27 razões porque você é dependente do Twitter e Facebook
Psicologia na Internet 22/09/2016

27 razões porque você é dependente do Twitter e Facebook

Miguel Lucas Publicado por Miguel Lucas

Não é difícil concordar com a omnipresença da utilização “viciante” do fenómeno das Redes Sociais, como fazendo parte da nossa vida diária. Alguns podem argumentar que as redes sociais fazem parte integrante da vida diária, tal como o microondas e programas de processamento de texto, e que estas não podem ser intitulados como “viciantes”, mas sim apenas como uma outra ferramenta da vida quotidiana do século XXI. Contudo, assim como a paixão “novata” do uso do e-mail e navegação na Internet levou a uma preocupação da sociedade sobre “Vício na Internet” ou a utilização patológica da Internet, o fenómeno das redes sociais abriu as portas para que pessoas ou grupo de pessoas tenham exposição pública constante, que permite um reforço forte ao exibicionismo, voyeurismo, narcisismo, e/ou interacção com o comportamento de busca de reconhecimento, muitas vezes todas em combinação.

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A MELHOR RECEITA PARA O VÍCIO

Adicionar à componente de escrita a possibilidade de postar fotos e vídeos, jogos de psicologia popular, jogos da cultura popular e testes (“aplicações”), seguir, a cada movimento as decisões que se tomam, um sentimento e pensamento aleatório de todos os usuários em inúmeras redes, e também manter uma homepage/mural para que todos possam ver e visitar, esta é sem dúvida a melhor receita possível para o vício relativamente significativo, uma vez que preenche uma grande e “normal” parte das vidas de cada um de nós. Quer se trate de mais um “vício” tal como dizer “sou viciado em sorvete”, ou falar, ler, jogar online ou ver televisão em excesso (na medida em que interfere com outras medidas necessárias e/ou “saudáveis” de comportamento), é sem dúvida uma avaliação e escolha individual.

DISPONIBILIDADE 24 HORAS POR DIA, 7 DIAS POR SEMANA

É só uma questão de tempo, até que um grande número de usuários possa cair nas atracções de uma rede social 24/7, com tantas coisas maravilhosas para oferecer, uma casa entre amigos e aplicativos compartilhados (aka jogos, quizzes, tipos de personalidade “testes”, prémios, presentes e “disparates de todo o tipo”) para não falar de risos e comentários de partilha criativa através de fotos, gráficos, vídeos e muito mais. Necessita de mais provas para acreditar na difusão abismal do Facebook? Se você tiver uma conta no Facebook, por certo já saberá: amigos reais e imaginários, conhecidos f2f e on-line, os amigos da escola do passado, ex-cônjuges, os líderes militares, até mesmo o presidente dos Estados Unidos, todos apreciam o poder de ter uma presença no Facebook. Este acaba por ser muito mais prometedor do que o Second Life, talvez por causa da facilidade de uso e deslumbramento da novidade.

DEDICAÇÃO, MOTIVAÇÃO E ENERGIA

A coisa mais surpreendente é que, tal com os celulares, ninguém parece notar a grande quantidade de tempo e energia que as pessoas estão dedicando ao Facebook, no trabalho, em casa, e agora também enquanto estão a viajar. É um dado confirmado a força que o Facebook e Twitter têm na vida de cada um de nós. A televisão, essa máquina comercial apresenta nas suas despedidas finais o convite aos telespectadores para acompanhar via Facebook ou Twitter as novidades ou a sequência dos reality shows. Mais e mais links aparecem em páginas da web a convidar “compartilhamento” no Facebook ou feeds, RSS ou Twitter. Estamos todos conectados, VIVA.

Para alguns usuários isto é uma oportunidade para o êxtase puro, tanto para a componente de rede social como para os jogos e competições que podem ser mais uma esponja de tempo do que qualquer ocupação de computador antes conhecida foi, tais como o jogo do solitário ou navegar de forma aleatória na web.

TENTÁCULOS PODEROSOS

Ninguém está imune a esta realidade instalada e instituída que cresce desmedidamente todos os dias. Usuários esporádicos, usuários profissionais, usuários viciados, e usuários (como eu), que ajudam os dependentes, estamos todos no mesmo barco. Podemos todos, e de igual forma, vir a sofrer desta nova realidade, à qual podemos não nos conseguir adaptar de forma saudável e funcional. Incorremos todos num grande risco de sofrer do uso desmedido destas novas formas de comunicação e exposição. Deveremos ter todos um cuidado acrescido, dado que as características destas redes, foram pensadas para “agarrar” ao máximo os seus utilizadores. Muitos são os reforços existentes no facebook, e nós seres humanos somos muito susceptíveis a criar caminhos que nos reforcem, nos incentivem, nos apoiem, nos reconheçam, e acima de tudo que possamos ser o centro das atenções.

AUTO-POPULARIDADE

Cada um de nós tem oportunidade de criar a sua plataforma pessoal de imediatismo, de popularidade e de “tempo de antena” a toda a hora e em qualquer lugar. Estão assim reunidos os ingredientes “perfeitos” para o forte hábito de utilização deste tipo de redes. Cada um de nós deve estar atento aos seus comportamentos de uso, para que não se torne num hábito destrutivo, incapacitante e viciante. Para o melhor e para o pior, como muitas ferramentas da Internet, isto pode ser uma oportunidade e desafio, e para muitos pode ser fácil encontrar uma combinação perfeita. Diferentes faixas etárias focam-se em diversas atividades importantes, é claro, os alunos muitas vezes partilham problemas sobre as suas opiniões ou curiosidades sobre colegas, assim como vídeos e fotos criativas de auto-afirmação ou resultados de questionários, alguns adultos verificam de vez em quando ou só quando notificado pelas mensagens recebidas (a caixa de entrada ou no mural), outros ainda, invariavelmente, postando várias mensagens por dia relacionadas com as atividades mundanas da vida diária, ou estados de sentimento do momento.

O vício do Facebook, parece-me ter o maior auto-reforço de todos os cenários, reforçado através de imediatismo, aclamação, intimidade, experiência partilhada, criatividade e a capacidade de ser o capitão do navio com total e completo controlo sobre a sua homepage.

Quando é que um amigo é realmente amigo? Quando é que se pode considerar um comportamento constante como um vício? Existe tal coisa como, ser muito ou pouco social nas redes sociais? Quem decide? Quem pergunta?

Obviamente, grande parte das atividades online são muito envolventes, e também, igualmente bastante saudáveis. Como a maioria das atividades, a moderação e a integração são fundamentais. Aqueles que podem seriamente avaliar o grau do problema e tratar/minimizar com clareza este tipo de dependência comportamental, precisam usar o contexto para determinar se um comportamento se tornou comprovadamente prejudicial, seja no seu trabalho em geral, na sua vida social ou na eficácia das suas relações interpessoais.

CITAÇÕES DE PERCEPÇÃO DE PROBLEMA

“Eu acho que é realmente um grande problema para mim, porque quando eu reservo um tempo para um período de pausa ele parece crescer por causa do Facebook. faço uma pausa e fico absorvida nele, por isso a minha pausa de 15 minutos se transforma numa hora, e é aí que se torna um problema.”

“No início, com o Facebook você pode passar horas nele, mas realmente quando você sabe que está perdendo seu tempo. É um problema real, quando tenho consciência disso e não consigo moderar a utilização .”

“Eu realmente não tenho qualquer desejo ou vontade de usá-lo agora, era mais divertido quando eu estava adiando. Eu não sinto a necessidade de acessar a Internet quando não estou procrastinando”.

“Você vê muito mais pessoas no Facebook durante os exames, uma vez que já estão no computador torna-se mais fácil ter acesso e assim adiar o estudo”.

“O Facebook definitivamente interfere com o meu trabalho da escola. Se eu vejo que há uma festa programada vou ver quem vai e quem respondeu ao convite. E se alguém alguém escreveu no mural da minha namorada, eu vou verificar quem são aquelas pessoas.”

“É tudo sobre quem tem os mais posts no mural, algumas pessoas têm mais de 2000 posts no mural. Eles falam sobre coisas que não são importantes e que não precisam ser ditas lá, mas faz parecer como se tivessem uma vida.”

VOCÊ SOFRE DE DEPENDÊNCIA DO FACEBOOK?

Um crescente corpo de pesquisa na área da dependência sugere que a “Desordem de Dependência da Internet” está a tornar-se um problema real, é um distúrbio psico-fisiológico que envolve a tolerância, sintomas de abstinência, distúrbios afetivos e interrupção das relações sociais. O mais comum é a “Desordem de Dependência do Facebook”.
Para que preencha alguns critérios que possam indicar uma possível “Desordem de Dependência do Facebook”, uma pessoa tem de se identificar com um conjunto de itens. Pelo menos 2 ou 3 dos 6 seguintes critérios devem estar presentes em qualquer momento durante um período de 6-8 meses:

  • A primeira coisa é a tolerância. Isto refere-se à necessidade de aumentar a quantidade de tempo no Facebook para alcançar a satisfação e/ou efeito significativamente diminuído com o uso continuado da mesma quantidade de tempo. Ter várias janelas abertas no Facebook a qualquer momento.
  • Após a redução do uso do Facebook ou cessação, causa sofrimento ou prejudica o funcionamento social, pessoal ou profissional. Isto provoca-lhe ansiedade, pensamento obsessivo sobre o que está escrito no mural do Facebook, etc.
  • Atividades sociais ou recreativas importantes são muito reduzidas e/ou migraram para o Facebook. Em vez de enviar um e-mail, você deixa uma mensagem na página de seu amigo sobre a anulação de um almoço marcado. você pára de atender o telefone à sua mãe, familiares e amigos e insiste que eles devem contatá-lo através do chat do Facebook.
  • Você contacta mais a sua namorada no Facebook, e marca encontros virtuais com ela. Você começa a fazer o perfil do seu animal de estimação no Facebook .
  • A sua página de favoritos leva 20 minutos para percorrer de cima para baixo ou 8 de 10 pessoas na sua lista de amigos, você não tem ideia de quem eles são.
  • Quando você conhece pessoas pela primeira vez, termina a conversa da seguinte forma: “vejo você no Facebook.

PRECAUÇÃO E CUIDADO NAS AVALIAÇÕES

Como todos nós gastamos mais e mais tempo online, não podemos certamente pensar que grande parte dos comportamentos sejam considerados como um vício ou perturbação. Este é ainda um fenómeno recente que carece de mais estudos e investigações, assim como de abordagens de tratamento adequadas às queixas e disfunções futuramente apresentadas pelos usuários. Não se pode ainda considerar de forma assumida pela comunidade cientifica que existe a Desordem de Dependência da Internet ou Desordem de Dependência do Facebook/Twitter. Eu também não tenho uma resposta totalmente satisfatória para esta questão. Mas acredito que rapidamente as empresas farmacêuticas irão apresentar uma solução, com drogas psicoativas, para alguns destes problemas atrás descritos. Todo o cuidado neste momento é pouco, quer na forma como deveremos abordar a questão problemática, quer pela forma como tentaremos resolver os problemas associados. Cabe a cada um de nós tentar fazer um uso razoável das redes sociais, de forma a que não prejudique as atividades normais e usuais do dia-a-dia.

27 SINAIS DE DEPENDÊNCIA DO TWITTER

Você pode estar a ficar ou ser viciado no Twitter, quando sete ou mais dos seguintes sinais acontecem em simultâneo consigo. Você:

  • Fica muito excitado quando alguém o segue no twitter
  • Sente como se fosse o fim do mundo quando o twitter fica inativo
  • Envia tweets e retwets por e-mail para os amigos
  • Pede aos leitores do seu blog para o seguirem no twitter, depois pede aos seus seguidores do twitter para fazer retweet do tweet
  • Coloca mais tweets que artigos no blog, e passa de blogueiro a tweeter
  • Passa grande parte do seu dia no twitter, desculpando-se a si próprio acreditando que está a fazer um ótimo serviço para os seus seguidores.
  • Faz tweet no Twitter, prejudicando o seu trabalho ou emprego.
  • Sente-se na lua ou no topo do mundo quando alguém faz retweets no seu tweet
  • Faz pesquisas em tempo real no seu nome de Twitter e nos seus tweets.
  • Faz continuamente refreshing na sua página de twitter à procura de novos tweets
  • Inclui o seu perfil de Twitter na sua assinatura do gmail ou hotmail, ao invés do seu blog
  • Imprime o seu Id do Twitter nos seus cartões de visita.
  • Tem o twitter definido  como homepage do seu browser
  • Adiciona um aviso na frente da porta do escritório – “Estou no Twitter, Não perturbe”
  • Usa mais de 5 contas de Twitter
  • Adiciona seu nome no Twitter de alertas do Google para saber o que os outros estão falando sobre você
  • Bloga muito sobre aplicações para o twitter
  • Coloca na sua mensagem de estado: “Siga-me no twitter”
  • Usa o Twoogle para procurar no Google e Twitter
  • Incita constantemente os seus familiares e amigos a terem uma conta no Twitter
  • Segue muitas pessoas no Twitter
  • Apresenta-se a novas pessoas como Tweeter do que como Blogueiro, pessoa de negócios ou estudante
  • Fica louco sobre o Twitter e anuncia em jornais, anúncios e em tudo quanto é sitio para segui-lo no Twitter.
  • Coloca o seu Id do Twitter na porta da sua casa.
  • Envia muitos SMS para todos seus amigos para segui-lo no Twitter
  • Força a sua esposa/namorada para obter uma conta no Twitter e seguir você, ou então coloca a relação em cheque.
  • Só usa roupa com logótipos do Twitter

DADOS DE INVESTIGAÇÃO SURPREENDENTES

O que é que as redes sociais têm de tão aliciante que levam as pessoas a gastar tanto do seu precioso tempo a trocar informações com os amigos, família, inclusive as grandes empresas? Claro que todos já sabemos a resposta. É divertido e recompensador quer socialmente quer financeiramente. Os últimos estudos da Retro Gadgetology (http://retrevo.com/content/gadgetology), questionaram os usuários das redes sociais sobre: quando, onde, e quanto tempo passavam em sites e serviços como o Facebook e Twitter. Não fiquei surpreendido com os dados obtidos acerca do número de quantas pessoas parecem ser, digamos, obcecados com a verificação dos seus círculos sociais durante o dia e até à noite.

Vejamos:

Redes sociais durante a noite.

Você verifica/atualiza o Facebook ou Twitter depois de ir para a cama?

48% sim, durante a noite ou assim que acorde.
< de 25 anos (19%) e > de 25 anos (11%). Sim, a qualquer hora que acorde durante a noite
< de 25 anos (27%) e > de 25 anos (20%). Sim, algumas das vezes quando acordo durante a noite.
< de 25 anos (32%) e > de 25 anos (21%). Sim, logo que acordo pela manhã.

Nem só os viciados nas redes sociais verificam o Facebook e Twitter durante o dia, quase metade dos respondentes afirmaram verificar durante a noite ou logo que acordassem pela manhã. Naturalmente os usuários menores de 25 anos utilizam mais as redes sociais durante a noite que os maiores de 25 anos.

IRÃO AS REDES SOCIAIS PREJUDICAR OS NOTICIÁRIOS?

A primeira coisa que você faz pela manhã é verificar/atualizar o Facebook e Twitter?

42% sim, logo pela manhã.
< de 25 anos (18%) e > de 25 anos (8%) e usuários do iPhone (28%). Sim, antes de sair da cama.
< de 25 anos (17%) e > de 25 anos (17%) e usuários do iPhone (26%). Sim, antes de ligar a televisão.
< de 25 anos (16%) e > de 25 anos (15%) e usuários do iPhone (23%). Sim, é desta forma que fico a saber as notícias.

Nos usuários das redes sociais, os dados apontam para que praticamente metade estejam envolvidos com o Facebook e Twitter, sendo que a primeira coisa a fazerem pela manhã é a verificação/atualização. Surpreendentemente verificou-se que 16% destes usuários utilizam as redes sociais como fonte de noticias.

Serão os usuários do iPhone mais adeptos das redes sociais?

Você tem de concordar que os usuários do iPhone comportam-se de forma diferente. Não se sabe se a causa tem a ver com as características de facilidade de utilização nas redes sociais, ou se tem a ver com a personalidade dos usuários do iPhone. O que se sabe é que de acordo com o estudo, estes estão mais envolvidos com as redes sociais. Utilizam o Fcebook e Twitter mais vezes e em mais lugares.

Você acha que necessita de mais evidências de que as redes sociais podem tornar-se um hábito exagerado?

Ao olhar para os números podemos verificar que 56% dos usuários das redes sociais necessitam de verificar o Facebook pelo menos uma vez por dia. Mas mais impressionante são os 12% que usam o Facebook a cada par de horas.

CONCLUINDO

Apenas com estes dados não podemos concluir que possa existir uma crise nas redes sociais, mas quando quase metade dos usuários deste tipo de redes declaram utilizar o Facebook ou Twitter algumas vezes durante a noite ou logo pela manhã assim que acordam. Perante estas evidências temos de ponderar se estes utilizadores não sofrerão de algum tipo de vício das redes sociais. A partir deste estudo parece também evidente que este tipo de redes sociais começam a substituir as fontes convencionais de noticias.

ACÇÕES PARA MINIMIZAR O EFEITO DO USO EXAGERADO

Facebook, YouTube, Wikipedia, Twitter, Myspace, a lista é interminável. Milhões de pessoas por todo o mundo as utilizam, e provavelmente muitos de nós de forma excessiva e prejudicial. Os governos e entidades patronais, dizem-nos que são perdidos milhões de dólares todos os anos. A produtividade no trabalho diminui, porque muitos dos empregados passam a maior parte do dia lendo informações no seu mural ou verificando os blogs favoritos. Pode este comportamento aditivo ser resolvido? Acredito que sim.

Aplique as estratégias que mais se adequarem a si descritas a seguir, caso preencha alguns dos critérios que indiquem que sofre ou é um candidato a sofrer com o problema do vicio das redes sociais, acima descritos. Agora que já estabeleceu que tem um problema, necessita de accionar um conjunto de ferramentas. As estratégias e ferramentas psicológicas que apresento, são formas simples para que você possa superar o vício instalado.

9 FORMAS DE SUPERAR O VÍCIO DAS REDES SOCIAIS

Estratégias propostas:

  • Admita que tem um problema. Faça uma inspiração profunda, e repita para si mesmo: “Eu tenho um problema de vício com as redes sociais.” Ok, agora que reconheceu que tem um problema, podemos prosseguir. Não existe nenhum problema em querer superar um vício desde que encare de forma séria que realmente tem um. Isto é importante para se auto-ajudar. Registe quanto tempo gasta na utilização do facebook, twitter ou outras redes. Esta tarefa pode verifica-se mais difícil do que aparenta. Geralmente, tem-se várias janelas abertas de sites ou blogs distintos. Tente perceber dessas quais podem ser consideradas redes sociais. Num bloco de notas registe a hora que abre a janela do facebook ou twitter, no final registe a hora a que terminou. É importante saber quanto tempo você tem gasto nos sites porque lhe dá uma medida exata da gravidade da sua dependência. Um forma que poderá ser útil é utilizar dois Browsers, utilize um browser para trabalhar e outro para uso pessoal. Isto permite-lhe de forma mais concreta perceber quanto tempo está a gastar. Depois de algumas semanas, o tempo gasto deverá diminuir.
  • Estabeleça um determinado tempo e um determinado período do dia para a utilização. Deverá entender que gastar tempo neste tipo de redes, não é necessariamente uma coisa ruim. Feito na medida certa pode ser muito divertido e até muito saudável. No entanto se a utilização estiver a prejudicar o seu estudo, trabalho ou relacionamento, por excesso de uso das redes sociais, a situação tem de ser encarada como problemática. Ao invés de deixar de utilizar, deverá estabelecer um período de tempo para ir visitar e/ou atualizar. Por exemplo, você pode utilizar os primeiros 20 minutos da jornada de trabalho para verificar todas as atualizações e depois não fazer login o resto do dia. Ou você pode decidir que os últimos 30 minutos de trabalho é tempo para utilizar o facebook como uma recompensa por um longo dia de trabalho super produtivo. Terminar totalmente com o uso, muitas vezes leva a uma recaída, pelo que um planejamento racional e pré-estabelecido aumenta as hipótese de ser bem sucedido. Dê a você mesmo a permissão para utilizar as redes socais por algum tempo e não ultrapasse os limites previamente estabelecidos.
  • Desligue a notificação de e-mail. As notificações de e-mail são como pequenos diabos vermelhos próximos de se sentar no seu ombro e pedindo para você voltar e visitar o Facebook ou twitter. Desligue as notificações. Você não precisa ser notificado toda vez que alguém lhe envia uma mensagem. Na nossa vida pessoal, o e-mail não deverá funcionar como uma forma de comunicar urgentemente, para essas situações usa-se o telefone. Você também não precisa ser notificado de toda a vez que alguém aumenta o ranking da sua sensualidade, acrescenta um peixe no seu aquário ou lhe envia uma piada nova. Desligue lembretes de e-mail assim que você inicie o seu trabalho ou estudo.
  • Desligue o chat. Normalmente você acede ao chat para ficar pouco tempo, entretanto algum amigo entra em conversação, mesmo antes de você poder atualizar ou explorar o seu mural, gastou um bom par de horas em conversação. Para evitar este tipo de situação, clique no botão do chat e desligue. Muito tempo pode ser desperdiçado no Facebook, se você está esperando por um amigo para responder a uma mensagem que você enviou. Então não sinta também a necessidade de ficar conectado depois de enviar a um amigo uma mensagem ou um post no mural.
  • Tome consciência assim que a vontade de utilização surja. Uma das fontes mais poderosas para combater a perturbação de dependência do facebook ou twitter, é focar-se imediatamente nos pensamentos e vontade assim que surja na sua mente. Você não necessita julgar ou afastar a vontade e os pensamentos, apenas deverá tomar consciência deles. O pensamento provavelmente surge como um pensamento de preocupação que lhe indica para utilização/atualização urgente. Ou pode aparecer como um pensamento despreocupado dizendo que uma olhadela rápida não vai ter problema .Foque-se nesse pensamento, depois espere um pouco e crie um pensamento alternativo na sua mente (de preferência um pensamento positivo que indique alguma acção), foque-se nisso e decida executar aquilo que escolheu.
  • Saia do computador. A sério, você necessita mesmo passar tanto tempo no computador? Faça essa pergunta de forma honesta a si mesmo. Ao invés de chegar a casa, e sentar-se à frente do computador para verificar as atualizações, você pode ir dar um passeio, ir ao ginásio ou ver um filme.existem muitas coisas que poder fazer como substituição da utilização exacerbada das redes sociais.
  • Relembre-se do que costumava fazer antes de se tornar viciado no Facebook ou twitter. Um tarefa bastante útil é registar numa folha de papel aquilo que normalmente fazia antes de se iniciar o problema de dependência. Recorde-se do que lhe dava prazer e satisfação, esforce-se por voltar a fazer algumas dessas coisas, ou até iniciar outras que possa ter interesse. Experimente e reconecte-se com o que você costumava fazer antes, destes sites se tornaram uma parte tão importante da sua vida. Provavelmente irá ficar muito surpreso com a quantidade de coisas que você deixou de fazer devido ao tempo que tem vindo a despender na internet.
  • Bloquear os sites indesejados. Esta poderia ser uma solução aparentemente viável. No entanto a acção poderia vir a confirmar-se como demasiado drástica. Este tipo de redes têm o seu lado bom e saudável. Utilizados da forma correta sãos sem dúvida uma mais valia. Aquilo que se pretende é que aprenda a ter uma relação saudável com as redes sociais e a regular a sua utilização. Pelo que deve encarar o problema de forma séria, ao ponto de reestruturar os seus hábitos e assim poder usufruir das mais valias emergentes destas redes. Uma forma mais eficaz será desligar-se. Alguns routers permitem calendarizar tempos definidos de bloqueio à Internet. Por exemplo, você poderia bloquear o acesso à Internet todos os dias da 8h00 às 10h00 para o ajudar/forçar a fazer coisas não relacionadas com a Internet.
  • Evite jogos e Aplicações de terceiros. O facebook ocupa tempo em demasia. Os jogos podem realmente ser muito divertidos, mas eles distraem-no da verdadeira intenção do site, que é você estabelecer e cultivar relações ou ligações significativas.

Dica 1: Se com a implementação das estratégias você deixou de responder a pedidos dos seus amigos, não envie também muitos pedidos, você não quererá parecer hipócrita.

Dica 2: Cada convite para instalar um aplicativo (por exemplo, para aceitar um presente, para reconhecer a sugestão de alguém como seu melhor amigo, etc), inclui uma opção para ignorar todas as solicitações do aplicativo em questão. Caso seja conveniente opte por fazê-lo.

ESPERANÇA E POSITIVISMO

O potencial das redes sociais é enorme. A utilização com bom senso, irá certamente favorecer a adaptação dos usuários de forma saudável, funcional e válida. Aqueles que são mais capazes de gerir os seus impulsos nas redes sociais e em todas as áreas de suas vidas são susceptíveis de ter uma maior satisfação de vida, melhor saúde e mais sucesso na vida. O bom uso deste tipo de ferramentas, como tudo na vida, depende de cada um de nós, e neste caso específico, igualmente de todos. Estas redes sociais têm mesmo essa particularidade, juntar a individualidade  de cada um às massas sociais, fazendo do todo muito mais que a soma das suas partes.

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E VOCÊ, É VICIADO EM TWITTER OU FACEBOOK?

Faça uma análise consciente de seu comportamento, e deixe seus comentários com a sua apreciação sobre este fenómeno da dependências de redes sociais como o Twitter e Facebook. Queremos saber a sua opinião! Participe!

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Comentários
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Miguel Lucas

Olá ACES, obrigado pelo comentário e bem vindo à Escola Psicologia.
Agradeço a força, valeu.

Abraço

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Rosa Rivero

Excelente artigo ! Estou um pouquinho viciada no face, e comecei a ficar preocupada … O artigo me deu boas dicas para não exagerar !

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Miguel Lucas

Olá Rosa, obrigado pelo comentário e bem-vinda à Escola Psicologia.
Espero que as dicas no artigo a possam ajudar e minimizem os efeitos negativos do uso excessivo do facebook 🙂

Força, dedicação e um pouco de disciplina.

Abraço

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Paulo Faustino

Olá Miguel,

Antes de mais parabéns por mais este fantástico artigo. É incrível a capacidade que tens de tornar problemas complexos em postagens simples, sempre com excelente informação e técnicas práticas para colocar a psicologia a nosso favor. Parabéns!

Não me considero viciado nem em Twitter nem em Facebook, especialmente o último dos dois, onde passo muito pouco tempo, e aquele que passo serve essencialmente para marketizar meus blogs. O Twitter é a ferramenta social que mais utilizo na internet, mas ainda assim com timings bem definidos, para não estar constantemente a postar e a ocupar os meus leitores, e para não estar constantemente a gastar meu tempo lendo conteúdos de outros.

Só leio a minha timeline do Twitter uma vez por dia, durante cerca de 1 hora, antes de me deitar. Dessa forma tenho a certeza de que tudo o que foi falado de relevante durante aquele dia, eu consumi e verifiquei.

Parabéns por este excelente artigo. Dado que mais de 180 milhões de pessoas no mundo jogam Farmville no Facebook e outros tantos milhões jogam as outras centenas de jogos que por lá andam, é bem provável que o artigo seja um sucesso e uma grande ajuda a todos eles 🙂

Abraço
PF

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Miguel Lucas

Olá Paulo, obrigado pelo comentário.
Um dos objectivos da Escola Psicologia é sempre escrever de forma simples, acessível e prática sobre assuntos que possam alertar e ajudar os leitores.

Paulo como profissional que é no uso da Internet e das redes sociais, és um excelente exemplo de quem consegue com bom senso tirar partido do melhor que este tipo de redes tem, conseguindo um equilíbrio saudável.

Agradeço o incentivo e a esperança nesta postagem.

Abraço

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Roberto Sousa

Excelente matéria, Miguel.
Sem dúvida me ajudou muito.
Parabéns mesmo.
Abraço.
Roberto
(BRASIL)

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Miguel Lucas

Olá Roberto Sousa, obrigado pelo comentário e bem-vindo à Escola Psicologia.
Fico contente por ter gostado do artigo e este lhe ter sido útil. Sem dúvida, que toda a informação é uma mais valia, na tentativa de ajudar aqueles que vêem a sua vida afetada pelo exagero da utilização destas ferramentas sociais. como tudo na vida o uso saudável das coisas, permite retirar desta o seu melhor.

Abraço

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Henrique Gil

Olá Miguel
parabéns pelo post
eu não me considero viciado nas três principais redes do Brasil – twitter, facebook e orkut – porém resolvi me disciplinar em 2011 para ajudar na monetização on line.
estabeleci um horário de entrada definido para as redes sociais e estou eliminando aos poucos os spammers conseguidos ao longo dos anos

uma crítica: penso que o artigo ficou com uma linguagem simples – parabéns – porém demasiado longo. sou da opinião de dividi-lo e linkar internamente em três partes

atenciosamente

Henrique Gil

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Miguel Lucas

Olá Henrique Gil, obrigado pelo comentário.
Sem dúvida que a disciplina e a moderação da utilização das redes sociais e de tantas outras coisas é a atitude mais sensata a tomar para quem pretende ser produtivo e manter-se saudável.

Relativamente à extensão do artigo, também concordo, mas no entanto poderia perder um pouco o sentido.

Abraço

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Fábio Dee

Caro senhor Miguel Lucas, parabéns pelo post, muito interessante. Toca num ponto sensível de muitas pessoas. Eu tenho 22 anos e há alguns anos deletei orkut, msn e criei uma certa… aversão a sites desse tipo. Até hoje não entendi direito para que serve um twitter. E a consequencia de tudo isso? Sou considerado um alienado pela maioria das pessoas que me conhecem. Sinceramente, fico um tanto assustado de saber que as pessoas projetam tudo aquilo que gostariam de ser nestes perfis e acabam mergulhando mais no mundo virtual do que real. Eu tentei participar de alguns sites de relacionamento desde então, mas nunca durei mais que duas semanas em qualquer um deles. O preço a pagar é meio alto, sinto que estou mais distante da sociedade. E francamente, sentir-se anti-social nestas circunstâncias é algo perturbador…
Bem, seriam essas minhas impressões. Novamente, parabéns pelo post!

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Miguel Lucas

Olá Fabio, obrigado pelo comentário.

Sem dúvida que o uso exagerado das redes sociais pode tornar-se prejudicial, o que não é o seu caso. Pelo contrário você não gosta de usar. Não tem mal nenhum com isso, mas na verdade os dias que correm cada vez mais temos de nos adaptar à evolução das coisas nomeadamente das formas de comunicação.

O uso moderado é e pode ser útil e benéfico, como tudo na vida se soubermos ser contidos e usar as coisas a nosso favor podemos conviver bem com diferentes realidades. Existe uma expressão que define bem o que acabei de escrever: “Nem tanto ao mar nem tanto à terra.”

Tente não se sentir excluído, não tem de ser assim, tente explicar a sua forma de estar ou então experimente usar moderadamente.

Abraço

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Bruna

Olá ..Adorei seu artigo…

Eu comecei a rir em uma das partes que fala que o viciado começa a ter pensamentos obsessivos …para ver se alguem lhe escreveu…

Simmm sou viciada…não consigo mais me delsigar da net..tenho tantas contas que algumas nem me lembro mais..e o pior estou ficando menos sociavel,só quero interagir”com amigos virtuais”

As vezez até acordava de madrugada pra ver se alguem me chamou no msn…é a coisa ta brava rsrsrs

Adoro seu site…parabéns…espero qnd eu me formar ser uma psicologa como vc…=D

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Miguel Lucas

Olá Bruna, obrigado pelo comentário.
Vejo que o “vicio” das redes sociais está bem instalado em você. Pondere tentar regular melhor o uso das mesmas. No que diz respeito a este tipo de vícios, eles têm tendência para ir aumentado. Tente colocar algumas da dicas em prática.

Boa sorte

Abraço

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osvaldo honor

A segurança me parece ser um dos motivos mais fortes que contribuem para esse fenômeno, da mesma maneira que os shoppings tornaram-se pontos de encontros para pessoas mais jovens. Esse tipo de abordagem orientadora, além de ser excelentes para os profissionais do psiquê, nos traz esperança de que as pessoas reajam e livrem-se desses tipos de vícios maléficos, que as impedem de criar e assim contribuir com toda a sua capacidade para um mundo melhor.

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Helio

Eu me encaixo bem no viciado em net e redes sociais, até porque acredito ser melhor e mais fácil conhecer pessoas pelo computador primeiro do que fora dele. Como uso IPhone, chego a checar 2 vezes por hora meu face e orkut.
Sei bem como é isso… Mas estabelecer metas é muito complicado depois que a “vida digital” passa a ser a sua vida real, deixando-te mais a vontade do que saindo para um bar, por exemplo.
Até no trabalho, onde a internet é bloqueada na rede, comprei um IPad e um teclado e deixo em um canto da mesa para ficar checando o que chega.
Grande abraço, mas creio que não há mais volta…

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Miguel Lucas

Olá Helio, obrigado pelo comentário.

Você , é então um caso clássico de dependência das redes sociais. Por certo, as redes sociais têm coisas boas e são úteis, mas quando utilizadas pelo exagero, vão causando alguns problemas. Apesar de dizer que provavelmente já não há mais volta, pode não ter que ser necessariamente assim. Basta para isso que seja um pouco mais disciplinado. No fundo é você que diz a si mesmo que a dia digital passa a ser a vida real. experimente dizer que a vida digital é apenas uma pequena parte da sua vida 🙂

Veja que impacto isso poderia ter na forma de utilização das redes sociais?

Abraço

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Grazielly AB

Olá, Miguel!

Parabenizo-o pelo blog e, especialmente, pelo texto.
Há algum tempo sem orkut e facebook (apenas blog e msn, que já me tomam tempo – porque eu assim escolho, lógico), tenho sérios problemas com conhecidos que dizem “viver” quando estão longe do computador, mas estão conectados “fulltime” à internet: atualizações segundo a segundo via celular.

Seu texto é bem elucidativo e, por isso, peço sua permissão para citar alguns trechos dele no meu blog.

Novamente, parabéns!
Bjo,
Grazy

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Miguel Lucas

Olá Grazielly, obrigado pelo comentário.

Fico lisonjeado por gostar do conteúdo do artigo, e que possa ser útil.

Sim esteja à vontade para citar o que pretender. Peço só que se possível que deixe um link para o artigo ou homepage.

Abraço

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Inês M. Kochepki

Tenho 62 anos de idade e passo manhã, tarde e noite no facebook. Não encontro tempo prá mais nada. Adorooooooooooooooooo!

Fico muito nervosa quando algo me atraplha enão posso ficar no pc.

Será que isto é vício ou prazer?

Nem tempo para o Orku e pré ler e enviar e-mails eu tenho mais depois que estou no facebook É bom demais!

Eu adorooooooooooooooooooooooo!

Parabéns a quem inventou o facebook.

Um grande abraço

Inês

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vitany

hehehehhh me lembrou meu avôzinho (Deus o tenha) nunca em seus quase 90 anos havia chegado perto de um computador, nem conhecia nda. Depois que compramos um e ele começou a aprender a usar nuss ficou pior que meus irmãos e eu, acordava 5 da manhã e só saía as 10 da noite xD e qndo aprendeu a mandar email ou imprimir vishhh ae que nao saía mais. Nem existia msn, orkut, face nda disso.

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Andrew Alves Da Mata

Parabéns mais uma vez pela iniciativa. Sou usuário novo de twitter e facebook (1 ano de uso) e estas ferramentas estão atrapalhando a minha vida íntima. não quero dizer no meu relacionamento com outras pessoas, mas o meu relacionamento comigo mesmo, e com estas dicas eu irei vencer todo e qualquer obstáculo.

Um abraço Andrew (Brasil)

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Miguel Lucas

Olá Andrew, obrigado pelo comentário.

Força, certamente vai conseguir (com a nossa ajuda) melhorar o relacionamento consigo mesmo, faça uso da sua força de vontade.

Abraço

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Trustvainer

“Desligue a notificação de e-mail”
Eu uso o Twitter e Facebook mais para participar de promoções e concursos culturais pela Internet. Tenho poucos seguidores e amigos em ambos os sites, por isso mantenho a notificação de e-mails ligada e acredito que isso pode ser o meu telefone já que não tenho um hehe.. geralmente chegam ao meu e-mail umas 4 notificações por mês do Facebook e nenhuma do twitter. 🙂 E é claro, eu parei de jogar o MegaCity no Facebook e pouco me conecto nesses sites. Nem as comunidades do Orkut me fazem conectar todos os dias.

Abraço a todos e a estratégia de rever o que se fazia antes de se tornar dependente destes sites é uma bomba para o vício, vale a pena pôr em prática.

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Miguel Lucas

Olá Trustvainer, obrigado pelo comentário.

Fico contente que tenha conseguido implementar as estratégias e tenha sido bem sucedido.

Abraço

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Gatiiiiiiiildes

Nuuus , descobri qq eu tô viciadinha no tt e no face , fico sempre disponível em casa no pc e na escola no celular , isso tá me atrapalhando de mais na escola , eu não fasso mais nada só fico no msn no face e no tt ! , mais eu vou tentar nãao exagerar mais , muuito obrigaada ajudou muito ! Seguue aê @analaura155 ‘ , 😡

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Darthsidious

Adorei o post, excelente conteúdo. Li uma matéria em um site americano, dos recém nascidos “online”, bebes que tem sua vida toda documentada e postada na internet (facebook, orkut). Um filme muito bom , que me faz refletir é o Show de Truman. O filme narra um personagem que vive sua vida sobre os holofotes das cameras, sem realmente saber o que esta acontecendo, sua vida não se passava de uma mera ficção científica. Será o que esta acontecendo com o ator, esta acontecendo com todos nós? A unica diferença, é que o ator descobre a farsa e sai do mundo falso. Nós aqui no mundo real, estamos preferindo viver nesse mundo fictício (facebook, orkut e tudo mais)

Parabéns!!

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Marcelo Batista

Texto excelente!
Eu confesso que passo muito tempo no Facebook(twitter eu nao entro),então eu ja segui algumas dicas para superar este vício cibernético:cancelei temporariamente minha conta no facebook.

Realmente o tempo que as pessoas(como eu,inclusive) perdem para ver coisas como:qual sera o time do seu filho,ou ainda aquelas frases,etc…ou ainda publicar fatos do seu dia-a-dia como se fosse um telejonal poderia ser muito bem gasto em outras atividades:esportes,encontrar amigos pessoalmente(e nao somente pelo facebook),namorar,estudar,trabalhar,ler um livro,etc…

Mais uma vez agradeço pelas dicas e tentarei segui-las.

Abraç.

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Lunático Solitário

Puxa, ainda bem que não sou viciado em twitter ou facebook
Pelo menos pra mim não tem tanta utilidade

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Amanda Monteiro

Comecei a pesquisar sobre dependência do Facebook e achei seu texto, e achei incrível!
Passo muitas horas do dia na frente do Facebook e sei que isso não me acrescenta nada, e acho que ” acordei pra vida” na parte que você disse para fazer uma lista do que se fazia antes das redes sociais.
Muito obrigada mesmo!!!

Parabéns!!

Abraço

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Clauton

ótimo artigo hem, parabéns pela dedicação!!!

agora voltando ao assunto se vc tiver o problema e tentar resolver e não tiver sucesso, procure um profissional!

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a

Artigo excelente. Praticamente um serviço de utilidade pública. Leitura obrigatória.
Deveria divulgar também em sites para pais e professores.
Quem não tem familiraridade com o grau de adiccção que um computador pode influenciar entra nessa completamente inocente.
Parabéns

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Rucely

Sou Pós graduada em educação…AMEI SUA PUBLICAÇAO..VOU UTILIZÁ-LA PARA ALERTAR ALGUNS AMIGOS DO FACE…SEM NOÇÃO..SEM CULTURA…TE VEJO NO FACE..?????(BRINCADEIRINHA..KK) Mas, voce iria reforcar e dar mais enfase aos meus conselhos com seus comentarios sério…morena_al_12@hotmail.com me add…um abraço

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Stefane

Excelente texto. Percebi estar viciada no facebook a partir do momento em que não conseguia mais me concentrar para realizar trabalhos da faculdade, além de recusar convites para sair com amigos entre outros fatores. Deletei meu facebook e twitter, acredito que em breve aparecerão os resultados positivos disso. 🙂

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Claudio

Parabéns pela matéria, me ajudou muito, pois me considerava um viciado em redes sociais, ficava horas e horas no Face, tive até depressão devido ao fato de esquecer um pouco o lado familiar, de ter esse contato pessoal e até me prejudicou profissionalmente. Agora estou me recuperando. E como diz no texto é bom saber separar vida real com a vida virtual.

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Marcos

Achei excelente a forma dissertativa do assunto.
Isso deveria ser mais divulgado para as pessoas tomarem ciencia da gravidade do assunto.
Parabens………….

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Natalia Tobar

Olá Lucas sigo seu site a já algum tempo….Está de parabéns.
Eu tinha Facebook mas não usava, estava só o cadastro, sem foto, com uns dois amigos.
Daí li este artigo e fiquei sabendo que havia gente que se viciava, não entendi porque.
Daí um dia (não tem nada a ver com o fato de haver lido o artigo, viu?) resolvi *usar* o Face…depois de umas poucas semanas me sinto viciada…e o pior é que não tem tanta utilidade assim…perde-se tempo…o orkut era muito melhor…com comunidades que te acrescentavam muito.
Estou pensando em desistir,antes que seja tarde, pois não está me fazendo bem(….odeio vícios…), mas tenho medo de me arrepender. Pensei em dar um aviso caso alguns amigos queiram me adicionar no skip.Existem outras formas mais saudáveis de contato via internet…uma é essa, através deste site.

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Dodô

Obrigado amigo, tá osso estou boicotando minha faculdade online com o uso excessivo do FB me sinto muito mal! 🙁 Pq meu pai se formou na faculdade qdo eu tinha 21 anos e ele ia dormir á 01:00 da madruga e acordava ás 04:40 pra trabalhar e estudar e eu nem tenho o pouco da bravura q ele tinha, sendo q tenho mais tempo disponivel q ele pra poder estudar!!! Agradeço as dicas!!! Muito obrigado!

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Internet e adolescência

Hey. I found your blog using yahoo. It is a wonderfully written report. I’ll you should definitely bookmark this as well as go back to find out more of one’s useful info. Many thanks for the particular submit. I will absolutely come back.

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Natyelle

Oi, gente! Estou me formando em Comunicação Social agora e o tema da minha monografia é dependência de redes sociais. Estou precisando muito achar pessoas que se consideram viciadas em redes sociais. Se alguém que assim se considera puder me mandar um e-mail pra que eu envie algumas perguntas rápidas sobre o tema, agradeceria muito. Não precisa nem revelar o nome. O meu e-mail é natyelle.faria@gmail.com. Muito obrigada.

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renata

EU antes era viciada do facebook! hoje não tenho mesmo . é uma pura ilusão do mundo virtual
vou ser franca sou mais feliz assim não me dá irritablidade e nervosismo, e mau humor.
sério!!!!!!!!!!!!! se desejam facebook tentem controlar se e naõ se viciem
by by

boa sorte com facebool

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jane

Parabéns pelo tema abordado!!! Bem, à partir da data em q foi publicado até hoje mtas águas rolaram, outros aplicativos surgiram… e mais viciados apareceram, no caso, eu.
Há 9 meses exclui meu face pq parece q qdo você está conectada é obrigada a ficar disponível o tempo todo, então, preferi mto mais minha privacidade, um pequeno sossego e dedicar-me mais aos livros e pinturas, este foi meu lema. Hj estou dando o braço a torcer, venho pensando em reativar meu FB. Interessante q ao falar q, não tenho mais Facebook”, olham-me como se eu tivesse cometido um crime, uns ainda perguntam o por quê, há outros, como esse mundo virtual anda, acho q me criticam mentalmente.
Há 3 meses entrei no mundo do Twitter, como o colega acima, Paulo Faustino, falou, &quot;é a ferramenta social que mais utilizo na internet, mas ainda assim com timings bem definidos,&quot;, gostei!

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Si

Nossa eu sou muito viciada, mas desativei o meu face… Eu trabalho na Recepção e fico o dia todo na frente de um computador, eu pesquiso, faço muitas coisas.. Mas é um tedio ficar sem ver meu facebook. Mas vi que esta atrapalhando meu trabalho, pois chego em casa tenho meus afazeres e dois filhos e la fica eu com meu celular na mao. Nossa Isso esta fazendo mal a mim mesma.

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Marlos Cordova

Excelente matéria!! Sou psicólogo e me preocupo com esse fenômeno que vem fazendo parte da nossa vida. Penso que devemos estar mais atento a escolha da maneira como utilizamos às redes sociais. Não se trata de abandoná-la ou culpá-la de uma possível dependência, mas sim sabermos utiliza-las com sabedoria. Ah! esqueci de mencionar. Eu tenho um programa na rádio em Teresópolis-RJ sobre psicologia e, amanhã, terça, dia 03/11, falarei no programa exatamente sobre esse belo tema: a dependência do facebook. Obrigado pelo belo texto e por servir de inspiração para o programa. Grande abraço…

Obs: caso queira acompanhar o programa, aqui está o site: http://www.radiogeracao2000.com.br
O mesmo começará às 13hs.

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