no meu colo, as amigas dela ficaram rindo ela pedindo desculpa e eu olhando para fora e quase rindo mas ao mesmo tempo com vergonha, não conseguia falar não foi nada,ela dizendo:
-coitado, deixei ele constrangido, vermelho, desculpa.
Foi realmente terrível, odeio andar de ônibus, as pessoas me olhando e penso que estão me negativando. Penso que vou ficar sozinho para sempre e quero até cometer suicido se eu não passar no vestibular, não sei, não sei como que as pessoas vivem. Posso escrever mais mil coisas aqui mas acho que ninguém pode ta lendo ou vocês podem ta percebendo e me achando um louco de tanto escrever, então até mais(só consigo na internet mesmo falar isso).

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Anomimo

Boa tarde pessoal vamos ver se vocês conseguem me ajudar, tenho um problema em urinar em banheiros puclicos, ou que tenho mais alguem dentro dele. isso esta me prejudicando muito pois evito ir em alguns lugares, não consigo me concentra qdo saio de casa porque fico com medo de ter que ir no banheiro.

Quando vou no banheiro publico posso ficar em pé o tempo todo que não consigo fazer xixi, já em casa fecha a porta com a chave ai consigo normalmente.

me ajuda por favor.

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Daniel Melo.

Olá Professor Miguel,

Adorei a matéria, bem esclarecedora. Identifico-me profundamente com o problema. Larguei minha Licenciatura em História e meu Bacharelado em Letras por não vencer essa barreira, hoje, intransponível na minha vida. Estou acadêmico de Direito e na iminência de concluir minha licenciatura, EAD, em Pedagogia com respectiva defesa de TCC. Não quero mais preterir meus desejos por não superar esse problema. Gostaria que o professor me respondesse a seguinte pergunta: em média, quanto tempo leva para os tratamentos resultarem úteis?

Grande abraço.
Daniel Mello.

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gilmar toledo biasi

ai pessoal tenho fobia desde os 13 anos não era tão intensa e eu achava que era normal com o passar do tempo ia desaparecer só que aumentou a intensidade agora com 32 anos é quase insuportavel eu acabei me isolando,tem momentos que não consigo nem assinar meu nome de tanto tremor transpiro muito sinto todo o tipo de sintomas que a fobia apresenta,gostaria de uma ajuda ai,como posso lidar com este problema já que praticamente é incuravel,agradeço pelo blog que nos dá a liberdade de compartilhar este problema e espor as dificuldades que a gente passa e saber que tem muitas pessoas que sofrem desse mal..obrigado.

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Ramon

Preciso de ajuda.
Sinto uma extrema e exagerada vergonha de mim, do meu corpo, de tudo. Tenho 17 anos e só de pensar em festas sinto um frio na barriga. Desisti de muitas oportunidades e planos devido a essa fobial social. Pensava em cursar jornalismo e desisti por causa desse medo de gente, agora, penso em cursar psicologia, para ajudar as pessoas e poder me ajudar também. Não sei ao certo quando essa fobia começou, mas acredito que tenha sido no ensino fundamental, pois, desde aquela época já fui muito humilhado por meio de comentários maldosos, piadinhas, risos e já fui até o “protagonista” de uma aposta que me machucou muito. Não tenho boas condições financeiras e não posso contar com apoio da família, eles não me entendem, e não os culpo. São de uma época diferente. Até já tive recorrentes pensamentos suicidas.

Encontei o blog por acaso e foi muito bom. Me deu uma gota de esperança.

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norma

acabei de descobrir o que tenho realmente,até para digitar eu já estou tremendo e chorando, tenho alguns dos sintomas mencionados no artigo, depois que tive minha filha mais nova hoje com nove anos fiquei muito tempo sem sair de casa, quando sai pela primeira vez comecei a sentir dores de barriga e um suadouro sem fim, quando o lugar era muito cheio tinha loga que sair,hoje consigo controlar essa situação, porém descobrir uma outra tão triste quanto… não consigo assinar ou anotar algo quando tem alguém por perto, tremo tanto que as pessoas percebem realmente, fico envergonhada e sai tudo torto e tremulo, se eu conseguisse controlar esse tremor seria tudo mais fácil, pois preciso ir as reuniões escolares dos meus filhos e assinar quando necessário. o que eu posso fazer para controlar o tremor? desde já agradeço.

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Maiara

Olá Norma!! vc conseguiu superar o problema? eu tenho msm coisa q vc

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Éder

Achei muito interessante o site, realmente me identifiquei com tudo que está escrito, isso faz minha vida ser limitada, não me sinto confortável nos lugares públicos, sinto me policiando a todo momento evito lugares cheios, sempre fui tímido desde criança mais ao longo do tempo vi que é algo fora do normal, sendo tachado até como pessoa estranha, isso é terrível. Parabéns pelo site, é bem esclarecedor.

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Douglas

Cara(Miguel) eu cheguei numa situação cara que tu não imagina, eu tenho medo de atender as pessoas que chegam aqui em casa, para ir cortar o cabelo ou fazer qualquer coisa fora ja e uma luta eu não trabalho pedi a conta por problemas tenho so anos e minha vida e acordar comer, e ir para o computador, jantar, tomar banho e dormir.. eu to vendo minha vida passar por minhas mãos ja to a ano so em casa isolado trancado e muita gente fala “vai procurar ajuda psicologica” só que se não saio pra ir nem na padaria como vou ir atraz de um psicologo, to passando pelo pior momento da minha vida simplismente não consigo, e se consigo é com muito sacrifiçio e depois vem o pensamento de não querer passar por aquela emoção de novo porque para enfrentar isso, voce cria um combate interno e isso esgota muito a pessoa, então o que eu sempre faço e em determinados dias sair so que depois disso fico em casa mais de um mes por causa do esgotamento de ter saido, ta muito dificil cara tu não imagina eu to no estremo do isolamento e não sinto força para vencer isso sinto que esse comportamento meu ja estragou minha vida e que deixo marcas que vai ser difiçil recuperar me sinto incapaz menos que outras pessoas até acho que e mais coisas ligadas a fobia que eu tenho junto com depressao, complexo de inferioridade uma coisa ta levando a outra e cada dia que passa eu estou so piorando e esse monstro vai crescendo e ficando mais difiçil ainda, por favor cara eu sei que tu tem seu trabalho ganha pago para isso, mais por seu trabalho me ajuda, qualquer conselho e ajuda sera bem vindo agora para mim, se quiser me ajudar entre em contato adiciona meu msn ai doug-dw@hotmail.com valeu…

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Fabiano

Olá Douglas…. Bem vindo ao time. rsrsrsrs Procure ajuda profissional, se convença disso, nem sempre é possivel sair sózinho dessa, procure ajuda. Muitas vezes se tenta sair sózinho e se passam anos até a que a gente se convença de que não conseguiu. Portanto esqueça as bobagens que você escuta por aí, procure um proffissional, aceite isso. Um abraço !!! mantenha a fé !!

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Fred

Caro Miguel
Achei muito interessante o seu artigo. Sofro de Fobia Social e antes até de ler todos os comentários, gostaria de saber sua opinião, se ler casos, estudar o assunto, pode piorar os sintomas ou não. A minha sensação ao ler o seu artigo e um anteriormente é que sim. Fiquei tenso só de ler. o que acha?

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Amanda

Olá, Miguel. Sou brasileira e tenho 20 anos.
Antes de tudo gostaria de te parabenizar pelo seu site, muito informativo e bem esclarecedor. Ao ler os comentários, fiquei perplexa ao saber que tem tanta gente com esse problema da fobia social. No meu caso sempre achei que eu tinha timidez, mas fui percebendo que meu problema é outro mesmo. Tenho pavor, medo, sinto suor, meu coração bate acelerado semanas antes de eu apresentar um trabalho na faculdade, na hora da apresentação tenho vontade de fugir, ir ao banheiro, vomitar, gaguejo, entre outras coisas. Também tenho medo de falar com gerentes, diretores, entrar em lojas sozinha isso pra mim é um tormento, principalmente porque as pessoas não entendem, porque para eles apresentar trabalho, entrar em loja sozinho é muito simples. Se você puder me responder, eu gostaria de saber se eu devo procurar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra.

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Renato

Caro Miguel,

Muito interessante sua matéria, me abriu os olhos para algumas coisas que ainda não havia percebido. Já a algum tempo, estou sofrendo com sintomas que até então, eram controláveis. Quando há reuniões, paletras, ou mesmo em sala de aula, fico muito preocupado em ser chamado para responder algo, e isso me deixa muito tenso pois ficarei “exposto”, chegando a suar frio. Meu maior receio é de passar mal em público (vomitar). Trabalho há 14 anos na mesma área, e ainda assim, vezes ou outra, me sinto incapaz ou inferior à alguém. Sei de todo meu potencial, mas essa idéia persiste em se manter.

Luto diariamente com essa idéia de passar mal, de ser inferior, de achar que todos estão me olhando esperando algo ruim acontecer comigo. Já não consigo fazer refeições fora de casa, e por hironia do destino, atualmente estou trabalhando num local movimentado atendendo público.

Só me sinto bem quando chego em casa ou quando ficam poucas pessoas ao meu lado. Sempre penso num lugar para poder “escapar” e caso passe mal, ninguém me verá. Nunca fui assim, sempre tive muitos amigos e sempre me relacionei muito bem, agora estou longe de tudo isso.

Faz um tempo que pesquiso sobre esses meus sintomas, mas hoje tive a impressão de ser algo mais simples (do que síndrome do pânico, por exemplo).

Ficarei muito grato caso tenha mais alguma opinião à respeito.

Abraços.

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Cristina

Gostei muito do artigo e consegui entender o porque fico dias passando mal quando tenho que falar em publico o medo é tanto que não consigo pensar em mais nada não durmo mão me alimento direito e fico extremamente nervosa.E quanto mais eu tento lutar contra esta sensação e percebo que nada mudou fico pior.

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Danuza Carvalho

Adorei o artigo pois tomo Rivotril e Exodus e não resolve meu problema. Já tive espasmos no rosto e nas pernas e tenho medo de ter novamente. Faço tratamento á 2 anos e meio, e não saio de casa por que tenho pânico social(fobia Social)não consigo ir numa festa ou numa reunião. Sofro muito com isso pois eu sempre fui muito alegre e ativa e hoje, a cama é meu lugar. Queria saber qual o tratamento ideal prq não quero mais ir em psiquiatra, eles só passam remédios e não resolvem.
Obrigada!

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Danielly

Olá, pessoal, tenho 22 anos e Eu sofro de fobia social e rubor facial desde a infancia
Na verdade, eu criei a fobia social de tanto ouvir “NOSSA, COMO VOCÊ ESTA VERMELHA” “NOSSA, VOCÊ ESTÁ ROXA”
Isso me fez ter uma vida diferente e muito ruim perto da que deveria e poderia ter tido.Sou formada e de tantas humilhações que passei eu hoje trabalho numa empresa pequeniníssima, ganhando muito pouco.
Quando vejo umas 3 ou 4 pessoas juntas ja começa me dar os sintomas e a vontade é de MORRER na hora.
Pórém resolvi que isso vai acabar.Existe uma cirurgia para o rubor facial em excesso.Ela é cara, porém, no meu caso e no caso de muitas outras pessoas, ela é a salvação de nossas vidas.Ja fiz meu planejamento, eu posso passar fome, mas vou juntar todos os centavos e daqui um ano mais ou menos fazer essa cirurgia.Hoje e, 2012, ela esta custando cerca de R$ 7.000,00 .
Para as pessoas que sofrem desse mal tb,pesquisem essa cirurgia, sei de um Cirurgiao que fica no Parana, chamado Dr. Malucelli , sei de uma pessoa que fez com ele e ficou muito satisfeito.
É isso aí pessoal, vamos parar de sofrer

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Camilla

Oi, Danielly! Me adiciona no face: http://www.facebook.com/profile.php?id=100001961396947 Quero muito falar com você!

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Amanda Fernandes

Após tantos anos convivendo com essa doença… percebi que é impossível de curá-la… virei misantropa…

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Maicon

Boa Tarde amigo, já faz um tempo que eu sofro desse problema, e comecei a pesquisar sobre este tema, e nunca achei um artigo como o seu que descrevesse realmente tudo aquilo que eu não conseguia relatar, eu não sabia explicar pra mim mesmo o que eu sintia, mas graças a você ontem pesquisando na internet achei este artigo, li metade dele, e ontem mesmo eu percebi uma melhora, comecei a treinar olhar o que tem por minha volta, olhar as pessoas, fiquei muito feliz, logico que ainda não estou 100% mas ja melhorou uns 40%, muito obrigado, hoje eu ja me sinto uma outra pessoa. Que Deus sempre o abençoe, e Ele tem feito coisas muito boas na minha vida, como por exemplo achar esse artigo maravilhoso.
obrigado.

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Karine

Ola, tenho 14 anos. Antigamente eu era uma menina que adorava sair. Nunca gostei de ir pra aula, quando eu era pequena eu sempre fazia um escândalo p ir para o colégio. Desde junho de 2011, até hoje estou vivendo os piores dias da minha vida. Não consigo mais sair, não consigo mais ir para aula que no entanto eu rodei. Não consigo comer em locais públicos, não tenho amigas e não consigo atender telefonemas. Se eu fazer uma dessas coisas que citei acima, me gera uma crise. Começo a tremer, ficar zonza, fico com tremor de frio e me dá muita, muita ânsia. Essa ânsia de vomito é tão forte que não consigo segurar e logo vomito. Já emagreci 4 quilos com isso. Uma vez fiquei 1 semana vomitando, sempre antes de ir p aula ou antes de sair p algum lugar. Não sei mais o que é VIVER. Pois só fico dentro de casa e no computador. Não tenho mais vontade de viver, por mim se eu morresse seria melhor. Faz 1 mês que to me tratando na psicologa, mas não estou vendo resultado. Meus pais não tem dinheiro suficiente para me tratar em um bom psicologo. Então pegamos a que estava mais em conta. Um dia desses tentei encarar esse medo de comer em locais públicos e fui numa pizzaria com minha família. Entrei la muito nervosa, já com o meu coração quase saindo pela boca e com aquelas borboletas no estomago. Comi meio pedaço de pizza e fui correndo no banheiro vomitar. Nossa fiquei a noite inteira chorando, foi um fracasso. Só pergunto ao meu bom Deus, porque isso esta acontecendo comigo ? Estou na adolescência, melhor parte da vida e queria aproveitar, mas não dá. Porque tenho essa fobia social me incomodando. Estou muito triste com isso, pois não é só que que estou sofrendo. A minha família também está. Só queria ser uma adolescente normal. Ah, gosto muito de um menino. Mas esse meu medo sempre atrapalha. Quando ele me liga, eu não atendo o celular, pois morro de medo de receber ligações. Tinha vezes que eu atendia, e sempre eu falava espera um pouquinho ai amor. E ia pro banheiro vomitar. Aí quando eu vomitava, saía todo aquele nervosismo. Não consigo nem mais ir ver ele, pois fico extremamente nervosa. Só marco de ver ele as vezes, e vou de barriga vazia. Pois quando estou de barriga vazia eu não vomito, só me da tremor e palpitações no peito. Eu sempre me pergunto, que vida é essa? Estou vegetando. E com tudo isso que esta acontecendo, minha auto estima esta la em baixo. Só penso em dormir o dia todo. Todos dizem que isso que eu tenho é frescura, porque eu sempre fui mimada, sempre tive tudo nas mãos. Ninguém me entende,eles só falam: vai e enfrenta teu medo ! Como se fosse tão fácil assim. Pra mim é impossível. Preciso de ajuda. Em nome de Jesus, EU VOU ME CURAR DISSO. E pra quem tem o mesmo problema que o meu, desejo boa sorte, não é fácil. Que Deus abençoe vocês ! Nós vamos vencer essa FS. obrigada

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Miguel Lucas

Olá Karine, obrigado pelo comentário

A sua situação tem de ser avaliada por um profissional. Fale com os seus pais, consulte o seu médico e aconselhe-se com ele.

Enfrentar o medo, e resolver o seu problema é possível, mas tem de ter acompanhamento de quem sabe. Tem de ter apoio de um profissional.

Força e coragem

Abraço

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Rafael

sofro com esse transtorno desde criança, mas parece q nos ultimos 2 anos tem aumentado muito aponto de ter muito cansaço mental, tenho 24 anos, estou pensando ate em sair do meu emprego pois toda vez q chego ou q penso em ir pra la me sinto mal, uma ansiedade muito grande, auto avaliaçõa negativa e medo da avaliação negativa das outras pessoas em relação ao meu serviço, mas espero me livrar disso EM NOME DE NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO, e tb atravez da ajuda de um psicólogo q vou procurar

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Mauro junior feitosa da cunha

ola,tenho 26 anos. eu tenho sofrido da fobia social( o medo extremo ater de olhar pras pessoas.) a pouco mais de 1 ano mas antes quando mais novo ja paresentava sintomas.Mas a dois meses venho me tratando com tecnicas de respiraçao atraves de cd e dvd e tem dado certo minha ansiendade ta sendo controlada.
mas um dia desse na rua eu fui olhar, q foi um olhar demorado pra uma pessoa distante e depois dai parece que percebeu q eu tinha olhado pra ela. Nisso comocecei a ficar insiguro extremante aponto de ter uma tontera, dor de cabeça e com isso fiquei me tremendo ja tem uns 4 dias. fiquei com um aperto no peito muito grande, ou seja, o medo aumentou sobre maneira do nada.

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Lucas

Caramba parece que tem muita gente com esse problema, pensava que eu era o unico. ^^
Tambem sofro bastante com isso, abandonei meus estudos, parei de sair com amigos e fico isolado com meus proprios pensamentos, eu sinto um forte desanimo de exercer outras atividades do dia a dia, me sinto timido, entre outras coisas que descreveu no seu post, Espero que eu saia dessa merda, as veses penso em me contentar com tudo isso, porque o pior de tudo, é que as veses consigo enfrentar as situações sem fazer muito esforço, mas quando tudo acaba, não quero enfrenta-la denovo, é muito tosco isso.

Valeu pelo post, abraços!

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kleber Sales

meu problema não é ter medo de pessoas, ate gosto de conhecer, mas tenho um problema que não suporto ir a festas, aniversarios, cinema, nada, nao gosto de sair pra canto nenhum e isso me causa enorme desconforto, perante a meus amigos e a namorada, que não sai de casa tambem por minha causa. Consigo ir assistir a um jogo de futebol no estádio, me relaciono bem com pessoas do meu trabalho e clientes, mas não consigo me arrumar para ir a nenhum evento social! simplesmente não gosto, tem jeito pra isso?

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Melissa

Bom, eu também sofro de fobia social, nunca procurei um psicólogo, mas como leio muito sobre psicologia, acabei me deparando com isso e vi que realmente sofro disso. Fico muito nervosa antes de sair pra algum lugar, pagar contas, ir ao correio, fazer compras, são praticamente difíceis pra mim, principalmente na hora de pagar, fico tremendo e as pessoas notam. Saio do local com vontade de sumir, com pensamentos de fracasso. Sei que tenho que procurar um psicólogo para um tratamento.Pois coisas normais que todo mundo faz, se tornam quase que um ‘ muro ‘ pra mim. Bom poder achar um ‘ lugar ‘ onde existam mais pessoas com isso e vc sabe que não é o único.
Bjos.

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Lucas

Eu sofro muito com isso tenho 15 anos so saio de casa pra ir na escola onde estudo de manhã e só penso em voltar pra casa quando estou lá. Tinha começado a trabalhar como menor aprendiz há alguns meses mais tive que desistir porque eu teria que apresentar um trabalho no curso eu ficava muito pouco tempo em casa. Também não gosto de ir a festas e alguns eventos sociais acho que preciso de ajuda.

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Rafael Freitas

Sempre fui uma criança normal,e comecei a ter sintomas de fobia social no princípio da adolescência associado principalmente a episódios do hoje chamado “Bullying”.A face mais terrível foi em relação ao relacionamento com o sexo oposto.Chegava a tremer quando estava perto das meninas.Isso me trouxe sérios prejuízos:Nunca namorei até hoje e só vim a ter o primeiro beijo e relações sexuais depois dos 30 anos.Só tive relação sexual com garotas de programa,diga-se de passagem e,mesmo,assim após eu começar a me tratar com psiquiatra e psicólogo.Nos ultimos anos,com os tratamentos,tenho evoluído bastante na minha interação social embora ainda esteja envolvido com pensamentos negativos:Quando penso que perdi os melhores anos da vida eu fico triste,fico me achando velho,isso com 35 anos.De qualquer forma vou tentando reconstruir minha vida.

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Miguel Lucas

Olá Rafael, obrigado pelo comentário.

Fico contente por estar a ultrapassar as suas dificuldades.

Força e coragem

Abraço

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Joana

Olá Miguel, obrigado pelo post realmente ajudou esta leitura pelo menos para perceber que não sou a única a sofrer de extrema ansiedade.
Tenho 25 anos, mas sempre fui uma miúda super feliz e muito divertida mesmo tendo passado por algumas dificuldades como várias mudanças de casa e escolas ao longo da minha infância e adolescencia, era relativamente feliz. Há uns anos para cá comecei a ter dificuldade em me relacionar, dificuldade em manter relaçoes de amizade e mesmo não ser capaz de estabelecer qualquer tipo de relação satisfatória com quem quer que seja, fosse ela de amizade ou outra qualquer, acabando por ver as pessoas a minha volta virando-me as costas. A partir daí vi-me numa relação amorosa muito prejudicial mas quando me apercebi da gravidade da situaçao já era tarde demais. Estava no momento na faculdade e desisti por não conseguir tempo, uma vez que exigia muito tempo com os trabalhos, ele consumia-me o meu tempo todo, ia la esperar-me a faculdade a toda a hora. Mesmo assim estava determinada a resolver tudo sozinha sem envolver ninguém, e erradamente eu sei, não contei nada a ninguém apesar das imensas tentativas falhadas de por um ponto final nesse pesadelo. Estive 5 anos numa relação infernal em que a pessoa com quem eu estava me maltratava fisica e psicologicamente, e me fazia refem das suas jogadas cruéis, ameaças e humilhações. Nunca pensei me ver numa situação dessas, até porque desprezo gente assim cruel. Quando me libertei, finalmente tive que pedir ajuda de familiares de que nada sabiam do que se estava a passar e ficaram chocados – uma das razoes porque nunca falei do assunto era pq sabia do sofrimento que ia causar a minha familia e também da humilhação que sentia. – senti-me óptima nos primeiros tempos reatei umas amizades durante meio ano estive minimamente bem. Até que voltei a sentir-me no mesmo enredo das manipulações por parte de uma suposta amiga que que gostava de rebaixar, tratar mal e dizer mal nas costas. Estava no ultimo ano do curso e abandonei de novo a faculdade, comecei por faltar as aulas a não me sentir bem ate que me fui completamente abaixo e nem forças tinha para sair da cama. Consultei psicólogo e tive algumas consultas, comecei com medicaçao para me ajudar a dormir porque nao conseguia descansar de todo e também um antidepressivo. fiquei melhor viajei, quando voltei, voltei a ir-me abaixo, sempre que notava melhoras e me entusiasmava e tinha novas ideias para projectos passado um tempo me ia abaixo. Entretanto relacionei-me com outras pessoas mas foi um fracasso completo.
Fiz formações e tentei me animar e ocupar a mente, pratiquei exercício físico, mas acabei por me voltar a sentir desmotivada até para isso.

Comecei a ficar cada vez mais em casa, e cada vez menos a sair. Sempre que saía não me sentia a vontade na rua e começava a suar muito e a caminhar cada vez mais rápido para ir para casa. Sempre que tinha de ir ao centro comercial desesperava para acabar as compras e ir embora, o próprio ar respirado me dava nauseas. Não conseguia ir ao centro da cidade, o mesmo que antes passava lá a vida quando estudava e ia aos cafes, e mesmo bares, etc., as pessoas olhavam para mim. Ficava ansiosa com o facto de ir ao café e ter que falar para os empregados para pedir o café. Quando me convidavam a sair eu queria muito ir porque sempre gostei muito de conviver, mas só de imaginar que ia estar no meio das pessoas começava o meu coração a bater muito rapido e a suar e acabava por rejeitar. Quando pensava nos simples facto de ter de ir a rua so de saber que ia sair de casa dava-me tonturas e desistia logo da ideia. Há uns meses aconteceu-me algo muito diferente e muito pior do que ja me tinha acontecido. Fui ao centro da cidade, tentei forçar e ignorar o panico entrei em lojas vi livros etc,quando voltava para casa de transportes publicos comecei primeiro por sentir muito calor comecei por tirar algumas peças de roupa casacos, umas x que estava frio, e cada vez sentia mais calor e muitas tonturas fiz exercicios de respiraçao fechei os olhos e imaginei-me noutro lugar, nada adiantou. Senti um aperto no estomago e no coraçao e umas tonturas tão grandes que pensei que ia desta para melhor! Tive sorte que a viagem é curta, se passasse ali mais um minuto acho que caia ao chão. Quase corri para casa, entrei e atirei-me para a cama literlmente! A minha mae ligou a luz do meu quarto so o simples facto de ter os olhos abertos me dava agonia, tentei expulsar o vomito que me sufocava mas o meu estomago nao libertava nada em vez disso estava a sufocar, não entrava ar nos meus pulmões.. e depois de alguns espasmos acalmou consegui deitar-me e adormeci. Nunca me senti tão mal em toda a minha vida, desde esse episódio que evito transportes públicos e locais muito fechados e com muita gente. Tento feito progressos ja voltei a sair indo a pé dar umas caminhadas sempre ao ar livre, mas sem me aventurar muito.

Queria saber a sua opinião acerca deste assunto e queria dar a volta por cima. Desculpe o testamento, bolas.

Mt obrigado

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Bruna

joana meu msn é bruna-tmd@hotmail.com quero conversar com vc.bjs

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roger

depois eu gostaria de conversar com as duas também.kkk brincadeira…….não é sério! muito bacana o site, boa sorte pra todos.

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Nome

Olá Miguel…

Parabéns pelo tópico.
Não sei se meu problema é exatamente fobia social, mas possuo parte dos sintomas expostos. Sou sempre muito ansiosa, mas não tenho tanto medo de falar em público (muitas pessoas já me elogiaram por seminários que realisei), basta eu ter dominio do assunto. Gosto de encenar (ja fiz muitas peças teatrais), mas quando não se trata de um personagem, não gosto de ser o centro das atenções. Gosto de ir à festas, mas não gosto de festas pra mim. Tenho pavor de surpresas de aniversário.

Mas eu conseguia controlar minha super ansiedade até alguns meses atráz, quando comecei a ficar constantemente ruborizada. Isso ocorre sempre que um garoto que conheço (mas não tenho intimidade) fala comigo. Com o tempo, comecei a sentir medo de ficar corada (“O cara vai pensar?”) o que acabou fazendo com que eu ruborizace ainda mais.

E a sensação virou uma “bola de neve”. Agora fico vermelha só do garoto olhar pra mim. (“Ele deve pensar que pareço uma adolescente de 12 com vergonha de um garoto que ta afim”) E como ele faz parte do meu convívio diário, passei a ter um transtorno de ansiedade. (“Todo mundo ta vendo que eu to vermelha.”)

Terminei com meu namorado faz algum tempo e penso que ainda o amo.
Minha opinião é que isso tudo está relacionado à insegurança.
Já pensei até em deixar minha faculdade. Mas não vou desistir dos meus sonhos.

Preciso de ajuda… Tudo que eu quero é ficar em casa e viajar para outras cidades, qualquer lugar, menos a faculdade.

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tais

Boa noite,Miguel

Parabens pelo artigo,me ajudou muito a entender o meu ploblema.
Percebi que tenho todos os sintomas da fobia socia.
Falto quando,tenho que apresentar,algum trabalho na escola,e
tenho medo e fico super ansiosa quando tem uma chamada horal.
Preciso conseguir um emprego,mais é, dificil porque não sou
comunicativa,tenho dificuldade de me relacionar,e tenho medo
de tremer na entrevista de emprego.
Vou seguir as suas dicas, e tentar enfrentar este ploblema.

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Elvira

Descobri hoje atraves de um medico que tenho a fobia,vou começar meu tratamento e as dicas do blog vão ajudar muito,obrigado 🙂

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Jessica

Adorei a publicação, ajudou-me a compreender melhor o meu problema!

Tudo começou à uns dois anos e sinceramente nem sei bem como este problema teve início. Olhando para trás, provavelmente foi quando fiz um tratamento à acne e o médico me avisou que a pele podia ficar vermelha devido à irritação. Desde essa altura que comecei a preocupar-me imenso com a forma como os outros me viam. Todas as vezes que falo com alguém penso sempre o mesmo “vou corar, vou corar, vou ficar bastante vermelha”, posto este pensamento, o meu coração acelera imenso, começo a ficar cheia de calor e a sentir o rosto muito quente. Por vezes até digo coisas sem sentido, atrapalho-me e misturo as palavras todas. Outras vezes, começo a tremer. Mas sem dúvida que o que mais me afeta é o rubor facial, pois é uma coisa que se nota facilmente.
À uns tempos para cá, senti que tinha de investigar o que se passava e descobri a fobia social. Falei com a minha mãe, pedindo para que me levasse a um psicólogo, pois este nervosismo andava a dar cabo de mim, impedindo-me de fazer as coisas que sempre fazia. Ela simplesmente ignorou, disse que eu não tinha problema nenhum e não precisava de ajuda.
Fiz um estágio e as pessoas que lá trabalhavam, riam-se de mim por me verem a corar, até se metiam a falar comigo só mesmo para verem como eu ficava no rosto. Eu fazia um riso forçado, mas a minha vontade era desabar em lágrimas. Também alguns familiares meus se riem de mim quando me vêem corar. Sinto-me tão mal, porque eles não entendem como isso me incomoda!
Prefiro sair com os meus amigos à noite do que de dia, pois como está escuro é mais difícil repararem no meu rubor facial. Ou seja, já cheguei ao ponto de alterar os comportamentos habituais como forma de me “proteger”. E se quiserem entrar num café onde há luz, eu faço questão de arranjar uma desculpa para ficar cá fora ao escuro, nem que tenha de ficar sozinha.
Quando as pessoas falam comigo, eu simplesmente não tomo atenção ao que dizem e foco-me em mim e no facto das pessoas repararem que vou corar.

Decidi frequentar um psicólogo, embora não tenha o apoio da minha mãe. Mas sinto que será o melhor para mim. Eu preciso de ajuda!

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Camilla

Oi, Jéssica! Me adiciona no face pra gente conversar sobre isso. https://www.facebook.com/camilla.freitas.180

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Júnior

Muito útil esse texto.
Tenho 26 anos e sofro de fobia social há cerca de 10. Tudo começou quando, na escola, descobriram

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Júnior

Muito útil esse texto.
Tenho 26 anos e sofro de fobia social há cerca de 10. Tudo começou quando, na escola, descobriram que eu nunca tnha ficado com nennhuma garota. Então, com 13 anos, fizeram acreditar que eu era uma aberração. Aquilo mudaria prá sempre minha percepção das coisas. Passei a ter medo de falar com as meninas. Repeti de ano, troquei de escola, mas o medo de ser descoberto como BV me apavorava. Até que em 2002 larguei os estudos, só voltando quatro anos depois. Foi no meu primeiro emprego que descobri ser portador de fobia social. Havia um colega que pegava no meu pé, me constrangendo. Por causa dele, larguei o serviço. Daí, comecei a buscar ajuda, lendo sobre a doença e tomando medicações. Depois de passar por vários profissionais, hoje tenho um controle relativo do problema. Estou na faculdade, falo nas aulas, mas não duro nos estágios por falta de iniciativa. Com relação ao sexo oposto, atpe hoje foi só beijo em duas garotas e ponto final. Achei que a faculdade ia facilitar as coisas nesse campo, mas me enganei… Converso com as colegas, mas não consigo achar um jeito de ficar com elas. É aí que mais reside meu problema de fobia social: a conquista das mulheres. Houve uma época, quando as coisas estavam ainda piores, que passava as tardes buscando no Orkut mulheres que PODERIAM, e alguma forma, se interessar por mim e, QUEM SABE, rolar alguma coisa. Em vão. Ano passado escrevi um artigo na faculdade que relaciona a timidez com a prática do Jornalismo, que é o que estudo. Bom, espero, assim como eu em 2003 diante de uma revista, que quem acessar o site se sinta apto a buscar ajuda e não pense que é a única pessoa que tem isso. Abraços a todos!

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Enzo

Olá Miguel Lucas,

Gostei muito desta publicação, é bastante esclarecedora. 😉

Sofro de fobia social generalizada, com nível de ansiedade variando entre o suportável e o extremo de acordo com o tipo de evento social. Não gosto de ser melodramático, mas a fobia social além de afetar minha autoestima e minha vida em sociedade, simplesmente está destruindo minha personalidade. Não consigo ser o que realmente sou, pois só o medo de me sentir ansioso me leva a adotar uma espécie de nova personalidade, muito tímida e insegura.

Não levo a astrologia tão a sério a ponto de usá-la para definir minha personalidade, entretanto, posso afirmar sem equívoco algum que, em momentos de baixa ou nenhuma ansiedade (raríssimos, diga-se de passagem), a minha verdadeira personalidade é exatamente a de um leonino extremo: muito extrovertido e autoconfiante, um pouco inseguro quanto às opiniões aheias, mas de modo saudável, interessado em influenciar as pessoas e tê-las próximo de si, que gosta de ser elogiado, que adora estar em evidência e ser o centro das atenções, que apaixonadamente delicia-se com a arte de discursar, que é dependente do reconhecimento alheio, que é vaidoso, que aprecia relacionamentos afetivos intensos, que adora liderar e que aprecia conhecer novas pessoas, sair da rotina e estar em eventos sociais. Eu NÃO me fantasio assim, eu SOU assim. Apesar disso, graças à fobia social, sou obrigado a reprimir quase toda a minha personalidade a todo momento em troca de uma personalidade que me traga alguma sensação de segurança e que é totalmente contrária ao que de fato sou: sinto-me como se eu estivesse sendo destruído por dentro (personalidade) e por fora (vida social).

Saí da escola sem nem a concluir e só fui obter o diploma do Ensino Médio através de um supletivo pago, cursado à distância.

Tenho 21 anos e tenho um trabalho, aliás, tinha, pois acabei de pedir demissão por não mais suportar a quantidade de “erros” que cometi por não ser eu mesmo. Para piorar a situação, sou homossexual e temo também não ser aceito pelas pessoas se revelar minha sexualidade. Até mesmo por outros homens homossexuais, temo tanto a rejeição que até hoje só experimentei o beijo de um único homem após ingerir muito álcool, e nada além disso.

Almejo ardentemente cursar uma faculdade e me tornar um reconhecido professor universitário numa das áreas – vejam só – Humanas, mas consigo realizar esse sonho apenas nas minhas fantasias. Tudo o que tenho é um blog onde crio e expresso minha arte, desejando que ela seja reconhecida e valorizada, mas por ser um hobby bastante peculiar, meu medo de ser visto como ridículo ou cair em descrédito me impede de divulgá-lo, e isso me desmotiva a continuar com meu projeto. Tudo em minha vida para ser levado adiante depende justamente do reconhecimento e da apreciação alheia, que não tenho justamente por temer a exposição, ainda que eu a deseje do fundo do meu ser!

Enfim, desde meus 15 anos, sinto que sempre estou num beco sem saída. Várias vezes já cogitei o suicídio, mas o próprio medo de ser visto como potencial suicida em uma situação realmente favorável a esse ato me impede de concluí-lo. Minhas características pessoais mais íntimas, a extroversão, a autoconfiança e a grande motivação para superar obstáculos estão quase atrofiadas devido ao desuso.

Tenho medo também de ser reconhecido como psicopata: há situações sociais de baixa ansiedade onde até consigo expressar um pouco da minha personalidade real, mas tenho notado que aos olhos alheios isso parece um transtorno bipolar quando minha ansiedade aumenta e minha personalidade forçada toma conta de mim. Temo que meus sorrisos ocasionais possam ser confundidos com loucura quando comparados com meu olhar perdido, tremores e rubor rotineiros.

Não sei realmente o que fazer. Peço desculpas por fazer deste comentário uma espécie de desabafo, mas, de todo modo, eu sinto que precisava de alguém para contar tudo isso.

Obrigado e parabéns pelo espaço!

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carlos

ola, parabéns pelo site, esta muito bom. Sofro de fobia social. ja foi a 4 consultas num psicologo nao abtive resultados. muito recente foi ao neurologista que receitou 2 medicamentos, mas nao gostava nada de andar sobre os efeitos dos medicamentos. o que posso fazer? ajudem estou desesperado, tenho 27 anos , nao namoro , nao tenho amigos , vivo na casa dos meus pais e penso sempre que vou ficar assim toda vida.

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julianaa

ola carlos me add no msn pra conversarmos, bjs

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Juliana

Olá, quero dizer que gostei muito da sua publicação, foi esclarecedor para mim, pois sempre senti que tinha reações exageradas assim como voce explicou acima e nao entendia o porque por isso nunca busquei ajuda e nem comeentei nada com ninguem…
Sempre tive muita dificuldade em salas de aula, publico e com pessoas desconhecidas e isso sempre me deixou muito triste!!!
Mas creio que agora que sei deste problema posso analisar e saber lutar contra ele atraves de ajuda, Bjs!!!

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Érica

Olá Miguel,

Descobri quem tenho Fobia Social,e como se não bastasse,a psicóloga me deu também o diagnostico de depressão(leve).
Bom,acredito que a minha fobia é resultado de todas as situações desagradáveis que vivenciei.
A exatamente 6 anos,sou tida como o alvo preferido para divertimento de muitos.
Sempre fui muito apegada a minha mãe(dizem até que sou mimada…mas não ligo.).
Dos 3 filhos que minha mãe teve,eu(a caçula)fui a que mais recebi a atenção e os cuidados.Isso porque logo quando nasci,ela ficou desempregada, passando a se dedicar a casa,a familia e aos estudos.Nisso ela pode acompanhar,bem de perto,todas as fases do meu crescimento;Desde o maternal até a 3ªsérie.
Aos dez anos de idade passei a ir ao colégio sozinha.E justo no meu primeiro dia,fazendo o percurso de volta pra casa,fui surpreendida por 2 rapazes.Eles me olharam de cima a baixo e soltaram um:”anh anh!menininha mais feinha…”riram alto(bem alto),chamando atenção de todos na rua.Puxa!Eu tinha 10 anos…
Morri de vergonha.Tinha vonntade de enterrar a cabeça no primeiro buraco que viesse pela frente.
Fiquei paralizada por alguns segundos,só queria a minha mãe por perto.Senti meu rosto queimar de tanta vergonha.
Cheguei em casa e chorei.Nunca contei nada a ela…sei lá,porque!
No outro dia,tentei fazer de tudo pra não voltar sozinha da escola.Mas o tempo dela ja não era o mesmo (arrumou um novo emprego).
Apartir deste dia começaram a surgir os meus complexos;me olhava no espelho de 5 em 5 min…me sentia péssima!
Além disso,no local(escola particular) onde eu estudava,percebia as diferenças evidentes,entre eu e o resto da turma:era a única negra.Sempre a excluída das brincadeiras;Havia um grupinho de garotas que não iam muito com a minha cara,e ainda tentavam me tirar a unica amizade que mantinha na classe.
Já não me sentia bem em meio aquela gente.
Depois do episódio dos 2 rapazes vieram muuitos outros!!!
Entre meus próprios colegas e até desconhecidos.
Hoje tenho 16anos.Praticamente não saio de casa.
Ganhei diversos apelidos extremamente maldosos.Nunca tive coragem de revidar,nem mesmo coragem de olhar nos olhos dessas pessoas.
Quem vê de fora deve me achar bastante fria e indiferente aos comentários,mas por dentro estou desabando(prendendo a vontade de chorar).
Quando preciso sair de casa tenho ataques de pânico (sensação de desmaio,perda de memória,tontura,enjoo,taquicardiaca…)
Meus vizinhos me acham a maior metida(sem ao menos saber,que tenho é vergonha de encará-los de frete.)e porisso implicam comigo.
Ando nas ruas assustada;A sensação é a de que todos estão olhando pra mim,falando de mim,rindo de mim…
Devo parecer uma estranha,uma verdadeira “aberração”(um dos piores que ja me puseram).
Nunca derramei uma lágrima na frente deles(chorar nessas circunstâncias seria um sinal de FRAQUEZA).
Também nunca falei nada disso a ninguém.Escrevo tudo em um diário.
Em todas as consultas com a psicóloga eu choro.É tudo muito difícil pra mim!!
Vivo angustiada,inquieta,mau humorada…sem animo pra nada.
Desisto facil de mim.

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Miguel Lucas

Olá Érica, obrigado pelo comentário.

Coragem a melhoria é possível. Ao estar a ser acompanhada por um profissional, deu o primeiro passo para a resolução do seu problema.

Desejo-lhe sorte e convicção que é possível melhorar a sua vida.

Abraço

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alex

OI Miguel, mais uma vez parabéns pela tua página, pelos teus artigos, pode ter certeza é muito util para nós, estou aqui mais para compartilhar experiências, estou trabalhando em um shopping encaro centenas de pessoas por dia, para quem tem fobia social é uma batalha diária, na maioria das vezes volto frustado, mas quando consigo me divertir e desencanar dessa fobia, vale muito a pena. continue com teu trabalho, sucesso pra ti, um abraço.

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roger

olá Miguel, gostaria de saber se, em uma consulta, o psicólogo pode recomendar medicamentos, como por exemplo ritalina, ou depende do psicólogo.

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paty

Olá,estou adorando ter achado está pagina ,é simplesmente ótima,estou com um problemão ,quando jovem eu era tímida mas conseguia fazer entrevista bons trabalhos.Mas minha timidez foi piorando ,eu tinha tudo para me dar bem financeiramente .Mas me apaixonei e larguei, carreira , estudo enfim tudo,fiquei só na minha casa cuidando do meu filho,mas não confio em ninguem cuidando dele,já se passaram nove anos tive mas um filho que tem 2 anos agora que também não confio que ningém cuide.Eu quiz fazer diferente e coloquei no maternal.Certo dia cheguei e presencei algumas crianças sendo maltradas e meu bebe todo sujo e o rostinho tambem uma judiação,entao tirei ele.Resumindo hoje passo muita necessidade finaceira,sou tecnica de enfermagem mas não posso trabalhar não consigo olhar nos olhos de ninguem,meus olhos tremen me da um desespero da vontade de correr,se sou chamada para uma entrevista é um nervossismo um desepero,perco a fome,sinto dores na perna peso na cabeça .Acabei de vir de uma festona,me sinto mega humilhada as pessoas que estavam lá todas bem trabalhado bem sucessidas e eu que parecia ser melhor que a maioria no passado sou a mais humilde,me sinto uma derrotada,eu só quero viver.Psicologo na minha regiaõ está super lotado não tem previsão de vagas,acho que aqui tem muito doido incluindo eu, por favor me ajude,ultimamente não quero conversar e me sinto muito nervosa quem sofre é meu filho que quer ficar falando o tempo todo ,eu vejo sei mas ,não me controlo mais ,fico muito nervosa com um mosquitinho já fui uma pessoa melhor eu amo muito meus filhos mas já não consigo sentar e brincar me ajude ,por favor. Tenho um sonho de me formar em uma faculdade e quero realizar.Já tive uma empresa e hoje durmo no chão por causa da timidez me ajude .

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Matheus HB

Olá! Também sofro de fobia social. Sempre que posso evito lugares públicos e nunca tento conhecer novas pessoas, por medo de pensarem que sou idiota, algo do tipo. E isso vem me fazendo mal, pois venho me sentindo cada dia mais sozinho. Eu transpiro muito só com o simples ato de cumprimentar alguém, as vezes até familiares. Nunca digo nada, chego a ser antipático por causa dessa fobia.
Como a maioria das vezes evito essas situações, fico em casa, sozinho, sem ninguém. Chego a fazer coisas que não devo por causa disso. Estou ficando desesperado em relação a essas coisas que sinto quando estou em público. Tenho medo de conversar com as pessoas, vergonha excessiva de dançar numa festa, e acabo ficando sozinho num canto, imaginando o que as pessoas devem estar pensando de mim sozinho sem fazer nada.
Já não sei mais o que fazer… Graças ao artigo, eu descobri que sofro dessa fobia. Vou tentar fazer o que posso para combater essa fobia social.

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juliana

olá, meu problema também é ficar ruborizada, e ás vezes o medo de ficar assim,faz com que eu fique mais ainda.Isso acontece também em situações normais com você? por exemplo conversando com pessoas assuntos normais? comigo também acontece mais diante de garotos, e o pior tenho namorado, e não estou afim ou com vergonha dos que eu estou conversando, eu só não sei porque fico assim. obrigada.

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Dib

TENHO UMA GRANDE FOBIA. SOFRO DE UMA GRANDE ANCIEDADE SOCIAL ESPECIFICA.DESDE PEQUENO TENHO MEDO DE FALAR EM PUBLICO FAZER TRABALHOS EM GRUPOS OU INDIVIDUAIS, SEMINÁRIOS EM GRUPOS OU INDIVIDUAIS. FALAR A VERDADE NUNCA FIZ TRABALHOS ASSIM POR CONTA DISSO. GOSTARIA QUE ALGUM COLEGA AQUI ME DESSE UM APOIO, COMO MELHORAR ISSO. DEIXEI DE FREQUENTAR FACULDADES POR CAUSA DESSA ANCIEDADE ESPECIFICA.

OBRIGADO A TODOS.

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Samya

Acho que demorei pra pesquisar sobre isso. Ví hoje no jornal sobre fobia social e só aí ví que tudo o que eu sinto tem um nome! Nem acreditei que só agora me dei conta! Tenho 90% dos sintomas que você citou, e é muito triste vc saber que é uma besteira sentir envergonhado em falar com uma pessoa, mas seu corpo reage de outra forma com suor excessivo, tremor, batimento acelerado do coração. Já marquei com psicóloga, e quero me livrar o mais rápido disso pra aproveitar todas as oportunidades da vida!!! Tenho 22 anos. Obrigada pelo post.

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Nayara

olá
sempre fui muito tímida.E nunca me senti bem em apresentar trabalhos para o publico.Sempre fugia,faltava a aulas tudo para não apresentar.
Só que em uma dessas situações não tive escolha,tive de apresentar.Tinha um pânico semanas antes do trabalho,tava bem por dentro do assunto que iria ser abordado,mas no dia eu não conseguia me alimentar por conta do nervosismo.Na hora eu tava quase dando um infarto,comecei a suar frio,enxergava tudo embaraçado,e comecei a ter ataques achando que o povo tava olhando pra minha cara.Não sei o que é isso.

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Vanessa

Olá Miguel!

Sofro com isso a bastante tempo, tenho 25 anos e sempre quando quero esquecer esse meu problema, procuro usar algo eletrônico, como computador ou video-game, isso poderá ajudar minha fobia social?

Abraço!

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ursinho carinhoso cor de rosa (de pelúcia)

é simplesmente IMPOSSÍVEL que eletrônicos (video-game, computador)ajudem-na com sua fobia social.
No máximo irá agrava-la.
aconselho a procurar um curso de retórica, teatro, oratória. Ou tbm quando ver algum rapaz na rua, sorria p/ ele e aguarde a consequencia, pois tal consequência vai te colocar em uma situação que te force a comunicar-se. Isso é muito excitante e radical. e é a cura absoluta.

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Douglas Wachholz

Quando a fobia social é acompanhada de depressão fica mais dificil, pois a depressão tira totalmente o animo da pessoa de tentar, ou seja ela não tem vontade mais de fazer as coisas que fazia antigamente, ela sabe que tem que mudar, mais não vê animo para começar, e por fim quando começa ela acaba se desgastando com esse processo de sair da zona de conforto e logo acaba perdendo as forças de novo, pois é muito stressante enfrentar essas situações, onde bater na mesma tecla e enfrentar a situação causa esgotamento e depois de algumas tentativas acaba se isolando novamente para “recuperar” as energias, então a situação é complicada pois o comodismo é que nem uma droga, e a situação fica agravada por isso, pois na cabeça de quem tem depressão vem certo tipo de pensamento “porque tentar, porque me esforçar por uma coisa, se eu nem to feliz se é desgastante fazer isso e mesmo com essa conquista, a depressão e o desanimo tiram todo o “tesão” de fazer essas coisas” é como se a pessoa tivesse perdido completamente a vontade de viver, a situação parece mais complicada do que realmente é.Então a gravidade é essa, não simplesmente enfrentar.

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Miguel Lucas

Olá Douglas, obrigado pelo comentário.

Agradeço imenso o seu testemunho. Na verdade descreveu alguns dos sintomas que dificultam a sua recuperação. Em momento algum no artigo digo que enfrentar o medo por si só resolve a fobia social, digo sim que esse é o meio que permite implementar um conjunto de estratégias que levam à possível recuperação. É importante levar em consideração que por vezes os transtornos psicológicos cruzam-se com outros problemas ou com mais do que um transtorno o que dificulta a aplicação da terapia.

No seu caso e na eventualidade de também sofrer de depressão, a abordagem de tratamento não segue à risca a terapia vocacionada para a Fobia Social. E sim, não é apenas enfrentar o problema. Usualmente se o sofrimento é significativo é necessário a ajuda profissional.

Abraço

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não sei bem se meu problema é fobia social mas os testes da internet sempre apontam para isto.

já tem um tempo que eu venho me afastando das pessoas. não que eu seja isolado mas hoje eu não chego a conviver com um décimo da quantidade de pessoas que convivia na adolescência. com as pessoas que convivo, ainda procuro mante-las afastadas, sem muita intimidade.

eu deixo de ir ou de participar de festas e eventos que os outros me convidam e quase sempre uso a desculta de ter esquecido da festa. os feriados (que não curto nem um pouco) e meus momentos de folga eu passo em casa, sem manter contato com ninguém que não seja a minha família, dormindo ou no computador. fora estes períodos a coisa é um pouco melhor: até tenho bons colegas, gente para bater um papo de vez em quando mas ainda assim procuro os deixa-los a uma certa distancia.

nunca namorei. não acho que alguma garota vai querer ficar comigo ou se ficar, não acho que vão gostar. já desperdicei varias chances por não confiar em mim. frequento casas de massagens e saio com garotas de programa e me relaciono muito bem com algumas delas. algumas até me veem como um pegador e coisa e tal porque todas as habilidades sociais que me fazem falta no dia a dia eu esbanjo com elas.

acho que um dos meus maiores problemas é o perfeccionismo. sempre fui um bom estudante e mesmo assim sempre achei que deveria ser melhor. a um tempo atrás voltei a praticar esportes, eu tava sedentário e queria mudar este quadro. hoje eu sou um dos melhores nos esportes que pratico (nos grupos que frequento) e ainda assim tenho compulsão por melhores resultados.

a internet é outro problema. a maioria dos tímidos se liberta nela. não é o meu caso. não consigo ter um perfil em redes sociais e msn é sempre vazio. tento conhecer mulheres em salas de bate papo. a maioria das vezes fico na sala sem conseguir tc por mais de 5min com alguém. as poucas que acabo trocando msn e que a conversa flui me causam muita ansiedade. principalmente as que moram perto de mim. esta ansiedade já me fez ficar longos períodos de tempo sem acessar o msn para ver se a garota que eu tinha conhecido me esquecia e me bloqueava (também já mudei de msn por este motivo).

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Juliana

Ola Miguel, eu sofro de fobia social desde os meus 13 anos , hoje tenho 26 e até hoje nao procurei ajuda porque até então nao tinha conhecimento desse tipo de problema e eu achava que somente eu me sentia assim por causa da personalidade mas agora que pesquisei e li seu artigo tive um grande esclarecimento do que vem acontecendo comigo ha anos, e ja perdi muitas oportunidades que quis aproveitar (namoro,amizades, emprego, estudo) e ainda sofro muito com esse transtorno que é um peso em muitas situações na minha vida, pois sou uma pessoa que gosto de estar com pessoas, que quer se desenvolver como uma pessoa normal, mas sempre na hora H, tem algo que me trava e nao me deixa falar, nem agir e nem me expor por causa disso sempre fico pra traz entre grupos escolares e entre colegas de trabalho, até mesmo pra falar com alguem superior de trabalho eu evito ao máximo ou quando consigo falar minha voz fica tremula, e meu rosto ruborizado parece que vou ter um ataque, mas tenho esperança de que um dia isso acabe, quando eu era mais nova achava que isso era uma fase, mas ao inves disso passar parece que vai aumentando com o passar do tempo e me sinto sufocada porque familia e amigos nao entenderiam se eu me abrisse com eles, por isso quero saber de voce se posso ter esperança, se um tratamento com profissional poderá ser eficaz para uma melhora, nao precisa ser exatamente uma cura total, mas uma melhora, sem ter medo de falar com pessoas, ou de fazer tarefas, sem medo de frequentar lugares e de entrevista de emprego , por favor me de alguma orientação do que devo fazer pois me sinto muito triste com esse sofrimento!!!

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Jessica moura

olá, nao sei exatamente se sofro de fobia social mais quando vou falar no telefone com pessoas estranhas em publico, minha voz trava e começo a guaguejar, mais quando converso com minha familia é normal eles nem percebem que tenho problemas, gostaria de ajuda, pois semana que vem começo na faculdade e tenho medo que isso possa me prejudicar em trabalhos em Grupos apresentaçoes. Me ajudem quem quiser me ADD no msn: jeeh.cds@hotmail.com

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anonimo

também tenho Fobia Social e é muito triste não gosto de ta com muitas pessoas penso que elas tão falando de mim e começo a suar e não consigo olha no olhar pra sair pra rua é o verdadeiro inferno parece que todo mundo ta mi olhando nos carro nos barzinho tenho 16 anos nunca namorei mais já fiquei com varias garotas , minha infância foi uma uma merda não conheci meu pai não sei quem é meu pai até hoje convive com o meu padrasto a vida toda ele sempre me chamando de bastardo bastardo bastardo eu só queria ser normal ta ligado não fumar maconha pra sair da realidade e convivi muito com as briga do ”meu” padrasto e minha mãe verbalmente fisicamente … até que 2 mesês atrás eu bati tanto nele, que deixei ele roxo , sinto que tenho Odio … Fobia Social Só Quem tem Sabe ! tenham fé por que até no lixão nasce flor (8′) legal o site me esclareceu muitas duvidas … abraça fé em Deus ! :D:D:D

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A vida Ta me Dando No Meio !

quanto tempo leva pra curar a Fobia Social com medicamentos e tratamento profissional ?

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anonimo

também tenho este problema olha…. vou tentar usar essas técnicas , mas o pior dos sintomas q tenho é a sudorose, e não tem como esconder , é isso q eu quero vencer de uma vez!

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kleberson

Bom eu estou quase curado mas só q sem medicamentos eu posso fazer varias coisas agora.Saio com meus amigos vou para festas consigo falar com facilidade em publico,mas eu num consigo me livrar de um sintoma da fobia é conversar com o sexo oposto.Mas pessoal eu me livrei da maioria dos sintomas dizendo: “Não tenho fobia social” e digo diariamente.Desejo a mesma sorte a todos

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Fobia Social o medo me dá pavor

o foda é que a familia não entende isso é o mais dificil … outro ano de fracasso outro ano rodado no colegio … Foda-se os conselhos desculpa mais não adianta … a vida me boto pra baixo e eu vo ficar no mesmo lugar até eu ultrapassar meu limite . tenho pavor de gente ‘

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grasy

oi eu descobri que sofro disso faz pouco tempo, as pessoas me chamavam de esquisita, eu sabia que tinha algo errado pois tudo me apavora…eu fiquei assim depois que meu filho nasceu, era timida mas dava pra relevar.mas agora eu começando a sofrer de pãnico…eu fico vermelha do nada, ate me olhar no espelho fico com vergonha, vermelha sei que é um absurdo mas é o que esta acontecendo…sou costureira mas pra mim ter que encarar as pessoas e dar um oi apenas é apavorante. eu começo a suar meu coraçao quer sair pela boca, a minha garganta tranca que não consigo respirar, estou procurando ajuda pois tentei falar com minha familia mas riram de mim, eu ja tava vermelha gaguejando e eles rindo eu queria morrer naquela hora. me de alguma ajuda como posso sair dessa? não aguento mais me trancar em casa, nem visitas não consigo receber…

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joao

olá , gostei do post, bem nao se isso q eu sinto seja fobia social ,mas eu tenho um problema , que nao consigo ler, quando sou convidado a ler em algum bate bapo, reunioes, ou ler para algum publico ,até já tentei ler mas na hora meu coração bate forte e fico nervoso e voz começa a ficar tremula, nao respiro direito e começo a suar ai nao consigo mais ler, gostaria de saber o que eu faço para melhorar isso?
grato…

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Fernanda

Queridos,

Desde que meu existo sofro com a fobia social. Tudo o que vocês possam imaginar eu passei! Tinha pânico de absolutamente todas as situações que me colocavam em qualquer tipo de exposição. Sofri tanto com isso, que só de lembrar tenho vontade de chorar, porque passei por muitos momentos difíceis quando era apenas uma menina, e nao tinha ideia do que eu tinha. Entendo todos vocês, entendo o sentimento de ser a pior pessoa do mundo, a mais burra, a que não consegue nada, a que não consegue fazer as mínimas coisas que atraem o olhar alheio. Hoje vejo que depende de nós procurar ajuda, porque sozinho nao é possível melhorar. Quando eu comecei a minha faculdade, no primeiro dia na hora das apresentações, achei que ia infartar. Alias entrei pra faculdade com 28 anos, porque simplesmente não suportava a ideia de apresentar trabalhos, etc. Nesse primeiro dia, cheguei no auge da tristeza de nao conseguir fazer minhas coisas. Foi entao que marquei uma consulta com um psiquiatra e eu mesma dei meu diagnostico pra ele, porque já sabia exatamente o que eu tinha. Ele me receitou um remédio ( paxtrat) e tem dois anos e meio que tomo. Com a minha vontade de mudar, mais os efeitos do remédio, hoje sou completamente diferente do que eu era. Agradeço tanto a Deus de ter me dado coragem de procurar ajuda,!!!!! Sou tão mais feliz! Já vivi situações que nem eu acredito que fui capaz de enfrentar! Quero encorajar vocês que sofrem com isso! Deus quer o melhor pra você! Ele te conhece, sabe do seu problema, e pode acreditar em mim! Tem solução! Procure ajuda! Nao se acostume a ser infeliz! Você pode muito mais do que pensa! Eu sofro de ler esses depoimentos porque só quem tem o problema é que sabe o quanto doi! Mas vá em frente, pois eu melhorei e tenho certeza absoluta que você também pode melhorar! Fernanda.

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HL

Olá, fernanda, também já passei por isso tudo que vc já passou… 1º dia na faculdade e demais situações que desejo esquecer.
Acredito que todos nós que sofremos este problema devemos procurar ajuda, pois Deus quer o bem de cada pessoa.
HL

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um kra que so queria ser feliz.

só quem tem sabe o quanto é dificil minha vida não tem mais sentido ta ligado antes eu fazia tudo jogava bola, saia pra rua, largava pros arroio com a gurizada, quando eu lembro disso tudo, mi da uma tristeza profunda de não fazer mais isso, bem to vivendo querendo morre sou um morto vivo na verdade, eu me acabo no cigarro na maconha e no alcool, pra morrer mais rapido , não quero me suicidar não quero parar no inferno, por isso me mato com as drogas a cima citadas …
Bem não sou mais feliz, acho que to com depressão só choro não tenho vontade de fazer nada, cara eu só queria morrer e nascer denovo sem essas doenças, o foda é tu acordar olha as pessoas indo pro trabalho e fica pensando po eles conseguem trabalhar pq eu não consigo ? acredito em Deus demais, mais as vezes acho que ele me esqueceu …..
1 ano atrás como eu era feliz só de lembrar da vontade de chorar, o foda era minha mãe dizendo junior junior tu acha que a vida é facil né .. eu sempre falava claro que é a vida é moleza sé faz fica dificil quem quer … ta ae a vida me mostro meu lugar . fobia social depressão um zé ninguém . abraços, pessoas boas também sofrem’.’

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Guilherme Sammam

Resumiu minha vida parceiro, só de pensar que eu trabalhava, pegava mulher pra caramba, estudava, saia todo final de semana e agr tudo acabou .
mais vamos desistir não fiel estamos ai junto nisso

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Rogério

Olá a todos, li vários comentários acima, passo ou já passei por muitas situações aqui citadas. No meu caso eu sempre tive alguns sintomas desde criança, mas não sabia o que era ou por que aquilo. Mesmo assim era feliz, tinha sonhos, tinha esperança. Com 15 anos tive uma depressão, que ai terminou agravando mais os sintomas. Na época, não procurei um psicólogo, por que nem sabia ao certo o que um psicólogo fazia, qual era o seu trabalho. Pior para mim. Fiquei vários anos sem trabalhar. Só ia ao colégio. Sofria com tudo isso. Todos aqueles pensamentos, sabe? O que há comigo? por que eu não posso? o que fiz de mal para passar por isso? Tinha muita esperança em Deus, mas do que adianta, se você não consegue fazer nada? Hoje eu sinto um vazio muito grande. Alguns meses atras pedi a conta no trabalho. Procurei um psicologo e um psiquiatra, isso me ajudou um pouco, mas hoje fico so em casa, é dificil ter que sair. É dificil enfrentar a ignorancia das pessoas. Mas ainda tenho alguma esperança no tratamento, que irei retomar, só depois que mudar de endereço. Abs!

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maria

eu tenho fobia social, evito situaçoes como falar com pessoas , so me sinto confortavel com meus pais, com demais nao, meu unico problema q me trava eé o rubor facil, apenas isso sempre fico vermelha a cara queima e so alguem fala comigo , entrevista de emprego ate agora nao consegui emprego na ultima entrevista foi um fracasso fiquei VERMELHA! nao fui conhecer meus sogros ainda to evitando, pra conhecer meu namorado foi dificil , foi pela net, e marquei encontro com ele na hora nao fiquei vermelhaquando vi, e qndo senti qia fica vermelha beijei ele derrepente kkkkk pra ele n perceber, hoje depois de alguns messes junto eu ja nao fico com rubor com ele, mais evito sai com ele a locais q eu fique so falando com ele tipo barsinho fico ansiosa e muito ruim….ele nem sabeh q tenho isso pois disfarço muito bem.ele nao percebe. tenho vergonha de conta isso a ele, oque fazer pra nao ter mais rubor isso acaba comigo nao tenho vida assim, almoços de familia evito, aniversarios evito me isolo de hambientes assim, porque sei que vo ficar vermelha! eu sou brakela ae fica visivel de mais…oq tomar pra isso acabar???

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Bruno

Olá, me chamo Bruno e tenho 21 anos. Vou resumir um pouco a minha história, acho válida trazer a público pois me identifiquei bastante com o que foi citado no ótimo texto produzido pelo autor.
Desde a infância, no colegial, tive problemas de relacionamento. Na sala eu não conversava com ninguém, muito menos no intervalo. Não por não querer, e sim por não conseguir, eu sempre fui muito reservado.
Tinha dificuldades para apresentar trabalhos e para falar com mulheres e com o público.
Isso nunca terminou, hoje maior de idade, ainda tenho problemas similares. Nos últimos anos venho enfrentando eles, pois quero virar professor/pesquisador. No entanto tenho uma péssima oratória, proporcionada por essa fobia social.
Me identifiquei com vários problemas citados acima, praticamente todos, tirando o de comer em público.
Enfim, quero agradecer o texto, e penso seriamente em buscar uma ajuda.

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Edierre Narciso Gonçalves

Eu tenho fobia social! Sou uma pessoa que me insolo muito, a minha rotina ficou sendo de casa para o trabalho e visse-verso. Isto me encomoda muito! Pois assim eu fico muito por fora dos acontecimentos cotidianos, não consigo fazer amizade, e quando tenho que conversa com alguma pessoa a minha voz trava. Assim eu fico muito para baixo e encomodado em ver outras pessoas se comunicando naturalmente e sendo para mim isto um ato quase impossivel.

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Renata

Não sabia que tinha tanta gente com o mesmo problema, fobia social… Comecei a fazer faculdade a distancia exatamente por isso, por falar em público, hoje ao vêr que terei dois trabalhos pra apresentar comecei, a me sentir estranha com ânsia de vômito, com muita vontade de desistir, fico apavorada só de pensar em varias situações que já passei, colegas de classe rindo,por não conseguir falar. Parece que as outras pessoas acham que estou brincando, sei lá….Não tenho confiança em mim mesma, me sinto sufocada, com vontade de chorar, por medo do que vão falar, medo de não ser ninguém…. Por favor me ajude?? Não sei o que faço….

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patricia pedroso da silva

Olha essa é a pior coisa q senti na minha vida,tenho medo das pessoas não me sinto bem quando uma pessoa chega pra falar comigo…Ñ sei o que faço queria me curar disso ñ aguento mais…As vezes acho q to ficando loca…fico com vergonha das pessoas e ñ consigo falar ..por favor me de uma dica..?

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segredo

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ola sofro de fobia social ja faz mais de dez anos e tenho vontade de morrer todos os dias pois nao tenho coragem de procurar um psicologo,minha familia me dispresa todos as pessoas me acham metida,me chamam de mau humorada, e pior de tudo e ouvir dos seus proprios irmaos o quanto vc e chata insurportavel que eu me acho e vou morrer sozinha…nao sei ate aonde eu vou conseguir ir pois nao tenho forças para seguir em frente e uma das piores doenças que um ser humano pode ter ter voz e nao poder falar, nao sei mais o que dizer quando uma pessoa chega para conversar nao sei o que as pessoas normais conversam e o pior e vc sendo julgado o tempo todo as pessoas te acham metidas e isso doi machuca tenho vergonha de ate cumprimentar uma pessoa na rua tenho vrgonha de sorrir,tenho 23 anos vivo na solidao ela e unica amiga que eu tenho vivo esperando uma cura talvez uma cura divina espero sinceramente que Deus me cure,mas nao pretendo esperar por mais tempo pois nao aguento mais sofrer nao aguento mais chorar escondida no meu quarto preciso ser feliz perciso novamente saber o que isso pois a muito tempo nao sei o que e ser feliz….

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Nome

Olha eu ti entendo, sofro com isso desde criança, nunca tive muitos amigos, me zuavam na escola por ser muito quieta e nunca me defendia, talvez antes eu tivesse só timidez mas isso vai piorando mais com o passar do tempo, tenho 20 anos e tenho medo de que minha fobia social se transforme em depressão. Ja pensei em procurar ajuda mais não é tão simples, na minha casa ninguém leva a serio acham que é só frescura minha, as pessoas me acham metida e orgulhosa mas não é verdade, eu gosto de conversar com as pessoas mas não consigo, não por muito tempo pois logo começa a me incomodar e preciso sair dali acho que não gostam de conversar comigo, sei lá. Eu me sinto muito sozinha, sei que isso não é bom, por causa dessa fobia já perdi muitas oportunidades, não consigo nem pensar em entrevista de emprego, não gosto de ir em festa nem em qualquer lugar que tenha muita gente, não faço amizade com facilidade, me criticam por eu ser assim mas não é fácil mudar, aqui onde moro não tem psicologo e não sei o que fazer sem apoio. Vi que têm muitas pessoas com o mesmo problema eu nem imaginava. Foi bom escrever um pouco aqui pra poder desabafar…

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Raissa

Olá Miguel.. nossa adorei o que vc escreveu. Realmente não sei mais o que faço, pois tenho pavor de frequentar lugares com muitas pessoas, ou até mesmo de chegar em uma reunião e ja estar todo mundo sentado e ter que cumprimentar todos, fico muito angustiada e sofro antecipadamente MUITO! Começo a suar, taquicardia.. e me sinto muito MAL.. Não pretendo fazer faculdade por causa dos inumeros seminários… ja risquei isso da minha vida, pq eu nao consigo! Pra mim, ficar em casa é um alivio, pois me sinto bem sozinha.. sem ter pessoas que me julguem ou que me coloque em situações constrangedoras.. Na epoca da escola eu matava muitas aulas quando tinha seminarios ou outras coisas parecidas..Isso me deixa muito mal.. nao gosto de viver assim! Eu tenho que procurar um psicologo ou psiquiatra?

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rinaldo

Somos 2, mas creio que fobia social vem da timidez também, no meu caso creio que não fui preparado para uma vida social, pois morava no interior de sp e meus pais pouco tinha dialogo com os filhos, hj muitas vezes numa situação de reunião,eventos de fds, acho tudo um saco bem grande.
Eu procurei Psiquiatra e tomo Sertralia, ajuda.

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Miguel Lucas

Olá Raissa, obrigado pelo comentário.

Realmente pelo que você descreve tem vindo a sofrer bastante, e julgo que o pior é ter vindo a afastar-se das coisas que gosta na vida. Saiba que na atualidade existem terapias altamente eficazes para melhorar o seu problema. Não sofra desnecessariamente. Procure um psicólogo, certamente irá beneficiar imenso com isso. Caso pretenda os meus serviços através das consultas de psicologia online que disponibilizo aqui no Blog, sinta-se à vontade para ponderar essa possibilidade, visitando o link: http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/

Abraço

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Thais Nascimento

Realmente gostei muito desse artigo . Eu nao entendia o que havia comigo até ler sobre isso , agora sei o que há comigo, quero realmente mudar e vou agir pois esses tipos de pensamentos e sentimentos que sentimos perto das pessoas é muito ruim , muito frustante , estou realmente motivada a melhorar meu relacionamento com outras pessoas e nao continuar com esses pensamentos negativos . Me sinto muito mal e sinto que todos me julgam de uma forma negativa .

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Carla

Olá Miguel! Sofro de fobia social e ansiedade… tenho sintomas físicos terriveis, suor nas mãos, voz tremula, falta de ar e muito tremor nas mãos, pernas e rosto, como faço para conseguir vencer isso?? as consequencias desse mal tem atingindo completamente minha vida social!

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Lorena

Oi, meu nome é Lorena .. tenho 19 anos.

Bom são tantas coisas, que eu não sei nem como começar!
sempre tive fobia social, só que eu não sabia que tinha.Todos esses sintomas citados acima eu tenho.Psicológicamente falando, não aguento mais isso.Estou em tempo de querer morrer por causa disso, não paro em trabalhos , não consigo concluir a escola .. É ASSUSTADOR! Não aguento mais esse medo de pessoas, porque o medo que a gente sente, não é necessériamente de nós mesmos , mas sim das outras pessoas , do que elas vão pensar de nós .. e o mais terrível ainda é que essas pessoas não entendem o nosso lado, muitas vezes riem da gente , e nós nos sentimos como? adivinha? HUMILHADOS, DESPREZADOS, UM ZÉ NINGUÉM, UM ESTÚPIDO,UM BURRO, IDIOTAAAA!.Enfim,a auto-estima não extiste mais pra mim. Atualmente, trabalho num restaurante no shopping, acho que vou sair de lá por causa que eles querem que eu fique no caixa atendendo os clientes, imagina eu, no caixa..vai ser um desastre só!! Me ajudem, não suporto mais essa doença em mim.O que vocês acham que eu faço? enfrento essa situação , ou no meu caso é melhor desistir ? e como são medidas essa fobia ( grau de intensidade)? ME AJUUUUUDEM , POR FAVOR QUERIDOS! DEUS ABENÇOE VOCÊS, ABRAÇO.

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Filipe

Tens de enfrentar isso!!!!!
Á que dar um passo de cada vez, começa a sair, a dar caminhadas sozinha, com amigos ou com familiares, tenta sentir-te confortavel, e quando tiveres na caixa levanta a cabeça e os ombros e tenta nao pensar nisso, com o stress do trabalho vais estar tao focada na tua funçao que até te vais abstrair de pensar nessa fobia

Desistir nunca é soluçao, pensa ou pensem por exemplo nos jogos Paralimpicos que ocorreram este ano e comparem a dificuldade deles com a vossa

Libertem a mente

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Fabiano

Olá Lorena… Bem vinda ao time !!! rsrsrsrs Acho que você deve buscar ajuda profissional, nem sempre se consegue resolver o problema sózinho. Inicialmente acho que um psicólogo, se for o caso ele pode te encaminhar para outro profissional. Não deixe para depois, procure um profissional, te digo por experiência própria, muitas vezes a gente fica anos tentando sózinho achando que vai conseguir sair, só que anos mais tarde se convece de que não saiu……. e já se passaram vários anos. Era isso. Um abraço ! Mantenha a fé !!

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Magno Macedo Quintano

Prometo que posso lhe mostrar o caminho:

http://cariad-fobiasocial.blogspot.com.br/

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João

Oi Lorena sou igual a vc, também sempre tive isso e não sabia, o medo terrível de lhe dar com pessoas, é horrível mesmo. Eu pensava que era só eu que era assim, pelo menos não conheço ninguém que seja assim, isso me deixa um lixo. Só eu sei quantas vezes foi humilhado (você deve saber como é), pisoteado, jogado no lixo com pessoas que não entendem o que nós sentimos. Humilhado a vida inteira, procurei até psicólogos, me deram dicas, mas não adiantou muito. Hoje sei que não adianta lutar muito. Temos que aceitar que somos assim mesmo e se acalmar , pelo menos assim que senti uma leve melhora e consegui raciocinar na hora que precisava e até que sai bem. Poderíamos fazer um grupo para compartilhar nossas experiências. Juntos somos mais fortes. Tenho fé que venceremos essa guerra. Um abraço

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Fernanda

Oi Lorena!

Eu tb sempre sofri com isso e sei muito bem o que vc está sentindo. Procure um medico porque realmente é uma doença que requer tratamento. Não perca mais tempo e procure um médico! Você ainda é muito nova e tem muita coisa pra viver! Eu procurei um psiquiatra e ele me medicou e tive a sorte de dar muito certo com o remédio. Fui melhorando gradativamente e hoje sou outra pessoa. O remédio ajuda a bloquear aquele desespero todo que a gente sente ( ficar vermelha, suando, tremendo etc etc etc). Não desista porque tem solução!!! Abraços

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Joana

Olá, não sei ao certo o que tenho se é apenas timidez ou algo mais.
Sei que muitas vezes me acontece ficar vermelha por coisas que aparentemente não tem mal nenhum. Agora que ando na universidade tenho 19 anos e isto tem vindo a tornar-se horrível, não sei o que fazer, sei que isto limita a minha vida. Tento pensar não fiques corada isto não é motivo para isso, mas não resulta, quando chego a casa penso nos porquês de ficar assim e chego sempre à conclusão que não eram motivos para isso acontecer.
Se me poderem ajudar de alguma forma, ficaria eternamente grata.

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Bruno

Olá!
O meu caso é grave, só de ser o centro das atenções por alguns segundos sinto muito medo e tenho verdadeiros ataques, tais como suor excessivo, meu coração dispara, começo a tremer muito, parece que a minha voz não vai sair. É horrível, tenho muita dificuldade, nunca falo sobre isso pra ninguém, também sou muito calado, todas as pessoas que convivem comigo sempre ficam comentando que sou muito calado, que eu não falo nada, isso me incomoda muito. Por estes motivos e sintomas sinto que a minha vida tá parada, tenho muito medo de ingressar em uma faculdade por achar que nunca vou conseguir apresentar um trabalho oral. Na época de escola foram poucos os trabalhos que apresentei e achei que foram os piores momentos da minha vida, só apresentava quando era em grupo e que tinha que falar pouca coisa, quando era individual eu sempre fazia de tudo para evitar, sempre encontrava uma forma de não apresentar.

Hoje tenho 22 anos e não tenho ideia de como começar um tratamento. Uma vez fui ao psiquiatra e ele disse que isso era tudo normal, que muita gente era assim, ainda disse que não existia nem um tratamento ou remédio que pudesse aliviar estes sintomas, falou que eu até poderia procurar um Psicólogo pra tentar amenizar isso que eu sinto. Ao comentar sobre Fobia Social com ele, ele me disse que só estes sintomas que eu sinto não justificavam o diagnostico de Fobia Social. Parece que ele qualificou como apenas uma timidez. Pelo que vi também pareceu que ele não tinha muitos conhecimentos sobre Fobia Social.
Devo procurar outro Psiquiatra ou Psicólogo? As palavras dele me desanimaram muito a procurar um tratamento.
Ficarei muito agradecido se puder me dar alguma sugestão de como proceder.

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Fabiano

Olá Bruno, acho que você deve procurar outro profissional para ter uma certeza melhor. De repente converse com um psicólogo e se for o caso de você ser medicado certamente ele te encaminhará para um psiquiatra. Se você não sentiu firmeza neste profissional procure outro, se informe, peça indicação, certamente algum conhecido teu indicará alguém de reconhecida capacidade. Um abraço. mantenha a fé !!!

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Ana Carolina

Olá miguel parabéns pelo blog me identifiquei mto com tudo qe vc publicou ..bom eu descobri que tinha fobia social através da internet,e fiquei mais aliviada quando vi que não é so eu que tem esse problema,eu sofro bastante porque não tenho coragem de contar pros meus pais e como não trabalho fica mais dificil procurar um tratamento ,acredito que minha fobia ainda é pequena,o que mais me faz sofrer é ter que assinar ou escrever algo perto de qualquer pessoa,e também ter que beber ou comer perto de alguém principalmente se for pessoa “estranha”,eu sou muito anciosa e costumo ficar pensando como tudo vai acontecer beem antes de acontecer e tenho pensamentos muito negativos,eu tento ser segura e pensar qe não vou tremer ,só que na hora eu não consigo ter pensamentos positivos é uma sensaçao horrivel parece que vou ter um infarto e o pior de tudo é ter que passar por isso sozinha sem ter coragem de contar pra alguém,gostaria de saber se vc tem como me indicar uma forma de amenizar esse problema sem precisar procurar um medico! abraços

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sergip

Olá ana, me responde no meu e-mail "sergiocustobom@gmail.com", pois eu tenho o mesmo problema que vc, podemos compartilhar experiencias

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Maiara

Oi Ana!! vc conseguiu se superar? tenho msm problema q vc.. me manda e-mail mayarynha1806@hotmail.com

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Sonia

Olá Miguel tudo bem?
Eu sofro de fobia social a mais de 17 anos quando tinha 25 anos e perdi meu emprego. Dede este dia não consigo assinar nenhum documento por mais insignificante que seja sem tremer. Hoje por exemplo fui votar e quase não consegui assinar de tanto que tremia.
Por esse motivo já evitei muitas situações inclusive abrir conta em banco pois tenho a impressão que as pessoas vão achar que sou bandida ou que estou fazendo algo errado.
Há quase dois anos tomo Sertralina 50mg e fiz quase um ano de tratamento com psicóloga, mas mesmo assim continuo com este transtorno.
Existe algum outro tratamento que eu possa fazer para melhorar, afinal para mim é tão difícil conviver com esta fobia já que nunca mais consegui trabalhar em outra empresa. Nestes 17 anos eu comecei a fazer artesanato para ter uma renda já que sou apaixonada por trabalhos manuais
Um grande abraço
Sonia

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AMANDA

A LUTA SERA GRANDE MAIS NUNCA IMPOSSIVEL

QUEM PASSA PELO MESMO PROBLEMA E QUIZER CONVERSA ME ADD NO FACE
amanda_dsm10@hotmail.com passo pelo mesmo problema e sei o quanto e dificil.

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Marcely Oliveira

Também tenho fobia social. Tenho medo de assinar na frente dos outros.Toda vez que tenho que ir votar, fico muito nervosa, e nessa eleiçao 2012, eu não queria ir, mas acabei indo.Passei a maior vergonha da minha vida, não conseguia assinar, minha mão tremia muito.Quando cheguei em casa chorei muito, nunca mais vou votar!!!Não compro nada no cartão de crédito, tenho até medo de comprar alguma mecadoria que tenha que receber em casa.Não aguento mais esse problema, me sinto tão incapaz, tão inferior.

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Miguel Lucas

Olá Marcely, obrigado pelo comentário.

Se a sua vida está assim tão afetada, procure ajuda profissional, o seu problema tem resolução com acompanhamento adequado.

Abraço

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Sonia

Olá Marcely é exatamente o que sinto a 17 anos. Já fiz tratamento com psicóloga, mas nada adiantou. Me sinto a pessoa mais tola do mundo por não conseguir assinar um documento. Já passei por tantos momentos constrangedores que não gosto nem de lembrar. Para conversarmos mais sobre este assunto entre em contato por e-mail soniagon@hotmail.com.br.

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Jefferson

Boa noite Miguel!
Hoje eu tive um péssimo comportamento no meu local de trabalho. Eu tenho esse problema pra falar com pessoas com autoridade maior que a minha. Sou novo, tenho 22 anos de idade e trabalho na área de tecnologia da informação.
Vou escrever detalhadamente o que aconteceu comigo hoje.
Recebi uma proposta para ser promovido e mudar para a área que eu quero e sempre desejei trabalhar.
Fiz 3 entrevistas para conseguir esta vaga e, consegui. Agora estou esperando por um processo de liberação do RH pra eu conseguir começar a exercer essa nova tarefa dentro da empresa. Durante esse processo de entrevistas eu tive uma fobia social bem leve. Hoje quando fui sair da empresa, eu passo por um corredor onde as pessoas vão e vêm. De longe eu avistei o meu futuro gerente vindo com o seu assistente e tinha um colega do meu setor sentado comendo num banco. Pensei em para-lo para perguntar sobre o processo. Nesse momento que eu pensei em para-lo eu imaginei uma porção de coisas: será se ele vai achar ruim que estou cobrando ele? será se estou atrapalhando a conversa com o assistente? será se estou incomodando? será se o meu colega de trabalho vai ficar comentando a minha conversa com os outros? será se o assistente vai ficar me analisando enquanto converso com o gestor?
Entre esse tempo de conversa eu comecei a ficar com os olhos cheios de lagrimas, mas não chorei. Parecia que estava com rubor facial. Colocava a mão o tempo inteiro com o polegar e o indicador em cada olho para disfarçar e não conseguia prestar atenção em nada do que ele falava. Em um momento que ele disse pra eu ficar tranquilo que o processo vai ser resolvido, foi que eu fui me acalmando aos poucos. Mas me senti muito desconfortável e tenho medo que isso ocorra mais vezes. Fiquei com medo de ser reprovado.
Agora eu fico imaginando o que eles estão pensando de mim. Se comentaram alguma coisa, o que vai acontecer no próximo encontro. Enfim, me sinto inteiramente culpado pelo meu comportamento, por essa minha doença.
Espero que eu tenha sido claro.
Grato!

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Miguel Lucas

Olá Jefferson, obrigado pelo comentário

Se o seu problema causa-lhe enorme transtorno na sua vida, é importante procurar ajuda profissional. Este tipo de problemas é complexo e necessita de um acompanhamento especializado e adequado à pessoa. Claro que pode sempre melhorar alguma coisas através da aplicação de algumas dicas, mas se isso não for suficiente ponderes procurar ajuda. Não sofra desnecessariamente, existe tratamento.

Abraço

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renata

descobri a pouco tempo vendo uma reportagem que tenho fobia social.Sempre percebi desde mais nova que havia algo de errado comigo, q eu era mais tímida q o normal. Na adolescência isso me atrapalhou muito já q eu tinha muito medo das coisas mais simples como sair com os amigos, sair pra jantar (acreditem, eu tinha um medo mortal e nao saber segurar os talheres ou de deixar algo cair !, deixei até de namorar um garoto q eu gostava muito por medo de nao saber o q dizer ou fazer.
Isso ainda nao acabou mas estou bem melhor q antes, e a cada dia tento dar um passo pra vencer a timidez.
espero muito um dia nao precisar mais sentir tanto medo das coisas do cotidiano.

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Ricardo Franco Souza

Boa noite Dr. Miguel, primeiramente gostaria de parabeniza-lo pelo blog. Acredito que o que escreve aqui esteja ajudando bastantes pessoas. Sou uma pessoa que sofre ao enfrentar situações que envolvam o convívio social, passando pelos mesmos sintomas que foram descritos nesse artigo. Acredito que preciso de um tratamento médico. Gostaria de saber qual profissional devo procurar: um psicólogo ou um psiquiatra? Devo procurar por algum especialista?
Muito obrigado!

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Bianca Dias

Boa tarde, muito interessante o blog, até hoje não tinha encontrado um que explicasse tão bem. Faço faculdade de administração de empresas, estou no 5° período e até hoje não consigo apresentar trabalhos, eu quase infarto na hora, meu coração parece que vai sair pela boca, a tremedeira é constante, e sem falar na voz que fica tremula também. Na ultima apresentação fiquei tão nervosa, que derrubei uma garrada com água no chão, eu sabia explicar tudo, estudei muitos dias todo o conteúdo e na hora não consegui falar nada, minha opção foi ler meu rascunho e mesmo gaguejava muito. E justamente hoje, tenho um trabalho pra apresentar, estou muito nervosa, pois o meu grupo todos são excelentes em apresentações, e estou mais preocupada em prejudicar o grupo. As vezes eu penso em largar tudo, trancar a faculdade só pra não ter que passar por isso, até então sempre levei com a barriga, fugindo das apresentações, hoje já até pensei em faltar de aula. Mas do que adianta eu faltar hoje, se amanha terá outros trabalhos para apresentar? Pensei também em beber antes da apresentação, porque eu sempre bebo em festinha com meus amigos pra descontrair, e sempre fico muito alegre, falo com todo mundo, as vezes falo até demais, mas acho que não tenho coragem de entrar na faculdade depois de ter tomado algumas bebidas. Vamos ver o que acontece hoje, me desejem boa sorte, porque a gente precisa encarar nossos medos, e eu espero conseguir!!

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Tobias

Boa noite, tenho 19 anos e vivo numa luta diária contra a timidez que não tem melhorado apesar do meu esforço… No inicio de todos os dias me sinto sempre ansioso porque sou invadido por lembranças e pensamentos negativos, resultantes dos dias anteriores nos quais não me relacionai com as pessoas como gostaria. No final do dia me sinto novamente frustrado, triste e às vezes muito deprimido. Só recentemente comecei a levar o assunto mais a serio porque sozinho acho que não consigo. Adorei o Artigo e vou seguir os conselhos e dicas para vencer este medo de forma gradual. Mais tarde, se necessário recorrerei a um profissional mas não desisto. Muito obrigado pela ajuda Dr. Miguel :))

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Ana

Olá, sofro de fobia social e muita ansiedade… Tremo muito quando alguem tá me observando, tudo treme, pernas, rosto e principalmente as mãos, isso me atrapalha muito no trabalho pois todos percebem. Como faço para me curar ou pelo menos amenizar esse problema?

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José

Boa noite, tenho 22 anos. Tenho todas os sintomas mencionados. Sempre evito ir a festas ou lugares badalados. Nunca fui a um show, porque só de pensar me dá uma espécie de medo. Na maioria dos lugares que vou, ou minhas mãos suam demais, ou ficam geladas; Tanto é que muitos que me cumprimenta diz: “Que mão gelada é essa?”, e eu sempre invento uma desculpa. Quando estou andando num lugar onde tem muita gente, fico pensando o que estão pensando sobre mim, então fico andando de um jeito ridículo, que não consigo controlar; por causa disso já fui vítima de bullyng, sendo apelidado, imitado. Quase que não tenho amigos, muitas vezes tento até puxar conversa com estranhos, mas em sua maioria só concordam com o que eu falo, e logo vão embora. Então fico me perguntando, o que fiz de errado? Por que eu não consigo fazer amigos? Apesar de todas essas angústias quando estou entre pessoas das quais tenho mais intimidade, sou brincalhão, até nem parece que sofro tanto assim. Gostaria muito que me ajudasse com algumas dicas.

Desde já muito obrigado. Seu blog é fantástico!

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Caroline

Olá Miguel, eu tenho 29 anos e acredito que tenho fobia social pois não consigo fazer amizades ou manter amizades. Fora do meu trabalho não tenho muitos amigos, apenas casais que conheci através do meu marido. No meu trabalho consigo conversar com todo mundo (embora, muitas vezes ruborizo durante as conversas), porém, não participo de nenhuma festa de confraternização ou happy hour, pois nessas situações eu travo e não consigo manter conversa nem mesmo com aquele colega mais chegado. O mesmo acontece em situações como quando vou na casa de meus parentes ou amigos e eles convidam amigos pessoais deles, não consigo, travo por completo, fico sem argumentos e calada no meu canto. Até meu marido já brigou comigo dizendo que eu não gosto de conhecer gente nova. Sem contar as inúmeras situações como as que você descreveu que eu já passei. Já fui ao psiquiatra que não tratou o meu caso como fobia social e me encaminhou para uma psicóloga, e na primeira sessão larguei o tratamento pois (parece piada), mas a psicóloga pediu para que eu falasse sobre minha vida, e claro, eu travei, não consegui falar nada e saí de lá frustrada e me sentindo um lixo completo!!! O que eu faço??? Tenho consulta marcada com neurologista, será que devo mencionar que li o artigo e que acredito que tenho os sintomas descritos para ver se consigo o tratamento adequado? Obrigada!!

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Kevin Bastos

Olá pessoal.
Só uma pequena “teoria”. Como a fobia social impede as pessoas de ir a lugares considerados mainstream, estes tendem a ficar mais em casa fazendo atividades que exercitam a mente. Ler, ver documentários, imaginar!!! Isso potencia o desenvolvimento de certas qualidades.. Li algures que pessoas com fobia social são mais inteligentes que a média.

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DGW

Bom Dia! Sofro com os sintomas de fobia social há bastante tempo, porém não tinha consciência do porquê as coisas aconteciam dessa forma, quais eram meus medos. Após algumas pesquisas, descobri que sofro de fobia social moderada e de um transtorno de ansiedade. Nunca fui em um psicólogo mais tenho sentido que meu problema tem diminuido bastante, já consigo enfrentar determinados tipos de situações e me portar bem nelas. Acredito que não tem fórmula exata para enfrentar a fobia social, mais para mim, a mudança de pensamento tem sido fundamental. Pense POSITIVO, pense que você não é pior que NINGUÉM, mais acredite nisso, você é capaz de conquistar tudo o que deseja e ninguém pode te julgar por nada. É com esse pensamento que tenho melhorado e é exatamente assim que os fóbicos sociais devem pensar. Sucesso a todos!

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luiz claudio

Olá queridos amigos, descobri que tenho fobia social desde que minha mãe faleceu,Ela tinha apenas 48 anos e meu filho na época com 3 aninhos, fazia companhia pra Ela, Na madrugada veio a falecer e apesar de uma morte tranquila dormindo, recebi a noticia de uma maneira brusca tipo “tua mãe bodocou!”, _ o que é isso, pensei, mas quando a “ficha caiu”, senti uma dormência no peito e nos braços, e fiquei totalmente alheio a tudo ao ponto de não saber nem ler. Bom, com o tempo isso(a dormência) se tornou num incômodo toda vêz que eu me reunia, tanto com pessoas da familia quanto com outras pessoas, especialmente em festas,reuniões de amigos, etc. Hoje luto contra esse mal, mais sei que vencerei, pois isto é em mim e não nas pessoas, lamento por todos que sofrem desse mal, pois não entendemos o porquê disso.O importante é sabermos que não estamos só e que tem muita gente que nos ama assim mesmo e se não tivermos, mesmo assim existe um Deus que nos ama ao ponto de ter dado seu filho para nos salvar, Ele é que tem me dado forças para caminhar nesta vida curta, porém com alegrias e muito sofrimento tambem. Desejo a todos um ótimo progresso e muita saúde física e mental. Abçs à todos!

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José

Primeiramente obrigado. Desejo a você muita força, como você mesmo contou, não é fácil. Lembre-se que Deus está sempre ao seu lado. Abraço.

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suzana heloiza

ola,tenho 24 anos acho q tenho esse problema pois nao consigo nem sair de casa, tenho vontade de trabalhar estudar mas nao consigo ja ate tentei a trabalhar sem sucesso,me sinto incapaz, idiota,estou muito triste,acho q nao tem soluçao

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Emerson

Miguel,
muito obrigado pelo ajuda. Sei que seu objetivo era ajudar. Você conseguiu.
Eu não entendia como sendo extrovertido não conseguia me expor, me apresentar ou falar dos meus conhecimentos. Entendo agora o que ocorre comigo e vou treinar as técnicas citadas.
Não cheguei a sofrer tanto como alguns relataram. Tenho uma história boa de vida, uma excelente família e um bom trabalho. Porém, bloquei meu desenvolvimento com as barreiras de proteção que usava para que os efeitos temidos não aparecessem e me jogassem para baixo.
Consegui passar por seis anos e meio de faculdade de engenharia fazendo apenas duas apresentações, sendo uma delas a do TCC. Também fiz pós e consegui me esconder contribuindo como coadjuvante durante a apresentação do TCC.
Passei e ainda passo pelo que relatou a menina do Mc Donald, Julia, ficando ao mesmo tempo feliz e triste quando via um amigo ou colega mais novo ser promovido e eu não (entendam, não e inveja). Passei pela aceitação da incapacidade que S. Rui descreveu. Senti medo de véspera, tremi e suei frio em entrevistas ou dinâmicas de grupo (só passei em uma), lacrimejei ao falar com uma garota que achava bonita, gaguejei para falar de assuntos onde eu era muito bom, fiquei sem fala em apresentações que havia treinado, fiquei aliviado ao término de cada momento como esse.

Sabia que existia alguma forma de enfrentar o problema. Obrigado.

Descrobri o problema em um site e procurei mais sobre o assunto. Li vários textos e encontrei no seu um conteúdo mais completo que nos outros.

Talvez um dia eu possa também ser capaz devolver os conhecimentos que adquiro através de internet e de pessoas como você.

Só que espero fazer isso em apresentações públicas.

Emerson.

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gildete silva

Olá Miguel, acho todos os arquivos muito bom!
Mudei muito após le-los, porém tenho um imenso sonho
e ainda tenho medo, ou seja, fobia social e este sonho
envolve exposicao toal em público.
Percebo que nao consigo realiza-lo por um conjunto de sensacoes negativas, e tudo que eu mais quero é fazer isto mais nao consigo.
Me ajuda! O devo fazer? Meu mair sonho é cantar, cantar e cantar!
Mais essas sensacoes indescritível nao me permite realizar este sonho, devo continuar com essa batalha ou desisto, até mesmo porque já tenho uma idade talvez acima do normal para isso? Me ajuda meu querido! um grande abraco Gildete.

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Silva

Olá Miguel,
Tenho 19 anos e sofro com fobia social há 5 anos,porém fui diagnosticado faz dois anos. Encontro grande dificuldade em me relacionar com pessoas desconhecidas sou tido como estranho por não conseguir vencer essa barreira chamada “timidez”, mas desde que eu comecei a fazer o tratamento tenho me sentido uma pessoa melhor a minha relação com meus familiares e amigos evoluiu. Apoio a sua iniciativa de escrever assuntos delicados como este, assim como desejo uma boa recuperação a todos que passam por problemas semelhantes.

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Ana Andreia

Ola a todos =) , eu nao sei bem o q eu tenhu se adequa a fobia social . Tou a um mes e meio em casa , nem para comprar pao saio , fiquei assim desde q minha auto estima dexeu , penso em tudo e mais alguma coisa , penso q olham para mim e q me axam uma anormal , smpre q saia a rua n sabia o q sentia , ficava quente e tremia toda , ainda hoje me acontess isso em casa , fico apavorada qndo olham para mim ou falam cmg , n sei q dizer , tenhu os pensamentos mais bizarros q pode haver , secalhar ao me ter refugiado so piorou tudo , n conigo enfrentar situaçao nem sair d casa , o q será q posso fazer em relaçao a isto ? Tenhu 21 anos , nem trabalhar nem estudar passa pela nha cabeça enquanto andar assim ,

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Marisa

Desde já parabéns por este blog.
Comecei a trabalhar há 5 anos. . .e a minha fobia social começou aí. . .lembro.me da primeira reacção física da fobia como se fosse hoje. . . até hoje só piorei. Sempre fui extremamente sociável e divertida, a alma da festa. . .e este problema acabou comigo. . . o que mais me transtorna de todos os sintomas que tenho é o corar instantâneo. O sangue sobe à cabeça em segundos, seja em que situação for. Basta encontrar alguém conhecido num autocarro, basta alguém chamar por mim em voz alta, basta alguém se dirigir a mim para pedir uma informação, basta alguém conhecido ou não dizer-me um olá. Tenho medo do olhar das pessoas. As vezes desejava ser invisível. . .ás vezes desejava que todos fossem cegos quando me quisessem olhar. Já fiz um tratamento á base de medicação, melhorei. O tratamento acabou, voltou tudo. Este problemas afecta toda a minha vida desde pessoal a profissional. Vou agora procurar ajuda psicológica. Preciso de respirar. Sinto-me sufocada.

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Ana Andreia

Ola Marisa =) ! Como eu te percebo , comigo acontece o mesmo , antigamente ainda conseguia por medo pa tras das costas , mas agora já nao consigo é mais forte que eu , nao saio de casa nao comunico com meus amigos a quase , nao trabalho e nem estudo . Este problema afectou a minha vida toda. Cada vez q alguem me olha tremo.me toda , so o facto de se chegarem ao pe de mim fico toda atrapalhada : , so queria q tudo voltasse ao normal, eu queria ir a um psicolgo mas isso inclue sair de casa : ( , nao sei mesmo q fazer , recisava mesmo de uma opniao, isto ta a da cabo de mim !

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Guilherme Sammam

ANA ANDREIA VOCE TEM ALGUMA REDE SOCIAL FACE, ORKUT SEI LA QQ COISA ?
SE TIVER TENTA ENTRAR EM CONTATO TEMOS O MESMO PROBLEMA MAIS EU TENHO CONFIANÇA QUE VOU SAIR DISSO PROCURA NO FACE OU TROCA E-MAIL

ABRAÇOS ATÉ BREVE

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Romeu

Boa noite,

tenho 37 anos, casado, 2 filhos, gerente de uma equipe com 24 pessoas, engenheiro, emprego excelente, cristão e tenho fobia social a uns 20 anos. Nunca fiz nada para combater, pois sempre achei que com a idade isso iria passar.
Aliás, que porcaria é sentir isso. SInto-me um idiota, acho esse sentimento ridículo, mas o pior: é incontrolável e isso me deixa muito triste. Passo por isso todos os dias
Não consigo olhar nos olhos das pessoas por mais de 3 segundos sem desviar o olhar; meus olhos doem e parecem que vão se fechar; meus labios ficam travados; um sentimento de insegurança; parece que todos estão me avaliando; sinto-me inferior a outras pessoas por ser muito magro.
quando é necesário fazer uma palestra ( e faço isso todo mes com minha equipe) é uma coisa de louco: meus lábios travam e meus olhos doem muito, meus sentimentos me dizem que todos estão percebendo isso em mim; minha voz muda e fica mais aguda, é terrível.
Ja levei minha esposa numa palestra que fiz para crianças, para que ela me avaliasse (ela sabe de tudo) e ela disse que não percebeu nada. talvez isso aconteça porque tento ser dinâminco ao falar, confiante, faço brincadeiras, etc, tudo para que não percebam minha tremenda insegurança.
Estou doente. Eu seria capaz de comprar um remedio a qualquer preço se ele me fizesse sarar. Não acredito que psicologos resolveriam meu problema, não acredito na resolução só através de bate-papo.
não aguento mais, isso é loucura. Não sei quando tudo começou mas gostaria que tivesse um fim.
Não conheço mais ninguém que tenha isso (só pela internet vejo que outras pessoas passam por isso)
Pessoalmente eu saberia, porque conseguiria ver nos olhos caídos e labios travados se a pessoa tem fobia social
bom, só queria ser feliz completamente sem essa porcaria de doença
Espero que todos aqueles que também passam por isso, consigam encontrar uma solução

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Guilherme Sammam

AMIGO COMO VOCÊ DISSE ISSO É LOUCURA AGR IMAGINA EU COM 17 ANOS SEMPRE FUI O LIDER NA ESCOLA SEMPRE FUI O ”CHEFE” NA RUA COM OS AMIGOS, E AGR TUDO DESMORONA DE UMA HORA PRA OUTRA.
E VOCE DISSE UMA COISA SOBRE SER MAGRO, COMIGO É TOTALMENTE DIFERENTE, EU MALHAVA TENHO UM CORPO LEGAL E COM ISSO FICO ACHANDO QUE AS PESSOAS ME ACHAM METIDO POR EU SER MAIS ”FORTINHO” E ISSO ME ENLOUQUECE MAIS AINDA.

HOJE EU PASSANDO NA RUA E UM GRUPO DE CRIANÇAS MAIS OU MENOS 10 12 ANOS COMENTARAM UMA COM A OUTRA , ESSE MENINO SE ACHA O FORTÃO . ISSO ME DEU UM ÓDIO QUE A VONTADE ERA DE MATAR E ME SUICIDAR . NEM TE CONHEÇO E TO TE CONTANDO TODAS ESSAS COISAS RS MAIS BELEZA ESTAMOS AI QQ COISA

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Fernanda

Romeu,

Eu sempre sofri com isso demais! Entendo absolutamente tudo o que vc disse! Vc falou que nao conhece ninguém que tenha esse mesmo problema, mas tenho certeza que conhece sabe por que? Porque quem sofre com isso, faz de tudo p demonstrar o contrario, e isso passa uma ideia p as pessoas que vc é uma outra pessoa: segura, capaz, etc, etc. Mas nos sabemos que isso tudo não passa de uma grande mentira! Esse tipo de reação tb faz parte da doença, eu acho….é uma inversão das coisas…mas olha, hoje tenho 30 anos e tudo mudou na minha vida depois que procurei ajuda. Eu tb sempre achei que um psicólogo com simples conversas nao resolveriam meu problema, entao fui direto num psiquiatra e pedi um remédio que me tirassem os sintomas do nervosismo pelo menos. O tal remédio deu certo e hoje sou totalmente diferente ! Foi quase um milagre mesmo… Os sintomas foram desaparecendo com o tempo , e posso falar que melhorei 99%!!!! Procure ajuda e nao sei se vc acredita, mas confie em Deus! Ele nao quer que vc fique assim pra sempre nao!!!!! Abraços

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Guilherme Sammam

MARAVILHA DE SITE, FICO FELIZ E TRISTE POR VEIO QUE NÃO SOU O UNICO COM ESSAS NEURAS, PRECISO E SEI QUE TENHO DE REAGIR EU QUE NÃO QUERO FICAR COM ISSO PRA SEMPRE, SÓ EU SEI O QUE PASSO MAIS O PIOR É QUE EM CASA EU FICO SUPER BEM MAIS QUANDO VOU PRA RUA SÓ PENSO EM VOLTAR PRA CASA . VEJO QUE O PROBLEMA DE VOCÊS É IDENTICO AO MEU, MAIS GENTE SÓ DIGO UMA COISA DEUS SÓ DA O QUE AGENTE AGUENTA !

VAMOS REAGIR PESSOAL SEI QUE VOU SAIR DISSO VOCES TAMBÉM TEM DE CONFIAR
ABÇS

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Ana Andreia

Tenhu sim =) . https://www.facebook.com/#!/AnAndreia. Pois tal igual , em casa ´´e onde sinto bem agora quando saiu á rua é uma desgraça . parece q é u fim do mundo , tbm quero superar isto e sei q vou conseguir =) !Temos q ter força de vontade , e temos q ir por nos mesmos.

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fabio

preciso de ajuda e orientaçao eu procuro psicologo ou psiquiatra:
tenho medo nao quero sair de casa. me sinto que todos olham pra mim.e façao jugamento o tempo todo,por onde passo .nao gosto de lugares movimentados pavor de filas de bancos.saio forçado pela minha namorada quando chego algum lugar fico preocupaldos que as pessoas olham.nao sei o que tenho mas ta me prejudicano muito .estou me esolando. que orientaçao esta sendo um sofrimento pra min , desejo fazer faculdade e curso

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Fernanda Coelho

Olá a todos!

Meu nome é Fernanda e tenho pesquisado muito sobre fobia social, não para mim mas para ajudar uma pessoa especial.
Gostaria de maiores informações de como fazer isso, pois essa pessoa evita todos os tipos de exposição. e relações interpessoais… mas é uma pessoa espetacular, de carater impar e merece vencer.

Obrigada

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Alessandro Teixeira da silva

Olá. Eu adorei esse artigo. Me sinto muito triste de sofrer de fobia social. Além desse transtorno, me sinto feio, inseguro, incapaz de realizar tarefas simples, como pegar um ônibus, atender telefone, etc. Quero muito fazer faculdade de jornalismo, mas acho difícil, só de pensar em falar em público, as piores sensações me acompanham e, ainda sofro com minha família. Eles acham que sou preguiçoso, mas eles não sabem que tenho pavor de ir na rua, sempre acho que tem alguém me julgando ou falando mal de mim. Depois dessa matéria, irei procurar ajuda.

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Ana

Olá, tenho fobia social a alguns anos. é muito ruim, eu nunca apresentei trabalho na faculdade, não vou as festas, não gosto de falar em público. é muito ruim, eu não consigo. eu queria ser diferente, ser como os outros. 🙁

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Miguel Lucas

Olá Ana, obrigado pelo comentário.

Pelo que me descreve a sua vida está muito afetada negativamente. Deverá procurar ajuda profissional. Na atualidade existem terapias eficazes na resolução do seu problema. Não se justifica que sofre desnecessariamente. Aqui mesmo no Blog da Escola Psicologia pode ter consultas comigo caso pretenda. http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/

Abraço

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Bruna Silva

Olá …. li o seu artigo… muito esclarecedor…
eu também sou mais uma vítima dessa praga… sim por que isso é uma
praga na vida de alguém…
decidi que vou procurar ajuda pois não aguento mais não conseguir viver…

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Felipe

Olá .. eu vi todo seu artigo …. eu estou com esse problema , e tenho medo de contar pra alguem , pois acho que vão me julgar ou rir de mim ….. odeio ir pra escola , só falo com quem fala cmg , não consigo olhar nos olhos de certas pessoas… se vou pra um lugar cheio de pessoas que eu não conheço, já acho que estão me julgando, me achando estranho ……. me sinto muito mal com isso!

desculpe pelos erros de português, pois isso foi devido a minha fobia passei 2 anos sem estudar…

queria muito uma ajuda :/!

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Debora

Ola sou tímida não sou muito de falar, mas faço muitos trabalhos de escola que tenho sempre me apresentar começo a ficar vermelha, gagueja e fico muito nervosa….vc pode me ajudar com alguma tática especifica que eu possa exercer para me sair bem?

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Cleiton

Exatamente um ano atrás eu fui parar no pronto-socorro com ansiedade generalizada e todos aqueles sintomas horríveis que não preciso falar!Desde então tenho tomado Alprazolam 0,5mg, no começo até sentia o efeito, mas agora já não!Me recomendaram Sertralina, mas não consegui passar do 3º comprimido, passei mal, sei que leva um tempo pra ele fazer efeito mas desisti!e com o tempo passei a ser fóbico social, posso contar nos dedos as vezes que sai de casa este ano, e logo eu, que adorava sair, dava qualquer desculpa pra sair!Hoje em dia só de pensar em enfrentar uma fila de banco ou ir ao cabeleleiro eu já imagino mil coisas, todas ruins!!!Nao quero ficar dependendo de remedios e sei que preciso de ajuda profissional pra me tratar, mas como não posso pagar tenho que esperar ser chamado pelo SUS, o que provavelmente só irá acontecer ano que vem, geralmente 4 ou 5 meses de espera!!!

Espero me livrar disso o mais breve possivel.

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Ricardo

Olá Miguel, parabéns pelo blog. Meu nome é Ricardo, sou professor e tenho 32 anos. Meu problema começou quando tinha 20 anos numa reunião de professores. Minha pedagoga pediu que eu lesse um texto. Comecei bem, mas em pouco tempo meu coração disparou e eu não conseguia nem falar, nem respirar direito. Pensei que com o tempo tudo iria melhorar, mas só piorou. Tenho um comportamento social completamente normal, até extrovertido demais e tenho uma visão muito boa sobre mim. Meu problema é falar em público ou com autoridades e isso está me atrapalando muito no trabalho. Reuniões de pais ou de professores é desesperador, evito de todas as formas possíveis. Tenho medo que as pessoas percebam o meu nervsismo. Penso que é impossível falar em qualquer uma delas. Me sinto o pior professor da escola, um imcompetente, mesmo sabendo que na realidade sou um dos melhores. Sonho em me livrar desse problema, seria maravilhoso. Não sei se porcuro ajuda profissional e, às vezes, acho difícil que alguém possa me ajudar. Só sei que continuar com isso é muito doloroso.

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And

Olá Miguel. parabens pelo artigo.
Fiquei contente por me identificar com a maioria dos sintomas de FS descritos no artigo.
Eu não tinha este problema, mas acredito que foi adquirido em um provável ataque de Panico, o qual desencadeou um medo de lugares fechados como elevador, avião etc, alem da própria ansiedade de falar em publico que causa desordem na fala e aumento da frequencia cardiaca.
Meu trabalho exige a condução de reunioes e compartilhamento de idéias, eu tão tudo que tenho a fazer é sofrer os sintomas e aguardar até que eles fiquem controlados, mas o sofrimento é certo.

O fato é que, desculpe, mas os conselhos e orientações psicológicas, não excluem a realidade de que o extremo desconforto vai acontecer, pois é involuntário.

Creio que o unico tratamento é por itermedio de medicamentos, sendo que até lá me concentro em enfrentar todos os desafios para não ter uma vida limtada, por mim, pela minha profissão e pela minha família.

Se tiver algo à acrescentar ficaria grato e muito obrigado.

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silvio

Um dos melhores artigos que já li a respeito do que é, mas principalmente o "como" fazer para seguir na jornada de superação. Alias, informo que no facebook temos um grupo de auto ajuda, o qual ficaríamos honrados com sua participação. Grande abraço !

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silvio

Um ano depois, retorno aqui para dizer que permanece sendo o melhor artigo sobre o que é a Fobia Social !!!!

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DEYSE

Oi eu tb sofro de fobia social, tenho pavor em falar em público, apresentar seminarios o ultimo eu não felei nada comecei a tremer disse em voz alta na sala que eu não conseguia apresentar sai chorando da sala. Não participo das aulas tenho acho que estou falando besterias, odeio amigo segreto, festas da faculdade, coisas do tipo que me exponha, fico me auto avaliando e pessando o que os outros acham de mim. Quero me curar, ser bem sucedida na vida, mais como vou conseguir se tenho medo de falar em publico. me ajudem

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mauri

praticamente tenho todos esses sintomas acredito eu que tenho isso des de muito crianca ,perdi muitas oportunidades por causa disso .

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Joana

Olá. Gostaria que me desse a sua opinião e o que conclui com a minha situação.
Bem, ao longo da minha vida eu sempre tive muitas alterações emocionais. Até ao 5º ano sempre fui divertida e descontraida e tinha muitos amigos embora um pouco timida com aqueles que não conhecia. A partir daí houve mudança de escola e passei a ficar bastante no ‘meu cantinho’, quando tentava participar na aula pensava bem no que ia dizer e até fazia uma contagem para ganhar coragem para por o dedo no ar e participar, sentia uma ansiedade enorme! E era um pouco rejeitada por alguns que utilizavam conceitos verbais menos adequados a meu respeito. Uns anos depois mudei de turma e fiquei completamente diferente, voltei a ser divertida falava com qualquer pessoa e tinha bastante gente que me dava valor e gostavam de mim e não faziam planos sem mim. Foi a melhor altura, sentia-me confiante, feliz e que precisavam de mim para se divertirem e fazerem recordações. Mas 4 anos depois, sem razão aparente, voltei ao mesmo. Continuava a ter gente que gostava de mim mas fui afastando-me deles e só queria estar sozinha novamente no ‘meu canto’ e sentia-me deprimida e sem vontade para ‘aturar’ ninguém até mesmo as pessoas com quem sempre gostei e já lidava há anos! Antes brincava com os prof’s e punha turma toda a rir mas agora penso muito antes de dizer uma piada e quando a digo não sinto confiança e gaguejo, já não consigo falar com qualquer pessoa e quando tento voltar ao que era antes nunca corre bem mesmo tendo pensamentos positivos e ao tentar encorajar-me.
Há dias, raros, em que me sinto bem comigo mesma e falo e riu com qualquer pessoa e estou sempre bem e a rir mas a maior parte dos dias não são assim (infelizmente). Já tentei descobrir o que faço de diferente para me sentir bem nesses raros dias mas ainda não cheguei lá. Todos os dias praticamente, sinto-me inferior aos outros e quando tento ‘subir’ e chegar ao mesmo nivel que eles tenho barreiras, como nós na garganta e medo de falhar ou de me humilhar e sentir-me pior do que já me sinto por não conseguir falar facilmente.
Devo também dizer que odeio ser o centro das atenções. Sempre que estou a passar na rua e reparo que alguém está a olhar para mim eu deixo de conseguir andar direito e não sei para onde olhar! Isto é horrivel!! por que raio não reajo naturalmente?! Não percebo.
Adorava voltar a ser aquela pessoa divertida, confiante, positiva, descontraída, simpatica e sempre sorridente como antes e as vezes muito raramente acontece. Só quero sentir-me que sou igual a todos os outros e que ninguém é superior a ninguém, são todos iguais a mim. Eu nem tenho razões para me sentir inferior, tenho amigos que falam bem comigo mas tenho sempre aquele receio de dizer algo que não devia ou de parecer ‘tonta’ e não há ninguém que me faça rebaixar nem nada do género. Não há razão para aquilo que sinto.
Preciso que alguém tente compreender, leve isto a serio e que me explique o que se passa e o que fazer para todos os dias serem bons.
Obrigada

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Éder

Olá Doutor, à um bom tempo já vendo acompanhando seu site, já postei aqui meu problema, mais ainda não tive coragem de ir a um psicólogo. Para se ter uma idéia preciso pagar as minhas contas no banco e estou hesitando de ir pois não consigo me sentir bem em meio às pessoas parece que criei uma aversão a ser social, essa semana viajei para fazer um curso voltado ao meu trabalho, para ir jantar bebia umas 3 latas de cerveja pra me sentir relaxado entre meus colegas, acredito que isso não é normal.
Frente a isso me sinto insatisfeito comigo mesmo, porque isso?Não consigo ser relaxado nem descontraído nos afazeres diários.
Penso em marcar uma consulta online com você, creio que será muito bom pra mim.

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Érica

oi! olha eu preciso,muito de tua ajuda, gostaria que tirasse uma dúvida minha, tenho uma amiga que
foi abusada aos 9 anos de idade, hoje ela tem 22 anos, casada e tem duas filhinhas, sempre achei ela muito timida ela dificilmente sai de casa, ela tem tanta vergonha que nem coloca o lixo pra fora de casa, nem vai ao mercado que fica na esquina da casa dela, ela manda a irmã de 6 anos, não sai pra passear e percebo que sua situação agravou depois do nascimento da sua filhinha a três messe.
Gostaria de saber se o que ela tem é fobia social? já dei vários conselhos para procurar um especialista, mais ta difícil de tirar ela de dentro de casa. o que posso fazer para ajudar?

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lua

muito bom seu artigo…
eu sofri bulling na infância, o que me tornou uma pessoa extremamente tímida. embora eu tenha melhorado bastante e superado muitos medos, o que ainda me atormenta é que eu começo a suar descontroladamente quando estou em um meio social no qual esteja me sentindo desconfortavel. e quanto mais eu me preocupo com minha aparencia mais suo, e quanto mais suo mais me sinto mal… o que eu faço …. não aguento mais 🙁

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Marcelo

Olá , por tudo q li no artigo tenho certeza q sou fóbico social , sempre fui muito tímido , quase ñ sai com amigos , e quando marco alguma coisa sempre fico pensando muitos dias antes no q vai acontecer , quando fico ansioso começo a ficar vermelho e as pessoa me perguntam pq estou assim ai é q eu fico mais vermelho ainda , tenho muita vontade de fazer faculdade mas só de pensar em situações q me deixam constrangido eu perco a coragem,quero ter uma vida melhor , procurar um especialista mas ñ sei por onde começar . Desde já agradeço e espero q alguém possa me ajudar .

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marcia

” quando marco alguma coisa sempre fico pensando muitos dias antes no q vai acontecer , quando fico ansioso começo a ficar vermelho e as pessoa me perguntam pq estou assim ai é q eu fico mais vermelho ainda , ” me vi em voce , sou assim fico pimenta vermelha so de dar oi ao desconhecidos , entre familia entao piora so pai e mae q me sinto normal :/ ate agora emprego n tenho por isso ficar vermelha ao ponto do entrevistador fala, oque voce tem , ta bem? 🙁

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Marcelo

Olá Marcia, entre os familiares eu ñ tenho esse problema, é mais com colegas ou pessoas desconhecidas, vc poderia me passar seu e-mail para compartilharmos experiências?… Até breve.

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EDILAN DE SOUZA MATOS

Me ajude não tenho problema nenhum ,mais cando chego dentro da sala da psisicologa fico nervorsa isso e nolma ja tomei farios pau me da uma solução

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Luísa

Olá, tenho 15 anos e sofro de fobia social há dois. Nunca tive certeza do que era e sempre me senti muito inútil em relação a minha vida e sempre culpava a timidez em excesso. Mas há pouco tempo comecei a procurar na internet, buscando pelos meus sintomas frequentes e descobri que sofro dessa fobia.
Isso arruina minha vida de todas as formas possíveis e eu já tentei mudar meus hábitos e tentar fazer amizades mas isso só piora tudo e eu acabo me isolando mais ainda.
Eu nunca beijei ninguém e todo garoto que se aproxima de mim, é constrangedor. Eu não consigo ter uma conversa normal e acabo agindo como se estivesse com "medo". Obviamente não tenho muitos amigos e os que possuo não moram na mesma cidade que eu, então, acabo ficando sozinha na maior parte do tempo.
Uma da spiores partes da fobia, pra mim, é ter que enfrentar o colégio, e todas aquelas pessoas que parecem me observar o tempo todo e me julgar por ser a mais ridícula dali. Ter que passar o intervalo sozinha sem conseguir me aproximar de ninguém, e ter que ir almoçar em casa por vergonha das pessoas me verem comer/beber em público e perceberem o quão ridicula eu sou.
Eu só fui em 2 festas na minha vida e com certeza foram as piores coisas que ja fiz. Me senti um lixo porque nao consigo dançar em publico, me sentia desarrumada como se todos estivessem me julgando e pensando "o que essa garota nojenta ta fazendo aqui?".
Eu só queria que isso tudo melhorasse. Não tenho coragem de procurar um psicólogo até porque meus pais acham que esse meu problema de me isolar de tudo e todos é uma "palhaçada minha" e nunca me apoiam em nada. Eles não sabem da metade do que passo ou de como me sinto, e eu só queria que eles prestassem atenção.
Eu só queria ter amigos, e ir a festas, e me sentir bem, e conseguir fazer tudo que uma garota normal de 15 anos faz. Enfim, parabéns pelo blog realmente me ajudou a perceber do que eu sofro.

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Jonny

Luisa tem facebook ?

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Was

A fobia social está me destruindo aos poucos

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marcia

gente acho que nunca vou ter emprego, sempre fico vermelha de mais ao falar com pessoas , vivo insolada sou bonita , sempre qndo me elogiam e pior sou notada, mas eu adquiri o rubor facil aos 12 anos, e dai endiante so com meus pais q nao ruborizo os d+ e fracasso fico vermelha que nem sei porque empregos entrevista eu nao passo pq ruborizo e muito ruim oque fazer?

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Anônimo

Olá, muito bom o artigo e agradeço imensamente as dicas, pelo menos agora eu sei qual é o problema que deverei trabalhar. Quando criança sofri rejeição e humilhações, tudo isso somado a uma personalidade yng e muito tímida. Acredito que meu pai também sofria do mesmo mal. Hoje, aprendi a mascarar algumas situações que me fazem mal, um dia pretendo superar por completo esse pânico de gente. Situações como sair na rua sozinha já é o suficiente para me sentir observada e analisada por tudo e todos, talvez tudo isso também tenha a ver com um auto conceito de super valor, um certo egocêntrismo. De qualquer forma muito obrigada, o artigo me esclareceu bastante. Abraços!

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marcio gean

eu me sinto igual a todos vcs que que se expressaram.Isso só quem sabe é quem passa
por essa situação.Mas eu estou com um pouco de esperança,porque já tem um remédio
sendo testado nos (EUA).Esse remédio chama-se( canadibiol),inclusive já foi apresentado
numa reportagem no jornal nacional em 2012.Esse medicamento deve ser caro.mas eu acho que nós que temos fobia social e somos muito, temos o direito de ter esse medicamento subsidiado pelo governo.MILHARES DE PESSOAS DEVEM SOFRER COM ESSE PROBLEMA , E O PIOR, ELE É MASCARADO.

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Rogério couto

Além de ficar com medo de sair ainda fica pensamentos humilhantes na minha cabeça
já fiquei em centro espirita, psiquiatra, igreja e continua a mesma coisa já tentei me matar, tomei 17 comprimidos e não morri que merda é essa que não deixa eu viver nem me matar !?
não tenho força pra corta os pulsos nem enfiar uma faca no peito . é humilhante esse problema gente isso nunca vai ter fim, estamos condenados a esse fardo pro resto da vida

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GUILHERME

Gente por mais que voces não acreditem esse problema é espiritual isso é pertubação !

voces precisam ir em uma casa espirita e explicar o pai de santo isso, ele vai fazer um ”bori” pra sua cabeça e gradativamente voce vai melhor . Façam isso custa nada pessoal seja lá sua religião deixe seu orgulho de lado e vá

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Fernanda

Que centro espirita o que????? Só Deus pose fazer alguma coisa por nós!!!! E TENHO CERTEZA ABSOLUTA que centro espirita não é o lugar de Sua morada, nem pai de santo O seve, pelo contrario, serve o demônio!

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Viskcha

Também sofro com isto, é terrivel me ajuda qdo estou super irritada e nem lembro da deonça a i sai a faço o que tenho que fazer qdo lembro a paranoia começa, me sinto um lixo, sou uma mulher pelo que dizem linda os homens me olham muito me paqueram nossa é horrivel fico nervosa queria passar despercebida, mais eu chamo atenção aonde eu chego tenho um corpo bonito e isto atrae oçherees de homens e mulheres puxa como gostaria de não estar assimsó me sinto melhor com rivotril, ai sim sou outra pessoa, mais acho que ninguém é capaz de me amar acho que tdos os homens se paroximam de mim só para o sexo,e hj em especial o rapaz que eu estva me relacionando eu terminei por achar que ele não gostava de mim e só estava me usando ai nem dois meses tem e já esta de namorada.vi no face.estou até chorando agora,queria conhecer todos vcs sei que são pessoas maravilhosas ninguém tem culpa de estar assim nesta tortura psicologica.

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Viskcha

Olha eu acho bonito pessoas qdo ficam vermelhinhas acho fofo qdo ficam coradas, eu fico é tremedo é terreivel.as mulheres ficamm intimidadas com minha precesa pela postura e enciumadas pelos seus namorads e maridos, a maioria das mulherees naõ gostam tanto de mim ficam prucurando defeitos,tenho tantos disputam comigo tdo, se elas soubessem da minha insegurança, basta sair no bairro que chamo atenção,na igreja na rua no trabalho, no shopping(qdo tomo rivotril ainda cosigo trabalhar e execercer atividades e sempre me destaco)eu tenho muita raiva pq estou solteira e poderia ter o homem que eu quisesse ficam bobos babado as mulheres tem raiva de mim cutucam eles fazem de tdo pra me mostrar a aliança se elas soubesse, que não sou ameaça,tenho raiva desta dença poderia esta casada e com filho e os filhos? como poderia ter filhos nesta condição?

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Guilherme Sammam

VISKCHA tem face ?
você me descreveu no seu comentário, sinto que as pessoas ficam intimidadas na minha presença ..

manda o face e agente se fala melhor abç

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Viskcha

O pq desta deonça? sou maluca? é classificado como o que disturbio de personalidade? paranoia? onde começa isto? rejeição? bulling? perfeccionismo em excesso? estou sem trabalho agora fui diagnosticada com endometriose fiz a cirurgia estou de repouso em casa como se não bastasse ainda mais esta, medico me mandou ter um filho. como? o remedio fica me volta de 195 reais,é moro no brasil, estou é com muita raiva, quero fazer boxe ou alma luta marcial pra extavassar minha raiva e stress disem que é bom, pelo menos sinto esta necessidade, mais estou sem trabalhar agora ouseja não posso fazer porcaria nenhuma,estou com raiva queria ir na casa do ex encher ele de porrada, e dizer pra larga a zinha que ele gosta é de mim, mais eu tenho o que pra oferecer a ele? e fui eu q terminei, antes que terminasse comigo, será que ele gostava mesmo? ele nunca disse isto? mais estou com raiva queria dar umas porradas neles descontar minha raiva

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Izabella

Oi

Eu sempre enfrentei problemas para me relacionar com as pessoas, mas ultimamente tem sido mais complicado. Eu tenho 19 e estou fazendo faculdade em outra cidade. Eu tenho medo de sair de casa, de andar de ônibus, tenho medo de passar mal, ficar com dor de barriga ou desmaiar.

Quando saio com amigos sempre imagino como falar aos outros que vou embora e fico procurando a saída. Na maior parte do tempo fico em silêncio me concentrando em não passar mal e às vezes percebo na cara das pessoas que elas me acham estranha. Eu tenho um namorado, o namoro começou por telefone, mas eu sempre fico pensando no que as pessoas estão pensando da gente e de mim. Tenho muito medo de passar mal na frente das pessoas e elas me acharem ridícula, aí quando possível prefiro ficar só.

Eu também tenho medo de falar em público, de não ter o que falar com as pessoas ou dizer algo tolo, de lugares com muita gente e fechados de onde eu não possa ir embora, de lugares barulhentos, das pessoas me acharem estranha.

Pesquisando pela internet comecei a achar que era fobia social, mas não tenho certeza. Será que é? Será que melhora sem eu procurar um médico?

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Kleber

Bom dia para todos.
Tambem tenho este problema a muitos anos, e a causa foi uma infancia desorientada e agressiva. Com o tempo aprendí a conviver com isso, superei muitas coisas, e optei por melhorar a cada dia, eliminando aos poucos as coisas nocivas e buscando as que me fortalecem, desde pensamentos obscuros, palavras negativas e palavrões, e principalmente mudando meu modo de agir com persistencia e auto-controle, participando, me envolvendo com coisas novas, princip. esportes.
Hoje tenho 56 anos, a vida não é fácil pois ainda sofro com os efeitos psicossomáticos, tambem tomo medicamento acompanhado pela PSQ, mas é a minha vida que preciso melhorar e não vou desistir nem reclamar, em vez disso, procuro me controlar e escolher o que for melhor pra mim.
Desejo que todos tenham fé em Deus e confiança em sí próprios, assim como os deficientes físicos se superam e se torman atletas, nós tambem temos que praticar, treinar, e conquistar.

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Viskcha

Olá Kleber achei que só eu tinha anos com a doença, acho que meu pai tb tem hj ele tem 74 anos,mais sempre foi muito medroso,eu achava que era covardia dele em enfretar as coisas uma certa preguiça, mais acabei ficando assim devido a infancia e adolescencia conturbada pelos pais, procurei Deus desde cedo e me tornei cristã na pre adolescecia,foi o que me ajudou com pais frios,pessimistas, que se odeiam e não se separam, com uma mãe que não gosta de mim, meu pai pelo menos sempre gostou, nunca escutei uma palavra boa dela,todos acabaram tb indo p igreja, mais continuam sendo pessoas frias,sem misericordia com ninguém avaretos, rancorosos, vingativos e demasiadamente apegados ao passado, é horrivel conviver com eles, são fanaticos se acham melhores que os outros etc…. e ainda tenho que conviver dizem que tenho demonio e que não quero trabalhar, que Deus não esta comigo…etc.. me sinto bem qdo estou com raiva estrema pq não me importo com o que as pessoas irião pensar de mim, ai de quem me olhe na rua qdo fico aborrecida me ajuda bastante,mais não posso viver aborrecida.ficar muito aborrecida com algo desvia a atenção da doença e me faz pensar ei dai to nem ligando pro que essas pessoas estão pensando de mim quem são eles? e dai se eu fizer papel de besta quem não faz ninguém é melhor do que eu, qdo penso assim liberto minha mente.

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Viskcha

Quando fico aborrecida, com muita raiva de algo p.da vida ai sim a doença vai pro espaço, é o gatinho que preciso pq eu tõ com raiva de tdo não ligo pra ninguem quero mais q tdo mundo se exploda e vá pro inferno e não estou nem ai pra opinião de ninguém, tb ajuda qdo penso que as pessoas não me conhecem não me odeiam e não tem motivos pra isto, não são minha inimigas, e dai que não goste de mim? sou uma pessoa legal maravilhosa e se não gostarem o problema e o erro está neles.Estou p.da vida desde de ontem? cadê a doença? fiz um chazinho pra me acalmar vou tomar, mais continuo com a mente fixa que posso vencer qualquer coisa.Vou tomar o cha agora srsrssr

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Kleber

Boa noite a todos.
Ontem tive nova consulta com a Dra Cleide, minha psq. Eu disse que me sinto melhor me incluindo em novas atividades como reuniões, cursos, palestras, participando de ongs, como um ativista em defesa da natureza, dos mais fracos, etc. porque aprendo com os outros e tambem me sinto mais útil.
À noite, liguei pra minha única irmã, e pra variar ela discutiu comigo, me xingou e bateu o telefone.
Confesso que morrí de raiva, gritei e xinguei sozinho, aquela idiota não aprende… mas a raiva passou.
Hoje de manhã liguei pra ela, e pedí desculpas por te-la aborrecido. Ela ficou até sem vóz, e me deu uma tremedeira, mas eu conseguí inverter a situação, e mostrar que é perdoando que se é perdoado. Depois que a tremedeira passou, sentí um gosto de Vitória. Coitada, ela tambem é problemática e Já ficamos alguns anos sem conversar, e isso não ajudou ninguem, pelo contrário, só piorou. Conclusão, depois da raiva, volte a ser melhor que antes.

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victor

Bom vc tem otimas dicas , mas queria tirar uma duvida , a fobia social pode causar algum tipo de " tremor " na cabeça ? caso sim , o que fazer para tratar ?

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Julio

É uma desgraça isso, eu perdi minha vida toda por causa disso, tenho 29 anos e tenho vergonha de quase tudo.

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Cristian

Olá, Doutor Miguel! Olá pessoal. Bom, eu vim parar nesse site porque eu estava em busca de soluções para a paruresis (a incapacidade de urinar em público). Eu tenho 27 anos, nunca beijei ninguém em toda a minha vida, sou virgem, enfim, a fobia destruiu minha vida. Mas meu grande problema é a paruresis. Eu já sofri muito e sofro demais com isso. Quando vou a um banheiro, se tiver mais gente lá dentro, mesmo que eu use a área fechada com a patente, eu tenho uma crise alta de ansiedade e travo. Isso se deve ao medo de demorar e alguém perceber ou de alguém tentar abrir a porta, ou sei lá, com gente por perto, ou com gente conversando por perto, ou se eu estiver sozinho no banheiro e pensar na possibilidade de alguém chegar no banheiro, eu não consigo. Eu já chorei muito, evito viagens a qualquer custo. Quando vou em uma balada, eu não bebo nada, nem refrigerante, cerveja jamais, nem água, para evitar ao máximo ir ao banheiro. Só me sinto seguro em minha casa. Eu estou em pânico e não sei mais o que fazer. Já procurei informações pela internet, mas todo o conteúdo disponível está em inglês ou espanhol. Gostaria de ajuda. Desde já, eu agradeço. Abraços.

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vinicius

Cristian me manda um e-mail que talves posso te dar umas dicas de como superar isso principalmente nesse teu caso, vinirock141@bol.com.br abraço

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Luan

Cara, sabe o que você tem que fazer? Siga esses passos gradativamente, quando superar um passo siga para o outro:

* Durma sem cueca

* Pratique natação

* Comece da urinar no banheiro da sua casa de porta aberta, quando não tiver ninguém por perto.

* Vá em um banheiro público que esteja totalmente vazio e urine no vazo de porta fechada

* Vá em um banheiro público que esteja totalmente vazio e urine no vazo de porta semi-fechada

* Vá em um banheiro público que esteja totalmente vazio e urine no vazo de porta aberta

* Vá em um banheiro público que esteja totalmente vazio e urine naqueles negócios para homens de urinar.

* Vá em um banheiro público e urine no vazo de porta fechada, porém que contenha pessoas do lado de fora.

* Vá em um banheiro público e urine no vazo de porta aberta ou semi-aberta, porém que contenha pessoas do lado de fora.

Pra mim para por ai… aqueles "mijadores" tem mto ga.y olhando seu pênis kkk.

Boa sorte.

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vinicius

tenho a mais de 10 anos a fobia social, hj tenho 27 anos e ainda estou tentando a cura com os médicos ja perdi ótimas oportunidades de emprego, ate deixei de realizar meu sonho de ser PM por causa da FOBIA SOCIAL, as pessoas tratam essa nossa doença como "frescura" ate nossos parentes mais próximos acham o mesmo, não consigo de forma alguma me alimentar na frente de pessoas imagina o que já pasei nesses ultimos 10anos eu me sinto um inválido pq não contribuo com nada perante a sociedade, não consigo trabalhar.

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reginaldo

Tambem tenho esta doença, onde tenho uma dificuldade enorme em me comunicar com as pessoas, sempre parece que sou observado e reprovado mesmo antes de ser avaliado por alguem, ja perdi muitas oportunidades, nunca consegui falar em publico e escondo o que sinto, fujjo de tudo que pode me colocar em risco de falar na frente de ser avaliado ou algo desta natureza, perdi muitas opotunidades profissionais devido a este problema que é sério, sou formado em pedagodgia, trabalho em educaçao mas este problema nao deixou eu subir de cargo pois tive varias chances mas nunca pude aproveitar, mas acho que ora de eu jogar pra fora o que sinto e superar mesmo que eu tenha ir até as ultimas consequencias para superar este problema.

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José Emiliano

sofro de fobia social a mais ou menos uns 10 anos, depois de tanto tempo pesquisando na internet que descobrir que se chamava fobia social e procurei um psiquiatra e ele me receitou um remédio chamado "PONDERA" e que eu deveria tomar um comprimido toda noite em que um mês notaria os resultados o que não aconteceu, continuo sentindo medo.

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Márcis Dias

A pior coisa que me aconteceu foi a perca gradativa dos amigos. Já li trabalhos da área de saúde sobre o assunto e poucos retratam o distanciamento deles em relação a uma pessoa que tem Fobia Social. É muito estranho ter um passado de uma pessoa querida e num tempo muito curto ter a reputação completamente denegrida. Vivemos numa Sociedade da Reputação, e uma vez que você tem a sua prejudicada isso inviabiliza o bom rendimento dos tratamentos que você utiliza. As pessoas não sabem o que você tem; passam a lhe tratar de maneira indiferente, e é muito doloroso você saber que elas não sabem porque você não consegue mais ser amável e acabarem por cavar ainda mais o buraco em que você se encontra. Parece que difícil não é você se integra à sociedade, mas se reintegrar a ela, não consigo readiquirir a estima que já tive; e o pior é que parece que na verdade isso não é do interesse dos outros, que até parecem gozar de suas fragilidades e limitações. Às vezes penso que para me recuperar, ou ao menos diminuir os sintomas eu preciso me mudar e recomeçar minha sociabilidade com outras pessoas que não tenham esse rótulo da minha personalidade atual, retraída, sem capacidade de brincar com os outros e rir de mim mesmo. De certa forma investi demais em mim para deixar que impossibilitem, as pessoas e a fobia, de eu ser eu mesmo; é tudo que eu quero.

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Guilherme Gualberto

Meu deus pegar o metrô é um pandemonio, as pessoas acham que sou metido e marrento mais não sabem o que passo , perdi a mobilidade to andando todo estranho , perdi tudo na vida , Moral, respeito, escola, curso minha vontade de ser militar, meus amigos , minhas baladas , TUDO ..
Todos acham que fiquei metido, mais não ! é essa merda dessa doença maluca, nunca vi nada parecido acho que é pior que usar crack ou morrer queimado , me sinto um lixão um nada .
as pessoas tentam me ajudar com conversa mais não ajuda merda nenhuma, Não entendo da onde vem isso sempre fui o que puxava a bagunça da galera na escola , na rua , no curso e no trabalho .
minha vida acabou !

se alguem quiser trocar uma ideia http://www.facebook.com/Guilherme.Sh22

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Léo

Daniel, me identifico com seu relato, mas o meu é um pouco diferente…
Então, tenho 30 anos e sempre fui um rapaz muito tranquilo, nunca liguei pra nada do que falassem ou pensassem ao meu respeito, mas meu problema começou quando um colega de trabalho meu começou a fazer brincadeiras insinuando que eu era gay. Sempre levei tudo na brincadeira e até brincava com ele também, mas acontece que depois de um tempo, essas brincadeira (que eram constante) começaram a me deixar sísmado e eu comecei a achar que ele brincava debochando de mim e achando que eu realmente era gay. Porém, eu não sou gay e e esse meu colega me conhece a muito tempo e sabe que tenho um relacionamento a mais de 10 anos.
Enfim, tudo isso me fez começar a achar que ele estava inventando histórias ao meu respeito com todos da empresa e comecei a achar que logo todos estavam comentando sobre mim. Qualquer risada que eu ouvia, eu já imagina que estavam rindo de mim, se eu passasse em algum lugar e alguém olhasse pra mim, eu imaginava que a pessoa que estava olhando estava achando que eu era gay. E isso começou a ir pra rua comigo, não só na empresa! Andava na rua e ficava retraído achando que as pessoas estavam falando de mim e me olhando, na verdade não pq isso ficou na minha cabeça, pois eu sou muito bem muito bem resolvido com o meu gosto sexual e não tem jeito, eu gosto é de mulher mesmo! Mas esses tipos de pensamentos começaram a me atormentar de uma forma que isso começou a prejudicar minha relação com as pessoas. Às vezes eu deixo de resolver uma coisa pra não ter que ir na rua, com medo das pessoas ficarem olhando pra minha cara e pensarem que sou gay ou falarem algo a respeito. Deixei de realizar algumas atividades por causa disso! Não consigo conversar com um homem qualquer olhando no olho por medo de a pessoa achar que sou gay e já começo a pensar que a pessoa que está conversando comigo tá achando que tenho jeito de gay e etc… Enfim, por causa disso deixei de ir a academia, parei de fazer coisas que gostava de fazer, como lutas, futebol e etc, (atividades que geralmente tem mais homens) por medo de as pessoas falarem mal de mim e acharem que sou uma coisa que não sou e nunca fui! Comecei a achar que todos os meus amigos e inclusive gente da minha família estavam falando de mim coisas desse tipo! Muitas vezes deixo de fazer algo que tenho vontade ou até uma oportunidade legal que apareceu por conta desses pensamentos louco e esquisitos que tenho! Se eu estiver em algum lugar e alguém tá conversando com alguém e eu escuto a palavra gay ou viado, já acho que estão falando de mim. Sei que isso tudo é coisa da minha cabeça, mas não consigo esquecer essas loucuras bobas!
Na faculdade ou em qualquer lugar que tenha uma aglumeração de gente eu sempre começo a achar que todos estão olhando pra mim e falando coisas sobre essa história de eu ser gay, me sinto o diferente de todos e fico todo sem graça.

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Márcio Dias

É interessante como lendo os depoimentos parece haver um gatilho (em algum momento da vida essa enfermidade ela é disparada). Temos exemplos de pessoas que sempre foram tímidas, como eu, e de pessoas que eram ‘a alma da festa’… sabemos que a timidez está longe de ser uma fobia; e em relação a esses que sempre foram extrovertidos é que a coisa ganha complexidade mesmo… só posso ser levado a crer que se trata, em muito, de uma predidposição genética – que pode acometer ambos, a maioria de introvertidos, é evidente. Acho sim que é relevante tentarmos enterder como acontece ‘o disparo’, como se inicia; lembro com riqueza de detalhes o dia que não mais tive coragem de olhar nos olhos dos outros. Penso que se encontrarmos o marco da doença poderemos refletir sobre o antes e o depois dela de modo a enfraquecê-la entendendo como ela se instalou. É apenas uma sugestão… Abçs

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Dudu

minha mãe acha que é frescura vou botar ela pra ler essa merda toda essa fdp

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naiara

olá,eu tenho 18 anos e já faz 2 anos que toda vez que vou a algum show,festa ,encontro ,vou encontrar com a pessoa que eu gosto(namorado) eu fico tao ansiosa que vomito,e é muito ruim sabe,nao consigo controlar,ai depois que eu vomito melhora,é como se eu nao tivesse mais nada :/
o que eu tenho?
de uma semana pra cá ,quando recebo telefonemas ,vejo fotos ou encontro meu namorado fico passando mal,e vem uma vontade horrivel de vomitar ,não posso nem pensar nele,nem ouvir o nome ,ler mensagens nem nada .é normal? preciso de um psicologo?
obrigada gente

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anonimo

oi miguel min identifiquei muito com este seu artigo .Sou muito timida e isso está afetando minha vida em geral,estou evitando até comer na mesa com minha familia e também min sinto apavorada em lugares claros e iluminados .lugares claros e com pessoa min apavora .o que eu tenho ?

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Eduarda

esse site é de uma menina que têm fobia social vale a pena dar uma passadinha lá: http://www.diariodeumasociofobica.blogspot.com.br/

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Camilla Freitas

Olá! Gostaria de compartilhar experiências, o que eu acredito que ajuda muito, com aqueles que tem fobia social, principalmente se tiverem rubor facial. Meu face é https://www.facebook.com/camilla.freitas.180?ref=tn_tnmn Abraços e que Deus nos ajude!

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Lauri

Olá.. Acho que tenho essa fobia social.. desde a minha infância eu não consigo me relacionar com as pessoas, por mais que eu tente.
Isso me persegue até hoje na faculdade, mas parece que agora piorou.. parece que não agrado ninguém, que ninguém gosta de mim, e estou morando meio que só e isso me traz uma tristeza intensa, sensação de solidão, o que acaba me prejudicando muito na minha faculdade, as vezes tenho a sensação de que nunca irei ser feliz, pois o que vivo é uma grande tristeza desde me entendo por gente que me gente..

O que eu poderia fazer? procurar uma ajuda psicológia?
Não sei o que eu faço..

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Luan

Olá Lauri, não sei se você leu meu problema, mas o seu eu não tenho então acho que posso lhe ajudar.

Todas as pessoas querendo ou não tem um "receio" de pessoas novas em suas vidas, isso é normal, mas tem um limite.

* Você disse que faz faculdade, tente se relacionar com alguém, puxar um assunto, nem que seja sobre a matéria aí irá se enturmando e perdendo seu trauma, porém não é com qualquer um que você deve tentar se comunicar para curar o seu trauma; procure pessoas que são mais parecidas com você, digo, em sentidos psicológicos, modo de ser, jeito de ser. Assim será mais fácil se relacionar. É realmente chato ter que puxar um assunto com quem você não gosta ou não tem nada a ver com seu estilo.

* Procure fazer terapia com um psicólogo se você tiver condições, pois mesmo que não resolva, ele será + uma pessoa que você estará se relacionando.

* Para você ter assunto nas conversas faça coisas diferentes, tipo, uma aula de dança, instrumento musical, um curso… aí poderá ter assunto na hora da conversa.

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Luan

Boa tarde. Minha fobia social é específica, não sei se é comum ou não, mas vou explicar. Quando eu era criança era bem magrinho pois não comia muito bem coisas que "nutrem" (arroz e feijão) meus pais me obrigavam que eu comesse toda a comida mesmo sem fome. Ficavam nervosos se eu não comia, pois era muito magro e só comia porcarias. Quando tinha que ir nos avós e tios, a mesma coisa… Eu chegava até ter ânsia e vomitar. Acredito que seja isso que iniciou meu trauma.

Desde meus 5 anos de idade, hoje tenho 18, não consigo comer ARROZ E FEIJÃO na frente de ninguém que não seja meu pai e mãe.

Sei que parece um mimo de criança, mas hoje faço faculdade em outro estado, meus pais não estão aqui, e eu tive o azar não conseguir morar sozinho para fazer minha própria comida, moro em uma pensão em que uma mulher cozinha. Já tentei almoçar na frente de todos aqui, mas quase vomitei. Então eu guardo minha comida e janto sozinho depois que chego da faculdade.

O mais estranho é que tomo café da manhã e lanche da tarde (inclusive com cachorro quente) na frente dos outros sem sentir nada. Porém arroz com feijão eu vomito se forçar, já fiquei 2 dias sem comer NADA para ver se conseguia mas não deu certo, quase vomitei de novo.

Sofro muito em biffês, festas de natal e coisas afim. Imagina se eu for convidado por uma futura namorada para almoçar em sua casa com seus pais?!?

O que fazer?

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Julia

Oi, eu tenho este mesmo problema. Parece que o mundo todo acaba quando nós temos que comer em público não é? Eu tenho muito medo de entrar na faculdade e ter algum churrasco para ir ou se um dia tiver um namorado e não conseguir comer perto dele Para mim isto tudo virou um bicho de 7 cabeças e mesmo tendo 16 anos nada parece ter sentido, se quiser conversar, me mande um email: julia.tp_fs@hotmail.com

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Ana

Eu tive um problema de saúde (epilepsia) durante muito tempo. Por conta disso a minha família me “cuidou” exageradamente. Na escola, no bairro, enfim, em todos os lugares eu me isolei do mundo. Foi como se estivesse dentro de uma bola de vidro, onde estava guardada para não me “contaminar” com o meio social. E assim continuei ateh os dias de hoje.

Cresci sem amigos. Mesmo doente, fiz faculdade, concurso público, ingressei no trabalho, fiz e faço cursos de atualização, mas continuo “isolada”. Preocupo-me muito com “o q falo” e “com quem falo”. Não me preocupava com a minha aparência, apenas com o “ser”.

Depois de muito tempo, aos 35 anos eu fiz uma cirurgia e hoje estou libertas das tristes crises convulsivas que me seguiram por tanto tempo. No entanto, algo marcante ficou em mim e não consegui ainda me livrar: o medo do mundo e do desconhecido.

O tempo passou e hoje, aos 40 anos eu me encontro sozinha, sem coragem de me abrir um pouquinho sequer. Sou amiga, mas não tenho amigas e amigos.

Fui muito amada por algumas pessoas, mas com medo, eu neguei.

Enfim o medo estah presente em minha vida, ele estah dirigindo a minha vida. A minha família ainda hoje, tem muito cuidado de mim, e isso chega ao ponto de eu não tomar nenhuma decisão sozinha. Para tudo eu os consulto, ou se não faço precisamente isso, eu busco fazer aquilo q sei q é a vontade deles.

Recentemente um rapaz que estive “namorando” me disse: “sua cabeça é difícil de compreender.” Me disse isso por causa da minha vontade de estar de acordo com as idéias da família e ao mesmo tempo querendo ter a minha própria vontade. Disse-me ainda que estamos velhos demais para sermos tratados desse jeito (com muito cuidado).

Enfim, eu preciso de ajuda.

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Roh

Quando eu era criança tinha uma timidez extrema, não fala com ninguém que não fosse da minha família, ficava la muda com qualquer pessoa que falasse comigo, minha mãe era frequentemente chamada a escola pq eu não fala com ninguém, não pedia pra ir no banheiro, não respondia se alguém me perguntasse, as pessoas achando que estavam me ajudando fazendo alguns comentários pra "me obrigar " a falar só pioraram as coisas, cheguei a fazer tratamento por um tempo mais ai meu pai ficou desempregado e não tinha mais como pagar um pisicologo, com isso eu desenvolvi depressão e auto mutilação, depois de quase me matar voltei a fazer terapia por 1 ano e depois desisti, hj eu estou pior q nunca e todos fingem q não veem inclusive eu, estou em casa a mais de 1 ano, sem fazer nada, não trabalho não estudo, não saio, não tenho amigos, não falo com ninguém, eu sei que tenho que fazer alguma coisa só q sempre deixo pra depois.

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Leca

Olá pessoal! Li alguns casos e me identifiquei com vcs. Quando eu era criança era muito tímida e as pessoas sempre ficavam falando "ah ela não fala nada" "Ah ela não come nada" e sempre intensificando isso na minha mente. De alguma forma isso foi piorando e eu fui ficando mais tímida. Aos 16 anos conheci um rapaz que eu fui mto apaixonada mas não deu certo. E isso acrescentou mais ainda aquele sentimento de solidão, comecei a faltar a escola, repeti, chorava muito e cometi um s, mas me arrependo muito.
Hoje sou casada, tenho uma filha, mas continuo com esse problema. Todas as faculdades que tentei não consegui concluir, desisto de todos os trabalhos que arrumo. Estudei 6 meses pra passar num concurso, passei e depois de duas semanas de trabalho desisti. Não tenho vontade de sair de casa, tenho vergonha. Comecei a fazer academia pra ajuar, mas só vou nos horários vazios e mesmo assim não me sinto bem.
Meu marido me auda muito, entendendo meu problema.
Agora tenho 26 anos, faço psicologia(falto muitas aulas), vou a academia estou tentando viver.
A impressão que tenho é de estar disperdiçando a minha vida sem fazer nada. Queria muito ser diferente, doi muito, mas espero ter progresso.
Se quiserem se comunicar comigo pode ser pelo email

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Rudimar

Olá amigos e colegas. A minha esposa, não sei explicar, teve pela primeira vez, um surto de fobia social.Ela treme de medo quando ver alguem, confusão, barulho de musicas auto. Ela também passou a evitar contato por telefone, evita meu contato (marido) e familiares como filho de outro casamento e da propria mãe. Ela ta isolada na casa de uma amiga que vai intermediando. A pergunta é: Eu como marido, o que devo fazer? Qual meu comportamento nesse cenario? Evitemos por um tempo contato, deixando-ana casa da amiga?Eu sofro com isso. Alguma dica para os que a ama e ela evita?Faz-se uma semana que ela entrou em crise. Desde já agradeço pela paciencia.
Rudimar

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Gonçalo

ola, tenho 17 anos e estou a acabar o 12º e sinto que estou com um défice em relação aos meus amigos no que toca a assuntos de socialização. estes tempos temos tido muitos trabalhos e as pessoas da minha turma falam entre si, e trocam ideias de uma forma clara e ate divertida, e eu nem abro a boca porque sao sempre eles que decidem, o pior é que eu não tenho bem fobia social porque se há coisa que eu gosto de fazer é conhecer pessoas novas, mas nunca em grupo, sempre de pessoa para pessoa e mesmo estando no meu grupo eu sou do tipo calado, porque sinto que o que eu tenho a dizer não é aquilo que deve ser ouvido porque estraga o assunto de que se esta a falar

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Renato augusto

Porque deve ta no começo amigo, também tenho 17 anos terminei o ensino médio ano passado mais a parti de julho quando começou tudo fiquei assim igual a tu calado achando que nada que eu falasse era importante, esse é o começo da fobia se trata logo

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Robson França

Olá tenho 25 anos,adorei o artigo postado,me ajudou muito,a 5 anos atrás eu tomava medicamentos para combater a fobia social,como rivotril,mais para mim não resolveu muita coisa… "Quando sinto uma situação de perigo,de ser o centro das atenções" tenho uma vontade enorme de sair correndo abandonar tudo,o que é pior é as pessoas notarem sua voz tremula,mão suada,coração dispara,parace que vou morrer,da um medo..kkkkk
O que é mais recomendado,medicamentos ou acompanhamento com psicologo?
sofro muito com isso,quero muito fazer uma faculdade,só não faço porque tenho medo,até de assinar meu nome e alguem tiver olhando….kkkkk
sem mais….
Robson

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Flavia