10 Lições aprendidas de amor e perda
Saúde e Bem-Estar 22/09/2016

10 Lições aprendidas de amor e perda

Miguel Lucas Publicado por Miguel Lucas


O sentimento de amor é o sentimento que mais impacto tem na perda. De forma simples, o sentimento de perda está relacionado com algo que nos foi ou é significativo, e do qual nos vimos afastados de voltar a usufruir. Sem amor não existe sentimento de perda. Sem criarmos um forte laço a algo ou a alguém, sem criarmos uma relação com as coisas ou com as pessoas, não podemos experienciar o sentimento de perda.

O sentimento é um marcador que sentimos no nosso corpo na forma de sensação, que se completa com imagens e pensamentos, emergindo um construto no nosso organismo que nos coloca num determinado estado de ser. Sem essa experiência marcante no nosso organismo, associado a algo extremamente significativo para nós, nunca sentiríamos a perda. A perda, de certa forma, é o impacto sentido por deixarmos de poder interrelacionar-nos diretamente com a “fonte” de um dos nossos amores.

De acordo com o que descrevi, uma das provas mais dolorosas que enfrentamos na vida é o sofrimento da perda do amor. E, num determinado ponto da nossa vida, nas mais variadas formas, todos, sem excepção, experimentamos o sentimento de perda.

Saber aceitar a perda

Saber aceitar a dor emocional associado à perda, é um passo fundamental para o restabelecimento da nossa vida. Assim como é importante trabalhar no equilíbrio emocional no sentido de não nos fecharmos em nós e perdermos o nosso bem mais preciso, a nossa capacidade de amar.

“A sua tarefa não é procurar o amor, mas apenas procurar e encontrar todas as barreiras dentro de si mesmo que você construiu contra ele.” – Rumi

Certamente, tal como você, também eu tive a minha cota de sofrimento e tempos difíceis. Percebo agora que ao passar por esses desafios, não apenas os ultrapassei, como cresci, fortaleci-me, conheci-me melhor, entendi a natureza da dor, e como essa experiência vivida, partilho para ajudar outros a superarem-se.

Cruzei a minha experiência de dor com o meu conhecimento profissional, com as teorias psicológicas, com os autores sábios que sigo, de conversas com amigos, e acima de tudo com a vontade de crescimento pessoal sempre como alimento para seguir em frente.

Apresento algumas estratégias que pessoalmente considero lições de amor e perda, que certamente podem ser-lhe úteis para a superação de momentos difíceis que possa estar a enfrentar:

1 – Não se arrependa do bem que fez e dos ideais pelos quais viveu

Quando nos ligamos a alguém de forma significativa ou a algo, como uma causa, um objetivo que nos move, ou até mesmo um sonho distante no qual depositamos as nossas esperanças, investimos e damos muito de nós mesmos.

E, por essa mesma razão mantemo-nos firmes nesse caminho, o caminho do qual também retiramos retorno positivo na forma de bem-estar, felicidade e realização pessoal. Mas, como tudo na vida muda, e por vezes termina, também o alvo da nossa dedicação, entusiasmo e amor pode terminar ou mudar.

Na grande maioria das vezes, quando um relacionamento do qual gostamos termina, quando o nosso objetivo não chega a bom porto, ou ficamos desiludidos e decepcionados, podemos ser impelidos ao arrependimento. E o arrependimento é um sentimento que no seu extremo pode manchar o nosso passado, os bons momentos vividos, pode denegrir  o esforço que fizemos, os ideais pelos quais vivemos, conduzindo-nos à amargura e rancor.

Este tipo de sentimentos negativos e depreciativos, nada de bom nos acrescentam, pelo contrário, acizenta-nos, endurece-nos, angustia-nos e podem impedir que caminhemos de bem com a nossa vida.

Por tudo isto, se sentir arrependimento, analise melhor a sua situação de vida passada. Tente entender as razões às quais se dedicou e investiu o seu tempo. Que valores pessoais suportaram as suas decisões e caminhos. Certamente as suas escolhas, dizem muito de você mesmo. E , quando somos honestos connosco mesmo, quando nos movimentamos pelos nossos interesses genuínos, estamos a fazer o que tem de ser feito.

Os resultados, em determinado grau estão fora do nosso controle. Não podemos, nem devemos controlar os comportamentos, as escolhas ou as decisões dos outros. E os nossos comportamentos, atitudes e decisões, apesar de podermos mudar para melhor, nada serve arrependermo-nos. O que nos serve é perspectivarmos um caminho que não nos conduza ao mesmo resultado, mas sim a um que nos sirva.

superar a perda

2 – O amor e a perda acrescentam-nos valor

Pela evidência que todos reconhecemos, o amor, acrescenta-nos valor. No entanto, quando esse mesmo amor nos causa problemas  ou nos conduz à perda, pode não ser bem assim. Ficamos desesperados, ressentidos, com um buraco no coração, e podemos perder a perspetiva maior, vitimizar-nos, olhar apenas o lado negativo, e totalizarmos a experiência como catastrófica. Como referi anteriormente, sem amor o sentimento de perda não se instala.

Se analisarmos por esta perspetiva, se olharmos para o enriquecimento que é podermos ligar-nos e estabelecermos relação próxima com as pessoas, com o meio envolvente e connosco mesmo, provavelmente colocamo-nos numa posição de maior entendimento. O entendimento que nos permite ficar cientes do valor que dista entre o amor e a perda.

Essa manifestação de vida que nos enriquece a todos. Sim, tem um preço, o preço elevado da dor associada ao que era nosso, ao que nos dedicámos, ou a quem se dedicou a nós e que  irremediavelmente termina. Bem, na verdade não termina, a experiência vive em nós, o valor da experiência vive em nós.

3 – Perdoe a si, aos outros e à vida

Perdoe a todos. Melhor ainda, perceba que todos somos falíveis. Todos vamos sendo condicionados pela vida. Vamos construindo um modelo de atuação no mundo e, com isso em mente, vamos esculpindo a nossa personalidade.

A nossa personalidade vai sendo edificada através de alguns traços e características que se vão enraizando de acordo com as nossas crenças, que influenciam a história de vida de cada um de nós. E, por vezes essa história de vida não é a que mais desejávamos ter tido, assim como a história de vida de outros pode interferir negativamente na nossa.

Na verdade, não temos de aceitar passivamente todos os erros, falhas, fracassos ou más ações que fazemos ou que os outros nos infligem a nós, de todo. No entanto, podemos esforçar-nos para minimizar as nossas próprias sabotagens, assim como os danos causados pelos outros, não nos vitimizando. E isso é exatamente aquilo que está sobre o nosso controle. Não instituirmos uma mentalidade de vítima.

É importante ficarmos cientes que não temos de sair prejudicados por nós mesmos, pelos outros, ou pela vida. Mas, quando a perda, o dano, ou os problemas se fazem sentir, podemos acionar o nosso entendimento, do quão todos nós por vezes agimos de acordo com as nossas circunstâncias de vida, e com essa ideia em mente, aceitar e perdoar.

Não temos que gostar, não temos que carregar a vida dos outros às costas, ou até mesmo viver à sombra do nosso passado menos bem conseguido. Podemos esforçar-nos para enquadrar, entender, e perceber que devido a determinadas circunstâncias algumas coisas tinham de acontecer, tal como aconteceram. É a vida a manifestar-se.

Acresce ainda o fato da vida por vezes se impor com toda a tua brutalidade, com toda a sua natureza incerta. A vida por vezes manifesta-se e prejudica-nos, inflige-nos perdas. Esse impacto arrebatador pode deixar-nos indignados com a própria vida, e levar-nos a um caminho de ressentimento crónico.

Para que isso não aconteça, importa acionar o entendimento, aceitar e perdoar, para que o amor possa voltar a sentir-se no coração e a paz nos acompanhe no dia a dia.

4 – Seja grato

Agradeça. Seja grato pelos belos momentos e memórias que você viveu e pode estimar para o resto da sua vida. Na sua mente agradeça por compartilhar os corações das pessoas que vão passando na sua vida. Eu sinto-me sortudo por ter experimentado a paixão e a euforia de estar apaixonado pela vida e assim pretender continuar.


Estou convicto que é muito enriquecedor sermos gratos acerca dos nossos melhores acontecimentos de vida. É com base naquilo que vivemos que os nossos sentimentos emergem, e por tudo isso vale a pena ser grato. Vale a pena ser-se grato pelos nossos amigos, companheiros, família e pela vida em geral.

5 – Pratique a gentileza, compaixão e compreensão sem botar abaixo a si mesmo

É fundamental acalmarmos o nosso espirito quando estamos passando por angústias ou qualquer outra decepção. O impulso para as reações negativas pode ser grande. O sentimento de injustiça pode emergir e com isso progredir para a raiva, que por sua vez pode impelir-nos a algum tipo de vingança.

Nenhum destes cenários é construtivo. Ainda que o sentimento de raiva nos possa passar a sensação de força, de ação e energia, importa ser cauteloso para não cometermos atitudes que possamos vir a arrepender-nos mais tarde.

Um caminho mais assertivo é usarmos a nossa consciência e inteligência para que possamos voltar-nos para nós mesmos e perceber que tipo de estado de espirito melhor nos serve. Que estado de ser pode ser mais vantajoso quando deambulamos entre o amor e a perda? Certamente tentarmos recuperar o equilíbrio emocional será um objetivo primordial para a recuperação.

Abandonar a crítica negativa sobre nós mesmos é um passo inicial a ser dado para que possamos ficar de bem connosco. Neste estado de ser ficamos com a mente mais clara para perceber que se formos simpáticos e compassivos com os outros, o fardo da perda torna-se mais suportável. O nosso coração reconhece que temos espaço e razões para recuperarmos e voltar a olhar a vida de frente e com significado.

amor

6 – Não resista, nem queira suprimir as emoções negativas

Não resista às suas emoções. Sinta a tristeza, a dor e o luto. Expresse, chore, grite, isso permite que os seus sentimentos fluam ao invés de ficarem engarrafados. Você tem que permitir que as suas emoções sigam o seu curso.

Deixe os seus sentimentos fluírem, não se volte contra eles, não caia na autopiedade, evite ter pena de si mesmo. Esforce-se por não dizer: “A minha vida é uma desgraça.”  Isso fará com que o seu ego se alimente dessas emoções negativas fazendo com que você se sinta pior.

Aceite as emoções negativas. Fique ciente dos pensamentos negativos que podem vir associados a essas emoções, e se não forem úteis, não os siga. Não lhes dê ouvidos. Ao invés, permaneça com as suas emoções, certamente justificam-se de acordo com o momento que atravessa. Fique com elas, perceba a sua raíz.

Como disse no início, sem amor não existe perda. E na presença da perda, que está associado a algo bom na sua vida, surgem as emoções negativas, e estas fazem sentir-se por reação à perda. Ou seja, as emoções negativas emergem associadas a algo bom que deixámos de ter.

Quanto mais ligados estamos ao que perdemos, maior é o impacto das emoções negativas, assim sendo, elas estão ligadas ao que nos era querido. E por esta razão devemos senti-las. Fazem parte de nós, do que vivemos.

Para aprofundar o assunto, leia: A vantagem das emoções negativas

7 – Dê uma folga a si mesmo

Não há problema em tirar um dia (ou dias) de folga. Faça o que você precisa fazer para recuperar, curar e recarregar. Fique sentado em casa no sofá o dia todo a assistir a filmes, se for preciso. Sei bem o que isso é, houve dias em que eu me sentia tão em baixo e sem inspiração que eu não conseguia trabalhar. Eu encarei isso com naturalidade, e com isso não me senti mal comigo mesmo.

É bastante difícil atravessar a dor emocional, superá-la como se nada fosse e levando a vida tal qual ela é, com todas as suas exigências. Perante a perda é importante abrandar, não devemos querer desempenhar o papel do Super Homem. Devemos sim querer recuperar. Não devemos paralisar-nos no descanso, mas podemos muito bem passar por ele. É uma fase de recuperação com tempo limitado.

8 – Baixe a guarda do seu ego

Desligue o seu ego. Dê-lhe descanso. O seu ego vai querer olhar para trás com arrependimento. É uma forma de proteção de si mesmo. Ele vai querer perguntar:

  • E se…
  • Se eu tivesse feito…
  • Porque as coisas não funcionaram?
  • Porque não percebi mais cedo que ele era um idiota?

Faça as pazes com o passado, aceite-o e siga em frente. Leia mais sobre o assunto no artigo: Como libertar-se das angústias do passado?

9 – Você merece toda a felicidade do mundo

Quando pouco a pouco vamos colecionando perdas, mais parece que algo está contra nós, que pela forma como conduzimos a vida não merecemos ser felizes. É pura ilusão. É uma construção da mente, numa tentativa de justificar o injustificável.

Todos merecemos ser felizes. Você merece ser feliz. No entanto a felicidade não se materializa por merecimento, é preciso fazermos por isso. Assim que enraíze a crença de que merece ser feliz, fica mais propenso a agarrar as oportunidades que surjam e que possam ser viáveis de ter um retorno positivo.

Aprofundei o assunto no artigo: A felicidade é possível mas é opcional

10 – Amar vale a pena

Mesmo que possamos ter tido experiências negativas de amor, quer seja com pessoas ou mesmo com algo a que nos dedicámos de coração, vale sempre a pena amar. A experiência que se sente na vibração da expressão de amor, é algo que nos alimenta a alma, que puxa por nós e nos empurra a darmos o nosso melhor.

Vale a pena, apesar das dificuldades e do sofrimento que por vezes se experiencia. Lembre-se sempre da sua grandiosidade, da sua capacidade para amar, do lado bom das coisas e das pessoas, assim você nunca se contém, permitindo desejar o expoente máximo da expressão humana, amar.

Há uma luz no fim do túnel, vale a pena amar, mesmo percorrendo os lugares escuros, a fim de alcançar a luz. Você não está sozinho. Certamente terá sempre por perto alguns dos seus amigos e familiares pronto a apoiá-lo e incentivá-lo. Preencha a sua vida com atitudes positivas e ame as pessoas. Você é mais forte e mais resistente do que você pode imaginar.

“Plante o seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.” -Veronica A. Shoffstall

Abraço,

Miguel Lucas

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Comentários
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William

Anjo Miguel, amar viver sempre!

Amar é um sentimento de ação " no presente ".

Perder é um sentimento de reação " no passado ".

Busco aumentar o tempo em que vivo no presente e reduzir o tempo de vaguear da mente.

O vaguear da minha mente me faz muito mal… preoculpações… perdas… pouca utilidade.

Como você vem fazendo para reduzir seu tempo de vaguear da mente, ou aprendeu a dar alguma utilidade para o mesmo.

Obrigado por compartilhar seu conhecimento!

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William

COMPLEMENTO:
Segundo a análise de Matthew Killingsworth e Daniel Gilbert, pesquisadores da Universidade de Harvard, além de manter a mente ocupada, é preciso cuidar para não se perder em pensamentos. Ao rastrear o comportamento de 2250 pessoas por meio de um aplicativo para iPhone, os estudiosos descobriram que os participantes passavam quase a metade do seu tempo divagando. Esse hábito, mesmo quando os pensamentos eram positivos, sempre gerava infelicidade.O segredo para uma vida mais feliz, portanto, parece simples: mantenha-se ocupado e com a cabeça no que está fazendo no momento. Difícil é colocar a teoria em prática.

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William

"A distração é a maior inimiga na jornada de despertar o melhor de nós mesmos".
Uma pessoa "normal" chega passar mais de 30% do seu dia distraída… improdutiva…

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Miguel Lucas

Olá William, obrigado pelo comentário.

Na verdade o vagueamento da mente pode ser prejudicial, mas também pode ser de grande utilidade. Tudo depende da interpretação e da conotação que der ao conteúdo presente nesse exercício mental. A mente é por natureza muito agitada, e quando temos algo que nos preocupa, mal resolvido ou que necessita da nossa atenção, lá se manifesta a mente puxando-nos para o assunto.

Mas com treino, consciente, podemos apanhar-nos a nós mesmo a vaguear e perceber se queremos continuar ou mudar a nossa atenção para outra coisa. Tudo tem a ver com treino consciente e de como utilizamos o processo de vaguear da mente.

Certamente quando imagina algo que quer ou deseja muito a sua mente também vagueia por esses cenários, o que pode ser útil 😉

Abraço

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Ricardo RJ

Mais um excelente artigo do Dr Miguel.Amar vale sempre a pena!Vamos nos amar e mar nosso semelhante!

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Rafaela

Miguel como ajudamos uma pessoa que amamos e está em depressão pensando em se matar que não quer fazer um tratamento psicologico? Sofro muito junto e por isso quer que eu o deixe em paz, mas não consigo pensar desse jeito.

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Miguel Lucas

Olá Rafaela, obrigado pelo comentário.

Leia: http://www.escolapsicologia.com/como-dar-apoio-a-alguem-com-depressao/

Espero que possa ajudar.

Abraço

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Anabela

Boa noite Sr. Dr. Miguel, agradeço imenso o conhecimento e a sabedoria dos seus conteúdos. Por favor, queira responder-me: face a esta temática, qual a melhor "vingança" ou resposta pessoal, perante tanto sofrimento emocional, decorrente de violência doméstica (sobretudo psicológica)?
Já fui consultada por um grande amigo psiquiatra, por psicólogos, li imensos livros de auto-ajuda e filosofia. Conheço os diversos "caminhos" e soluções alternativas racionais. Todavia o meu lado emocional sobrepõe-se ao racional. O sofrimento continua porque, pese ter a teoria, o meu organismo (mente, corpo,…) com todas as suas "células" insiste em não assumir, melhor, aceitar o que a minha razão julga ser a melhor resolução para os meus problemas internos. O "causador" saiu da minha casa, porém trabalhamos no mesmo serviço e estudamos na mesma escola. O que fazer para me "vingar", ou seja, aceitar coerente e conscientemente que me devo desapegar "dele" e das memórias ligadas a "ele". Sei que não sou propriamente "vítima", pois estive sempre a tempo de sair atempadamente da situação paralisante em que vivíamos, trabalhávamos e estudávamos. Com tudo o que já li e ouvi, eu deveria ser uma "bomba de alegria"! Não obstante, continua sabendo o que devo fazer mas as minhas "células" não o assumem… Acumula-se a raiva, a revolta e o ressentimento… A tal ponto de me "vigiar" diariamente para não cometer um crime… Afinal, eu e "ele" somos guardas prisionais, imagine "saber que não se deve, pois conhecem-se as consequências"… Contudo, e
debaixo de uma farda existem "monstros" e "santos", homens e mulheres comuns… Compreenda o meu dilema… Ainda não lhe contei 5% do conjunto de "misérias"… Gostaria de ter a sua opinião, pessoal e pública. Se possível, marcar uma consulta consigo. Um abraço de uma mulher teoricamente corajosa, porém praticamente frágil… Obrigada!

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Miguel Lucas

Olá Anabela, obrigado pelo comentário.

Certamente tem toda a legitimidade para sentir tudo aquilo que se passa consigo. Não somos alheios à nossa história de vida, e por vezes os condicionalismos são muito fortes, hipotecando aquilo que queremos ou desejamos.

Importa perceber, se no seu íntimo que decidir aceitar o seu passado, se decidir não querer ser mais rancorosa (não por que a outra pessoa não merecesse um possível castigo) por perceber que isso apenas a prejudica a si mesmo. A partir deste raciocínio importa decidir o que pretende para a sua vida. Disse que sabia a teoria, mas que na prática tudo se torna mais dificil, eu concordo com isso, no entanto não é impossível de realizar-se.

O que deve fazer? Eu digo-lhe apenas o que é possível fazer. É possível decidir desapegar-se dos sentimentos de "vingança" quando eles emergem no seu corpo e mente. Ou seja você não pode impedir que eles surjam, mas pode decidir separar-se deles, e não agir de acordo com eles. Deixe que se manifestem como se fossem automóveis a passar à porta de sua casa, deixe-os ir e oriente-se por aquilo que decidiu, oriente-se conscientemente pelo que quer e não por aquilo que teme.

Visualize-se a tomar as decisões acertadas quando os "mauss" pensamentos surgirem, antecipe que tipo de diálogo terá de dizer a você mesma de forma a que siga aquilo que pretende.

Abraço

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Anabela

Muito boa noite Sr. Dr. Miguel, agradeço a sua resposta. Concordo consigo nas opiniões que me dirigiu. Sabe quando mudamos de comportamento (ação/pensamento)? Quando "esgotamos" todo o nosso suposto sofrimento e chegamos ao limite… Em linguagem comum: "cansei-me de estar cansada da dor associada a essa pessoa"… Deveríamos nascer preparados com limites aceitáveis para a razoabilidade dos nossos pensamentos/sentimentos e comportamentos. "Esticamos demasiado o elástico" das nossas capacidade… Ás vezes não sabemos parar e "cortamos" provocando estragos na vida alheia mas sobretudo na nossa… Será que para alcançar o nosso "céu" seja necessário descer aos nossos "infernos"… Tenho pena, que a maioria das pessoas nem se tente "conhecer" para não criar tantas expectativas nos outros e na vida… Não deveria esperar pelos meus 42 anos, para tão simples e dolorosa observação…
Não duvide que, muita gente, eu inclusive, inicie o seu trabalho sem dar uma leitura neste site e guarde nos favoritos, algum artigo para reler. Como uma prescrição…
Renovo o meu agradecimento, um grande abraço e seja feliz!

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sonia

Hoje eu estava muito por baixo, aí eu li o seu artigo, e compreendi que o que eu passei, sempre ficara como uma experiência, que ninguém muda ninguém, ou eu aceito ele como é ou não.

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ODETE

Boa noite, SR Lucas; obrigado por ter postado esta matéria de tanto valor.
Me senti muito feliz de saber que pessoas como o Sr. nos ajudam a libertar nosso EU,
Sofri muito mazelas do passado, mas graças a Terapia, estou me recuperando.
Cada dia é um novo recomeço, com fé e ajuda de vcs vou vencer.
Seja sempre iluminado, um abraço.
Atenciosamente
Odete…

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Amanda

Olá, gostei muito do se texto. Sinto que comigo o medo de perder é tão grande que mudaria meu jeito de pensar, aceitaria coisas que normalmente não aceitaria apenas para não tem que passar pela perda. Isso é ruim?

Abraços.
Amanda

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Patricia

Oá Dr . miguel sou uma pessoa que já sofreu muito na vida , tive que crescer rápido devido a minha mãe que ficou doente, com depressão, enfim eu não tenho sorte nos meus relacionamentos, ou teem interesse no inicio ou em poucos dias perdem o interesse , chego á conclusão que não queriam qualquer tipo de relação e por fim acabam por dias entrarem numa relação com outra pessoa, tive um namorado mas devido a distância e ás atitudes dele não deu certo eu decidi terminar, podia mar -me mas passave me muti para trás em tudo, há pouco tempo conheci uma pessoa e aconteceu de envolver-nos sei que foi rápido mas arrependi me e não tinhamos usando proteçao, mas como tomo a plilua a noite tb tomei a do dia seguinte ma fiquei assustada pois não tenho muita experiencia e ele proprio disse me que não sabia o que tinha acontecido , resumindo, ele deixou me de passar cartão eu tentei falar com ele com medo que tivesse grávida ele ignorou até na altura ele falou -me que já era legal fazer um aborto, mostrou-se uma pessoa sem sentimentos , tratou me mal psicologicamente, ignorou me disse me que eu não o incomodasse mas bem bom não estou grávida mas isso tudo mexeu comigo pois eu tava vendo a minha vida toda de pernas para o ar eu tou desempregada ele tem licenciatura e ele tratou me como se fosse lixo, sinto revolta e tenho medo de envolver me com alguém que faço pois já não tenho confiança em ninguém ajude -me DR Miguel

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Franklin

Bom dia

A matéria extremamente sólida e retrata o cotidiano de todos e acrescenta muito na busca da compreensão humana.

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Ana

Gostaria de agradecer a riqueza de suas palavras, dizer à você que foi de extrema utilidade essa matéria escrita por você em minha vida!
Obrigado por retratar de forma simples e precisa o que eu precisava ouvir, me abriu os olhos e agora vejo a raiz da minha angústia!
De coração muito obrigado! 🙂

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Camile

Oi Miguel Lucas, adorei as coisas que você escreveu,
me ajudaram muito! Você pode por favor me responder
essa mensagem? Eu ando muito triste, estou solteira a
7 meses e não tenho vontade de sair com ninguém,
ninguém me interessa, não quero ninguém, nem sexo.
Eu amo meu ex, nós morávamos juntos na casa da mãe dele
Mas eu acabei terminando e me arrependo muito!
Terminei por motivos bobos, fiquei com mágoa quando
Ele sumiu por um tempo no dia em Meu avô faleceu,
Ele chegou horas depois e disse que tinha ido cortar p cabelo,
achei estranho em uma determinada época em que ele
não me procurava sexualmente, depois isso mudou,
Mas eu desconfiei dele. Fiquei chateada quando
Vi que ele tinha um facebook da empresa em que ele
Trabalha, e ficou a pesquisar algumas garotas
Que ele já conhecia! Quando questionei ele brigou
Porque invadi sua privacidade, mas disse que era
Apenas curiosidade, mas ele fez isso em uma época
Em que a gente não estava bem. Nos morávamos no ABC
E ele trabalhava em guarulhos, pediu para eu voltar pra
Casa da minha mãe porque ele ia morar na empresa
Em que ele trabalha, porque a empresa é uma casa
Tem quartos em cima, estava cansativo pra ele
Ir e voltar todo dia da longa distância, então ele
Achava melhor morar lá e como é empresa eu não
Poderia ir. Falei então que podíamos alugar um
Apartamento ou casa, mas ele disse que seria muitos
Gastos e na empresa ele iria morar sem pagar.
Achei que ele não me amava mais e terminei,
Disse que se eu fosse pra casa da minha mãe iria acabar.
Semanas depois tentamos reatar, mas ele já escondia
O celular e nunca atendia ou usava na minha frente.
Ele quis voltar e eu não, porque estava achava que não
Gostava mais. Quando eu o procurei falando que
Eu o amo e queria voltar, ele disse que
Não me amava mais e não queria voltar.
Em questão de duas semanas. Eu estou arrasada,
É isso foi em novembro. Em dezembro ele me mandou
Mensagem dizendo que queria me ver, mas depois
Disseque achava melhor a gente não se encontrar.
Em janeiro mandei uma mensagem e ele sequer
Respondeu. Eu sonho com ele todos os dias,
Amo e me arrependo amargamente de ter terminado.
Eu tenho um filho e a família dele é muito boa com
Meu pequeno, e sei que encontrar pessoas assim
Será muito difícil. Uma chance em uma milhão.
No começo ele agradava meu filho, mas depois
Começou a implicar.. Eu sinto uma enorme culpa,
Ele foi o segundo namorado, é melhor em tudo.
Já cheguei a tomar uns 10 antidepressivos de uma
Vez pra dormir bem, mas nada me derruba..

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Mónica Raquel Silva

Olá Sr. Miguel Lucas,

Gostaria de pedir-lhe uma análise da minha situação, se possível.
Tenho 24 anos e considero-me uma rapariga normal como tantas outras.
Tenho uma saúde de "ferro", que agradeço a Deus ou a quem de direito 😀 (não sou muito dada à religião).

No entanto, admito ser uma pessoa com um feitio de extremos: tanto sou muito fria como muito sentimental; tanto posso ser muito extrovertida, enérgica e positiva, como em algum momento difícil da vida me vou totalmente abaixo, como que de forma depressiva.

Este meu feitio (senão defeito) prejudica-me imenso a nível profissional e a nível pessoal (relações).
Muitas vezes pergunto-me porque mudei tanto?
Ou seja, até ao secundário (até ao 12º ano) eu sempre fui uma aluna exemplar, organizada, perfecionista, interessada, enfim, uma boa aluna (com uma média de 16,2). O sonho de filha/o para qualquer pai.
Assim que entrei na faculdade (faculdade de Direito) o meu mundo "cor-de-rosa" simplesmente desabou. Chumbei pela primeira vez na minha vida, tirei más notas (diga-se, negativas), conheci muita gente, frequentei muitas festas (demasiadas até, agora vejo), experimentei algumas coisas novas, etc. Claro está no que isto deu não é verdade? Com o feitio que tenho fui-me abaixo constantemente, fiquei fragilizada emocionalmente e tive princípios de esgotamento.
Quando olho para trás e faço várias introspecções concluo que me perdi como pessoa. Descontrolei-me completamente. Entrei numa espécie de depressão, eu acho (digo "acho" porque sempre me deram a entender que uma pessoa que está em depressão não se apercebe disso até chegar ao ponto da própria negação. E eu, mantenho-me consciente, por assim dizer).
Senti-me sem chão.

Actualmente, no curso, continuo a "levantar-me" aos poucos e a caminhar lentamente para o terminar. Falta-me um ano e meio. Vamos lá ver.

Entretanto, no meio de toda esta confusão fui tendo (normal nestas idades) os meus namoricos aqui e ali, sem grandes compromissos. Isto porque, como ainda não me sinto completamente estabilizada emocionalmente por tudo o que passei na faculdade (acima descrito) também senti que não me poderia envolver a sério com alguém e entregar-me a esse ponto enquanto não estabilizasse profissionalmente já que, a minha crença é a de que só encontrarei uma estabilidade emocional ou melhor, um equilíbrio, assim que terminar o curso, que por enquanto é a minha prioridade.

Acontece que, em Setembro passado de 2014 fui nomeada mordoma/responsável para organizar uma festinha religiosa típica na terra natal da minha mãe (ou dos meus avós maternos). Disse religiosa sim. Eu não sou muito dada à religião como disse anteriormente mas a minha mãe FEZ MUITA questão que eu aceitasse o convite de a organizar para digamos "parecer bem" ou "ficar bem vista" na aldeia. Assim o fiz, contrariada é claro. Pois foi justamente nessa altura, quando eu menos esperava que encontrei se não "o" então será "um dos" grandes amores da minha vida e que marcará para sempre a minha história.
Conhecemo-nos porque os avós dele são também da aldeia dos meus avós maternos (terra natal da minha mãe) e ele já mais ligado à religião do que eu, ajuda sempre neste tipo de festinhas que por lá se costumam organizar. E pronto. Tudo certo. Deu tudo bem, começámos a gostar um do outro e namorámos por 5 meses. Actualmente, tudo terminou (por motivos mais profissionais da parte dele do que por outra razão qualquer). Ou seja terminámos mas…tudo está em aberto (disse ele) porque voltaremos a falar em breve assim que ele receber a confirmação de que no final do seu mestrado ele não ficará no desemprego. É justamente essa a razão pela qual (ele diz) acabou comigo. E…se fosse outro rapaz qualquer…diria que era uma desculpa clássica…não sendo um rapaz qualquer… acredito plenamente na veracidade do seu fundamento visto que ele é (toda a gente que o conhece sabe) uma pessoa muito ansiosa mesmo, um brilhante aluno e profissional mas que muitas vezes cede à pressão e por isso mesmo ele até está medicado etc….não releva muito esta informação para agora.
Contextualizada a minha situação, e pedindo desculpa pelo testamento, quero com tudo isto chegar ao seguinte: quando ele acabou comigo as sensações negativas que senti foram simplesmente…horríveis: solidão, sentimento de perda, sem chão, vazio, injustiça, perda do sentido da vida, tristeza, angustia, aflição, aperto no coração…mas pior, passou-me pela cabeça o suicídio. E admito que mesmo nos momentos difíceis que passei e passo na faculdade essa é a tónica que me vem à cabeça. E pergunto-me muitas vezes: estarei doente? estarei a perder o bom senso? preciso de ver um médico? preciso de ser internada?
Mas depois….da mesma forma que num piscar de olhos aquele turbilhão de emoções me invade….da mesma forma ele desaparece assim que acordo no dia seguinte. Só me restando a melancolia.
Acordo, e sem me levantar fixo o tecto do meu quarto…"É branco" (penso) – "Como a minha alma. Como este vazio que sinto. Ouço o bater do meu coração, mas dói-me o peito. Sei que tenho de me levantar para ir para a faculdade…mas não tenho vontade…nada faz sentido já."
E os meus dias vão passando. Um após o outro. Com a indiferença que lhes dou. Não há nada nem ninguém que me desperte a atenção. E faço de tudo para o conseguir. Não fico em casa, fechada como seria de esperar: converso no bar da faculdade com os meus colegas de curso, ouvindo mais do que opino. E muitas vezes parece que a minha alma sai do meu corpo que fica ali sentado no bar, e viaja por cima, observa, ouve as conversas insignificantes: disciplinas, matéria, notas, tabaco, rapazes, amizades, fofocas, sexo,….
Nada. Não sinto rigorosamente nada. Só me distraio quando o meu telemóvel vibra (porque penso ser ele, o tal!). De facto, continuamos a falar diariamente (porque ele assim o pediu e quis) mas para mim não é a mesma coisa. E se há coisa que eu sou é respeitadora. Respeito a sua decisão, mas não compreendo. Pergunto-me muitas vezes se esta minha atitude será maturidade ou só estupidez minha?
E as pessoas dizem-me: "não penses mais nisso", "o tempo cura tudo", "ele não te merece"…e eu penso "NAO!!!!!!", eu quero pensar nisto, tenho o direito "de".
Posso continuar a viver a minha vida, a cumprir a rotina mas…eu penso nisto. É algo que me corrói por dentro sempre que penso "onde é que eu errei?", "o que foi que eu fiz?", etc etc…

Enfim, as coisas por agora estão calmas é verdade, a minha vida um pouco "sem sal"…mas no meio de tudo isto gostava de perceber mesmo é porque razão, porque será que eu em momentos dificeis tenho sentimentos tao negativos como os que descrevi acima quando gosto tanto de viver. Porque digo-lhe o meu verdadeiro medo é que um dia eu fique tão momentaneamente descontrolada que cometa alguma insanidade daquelas!!!

Obrigada pelo seu tempo. Mais uma vez desculpe-me o testamento mas, de alguma forma, precisava de desabafar estes pensamentos com alguém ao menos profissional e experiente. Talvez me possa ajudar a clarificar um pouco as ideias.
Melhores cumprimentos,

Mónica Raquel Silva 🙂
Portugal

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Cris

LEIA SOZINHO porque no passado eu também não acreditava que ia dar certo, mas… funciona mesmo!!! Entrei neste site e fiz esta prece. Fiz para ver se ia dar certo e deu, assim que acabei meu amor ligou. A pessoa que eu copiei também não acreditava mas para ela também funcionou! AGORA VEREMOS…
Diga para você mesmo o nome do único rapaz ou moça com quem você gostaria de estar (três vezes)…
Pense em algo que queira realizar na próxima semana e repita para você mesmo (seis vezes).
Se você tem um desejo, repita-o para você mesmo (Venha cá ANJO DE LUZ eu te INVOCO para que Desenterre A.M. de onde estiver ou com quem estiver e faça ela ME telefone ainda hoje, Apaixonada e Arrependida, desenterre tudo que esta impedindo que ela venha para MIM , afaste todas aquelas que tem contribuído para o nosso afastamento e que ela A.M. não pense mais nas outras… mas somente em MIM. Que ele ME telefone e ME AME. Agradeço por este seu misterioso poder que sempre dá certo. Amém…).
Publique esta simpatia por três vezes , basta copiar e colar por três vezes em in forum diferente esta simpatia abaixo e logo em 48hs você terá uma linda surpresa, beijos Ainda esta noite de madrugada o TEU amor dará conta de que TE ama, algo assim acontecerá entre 1 e 4 horas da manhã esteja preparada para o maior choque de sua vida! Se romper esta corrente terá má sorte no amor. Deus vai lhe abençoárá e sua vida não será mais a mesma

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rodrigo alberto

meu nome é rodrigo tenho 18 anos e terminei hj meu primeiro namoro. Eu conheci uma mulher em uma festa que por acaso era conhecida da minha vizinha então no outro dia minha amiga veio falar que ela estava querendo ficar comigo no começo achei estranho por causa que eu n percebi que ela tinha me dado chance mal eu sabia que naquele dia ela tinha fumado maconha. Então eu falei que queria conhecer ela e no começo foi os melhores dias da minha vida todo dia conversando e fui conhecendo o jeitinho dela e me apaixonando desde então por meses saindo com ela nunca tinha visto ela fumar e mal via beber até que no final do ano a pedi em namoro sendo o cara mais feliz do mundo naquele dia querendo cada vez mais seus carinhos, viciando nos seus beijos, querendo cada vez mais seus abraços até que então ela mudou não falava mais comigo se incomodava quando falava eu te amo.

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rodrigo

meu nome é rodrigo tenho 18 anos e terminei hj meu primeiro namoro. Eu conheci uma mulher em uma festa que por acaso era conhecida da minha vizinha então no outro dia minha amiga veio falar que ela estava querendo ficar comigo no começo achei estranho por causa que eu n percebi que ela tinha me dado chance mal eu sabia que naquele dia ela tinha fumado maconha. Então eu falei que queria conhecer ela e no começo foi os melhores dias da minha vida todo dia conversando e fui conhecendo o jeitinho dela e me apaixonando desde então por meses saindo com ela nunca tinha visto ela fumar e mal via beber até que no final do ano a pedi em namoro sendo o cara mais feliz do mundo naquele dia querendo cada vez mais seus carinhos, viciando nos seus beijos, querendo cada vez mais seus abraços até que então ela mudou não falava mais comigo se incomodava quando falava eu te amo. Então começou a sair com as amigas delas fumou cinco cigarros de maconha e foi por baile e segundo ela falou que ia levar a amiga dela pra casa para ela não fazer merda então olhei o snap e lá estava ela no baile do dendê. No outro dia perguntou o que eu faria se acontecesse uma traição no nosso relacionamento então respondi que perdoaria porém demoraria para eu ter confiança nela de volta então ela disse que terminaria com a pessoa pois não aguentaria ficar com ela então dias antes fomos ao shop e ela estava estranha e disse que era por causa da TPM e essa foi a razão de terminar comigo então ela terminou comigo na semana do meu aniversário por whatsap e perguntou se eu queria falar com ela pessoalmente e eu ainda disse que sim porque eu ainda a amo então hoje conversarei com ela mais ainda não sei o que fazer por mas que meus amigos tenham me indicado a largar ela eu não consigo parar de pensar nela o tempo todo e vou fazer psicólogo, não contei para meus pais nada disso apresentei ela para eles como uma mulher de juízo que era perfeita para mim então minha mãe me viu chorando e não to conseguindo mais segurar isso dela odeio mentir ainda mais para os meus pais eu amo muito ela e não sei o que fazer alguem me ajuda por favor

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