Combater a Sensação de Incapacidade e Desesperança - Parte II
Felicidade 22/09/2016

Combater a Sensação de Incapacidade e Desesperança – Parte II

Miguel Lucas Publicado por Miguel Lucas


O cérebro é a central de comandos dos sentimentos positivos. No entanto este órgão extraordinário, infelizmente tende a desenvolver alguns mecanismos subtis que nos impedem de sermos tão felizes como poderíamos. Nós aceitamo-los não porque somos submissos, mas porque não os conhecemos. Confundimo-nos com as vicissitudes da nossa vida e com as respostas corporais que o nosso cérebro interpreta como preocupantes, enviando um alerta em forma de sentimento. Se confundimos aquilo que estamos a sentir no momento, com aquilo que somos enquanto indivíduos, ficamos vulneráveis e à mercê da funcionalidade desse mesmo sentimento.

Nós somos muito mais do que aquilo que sentimos, nós somos “aquele” que sente. O sentimento pertence-nos, dá-nos informação, alerta-nos para um determinado perigo ou satisfação, funciona como um marcador. No entanto este marcador deverá ser interpretado pela autoridade da nossa consciência, se deixarmos de fazer este exercício, entramos no caminho conturbado do desequilibro emocional.

A má disposição e mau-humor criam redes neuronais viciadas

Quando nos sentimos ameaçados ficamos mais atentos do que em circunstâncias normais. Foi a própria natureza que nos desenvolveu assim, para que possamos reagir ao mais leve sinal de perigo. Essa excitação e impulso para a acção é estimulada por hormonas como o cortisol, que circula no sangue, só voltando a níveis normais quando o motivo ou percepção de alerta deixa de existir.

O estado de abatimento ou deprimido, corresponde a uma situação de stress constante. Uma frase infeliz ou um comentário sem importância, são sentidos como uma pequena catástrofe e uma prova de como tudo está contra a pessoa. Este estado leva a que se libertem mais hormonas do stress, o que nos torna ainda mais sensíveis, a tudo o que se apresente como ameaça, fracasso ou perda.

Este círculo vicioso, se permanecer por períodos longos, pode conduzir-nos a situações extremas, sentimo-nos tão afetados e com um erro de raciocínio tão grande, que o refúgio e a solidão passa a ser o pensamento mais viável e lógico. Más há ainda algo mais pejorativo, quando o abatimento e a desesperança se mantém por demasiado tempo, algumas redes neuronais do nosso cérebro começam a ser afetadas.

O que acontece é que o cérebro, vai reforçando, mais e mais neurónios às redes neuronais que são ativadas de cada vez que a pessoa se percepciona como infeliz, sem vontade e num estado de tristeza profunda. Dia após dia, estas redes ganham uma força cada vez maior, pois à medida que se confirma o nosso estado de incapacidade, mais associações de situações negativas são acrescentadas à redes neuronais da “desgraça”. O cérebro perde alguma da sua plasticidade e capacidade de transformação, o raciocínio cristaliza-se e a pessoa vê a sua vontade paralisada. Uma questão vai tomando forma na sua mente: porque é que não consigo ser feliz?

Estudos, investigações e alguns simples testes na área da psicologia positiva, provam que quando estamos num estado de humor diminuído, sentimos muito mais dificuldades do que as pessoas em situação “normal” em resolver mesmo as tarefas mais simples, como colocar os talheres por ordem. A nossa memória de trabalho fica afetada quando estamos em estados deprimidos, enquanto as hormonas do stress diminuem a nossa capacidade de raciocínio e procura de soluções. Acresce ainda o fato que as capacidades que não são treinadas (usadas) acabam por atrofiar.

Pode ler mais sobre este assunto em: 29 benefícios da atividade física na sua saúde.

As conexões estabelecidas para a flexibilidade de pensamento, resolução de problemas e de estratégias de lidar com as situações difíceis começam a regredir quando deixam de ser utilizadas, com a inconveniência de as conexões da “desgraça” ficarem reforçadas.

A reter: Se o ciclo de negatividade se mantiver por muito tempo, as consequências acabam por ser devastadoras: As células cinzentas que sustentam a flexibilidade de pensamento definham.

Alternativas para escapar à infelicidade

Nós sentimo-nos desmotivados e deprimidos quando o cérebro carece de atividade. Esta é a razão pela qual a natural reacção à infelicidade não ajuda: quem se desmobiliza acaba por tornar tudo ainda pior, pois o cérebro vê-se privado dos estímulos que lhe permitem retornar à atividade. A falta de vontade para enfrentar as mais pequenas tarefas do dia-a-dia, a paralisação dos sentimentos e do raciocínio vão crescendo.

A reter: A inatividade não é uma receita aconselhável contra o abatimento.

Podemos enfrentar estes estados de desânimo na nossa vida através de uma dupla estratégia:


  • Esforçar-se para manter as pequenas tarefas e atividades do dia-a-dia, principalmente as mais subtis, vestir-se adequadamente, fazer a cama, alimentar-se, sair com os amigos, ir ao cinema, passear, lavar o carro, ir às compras.
  • Controlar e dirigir os próprios pensamentos e sentimentos, de forma a que a ruminação e a sensação de tristeza profunda não se torne um hábito.

Escapar ao desânimo

Sabe-se hoje que a atividade física promove as sensações e sentimentos positivos tal como expliquei nos 29 benefícios da atividade física na sua saúde. A atividade física é um importante aliado do tratamento antidepressivo devido ao seu baixo custo e sua característica preventiva de patologias que podem levar uma pessoa a situações de stress e depressão. Os estudos que relacionam a atividade física à depressão têm verificado que as pessoas que praticam atividade física de forma regular reduzem significativamente os sintomas depressivos.

Para além dos benefícios da libertação de endorfinas (“químicos do bem-estar”) no organismo, a prática esportiva permite ainda que a pessoa volte a sua atenção para as boas sensações que o corpo lhe transmite. É restabelecida a ligação às sensações corporais, permitindo desta forma um processamento de estímulos de bem-estar, devolvendo à pessoa o ânimo esquecido. Só o fato de estarmos conscientes de que conseguimos realizar algo para o nosso bem, e contra a resistência do comodismo, ajuda a afastar os estados deprimidos e melancólicos.

Durante as fases de abatimento que enfrentamos na nossa vida, o lado esquerdo do lobo frontal, que, por um lado, nos orienta para os nossos objetivos e, por outro, nos ajuda a controlar as emoções negativas, permanece pouco ativo. Assim, sempre que nos propusermos atingir um objetivo, por mais pequeno que este seja, estamos automaticamente a ativar esta parte do cérebro que tão importante é para o nosso equilíbrio emocional.

Quando colocamos o plano de atividades em prática, e o repetimos de forma contínua, os neurónios sinalizam isso mesmo no lobo frontal, provocando uma sensação de satisfação, a qual todos faríamos bem em desfrutar.

Algumas formas complementares para ajudar a gerir as emoções e ter controlo na sua vida, têm a ver com duas atividades “naturais” e ambas restauradoras das nossas energias: O relaxamento e o sono. E uma outra, mas pela negativa, causadora de tensão, frustração e sobrecarga: o Stress. As duas primeiras  são  armas que podemos e devemos utilizar para nos restabelecermos e melhor controlar os nossos estados de ânimo.

Acontece, que perante as situações negativas da nossa vida e consequentes situações de incapacidade e desesperança, estes dois requisitos são tremendamente afetados pelo terceiro (o stress), prejudicando-nos ainda mais a clareza de pensamento e motivação. Desta forma, se está numa situação negativa da sua vida, com pensamentos derrotistas, de incapacidade e desânimo, pondere praticar algumas das técnicas simples mas igualmente eficazes que descrevo nos seguintes artigos:

Sou capaz de me ajudar

Acredito que numa situação em que tudo nos corre bem, em que estamos a ser produtivos no trabalho, as nossas relações desenvolvem-se de forma saudável, andamos animados e com boas perspectivas de futuro, possamos não ter necessidade de nos preocuparmos ou ocuparmos com algumas das atividades atrás referidas. No entanto quando a situação é inversa, devemos fazer o esforço de nos voltarmos para nós mesmo e dizer: ” Sou capaz de me ajudar”. Sim você é capaz de se ajudar a si mesmo, mas para isso é necessário mudar a perspetiva negativa que criou de si, do mundo e dos outros.

É necessário alterar a perspetiva de vítima, para uma perspetiva de produtor, de actor, de protagonista da sua vida. É você que pode escrever diariamente o guião da sua vida, com uma grande vantagem, se ao produzir e executar esse guião (falas, comportamentos e sentimentos) não estiver como pretendido, pode sempre ter a possibilidade de reescrever novamente o guião, antevendo e imaginado o que quer dizer, fazer ou sentir e que estratégias vai utilizar para se assegurar que irá acontecer como deseja. Você tem a possibilidade de se ajudar a si mesmo.

Como já verificámos, o abatimento e a desmotivação, apesar de terem relação com os acontecimentos da nossa vida, estabelecem igualmente relação com a forma como interpretamos as coisas para nós mesmos, e o que fazemos para resolver os nossos problemas. Acrescendo o fato, de o nosso cérebro se tornar viciado nas formas rotineiras do pensamento da desgraça. Agora que sabe as “partidas” que o seu cérebro lhe prega, esteja atento às suas manifestações em forma de pensamento derrotista.

A estratégia a utilizar é desafiando esses mesmos pensamentos e implementar pequenas atividade com base no que você estabeleceu no seu guião de vida. Em seguida produza o seu próprio filme da “felicidade”. Não se iluda, você pode escolher aquilo que pretende sentir e o que deve fazer para lá chegar. Coloque-se no papel de produtor da sua vida e promova sensações de bem-estar e de capacidade.

E VOCÊ, COMO COMBATE OS SEUS ESTADOS DE INCAPACIDADE E DESÂNIMO?

Deixe os seus comentários e partilhe connosco as suas experiências pessoais de incapacidade, desânimo ou infelicidade. Participe! Temos todo o gosto em ajudá-lo a ultrapassar seus problemas!

Abraço,

Miguel Lucas

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Comentários
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adriano mach

Boa noite
ja me tornei leitor assiduo da escola psicologia, o seu blog tem me ajudado bastante a mudar a minha maneira de pensar e de ver a vida.
A ultrapassar todas as minhas frustraçoes, e seguir adiante com mais otimismo e realmente fazendo as coisas aconteceram
vlw….

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Miguel Lucas

Olá Adriano, obrigado pelo comentário e bem-vindo à Escola Psicologia.
Fico contente pelo fato dos artigos serem uma mais valia para você e o possam ajudar no seu desenvolvimento. É muito gratificante comprovarmos que a intenção com que se escreve tem os seus frutos através da melhoria expressa pelos leitores.

Abraço.

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Joseph

Pow!!! Acabei de reclamar com meu amigo a venda da minha bike.

Vendi a bicicleta para investir no maquinario para fazer brindes (sim… a bike é meio cara com mais uma grana que tinha).

Reclamei que ela esta fazendo muita falta… descobri que atividades como o cross country, que é o que eu praticava e outros esportes do gênero me trás um bem estar incrível…por esse motivo estou encomendado um roller só de tomar a atitude já me deu uma felicidade enorme, estou sentido muita a falta de movimento só o futebol de final de semana não esta me saciando.

Fantástico seus post´s está ajudando muito

Abraço

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Miguel Lucas

Olá Joseph, obrigado pelo comentário.

Sem dúvida que a atividade física é uma das formas positivas e construtivas de nos ajudarmos a nós mesmos, dado que vimos ao mundo com necessidade de movimento. O movimento é uma das formas naturais de ter prazer e consequentemente felicidade quando isso passa a ser instituído como um valor para a nossa vida.

Boa continuação e bom exercício

Abraço

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Margareth

Olá, foi um das melhores coisas que me aconteceu…..esses artigos são extremamente importantes para mim……eu só tenho a agradecer e muito mesmo.

MUITO OBRIGADA
UM ABRAÇO
MARGARETH

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Miguel Lucas

Olá Margareth, obrigado pelo comentário.
Fico muito agradado com o facto de ter conseguido tirar proveito deste artigo.

As partidas que a nossa mente nos prega por vezes deixa-nos em maus lençóis….é necessário estar atento e perceber algumas coisas. Deixar de nos depreciarmos a nós mesmos, e perceber que temos possibilidade de resolver grande parte dos nossos problemas.

Abraço

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Anónimo

Na teoria tudo isto é muito bonito, mas na práctica… não dá resultado…

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Miguel Lucas

Olá Anónimo, obrigado pelo comentário

Provavelmente não chegou a aplicar nada das estratégias sugeridas. Para algo acontecer é necessário fazer.

Veja o exemplo de centenas de pessoas que deixaram os testemunhos aqui no blog.

Abraço

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Fábio Alves (Salvador-BRASIL)

Só tenho a lhe agradecer por eu encontrar a mensagem certa no momento certo aqui.

Grande abraço.

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Nívia Suzana Antunes

Caro Miguel.
Recentemente descobri este site e desde então é aqui que venho recarregar as minhas baterias… assim tenho ocupado as minhas noites insones! No momento me reconheço em todas as descrições que fazes de quadros de depressão e ansiedade e tem sido importante para eu me reconhecer e "enchergar" de que forma cheguei a esta minha condição de incapacidade e os meios que possuo ou posso utilizar para sair desta verdadeira arapuca que arrumei para mim. Estou esperançosa de estar no caminho certo. Mas sei que ainda tenho muita leitura pela frente…
Obrigada pelas dicas que têm sido muito importantes e muito grata tb pela generosidade em compartilhar teus conhecimentos com toda a gente. Abraços.

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BRUNO TOLOTTI

Bom dia.

Sabe que tudo que foi descrito nesse artigo, passei em minha vida, tive muitas frustrações no trabalho, e o sentimento de incapacidade se instalou, sem que eu pudesse controlar, já é o segundo artigo que leio, o outro era sobre raiva, está me ajudando muito, hoje mesmo fiz uns procedimentos em meu trabalho, enfrentei o medo de errar e ser incapaz, no inicio fiquei temeroso, mas depois senti um alivio de dever cumprido. Estou aprendendo a ver o lado bom dos problemas, faz 8 meses que estou fazendo tratamento com anti depressivos, e 1mes com uma psicóloga, mas agora que estou aprendendo a dominar esse medo e esse sentimento de incapacidade.

obrigado pelas digas

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Loyanne Lima

Olá! Adorei o artigo, pela primeira vez li algo realmente esclarecedor sobre os sintomas depressivos e como combatê-los. Muito agradecida por seus artigos!

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Paulo Ramos

Como faço para cadastrar e seguir o blog? Obrigado.

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Leila

Ola Miguel,

Como este post é antigo não sei se irá responde-lo.
Vê, meu desanimo e descrença entram em ação até em coisas bem simples, como esta.
Acho que estou com depressão, mas esta foi causada pela perda de poder aquisitivo. Ao longo dos últimos 10 anos eu perdi empregos (dois) e poder aquisitivo(muito). Fui obrigada a vender meu apartamento e no momento tenho que devolver o imóvel que alugo porque o proprietário quer vende-lo.
Estas situações bem concretas me fizeram desacreditar totalmente na possibilidade de reencontrar o equilíbrio e a tranquilidade novamente.
Já nem falo em felicidade. Queria somente ver um propósito para isto tudo.
Não entendo.
Não pratico nenhuma atividade física. Não tenho tempo nem dinheiro para isto,
Minha saúde está pior a cada dia. Não tenho dinheiro para os remédios.
Cada mes tenho menos dinheiro para viver, apesar de todos os esforços em colocar minha vida financeira em ordem.
Tenho emprego, mas ganho pouco e todos os esforços que fiz com bicos para aumentar a renda só me fizeram gastar mais dinheiro.
Estou como os cães do segundo grupo dos psicólogos Maier, Seligman e Soloman que voce relatou na primeira parte deste artigo. Desisti.
Dando murro em ponta de faca mês após mês eu já me machuquei demais.
Escrevi somente para mostrar que as vezes não adianta mesmo mudar enfoques nem nada do gênero. A vida insiste em nós manter embaixo.

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Enid naletto

Mavilhosas materias, a I e ll, virei leitora!!
Obrigada

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Varnei Jr

Ano passado nas minhas férias fui diagnosticado com Sindrome do Panico. Na época isso me surgiu após uma noite de balada. Estava num shopping e do nada comecei a me sentir mal, suores excessivos, boca seca, pernas pesando e sensação de estar fora da realidade. Após isso achei que estava tendo um infarto então fui parar em três prontos socorros e após exames nada foi detectado. Então, eu passei quase duas semanas sem conseguir sair de casa, pois toda vez que saia os suores apareciam e as tensões nas pernas e sensação de mal estar também apareciam. Então, após ler muitos relatos na internet e ver o resultado dos exames vi que não se tratava de doença fisica e sim de doença psicologia, procurei uma psicóloga e a mesma confirmou sindrome de panico. Então, busquei ajuda na internet e comecei a me policiar, policiar minha mente comunicando a ela sempre que sentia algo diferente que aquilo era apenas causa da sindrome e não doença física. Assim consegui viajar de volta para a Bahia e conseguir conviver com a crise. Acontece que achei de beber outra vez e novamente as crises vieram. Fui diagnosticado com hipertensão e recentemente o médico disse se tratar de hipertensão por ansiedade. Isso tudo me preocupa e vivo o tempo todo preocupado com a minha saúde, o que faz com que meu corpo viva sempre numa situação de luta e fuga e as vezes me sinto aflito e contrariado, com medo de perder o controle. Durmo e acordo para trabalhar com medo. Medo esse que eu não consigo saber o porque, mesmo realizando as atividades propostas pela psicologa para controlar o panico, me sinto muito angustiado e as vezes começo a chorar, o que me acalma por dentro. Todas essas sensações estão me deixando confuso, com medo e está atrapalhando minha rotina diária. Começo a suar do nada e isso está me incomodando muito, o que posso fazer para acabar com esta angustia que venho sentindo?

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David

Excelente artigo. Vai ser-me bastante útil! Muito obrigado!

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Carol

É a primeira vez que entro na escola de psicologia. É um assunto de leitura novo para mim, apesar do problema abordado ser recorrente para mim. Eu me cerco de pensamentos positivos quando os negativos me invadem, busco está em companhia de pessoas otimistas, ler coisas que levantam meu astral e assistir videos engraçados, acredito que sorrir seja um remédio poderoso.

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